CANCELADA TRANSFERÊNCIA DO T. NÁUTICO PARA A AGERBA

Mais uma trapalhado de Marcos Medrado desfeita pelo governador Wagner. Vejam relato do Jornal da Mídia.

Wagner manda cancelar transferência do T. Náutico para a Agerba

A sucessão de fatos negativos para o governo causados pela atual diretoria da Agerba está tirando o governador Jaques Wagner do sério. Já se fala nos bastidores que um diretor da autarquia pode cair. O JM está de olho.

A transferência do Terminal Náutico para a Agerba foi cancelada por decisão do governador Jaques Wagner. Alertado por uma matéria publicada no JORNAL DA MÍDIA, segunda a qual a Agerba iria transferir o patrimônio público para uma empresa em "caráter emergencial", o governador determinou que a Sudesb, responsável pela administração do terminal, cancelasse imediatamente o termo de cessão do equipamento para a Agerba, cujo diretor, Renato José, já tinha até antecipado, de forma açodada e sem consultar a cúpula do governo, que iria entregar o terminal a uma empresa privada.
A portaria que cancela a cessão do terminal à Agerba foi publicada no Diário Oficial de terça-feira, dia 11 . Ela tem o número 068/2010 e é assinada por Raimundo Nonato, o Bobô, superintendente da Sudesb. Confira abaixo:

Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia – SUDESB

PORTARIA N° 068/2010 – O DIRETOR GERAL DA SUPERINTENDÊNCIA DOS DESPORTOS DO ESTADO DA BAHIA – SUDESB, no uso de suas atribuições RESOLVE:Revogar o Termo de Cessão de Uso nº 05/2010, firmado entre a SUDESB e a AGERBA – Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia, com fundamento nas razões expostas no Parecer AH nº 109/2010, exarado no Processo Administrativo nº 1602090017164. Salvador, 10 de maio de 2010.Raimundo Nonato Tavares da Silva, Diretor Geral.

Com que cara agora vai ficar o diretor-executivo da Agerba, Renato José, o afilhado de Marcos Medrado? Com que cara? Tome sua porradinha (mais uma) e fique quieto e bem caladinho. Você é muito fraquinho para contestar e brigar com o JORNAL DA MÍDIA. Aprenda e deixe de falar bobagens e de divulgar esses releases malucos para a imprensa. E seus marqueteiros também. São fraquinhos e superados, todos eles. Nem com curso intensivo de capacitação vão poder acompanhar a evolução da mídia. Talvez sirvam para a rádia do titio Medrado.
Entenda o Caso – No dia 1º de Maio, em pleno feriado do Dia do Trabalhador, a Sudesb – Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia publicou no Diário Oficial do Estado uma estranha resolução, na qual transferia para a Agerba – Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia, o terminal Turístico Náutico da Bahia.
No dia 5 de abril, o JORNAL DA MÍDIA, único veículo de comunicação da Bahia a divulgar o assunto, publicou a matéria com o título Agerba e Sudesb ”armam” para acabar com as lanchas. No artigo, o JM chamava a atenção do governador Jaques Wagner para o verdadeiro objetivo do jogo Sudesb-Agerba, que era a transferência posterior do terminal para uma empresa privada, em prejuízo dos usuários das lanchas Salvador-Mar Grande e para os operadores de agências de turismo.
A Agerba, autarquia da Secretaria de Infra-Estrutura totalmente desgastada e envolta em escândalos, anunciou que iria transferir o terminal para uma empresa privada, sem licitação pública. A traneferência seria em "caráter emergencial", através de carta-convite.
O JORNAL DA MÍDIA voltou a denunciar o fato e mais uma vez alertor o governador Jaques Wagner para a gravidade da situação. Na última terça-feira (11), Wagner já tinha deixado transparecer sua posição contrária à transferência do equipamento para a Agerba. O governador sinalizou que só com licitação pública, posteriormente, poderia o Estado passar o equipamento adiante. Mas uma licitação real, com base na lei, sem vícios, e não a "entrega emergencial" do equipamento, como a Agerba estava tentando fazer.
Ontem, aliás, o prefeito de Vera Cruz, Antonio Magno (PT) , esteve com Cezar Lisboa, secretário estadual de Relações Institucionais do Governo do Estado, a quem entregou um documento relatando a gravidade da situação e se posicionando contra o fato de a Agerba insistir em entregar o terminal para a TWB, que já atua no transporte marítimo e que tem vivo interesse em tomar conta da linha Salvador-Mar Grande.
Comenta-se que o comando da Agerba estaria usando a TWB para despistar, inclusive plantando notas neste sentido na mídia, contra a concessionária do ferry-boat. O objetivo seria outro, segundo chegou ao conhecimento do JM. A TWB, evidentemente, estava utilizando o seu poder e a sua influência, inclusive na área do governo, para assumir o Terminal Náutico e tirar as lanchas de lá. Mas só que o deputado Marcos Medrado, o comandante da Agerba, estaria trabalhando em outra direção, segundo apurou o JM..
A suspeita maior contra a Agerba nessa questão do Terminal Náutico aconteceu quando a agência de regulação começou a soltar informações de que as lanchinhas de Mar Grande ”são todas clandestinas” e que iria (a agência) dar um "choque de ordem" na situação. O governador Wagner não gostou nem um pouco e foi alertado por assessores, com base nas informações publicadas no JM, sobre o problema que a Agerba poderia causar.
Uma prova do descontentamento da cúpula do governo com o "choque de ordem" anunciada pelo rapaz que dirige a Agerba está no fato de que, mesmo distribuindo a informação contra as lanchas de Mar Grande para toda a imprensa, a matéria da Agerba não foi publicada no Diário Oficial do Estado e nem foi distribuída para a mídia pela Agecom (Assessoria Geral de Comunicação do Governo do Estado). Foi vetada porque tinha informações equivocadas, infundadas e envolvendo o nome do governo. E mais: o conteúdo da matéria não combinava com a política de comunicação do governo, que é de responsabilidade da Agecom.
Até o fechamento deste artigo (10h52), a matéria desastrada da Agerba continuava no destaque principal da página da autarquia na internet. É a prova inconteste da incopetência que tomou conta da Agerba desde que o deputado Marcos Medrado (PDT) colocou sua turma na agência.

Fonte:http://www.jornaldamidia.com.br/Alo_Bahia/Maio2010-1.shtml#872624106946425

3 thoughts on “CANCELADA TRANSFERÊNCIA DO T. NÁUTICO PARA A AGERBA

  • maio 13, 2010 em 9:59 pm
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    13/05/2010 20h02 – Atualizado em 13/05/2010 21h23
    Grupo ironiza técnico em outdoor: ‘Faça como Dunga. Não use craque’
    Mensagem está espalhada em cinco ruas de Campo Grande-MS. Grupo de 15 amigos gastou R$ 8 mil com a brincadeira
    Por Fabrício Costa
    Rio de Janeiro

    imprimir Em um país com 180 milhões de “técnicos de futebol”, as convocações da seleção brasileira, historicamente, jamais agradam a todos. Na última lista dos jogadores que vão a Copa, Neymar e Ganso foram ignorados – este figura apenas na relação dos sete reservas. Com isso, um grupo de 15 amigos de Campo Grande resolveu tirar um sarro do treinador do Brasil. Eles espalharam cinco outdoors pela capital do Mato Grosso do Sul com os seguintes dizeres: “Faça como o Dunga. Não use craque

  • maio 13, 2010 em 10:12 pm
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    [Deputado cara-de-pau] Esquema milionário dos transportes clandestinos rodoviários, marítimos e as cooperativas de fachadas movimentam em torno de R$ 60 milhões / ano – Parte II –

    quinta-feira, 13 maio, 2010 às 16:27 em Denúncia, Destaques, artigo.
    As cooperativas de transportes clandestinos rodoviários e marítimos manipuladas por um deputado e presidente da Comissão de Constituição e Justiça e sua irmã, vem colaborando com uma série de atos criminosos contra a sociedade baiana. Exemplo: sonegação fiscal de impostos federais, estaduais e municipais; evasão de divisas; corrupção ativa e passiva de dirigentes e agentes públicos; “caixa 2″ para financiar suas campanhas eleitorais… não podemos deixar de relatar que as práticas das facções criminosas de São Paulo e Rio de Janeiro, se utilizam destes tipos de transportes clandestinos, para facilitar e financiar suas ações de tráfico de armas e drogas.

    Segundo uma fonte ligada ao esquema milionário de transporte clandestino, o deputado estadual Zé Neto e sua Irmã, Lenise Ferreira, tentam manipular alguns deputados da Assembleia Legislativa do Estado para saírem em defesa dos transportes clandestinos, utilizando-se de suas prerrogativas de Deputado da base do governo e Presidente da CCJ, pressionam também dirigentes de órgãos públicos estaduais, a exemplo dos diretores da AGERBA e SUDESB, Raimundo Nonato (Bobô), secretários e Ex-Secretários estaduais. Os dirigentes da AGERBA estão sendo processados pelo Ministério Publico Estadual, por causa da incompetência e inércia no combate dos tarnsportes clandestinos rodoviários e marítimos.
    O dirigente da SUDESB, ‘Bobô’, já foi processado e julgado criminalmente no caso das mortes dos torcedores da Fonte Nova, e pelo visto, não aprendeu nada. Hoje, o Terminal Marítimo de Salvador, que tinha sido transferido para AGERBA, voltou a responsabilidade da SUDESB provocado pelas pressões do deputado Zé Neto (PT) ao governador Jaques Wagner (PT). O Pura Política vem denunciando há meses a inércia da AGERBA e da SUDESB.

    – Tragédia Anunciada
    Advertimos que o próximo acidente que envolver o transporte marítimo clandestino a sociedade, o Ministério Publico Estadual (MPE) e a Justiça vão cobrar do senhor governador Jaques Wagner e do diretor da SUDESB, Raimundo Nonato (Bobô), deputado Zé Neto (PT), além dos dirigentes da Agerba.

    Encaminhamos todas as denúncias da imprensa para o Excelentíssimo Senhor Juiz da Vara do Crime, Dr. Jose Reginaldo Nogueira, o mesmo que presidiu o julgamento de “Bobô” no caso das mortes na Fonte Nova. Com isso, queremos comprovar mais uma vez a negligência e imprudência por parte dos dirigentes da SUDESB na gestão do Terminal Marítimo de Salvador.

    O Pura Política convida o ex-Secretário Estadual de Infraestrutura, sr Batista Neves, e o ex-diretor da Agerba, sr Antonio Lomanto, para esclarecer das pressões realizadas por parte do deputado petista ZÉ NETO e sua irmã para que não ocorressem as fiscalizações de combate à clandestinidade rodoviária e marítima no estado, ou seja… defendendo seus interesses financeiros escusos

  • maio 14, 2010 em 6:16 am
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    13/05/2010
    Pela primeira vez em 22 anos, Supremo condena um parlamentar
    Zé Gerardo (PMDB-CE) nega irregularidades; não cabe recurso à decisão.
    Pena de prisão foi convertida em 50 salários mínimos e serviços comunitários.

    Débora Santos
    Do G1, em Brasília

    imprimir Nem sempre a pessoa que assina o convênio é responsável pela sua execução. A responsabilidade se faz por duas faces política e de execução. O próprio Tribunal de Contas admite que o signatário do contrato não é responsável por sua execução”Marcelo Leal, advogado de defesa do deputado José Gerardo (PMDB-CE)Por sete votos a três, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) condenaram nesta quinta-feira (13) por crime de responsabilidade o deputado federal Zé Gerardo (PMDB-CE). Essa é a primeira condenação de um parlamentar pelo STF, depois de promulgada a Constituição Federal de 1988, segundo assessoria do Supremo. A defesa do deputado negou que ele tivesse cometido irregularidades.

    O parlamentar foi condenado a dois anos e dois meses de prisão em regime aberto, mas a pena foi convertida no pagamento de 50 salários mínimos e prestação de serviços à comunidade. Não cabe recurso à decisão. O STF não explicou se o deputado permancerá no cargo.

    Ex-prefeito da cidade de Caucaia (CE), entre 1997 a 2000, José Gerardo de Arruda Filho foi denunciado por aplicar R$ 500 mil em recursos públicos federais, liberados por convênio com o Ministério do Meio Ambiente, para obra diferente do que estava previsto no contrato com a União.

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    Em lugar de construir um açude público destinado a amenizar a seca na região, o ex-prefeito autorizou a construção de passagens molhadas, que são pontes construídas sobre rios e riachos, que ficam parcialmente submersas na época das cheias.

    O advogado de defesa do deputado, Marcelo Leal, afirmou que, mesmo alterado o objeto do convênio, a construção de passagens molhadas atingiu a mesma finalidade da obra projetada inicialmente

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