Na última quinta-feira (02), na Rádio Valença FM, em uma fala carregada de emoção, sinceridade e gratidão, o prefeito Marcos Medrado mostrou mais uma vez por que tem conquistado o carinho do povo de Valença.
Sem rodeios, direto do coração, Medrado fez questão de reconhecer aquilo que, segundo ele, é a maior força da cidade: o seu povo.
“Tenho uma gratidão muito grande por Valença. Se eu pudesse hoje, eu ia de casa em casa levar um ovo de chocolate para cada valenciano, pelo carinho que esse povo tem por mim”, disse, visivelmente emocionado.
E não parou por aí. O prefeito fez questão de exaltar o espírito acolhedor da população, destacando algo que tem chamado sua atenção nas ruas: o reconhecimento até mesmo de quem não esteve ao seu lado nas urnas.
“Muita gente me para e diz: ‘eu não votei em você, mas agora voto em quem o senhor quiser’. Isso mostra que estamos no caminho certo”, afirmou.
Aos 77 anos, Medrado também fez um compromisso firme com o futuro de Valença. Com energia de quem ainda tem muito a entregar, ele garantiu que seu mandato será marcado por trabalho e transformação.
“Serão quatro anos dedicados. Vou terminar esse mandato com 80 anos, mas com a certeza de que fiz a diferença. Doa a quem doer, vou fazer o melhor pelo povo de Valença”, declarou, deixando claro que sua gestão não será de meio termo.
A fala do prefeito foi um discurso e também um recado. Um daqueles que entram na alma de quem escuta.
E, como não poderia deixar de ser, ele ainda aproveitou o momento para deixar uma mensagem especial: “Quero desejar a todos os meus amigos valencianos uma Feliz Páscoa!”
Entre palavras de gratidão e promessas de trabalho, uma coisa ficou evidente: Medrado quer mais do que governar… quer marcar época.
Hoje não é só mais um aniversário… é o dia de celebrar a vida de um cara que faz diferença por onde passa.
Rafa não é só gente boa, não. Rafa é presença. É aquele tipo de pessoa que olha no olho, escuta de verdade e nunca mede esforço quando é pra ajudar alguém. Num mundo onde muitos viram o rosto, ele estende a mão.
É o filho que qualquer pai teria orgulho de chamar de seu. Um homem de respeito, educado, exemplo como pai, como filho, como amigo… mas, acima de tudo, um ser humano daqueles raros, que ainda carregam no peito o verdadeiro sentido da palavra solidariedade.
Daria pra passar horas aqui listando suas qualidades, uma por uma… mas talvez nem fosse necessário. Porque quem conhece Rafa já sabe.
E como bem disseram na homenagem feita pra ele: “Rafa é aquele tipo de pessoa que junta gente, soma, ajuda, escuta…”
E é exatamente isso. Rafa não divide… Rafa multiplica.
Que Deus continue iluminando seus caminhos, fortalecendo sua missão e abençoando sua vida com ainda mais conquistas.
Nem toda candidatura nasce de estratégia. Algumas nascem de história. E, no caso de João Pedro, a história fala alto.
Jovem valenciano, autista e com uma trajetória que já começa a ultrapassar fronteiras, ele decidiu dar um passo ousado: entrar de vez na política com o objetivo de disputar uma vaga na Câmara Federal.
A decisão veio após convite do deputado federal Raimundo Costa, que o levou a se filiar ao PSD, partido liderado na Bahia pelo senador Otto Alencar e que vem ganhando cada vez mais protagonismo no cenário político.
E João Pedro chega com discurso, com causa e com um objetivo muito claro: representar o povo baiano e mostrar, na prática, que o autismo não limita, fortalece.
João Pedro não esconde de ninguém: quer ser candidato a deputado federal. Mas o que chama atenção não é apenas o objetivo, é o simbolismo que carrega.
Autista, ele se apresenta como uma voz que rompe barreiras e desafia preconceitos: “Mostrar ao mundo que o autismo não impede ninguém de sonhar”, como ele mesmo diz, é uma declaração de enfrentamento.
E isso, convenhamos, tem peso. Num cenário político muitas vezes repetitivo, onde os mesmos nomes circulam de eleição em eleição, surge uma candidatura com identidade própria, com história e com uma bandeira que dialoga diretamente com inclusão, representatividade e superação.
João Pedro já começou a se movimentar. Além do diálogo com Raimundo Costa, ele também se aproximou do deputado federal Antônio Brito, uma das referências do PSD na Bahia. E não quer parar por aí.
O plano é circular pelo Brasil, participar de eventos do partido, aprender com lideranças e ampliar sua visão política.
Na mira, inclusive, está um encontro com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, sinal claro de que o jovem não quer apenas participar, quer se posicionar.
João Pedro não vem de gabinete, nem de sobrenome tradicional da política. Vem da vivência, da luta pessoal e de uma trajetória que já ultrapassa fronteiras.
Ele mesmo afirma estar se tornando uma liderança conhecida internacionalmente, algo que, se bem trabalhado, pode se transformar em um diferencial importante nessa caminhada.
E aqui está o ponto-chave: não é só sobre política, é sobre representatividade, é sobre ocupar espaços que, historicamente, nunca foram ocupados.
E agora, Valença?
A pré-candidatura de João Pedro abre uma discussão interessante no cenário local e estadual. Valença pode estar diante de um nome que foge completamente do padrão tradicional, e que pode, justamente por isso, conquistar atenção, apoio e votos.
Resta saber se o eleitor está preparado para apostar em algo novo. Mas uma coisa é certa: João Pedro já entrou no jogo.
E entrou com algo que não se improvisa: propósito.
Tem gente que nasce em berço político. Outros, nascem no barro da luta. E é justamente daí que surge o nome de Vanuza Barroso, uma mulher que carrega na própria história o retrato fiel de milhares de brasileiros que aprenderam cedo que vencer na vida não é promessa, é batalha diária.
Baiana de raiz, com passagem por Eunápolis e criada em Itabuna, Vanuza não veio de família tradicional do cacau. Pelo contrário: traz no sangue a vivência de quem viu de perto o esforço do trabalhador rural, aquele que acorda antes do sol e muitas vezes dorme sem garantia do amanhã.
E talvez seja justamente isso que a diferencia.
Uma liderança que nasceu da necessidade
Quando decidiu investir no cacau, em 2019, Vanuza não entrou no setor como espectadora. Entrou como quem enxerga falhas, sente na pele e resolve agir.
Percebeu um setor desorganizado, produtores desassistidos e políticas públicas desconectadas da realidade. Resultado? Não esperou solução cair do céu: ajudou a criar a Associação Nacional dos Produtores de Cacau, um movimento que hoje ecoa em Brasília e nas principais discussões do setor.
Antes mesmo de formalizar a associação, já estava na estrada, organizando produtores, levantando bandeiras e colocando o cacau na pauta nacional.
Resultados que não ficam no discurso
E aqui não tem conversa vazia. Tem entrega.
Entre as conquistas e lutas lideradas por Vanuza, destacam-se: mobilização nacional contra importações irregulares de cacau, atuação direta em projetos como o Renova Cacau, voltado à recuperação da lavoura, participação ativa na aprovação do aumento do teor de cacau no chocolate (de 25% para 35%), pressão por anistia de dívidas para produtores, e atuação firme em audiências públicas e no Congresso Nacional
Teve projeto desengavetado depois de mais de uma década parado. Teve reunião que atravessou o dia e entrou pela madrugada. Teve enfrentamento direto com interesses da indústria.
E teve coragem de ficar do lado certo: o do produtor.
O partido dela é o cacau
Num cenário político cheio de rótulos e alianças de conveniência, Vanuza apresenta uma proposta quase “fora da curva”: não tem partido de estimação.
Segundo ela mesma define: “O nosso partido é o cacau.”
E isso, no atual ambiente político, soa como uma espécie de rebeldia produtiva.
Ela defende o pequeno produtor, aquele que sustenta boa parte da economia rural, preserva o meio ambiente e movimenta cidades inteiras. Estamos falando de um setor que envolve mais de 60 mil produtores e impacta diretamente centenas de milhares de pessoas.
Não é pouca coisa. É uma cadeia econômica viva.
Uma candidatura com lastro real
Vanuza não surge como uma candidata de gabinete, nem como aposta fabricada.
Ela chega com: história real, trabalho comprovado, base social consolidada e reconhecimento dentro de um dos setores mais tradicionais da Bahia
E isso, convenhamos, pesa muito.
Sua pré-candidatura a deputada federal nasce da continuidade de uma luta que ela já vem travando há anos, agora com a possibilidade de ampliar sua voz dentro do Congresso.
Tem condições de chegar lá?
Tem. E não é pouco.
Porque hoje, o eleitor começa a procurar resultado, coerência e representatividade verdadeira. E Vanuza reúne exatamente esses três ingredientes.
Se transformar a força do cacau em votos, pode muito bem sair das lavouras direto para Brasília, levando com ela não só uma bandeira, mas um exército silencioso de trabalhadores que sempre produziram riqueza, mas raramente tiveram voz.
E talvez esteja aí o ponto mais forte dessa história: Vanuza não quer entrar na política para aparecer, ela quer entrar para organizar, corrigir e defender.
E quando a raiz é forte… meu amigo… o fruto costuma vingar.
O encerramento da janela partidária marca, silenciosamente, um dos momentos mais decisivos do processo eleitoral brasileiro. Embora passe despercebido pela maioria do eleitorado, é nesse instante que se define o elemento mais estratégico das eleições proporcionais: o ambiente partidário em que cada candidato estará inserido.
Na Bahia, onde a disputa por vagas na Assembleia Legislativa da Bahia e na Câmara dos Deputados se dá em um cenário de alta competitividade, essa escolha ganha contornos ainda mais determinantes. Isso porque, ao contrário do que sugere o senso comum, a eleição de deputados não depende exclusivamente da quantidade de votos obtidos individualmente, mas da forma como esses votos se inserem dentro de uma estrutura coletiva.
O sistema proporcional brasileiro, disciplinado pelo Código Eleitoral brasileiro e regulamentado por resoluções do Tribunal Superior Eleitoral, opera a partir de uma lógica própria, que combina desempenho partidário e desempenho individual. Inicialmente, o partido ou federação precisa atingir o quociente eleitoral, que funciona como uma verdadeira porta de entrada para a disputa das vagas. Sem alcançar esse patamar mínimo de votos válidos, a legenda sequer participa da distribuição das cadeiras.
Na eleição de 2022, esse número girou, na Bahia, em torno de aproximadamente 205 mil votos para deputado federal e cerca de 127 mil votos para deputado estadual. No entanto, esses números não representam a quantidade de votos necessária para eleger um candidato, mas sim o volume exigido para que o partido participe da disputa por vagas.
Superada essa etapa, entra em cena o quociente partidário, responsável por definir quantas cadeiras cada legenda terá direito. Somente após essa distribuição é que os candidatos mais votados dentro do partido ou federação ocupam as vagas conquistadas, desde que atendidos os requisitos legais. Forma-se, assim, uma dupla disputa: primeiro entre partidos; depois, dentro das próprias chapas.
É nesse contexto que a quantidade de candidatos por legenda assume papel estratégico. De acordo com as regras fixadas pelo Tribunal Superior Eleitoral, cada partido ou federação pode registrar até o número de vagas em disputa acrescido de um candidato — o que, na Bahia, representa até 64 nomes para deputado estadual e até 40 para deputado federal. Na prática, isso transforma cada chapa em um ambiente altamente competitivo, no qual dezenas de candidaturas disputam um número limitado de posições efetivamente viáveis.
Os dados da última eleição evidenciam essa dinâmica. Em 2022, a maioria dos deputados federais eleitos na Bahia obteve votações entre 90 mil e 160 mil votos, havendo casos de eleição com cerca de 50 mil votos, a depender da configuração da chapa. No âmbito estadual, embora a maior votação tenha alcançado aproximadamente 118 mil votos, a maior parte dos eleitos concentrou-se na faixa entre 30 mil e 80 mil votos. Em termos práticos, candidaturas com cerca de 35 mil a 60 mil votos mostraram-se competitivas, mas não necessariamente suficientes para garantir o mandato.
Esse aparente paradoxo revela a essência do sistema proporcional: não existe um número fixo de votos que assegure a eleição. O que existe é uma equação complexa entre votação individual, desempenho coletivo da legenda e posição do candidato dentro da chapa.
Essa lógica tornou-se ainda mais sofisticada com a evolução recente da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal acerca da distribuição das chamadas sobras eleitorais. As vagas remanescentes, que não são preenchidas diretamente pelo quociente partidário, passaram a ser disputadas de forma mais ampla, permitindo que partidos com menor desempenho também participem da distribuição final das cadeiras.
Na prática, isso ampliou a competitividade das chapas medianas e reduziu a concentração de vagas nos partidos mais fortes, tornando o resultado eleitoral ainda mais dependente da engenharia interna das candidaturas. Hoje, não basta que o partido atinja o quociente eleitoral ou que o candidato esteja bem posicionado — é necessário que a legenda permaneça competitiva até a última fase da apuração, quando as sobras são distribuídas.
Diante desse cenário, surgem dois caminhos estratégicos distintos. De um lado, partidos e federações com alta densidade eleitoral tendem a alcançar votações elevadas e conquistar mais cadeiras, mas concentram também candidatos altamente competitivos, tornando a disputa interna mais rigorosa. De outro, legendas com menor concorrência interna oferecem maior espaço individual, mas enfrentam o risco de não atingir o quociente eleitoral ou de perder competitividade na fase das sobras.
Com o fechamento da janela partidária, essas escolhas deixam de ser possibilidades e passam a constituir a realidade concreta da eleição. As chapas estão formadas, os espaços definidos e as condições de disputa, em grande medida, estabelecidas antes mesmo do início oficial da campanha.
A experiência recente na Bahia demonstra, portanto, que a eleição proporcional não se resume à conquista de votos. Trata-se de um processo estruturado, técnico e profundamente estratégico, no qual a escolha do partido pode potencializar uma candidatura — ou inviabilizá-la.
Em última análise, a eleição não começa nas urnas. Ela começa muito antes, na definição das chapas. E, para muitos candidatos, é nesse momento que ela, de fato, se decide.
Tem trabalho que a gente noticia… e tem trabalho que a gente sente. Esse é daqueles que atravessam números e chegam direto no coração da cidade.
A Prefeitura de Valença, através da Secretaria de Promoção Social, deu uma verdadeira aula de humanidade com o Serviço de Abordagem Social Noturna.
Em apenas um mês, foram 85 vidas alcançadas, não são só números, são histórias que estavam à margem e agora começam a reencontrar caminho, dignidade e esperança.
E quando a gente fala em cuidado de verdade, é preciso destacar com todas as letras: dona Cris Medrado.
Ela não faz assistência social de gabinete. Faz na prática, no olho no olho, com sensibilidade de quem entende que cada pessoa em situação de rua carrega uma história, uma dor… e principalmente, uma chance de recomeço.
O trabalho dela é daqueles que além de aparecem em relatórios, aparece na transformação real da vida das pessoas.
Sob essa condução firme e humana, os resultados já mostram a força desse compromisso:
18 pessoas encaminhadas para centros de recuperação, ganhando uma nova oportunidade de vida
15 acessos à documentação civil, devolvendo cidadania
5 passagens concedidas, abrindo caminhos
22 novos cadastros no CadÚnico, conectando essas pessoas a políticas públicas essenciais
E tudo isso acontecendo nas ruas, à noite, onde muitos preferem não enxergar… mas onde essa equipe escolheu estar.
A diretora do CREAS, Débora Teles, foi precisa ao dizer que não se trata apenas de atendimento imediato, mas de soluções definitivas. É escuta, é acolhimento, é compromisso com o ser humano.
Valença hoje mostra que assistência social não é favor, mas, dever cumprido com dignidade.
E quando há liderança com coração, como a de dona Cris Medrado, o resultado é esse: uma cidade mais justa, mais humana e, acima de tudo, mais consciente de que ninguém pode ficar para trás.
Isso aqui não é só trabalho… é missão. E missão dessas, que merecem aplausos de pé.
A articulação entre PDT, PRD e Podemos começa a desenhar um novo cenário político na Bahia. O grupo, que vem se consolidando com estratégia e alinhamento, trabalha com a projeção de eleger entre 6 e 7 deputados estaduais, formando uma bancada competitiva e com forte capacidade de renovação.
E o dado que mais chama atenção: atualmente, apenas um nome do grupo possui mandato, Marcinho Oliveira. Isso significa que o movimento não é apenas de crescimento, mas de renovação real, com a possibilidade concreta de ocupar de 5 a 6 novas cadeiras na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).
Dentro desse cenário, um nome já desponta com força e consistência: Rafa de Hildécio. Presente, articulado e cada vez mais inserido nos principais espaços políticos, Rafa aparece como um dos quadros mais consolidados dessa nova formação.
Não é aposta. É construção.
Enquanto muitos ainda tentam se viabilizar, Rafa já circula com naturalidade entre lideranças, participa ativamente dos momentos importantes e vai pavimentando seu caminho com presença e articulação, dois ingredientes que, na política, pesam tanto quanto voto.
Se a projeção do grupo se confirmar, a tendência é clara: a renovação virá com força, e, entre os novos nomes que devem ocupar cadeira na ALBA, Rafa de Hildécio surge como um dos mais bem posicionados.
No tabuleiro que começa a se desenhar, tem gente ainda procurando espaço… e tem quem já esteja sentado à mesa.
A chegada de um novo comando sempre traz expectativa, e também a oportunidade de alinhar caminhos. Foi nesse espírito que o diretor regional do Sindpoc em Valença, Militão do Rosário, esteve reunido com o delegado Walberes Braga Silva Júnior, que assume a coordenação da 5ª Coorpin.
O encontro teve um tom claro: fortalecer pontes. A entidade sindical fez questão de sinalizar que pretende caminhar lado a lado com a nova gestão, mantendo o diálogo aberto e a cooperação como base para os desafios que virão.
Militão destacou que a aproximação institucional é essencial para garantir melhores condições de trabalho aos policiais civis e, consequentemente, refletir em um serviço mais eficiente para a população. A mensagem foi direta: parceria consolidada e disposição para somar.
O novo coordenador chega à função com a responsabilidade de conduzir uma das estruturas mais estratégicas da segurança pública regional, e já encontra um ambiente que demonstra disposição para colaboração.
Em tempos em que integração faz toda a diferença, o primeiro movimento já indica que o caminho escolhido é o da união, e isso, no campo da segurança pública, costuma ser meio caminho andado.
João Pedro ,valeciano,autista com certeza vai representar muito bem o Baixo Sul ,ressaltando ,que os autistas devem ter sim um…
Pra cima nossa presidente!
Estamos juntos em qualquer dedicação que ela tiver
Essa tem meu total apoio!
Dr. José Raimundo deixa um legado de muito profissionalismo e dedicação na 5ª COORPIN. Sou testemunha do seu trabalho, principalmente…
João Pedro ,valeciano,autista com certeza vai representar muito bem o Baixo Sul ,ressaltando ,que os autistas devem ter sim um…
Pra cima nossa presidente!
Estamos juntos em qualquer dedicação que ela tiver
Essa tem meu total apoio!
Dr. José Raimundo deixa um legado de muito profissionalismo e dedicação na 5ª COORPIN. Sou testemunha do seu trabalho, principalmente…