Categoria: Política

Reviraram a Vida de Wagner, Mas Até Agora Cadê a Prova?

Podem revirar tudo, mas não vão me convencer que Jaques Wagner é desonesto

Tem gente que acha que basta uma manchete, uma operação policial ou uma acusação jogada ao vento para condenar alguém. Eu não penso assim.

Nos últimos dias vimos o senador Jaques Wagner ter sua vida revirada pela Polícia Federal por conta do caso Banco Master. Documento pra cá, documento pra lá, busca daqui, busca dali. Só faltou procurar dentro da geladeira para ver se encontravam alguma prova.

Não sou advogado de Wagner, não sou assessor dele e nem tenho amizade pessoal com ele. Mas acompanho a política há tempo suficiente para saber diferenciar investigação de condenação.

E vou dizer uma coisa: não acredito que Jaques Wagner tenha participado de qualquer esquema para colocar dinheiro público no próprio bolso.

Todo mundo sabe que sou petista. Nunca escondi isso. Mas também nunca fui daqueles que aplaudem tudo. Quando acho que um político do PT erra, eu critico. Já fiz isso várias vezes e provavelmente farei de novo. Tenho minhas divergências, minhas broncas e minhas opiniões próprias.

O que não aceito é ver dois pesos e duas medidas.

Quando surge uma suspeita contra um político de esquerda, vira manchete nacional, plantão de televisão, análise de especialistas e julgamento antecipado. Já quando a confusão aparece do outro lado, muita gente prefere falar baixinho ou simplesmente fingir que não viu.

Não estou dizendo que político de esquerda é santo. Não existe santo na política. Mas basta olhar a história recente do Brasil para perceber quem mais apareceu em escândalos, quem mais foi condenado e quem mais fez do discurso moralista um verdadeiro negócio eleitoral.

O curioso é que justamente os que mais gostam de apontar o dedo costumam ser os que mais precisam esconder a própria mão.

Por isso reafirmo aqui minha solidariedade ao senador Jaques Wagner. E também ao ex-governador Rui Costa, que certamente ainda será alvo de denúncias requentadas, acusações recicladas e narrativas construídas para tentar desgastar sua imagem no período eleitoral.

A estratégia é velha: quando não conseguem vencer no debate político, tentam vencer na suspeita.

Mas eu continuo acreditando que ninguém deve ser condenado por manchete, por interesse eleitoral ou pelo desejo dos adversários.

Prova é prova. Justiça é justiça. E política não pode virar tribunal de conveniência.

Enquanto não aparecerem fatos concretos, sigo acreditando em Jaques Wagner, em Rui Costa e no projeto político que eles representam para a Bahia e para o Brasil.

Nada de novo sob o sol: Rafa de Hildécio prestigia o São João de Wenceslau e segue ao lado de Gabriel

O São João da Nossa Gente, em Wenceslau Guimarães, reuniu milhares de pessoas em mais uma noite de celebração da cultura nordestina, valorização das tradições e fortalecimento dos laços comunitários. Entre as presenças que chamaram a atenção esteve a de Rafa de Hildécio, que participou da festa ao lado do prefeito Gabriel de Parísio, reforçando uma parceria política e pessoal construída ao longo dos últimos anos.

Recebido pelo prefeito e por lideranças do município, Rafa circulou pelo evento, cumprimentou moradores e acompanhou de perto a programação da festa. A presença conjunta dos dois não passou despercebida por quem acompanha os bastidores da política regional.

Mais do que uma agenda festiva, o encontro simbolizou a manutenção de uma relação marcada pela confiança, pelo diálogo e pela convergência de ideias em torno do desenvolvimento de Wenceslau Guimarães e da região.

Gabriel e Rafa têm compartilhado agendas importantes nos últimos anos, especialmente em pautas ligadas à infraestrutura, saúde, mobilidade e fortalecimento dos municípios do interior da Bahia. A sintonia entre ambos tem sido percebida de forma natural pela população e pelas lideranças políticas que acompanham essa caminhada.

Durante a visita, Rafa destacou a importância da festa para a economia local e para a preservação das tradições culturais do município.

“O São João de Wenceslau é uma referência na região. É bonito ver uma festa organizada, valorizando os artistas, movimentando a economia e mantendo viva uma tradição tão importante para o nosso povo. Sempre uma alegria estar aqui ao lado do amigo Gabriel”, afirmou.

Já o prefeito Gabriel agradeceu a presença de Rafa e ressaltou a parceria construída ao longo dos anos.

Em tempos de especulações e movimentações políticas por toda a Bahia, a cena observada no São João da Nossa Gente acabou transmitindo uma mensagem simples para quem acompanha o cenário regional: algumas parcerias permanecem firmes porque foram construídas com respeito, confiança e presença constante.

E, pelo visto, em Wenceslau Guimarães, realmente não há nada de novo sob o sol.

Neymar e a revolta masculina diante da piada de Lula

Por: Marcelo Hailer

Este não é um texto sobre futebol nem sobre as qualidades futebolísticas do atleta Neymar, mas sobre a reação de homens “adultos” diante de uma piada do presidente Lula, que, durante um evento, reproduziu uma tirada com o jogador da Seleção Brasileira, dizendo que ele seria o primeiro desportista na modalidade home office.

Feito o alerta, vamos adiante: assim que o vídeo com o presidente Lula surgiu na minha timeline, logo de cara pensei e brinquei com colegas: “Já, já o Tiago Leifert publica um vídeo imenso em defesa do Neymar e atacando o presidente Lula”. Bom, quem acompanha minimamente o dia a dia das redes sociais sabe que o jornalista esportivo é um dos principais defensores do jogador do Santos.

Mas não foi Tiago Leifert quem saiu em defesa de Neymar, e sim uma imensidão de homens. E algo que antes me parecia engraçado e tosco se transformou em incômodo e em uma pergunta: por que tantos homens se incomodam e saem em defesa de Neymar?

É sabido que a fundação do Ocidente e, consequentemente, de sua mentalidade, está diretamente vinculada à construção de mitos heróicos masculinos que ditaram comportamentos por longos séculos. Por exemplo, Aquiles e Odisseu, para ficarmos em dois modelos óbvios.

A mitologia em torno desses homens heroicos girava em torno de uma série de signos que ainda permeiam as mentalidades masculinas: corpos musculosos, destemidos, desejados por todas e todos e, claro, exímios atletas.

E mesmo Jesus Cristo, que era pacífico e não pregava a violência como Aquiles e Odisseu, tornou-se modelo masculino de resistência. Era destemido e optou pela morte voluntária para salvar a humanidade. Seu ato final deu início ao movimento do cristianismo, e o resto é história.

O que importa para nós é que todas essas figuras da Antiguidade e do Medievo sempre orbitam em torno dos mesmos símbolos: homens destemidos, bravos guerreiros. O esporte como um todo tem sua raiz em tais elementos.

Mas qual é a relação dos homens que choram por Neymar com os bravos guerreiros da Antiguidade? Corta para o fim do século XIX e a ascensão do futebol como prática esportiva adotada pela classe trabalhadora, que depois se tornaria a principal modalidade esportiva do século XX.

Os novos guerreiros do Olimpo

O futebol é parte da história moderna de países como Brasil e Inglaterra. Os atletas ocuparam – e ocupam – um lugar mítico nas mentalidades masculinas, e em torno deles foi construído todo um modo de vida que seria replicado no cinema, nas ciências sociais, na música, na vestimenta, na linguagem. Ou seja, formou-se uma cultura ainda predominantemente masculinista e, claro, profundamente misógina e homofóbica.

Dessa maneira, uma parcela significativa de homens construiu sua vida em torno dessas figuras, modo de vida que é imposto a seus filhos. Quando estes rejeitam tal modelo, são logo rejeitados e colocados sob suspeita. Não gostar do universo futebolístico é tratado como algo errado, fora da norma, o que também explica a presença constante da violência nessa forma de vida.

Mas nem tudo é trevas no mundo do futebol. No Brasil, há figuras que propagaram, a exemplo dos guerreiros da Antiguidade, o bom exemplo, como aqueles que compuseram a Democracia Corinthiana, recentemente exaltada pelo prefeito socialista de Nova York, Zohran Mamdani.

No entanto, a chegada de Neymar ao Olimpo moderno desnudou uma piora naquilo que já era bem ruim: uma forma de masculinidade infantilizada e alimentada por algoritmos, que extrapolou as fronteiras do futebol e tem se tornado um modo de vida capaz de alçar figuras toscas ao ponto mais alto do poder.

Lula e Neymar: a polarização das mentalidades

Não temos como saber como se comportava a fanbase de Aquiles e Odisseu durante a Antiguidade, mas convivemos diariamente com milhares de homens, figuras públicas ou não, que perdem completamente a linha quando o jogador Neymar é alvo de críticas ou chacotas.

O choro masculino em defesa de Neymar é revelador no que diz respeito à baixa qualidade da formação masculina dos últimos anos, algo que ficou evidente com a ascensão das redes sociais.

Notem que, na maioria das ocasiões em que centenas de homens reagem às críticas feitas a Neymar, suas posições não versam sobre futebol, mas sobre a simbologia masculina em torno do atleta da Seleção Brasileira e do Santos.

A rápida ascensão de Neymar no mundo do futebol o transformou no principal guerreiro do Olimpo moderno. Tive essa prova quando fui a Moçambique, em 2013, e, sempre que era interpelado pelos cidadãos do país africano, duas figuras surgiam nas conversas: Neymar e Lula. De lá para cá, passaram-se 13 anos. Portanto, não é equivocado afirmar que o jogador e o presidente da República polarizam as mentalidades brasileiras.

Os homens que prestam plantão para defender Neymar são produto direto de uma forma de produzir masculinidade vinculada diretamente às redes sociais, muitas vezes associada ao pensamento misógino e de extrema direita. Basta destacar que o jogador da Seleção é um apoiador declarado da família Bolsonaro e atuou na campanha do ex-presidente da República.

Em torno da imagem de Neymar, deparamo-nos com figuras profundamente violentas e, em sua maioria, militantes do ideário de extrema direita, que travam uma batalha cultural contra o avanço das mulheres desportistas do futebol e contra as torcidas futebolísticas LGBT.

Essa polarização entre apoiadores e detratores de Neymar é refletida diretamente na política do Brasil, mas também fora dela, quando paramos para analisar o tipo de masculinidade praticada por tais personagens: histriônicos, adoradores de teorias da conspiração, inimigos imaginários do comunismo, propagadores de fake news… uma piora total naquilo que já era precário.

O problema é que esses homens adultos com síndrome de Peter Pan e defensores de Neymar extrapolaram a esfera do esporte e das redes sociais e foram alçados ao mundo político. Furaram as fronteiras e hoje encontramos réplicas no comando de países como Argentina, EUA, El Salvador, Chile, talvez Colômbia, e querem retomar o poder no Brasil.

O Olimpo está degradado. O jogador não joga mais, mas seu corpo em estado de home office ainda mobiliza milhares de homens prontos para fazer qualquer coisa para defendê-lo. Tais figuras defendem Neymar porque ele se tornou fonte de inspiração, suspiro e desejo de algo que elas nunca vão alcançar: a glória no Olimpo. Mas vão lucrar horrores com apostas online.

Ruína masculina

A revolta masculina diante da piada de Lula com Neymar traz à tona o ápice da batalha cultural dos últimos 20 anos: o ponto de partida pode ser o futebol, mas o que está em jogo é a defesa do tradicional modelo de vida masculino.

Já não importa se Neymar joga ou não futebol, se vai ou não entregar algo na Copa do Mundo de 2026, mas tudo o que ele consegue organizar em torno de seu corpo, seja parado ou em movimento. Tal revolta diante da chacota com o atleta é o grito desesperado de homens que se sentem ameaçados de perder algo que nunca tiveram. Da Revista Fórum

Banco Master: por que a PF bateu à porta de Jaques Wagner enquanto Flávio Bolsonaro segue sem a mesma pressão?

O escândalo do Banco Master continua produzindo capítulos que levantam mais perguntas do que respostas. E uma delas chama a atenção de muita gente: por que o senador Jaques Wagner virou alvo de uma operação da Polícia Federal enquanto o senador Flávio Bolsonaro, que admitiu ter buscado recursos junto ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar um filme sobre seu pai, não sofreu até agora uma ação semelhante?

Nos últimos dias, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca relacionados ao senador Jaques Wagner, dentro das investigações que apuram possíveis vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. Wagner nega qualquer irregularidade e afirma confiar no esclarecimento dos fatos.

Por outro lado, vieram a público mensagens, áudios e reportagens mostrando que Flávio Bolsonaro manteve contato com Daniel Vorcaro para viabilizar recursos destinados à produção de um filme sobre Jair Bolsonaro. O próprio senador reconheceu que buscou apoio financeiro privado para o projeto.

A questão que muitos observadores fazem não é se Jaques Wagner deve ou não ser investigado. Se há suspeitas, a investigação deve ocorrer. O mesmo vale para qualquer político, seja de esquerda ou de direita. O que causa estranheza é a aparente diferença de tratamento diante de fatos que também colocam Flávio Bolsonaro no centro das discussões sobre as relações entre políticos e Daniel Vorcaro.

Outro ponto curioso é que, enquanto reportagens e revistas dedicaram grande espaço às suspeitas envolvendo Jaques Wagner, as revelações sobre as negociações entre Flávio Bolsonaro e o dono do Banco Master não tiveram o mesmo impacto em determinados setores da imprensa e da oposição. As mensagens divulgadas mostram um relacionamento que vai além de um simples contato eventual.

Num país democrático, a regra deveria ser simples: investigação para todos, sem distinção de partido, ideologia ou sobrenome. Se a Polícia Federal tem elementos para investigar Jaques Wagner, que investigue. Mas se existem informações públicas, áudios e mensagens envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, a sociedade também tem o direito de esperar o mesmo rigor e a mesma disposição para esclarecer os fatos.

A credibilidade das instituições não depende apenas de investigar. Depende também de demonstrar que a lei alcança todos da mesma forma.

Forró da Terceira Travessa 10 de Novembro chega à 7ª edição e promete lotar a rua com muito arrasta-pé e animação

Tem coisa que já virou tradição em Valença, e uma delas é o famoso Forró da Rua do Vereador promovido por ele mesmo o presidente da Câmara Municipal, vereador Bertolino Júnior.

A festa acontece nesta terça-feira (23), a partir das 20h30, na própria rua onde o vereador mora, e terá entrada totalmente gratuita para toda a comunidade.

Chegando à sua 7ª edição, o evento já faz parte do calendário junino da cidade e reúne moradores, amigos e visitantes em uma grande confraternização ao som do autêntico forró.

Este ano, a principal atração será Jerônimo, ex-vocalista da banda Dois Amores, cantor bastante conhecido pelo público e dono de um repertório que promete fazer muita gente tirar o pé do chão.

A festa também vai valorizar os artistas da terra com os shows de Jhon Tomaki e Neyane Che, dois nomes que representam muito bem a música valenciana.

Conhecido por conduzir os trabalhos da Câmara com firmeza, diálogo e respeito aos vereadores e à população, Bertolino também faz questão de manter esse lado mais próximo da comunidade.

E é justamente daí que nasceu o Forró da Rua: uma festa simples, feita no meio do povo, para o povo, preservando o espírito dos festejos juninos.

Quem já participou sabe como funciona: a rua se transforma em um verdadeiro arraial, cheio de alegria, reencontros, música boa e aquele clima gostoso de São João que todo nordestino gosta.

A expectativa é de casa cheia, ou melhor, de rua cheia. Afinal, quando Bertolino abre as portas da sua rua para receber a população, o resultado é sempre uma grande festa marcada pela animação, pela segurança e pela valorização da cultura popular.

Então já sabe: nesta terça-feira, a partir das 20h30, o destino é o Forró da Rua. A entrada é gratuita e o convite está feito para todo mundo que gosta de um bom arrasta-pé.

São João nos Bairros fortalece tradição e reúne multidões em Valença

O terceiro dia do São João nos Bairros levou muita animação, cultura e participação popular a diferentes comunidades de Valença.

O destaque da noite foi o tradicional Arrastão de Cajaíba, que chegou à sua 16ª edição reunindo centenas de pessoas ao som de Tomaki e Fábio Márcio, com a presença do prefeito Marcos Medrado.

A programação também movimentou a Praça da República, com apresentações das quadrilhas Payakan e Explosão Junina, além do DJ Bruce.

No Jambeiro, moradores prestigiaram o tradicional Boi Mineiro e os shows de Márcio Vieira, Cangaço do Forró e Beto Amazonas.

Com segurança, apoio das equipes de saúde e grande presença do público, o evento segue valorizando as tradições juninas e promovendo integração entre as comunidades valencianas.

Cairu: Nova orla amplia estrutura da Terceira Praia e fortalece turismo em Morro de São Paulo

A Prefeitura de Cairu entregou a ampliação da orla da Terceira Praia, em Morro de São Paulo, reforçando a infraestrutura de um dos destinos mais visitados do arquipélago. A obra inclui pavimentação, passarela para pedestres, iluminação moderna e melhorias em acessibilidade e segurança.

Além de proporcionar mais conforto para moradores e turistas, a nova estrutura amplia os espaços de convivência e contemplação da paisagem local, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do turismo e a valorização de um dos principais cartões-postais de Cairu.

Rafa de Hildécio destaca amizade e lealdade de Mateus Passos em mensagem de reconhecimento

O pré-candidato a deputado estadual Rafa de Hildécio fez uma homenagem pública ao ex-vereador de Valença, Mateus Passos, ressaltando a amizade, a confiança e a parceria construída ao longo dos anos.

Em mensagem divulgada nas redes sociais, Rafa destacou que algumas relações surgem na vida pública por meio da política, mas acabam se fortalecendo por valores que vão além dos interesses partidários.

Segundo ele, Mateus Passos é um exemplo de amizade verdadeira, construída na lealdade e no companheirismo, tanto nos momentos de conquistas quanto nos desafios da caminhada.

“Mateus é dessas pessoas. Um amigo de verdade, parceiro dos bons e maus momentos, que compartilha dos mesmos valores e do desejo de ver nossa terra seguir avançando”, afirmou.

Rafa também agradeceu ao ex-vereador pela confiança e pelo apoio ao longo da trajetória, ressaltando que grupos sólidos são formados por pessoas comprometidas e presentes em todas as etapas da jornada.

“Gratidão por somar, por acreditar e por caminhar junto. Porque grupo forte se constrói com gente leal, que está presente não apenas nos momentos fáceis, mas em toda a jornada”, destacou o pré-candidato.

A manifestação reforça a proximidade entre as duas lideranças e evidencia a importância das relações de confiança na construção de projetos políticos voltados para o desenvolvimento da região.