Categoria: Política

RAFA DE HILDECIO ESTÁ DO LADO DE QUEM PRODUZ E LEVA APOIO AOS CACAUICULTORES EM ILHÉUS

Quando o cacau sangra, o campo fala: Rafa de Hildécio ao lado de quem produz

O pré-candidato a deputado estadual, Rafa de Hildécio, segue firme ao lado de quem vive da terra, defendendo diálogo, equilíbrio e políticas públicas que respeitem quem produz e sustenta a economia real.

Foi com esse espírito que ele esteve em Ilhéus, participando da manifestação dos agricultores que denunciam o deságio absurdo e aumento das importações de cacau africano, que, segundo os produtores, têm derrubado os preços pagos ao fruto e colocado em risco a sustentabilidade da cadeia produtiva regional.

O protesto reflete uma insatisfação que ecoa por todo o sul da Bahia. Mesmo com a valorização do cacau no mercado internacional em períodos recentes, muitos produtores afirmam que essa alta não chega ao campo.

O preço pago na porteira segue pressionado por intermediários, custos elevados de produção, pragas, crédito caro e pouca transparência na formação de valores.

O cacau não é apenas uma commodity. É identidade, é história, é herança cultural de uma região inteira. Por trás de cada arroba colhida existe trabalho diário, resistência e famílias que nunca abandonaram a lavoura, nem nos piores momentos da crise.

Quando o valor da produção despenca, o impacto é imediato para quem planta, cuida e colhe. Rafa de Hildécio reforça que o caminho passa por diálogo entre produtores, indústria e poder público, além de políticas que garantam preço justo, incentivo à produção sustentável e proteção a quem mantém o campo vivo.

Porque quando o cacau sangra, não é só a lavoura que sofre. É a economia local, é a mesa das famílias e é a história de um povo que insiste em produzir, mesmo quando o jogo parece desigual.

TEMPO PODE ATRAPALHAR INAUGURAÇÕES PREVISTAS PARA SEXTA-FEIRA

Quando o céu decide, a agenda espera

O tempo resolveu mandar seu recado às inaugurações da Prefeitura de Valença. Com as chuvas castigando a cidade, cresce a possibilidade de mudança na data das inaugurações que estavam previstas para esta sexta-feira, envolvendo a Escola do Entroncamento, a Creche do Novo Horizonte e a Praça da República.

Chuva não combina com obra apressada. Insistir em trabalhar nessas condições, além de atrasar o cronograma, pode comprometer a qualidade do serviço.

E ninguém quer inaugurar hoje para consertar amanhã. Prudência, nesse caso, é mais que bom senso: é respeito com o dinheiro público e com a população.

A Creche do Novo Horizonte e a Escola do Entroncamento já estão prontas. O impasse fica por conta da Praça da República, que, por ser uma obra a céu aberto, não teve condições de ser concluída diante do volume de chuva.

Como a praça integra o pacote de inaugurações do dia 30, a alternativa mais sensata é adiar tudo para uma nova data, garantindo que as entregas sejam feitas do jeito que Valença merece.

NA LAVAGEM DE SÃO BRÁS, TAPEROÁ MARCHOU COM TICIANO MATOS

Na política local de Taperoá, a Lavagem da Escadaria de São Brás teve muitos rostos, mas um nome se destacou com força própria: Ticiano Matos.

O empresário transformou a festa religiosa em um verdadeiro cortejo popular, arrastando pelas ruas da cidade uma multidão de amigos, apoiadores e admiradores do seu trabalho.

Segundo colocado na última eleição, Ticiano tem um currículo que pesa: já foi secretário municipal, vereador, presidente da Câmara e vice-prefeito.

Mais que cargos, construiu uma trajetória de proximidade com o povo. É um cidadão querido, presente e com todas as credenciais para disputar, com força real, a próxima eleição majoritária.

O carinho popular não surge por acaso. Desde que chegou a Taperoá, Ticiano fez da cidade sua casa. Investiu, participou, esteve junto nos momentos bons e difíceis e nunca se afastou da vida cotidiana do município.

Por isso, quando aparece, não vem sozinho: vem acompanhado de gente, de confiança e de história.

Durante a Lavagem, Ticiano lembrou do saudoso deputado Alan Sanches, que, se estivesse entre nós, certamente estaria sendo apoiado por esse projeto político.

Alan partiu cedo demais, mas deixou um legado que segue vivo, agora representado pelo filho, Duda Sanches.

Em meio à fé, à tradição e à emoção da festa, Ticiano resumiu o sentimento do momento:

“Uma festa bonita, como deve ser, sempre. São Brás é o nosso guia, é quem nos dá luz todos os dias para clarear nossa jornada em prol dessa cidade maravilhosa, que me adotou como filho.”

Taperoá ouviu, acompanhou… e caminhou junto.

TAPEROÁ VESTIU AMARELO E FÉ: RAFA DE HILDECIO SOBE SÃO BRÁS NO RITMO DO POVO

A Lavagem da escadaria da Igreja de São Brás, em Taperoá, mostrou mais uma vez por que é a maior tradição religiosa do município.

Mas, desta vez, quem passou por lá percebeu um detalhe impossível de ignorar: a cidade “amarelou”. E não foi por acaso.

A cor que virou marca do pré-candidato a deputado estadual Rafa de Hildecio tomou conta da festa e virou assunto de esquina a esquina.

Comentou-se em Valença que Rafa não se intimidou. Pelo contrário. Subiu as escadarias de São Brás cercado de amigos e apoiadores, levando fé, alegria e uma animação que combinou perfeitamente com o espírito da celebração.

Nada de passos tímidos. Foi no compasso do povo e da tradição.

Em sua fala, Rafa resumiu o clima vivido em Taperoá: “A Lavagem de São Brás mostrou a força da nossa cultura, a beleza das tradições e o quanto estar junto ainda é o que mais importa. Entre amigos, apoiadores, lideranças e a presença especial do meu pai, Hildécio Meireles, celebramos histórias, encontros e a identidade de um povo que sabe transformar tradição em festa. Seguimos assim: no meio do povo, valorizando a cultura e construindo caminhos juntos.”

No fim das contas, Taperoá não apenas celebrou São Brás. Celebraram-se encontros, memória e um sentimento coletivo que faz da tradição um palco vivo. E, desta vez, com um toque marcante de amarelo.

RAIOS EM BRASÍLIA: CAMINHADA BOLSONARISTA TERMINA COM DEZENAS DE FERIDOS

O que era para ser mais um capítulo da romaria política bolsonarista terminou de forma inesperada e perigosa neste domingo (25), em Brasília.

Um forte temporal, acompanhado de descargas elétricas, atingiu o ato que marcava o encerramento da caminhada do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que saiu de Minas Gerais a pé em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, ao menos 89 pessoas precisaram de atendimento no próprio local após serem atingidas ou afetadas pelos raios.

Destas, 47 foram encaminhadas para hospitais, e nove continuavam internadas até a noite de domingo, segundo o balanço oficial.

O incidente aconteceu por volta das 12h50, cerca de uma hora antes da chegada de Nikolas Ferreira, que era aguardado por aproximadamente 400 apoiadores para o ato final da caminhada.

A tempestade caiu sem pedir autorização ideológica, partidária ou religiosa, interrompendo o clima de celebração e acendendo o alerta para os riscos de eventos ao ar livre em condições climáticas adversas.

Diante do ocorrido, fica o registro factual e também o apelo à lucidez: esperamos que os bolsonaristas não tentem colocar a culpa no PT, nem inventem teorias de que Deus virou comunista.

Raios, afinal, não seguem hashtag, não votam e não obedecem liderança política. São fenômenos da natureza, por mais que alguns insistam em transformá-los em narrativa.

O episódio deixa feridos, sustos e uma lição básica: fé política não funciona como para-raios, e prudência continua sendo uma virtude necessária, inclusive — e principalmente — em atos de massa.

QUANDO A FÉ SENTE SAUDADE: SÃO BRÁS, TAPEROÁ E A AUSÊNCIA QUE DÓI

Amanhã, Taperoá amanhece diferente. A tradicional Lavagem das Escadarias de São Brás, uma das mais importantes do Baixo Sul, vai acontecer como sempre: com fé, com devoção, com alegria no chão e esperança no olhar. Mas haverá um vazio difícil de explicar, daqueles que não se preenchem com palavras nem com música.

Pela primeira vez em 17 anos, uma presença marcante não estará ali. O deputado Alan Sanches, que fez da Festa de São Brás um compromisso de coração, partiu no último dia 17 e deixou saudade. Uma saudade silenciosa, respeitosa, que vai caminhar entre as baianas, subir degrau por degrau da escadaria e se misturar às orações.

Alan, além de um visitante ilustre, era um incentivador, um apoiador constante, alguém que acreditava na força da tradição e no valor simbólico dessa festa para Taperoá. Cada visita sua era motivo de alegria, de conversa franca, de abraço aberto. E agora, sua ausência pesa exatamente porque sua presença sempre foi verdadeira.

Como forma de manter viva essa memória, Ticiano Matos, seu apoiador no município, fez um gesto carregado de significado: convidou o vereador Duda Sanches, filho do deputado, para estar presente na lavagem. Um pedido simples, mas profundo. Um elo entre passado e futuro. Uma forma de dizer que legados não morrem.

Amanhã será, acima de tudo, um dia de lembrança. De lembrar do deputado Alan Sanches, das risadas, do carinho por Taperoá, do respeito à fé do povo. Será também um dia de emoção, porque a fé ensina que quem parte não se vai por inteiro.

Duda representará seu pai na Festa de São Brás. E, ao fazer isso, levará consigo mais do que um sobrenome: levará a certeza de que o compromisso deixado por Alan segue vivo. Em Taperoá, na memória do povo e na promessa silenciosa de que ninguém, absolutamente ninguém, será esquecido.

MEDRADO DISSE QUE ESTÁ ECONOMIZANDO MAIS DE R$ 1 MI POR MÊS SÓ EM COMBUSTÍVEL

Ontem (23), no programa Ligação Direta, da Rádio Valença FM, o prefeito Marcos Medrado soltou uma daquelas informações que fazem a gente parar, pegar a calculadora e perguntar: “como isso era possível antes?”.

Segundo ele, em gestões passadas, a Prefeitura de Valença torrava algo em torno de R$ 1.300.000,00 por mês só em combustível. Hoje, esse gasto caiu para R$ 300.000,00. Traduzindo para o português claro: R$ 1.000.000,00 de economia todo santo mês.

Mesmo olhando com calma, sem pressa e sem maquiagem, o número impressiona. Em um ano, essa contenção chega a R$ 12 milhões.

Doze milhões que antes viravam fumaça no escapamento e agora podem virar creches, escolas, praças, asfaltamento, remédios, salários em dia e serviços funcionando. É dinheiro suficiente para mudar o rosto da cidade, não detalhe de planilha.

E não dá pra fingir surpresa. Quem acompanha os bastidores da política sabe que, lá atrás, combustível sempre foi um terreno fértil para “criatividade administrativa”.

Houve gestão em que a prefeitura pagava quase R$ 10 por litro, enquanto o mesmo combustível aparecia sendo vendido no atacado por R$ 4. Não era boato de esquina: havia esquema, havia fonte e havia silêncio conveniente.

Por isso, quando Marcos Medrado fala abertamente dessa economia, o gesto diz tanto quanto o número. Quem quer manter esquema não sai anunciando que fechou a torneira.

Não expõe economia, não apresenta conta, não chama atenção. Segue no escuro, porque é no escuro que essas práticas sobrevivem.

No fim das contas, a conta é simples: se antes o dinheiro escorria pelo ralo, hoje ele fica no caixa. E quando sobra dinheiro público, sobra também a chance de fazer o que realmente importa.

O resto é barulho de motor antigo, gastando muito e andando pouco.

RESORT SE PRONUNCIA SOBRE MORTE DA EMPRESÁRIA VALENCIANA KIKA MONTEIRO EM RIO QUENTE (GO)

O resort onde a empresária valenciana Kika Monteiro estava hospedada emitiu nota oficial lamentando profundamente sua morte, ocorrida nesta quarta-feira (22), na cidade de Rio Quente, em Goiás. No comunicado, a administração informou que prestou todo o acolhimento e suporte necessários à família desde o primeiro momento.

De acordo com a nota, Kika interagia normalmente com seus familiares em uma área de água rasa quando perdeu a consciência. Ao perceberem a situação, os familiares acionaram imediatamente o socorro e foram prontamente atendidos pela equipe do resort.

Ainda segundo o comunicado, Kika recebeu atendimento profissional imediato ainda no local. Seguindo rigorosamente os protocolos de segurança, ela foi encaminhada com vida ao Hospital Municipal de Rio Quente, onde, infelizmente, não resistiu e veio a óbito.