Categoria: Política

Sem rodeio: Taperoá precisa de gente como Ticiano Matos, e esse encontro com Duda Sanches mostra o caminho

Duda Sanches, Ticiano Matos e Thiago Gileno

O que aconteceu neste fim de semana em Taperoá não foi só uma feira de saúde promovida pela Fundação Alan Sanches. Foi também um sinal claro de que a política da cidade começa a tomar rumo, e, na nossa opinião, um rumo certo.

Duda Sanches esteve presente, fortalecendo o legado do seu pai, Alan Sanches, levando ação social e se aproximando do povo. Até aí, tudo bem. Mas o ponto principal dessa história tem nome: Ticiano Matos.

E aqui não tem meia palavra: nós torcemos por Ticiano.

Porque Taperoá conhece quem é Ticiano. Sabe da sua história, do tempo que ele vive na cidade, do trabalho que já fez como vereador, presidente da Câmara, secretário… e, principalmente, do respeito que construiu com o povo.

Não é político de aparecer só em época de eleição. É nome que já está no dia a dia da cidade há décadas.

Ao apoiar Duda Sanches, Ticiano está ajudando a construir um projeto. Está chamando responsabilidade pra si. Está dizendo, na prática, que quer participar ativamente do futuro de Taperoá.

E é disso que a cidade precisa: gente que assume posição.

Se esse movimento vai crescer, se vai virar algo maior lá na frente, o tempo vai mostrar. Mas uma coisa já dá pra dizer agora, sem medo de errar: Quando Ticiano Matos entra no jogo, Taperoá presta atenção.

E nós também.

Ruy Barbosa abre os braços, e Rafa de Hildécio já é de casa

Tem cidade que recebe… e tem cidade que acolhe de verdade. Ruy Barbosa é dessas que não mede simpatia, entrega logo um abraço inteiro.

E é justamente ali que Rafa de Hildécio vem construindo algo que vai além da política: prestígio, amizade e, principalmente, identificação com o povo.

Com uma relação afinada com a prefeita Eridan de Bonifácio, Rafa foi convidado para um dos momentos mais aguardados da cidade: a apresentação da grade do tradicional e grandioso São João rui-barbosense, festa que, por si só, já mostra a força cultural e a alegria daquele povo.

Mas o que chama atenção mesmo não é só o convite institucional. É o clima nas ruas.

Rafa anda por Ruy Barbosa como quem caminha em Cairu, sua terra natal. Cumprimenta, conversa, sorri… e é reconhecido. Não como um visitante, mas como alguém que já faz parte do cenário. E isso não se constrói com discurso, se constrói com presença.

E o povo rui-barbosense? Ah… esse tem fama, e faz jus a ela. Gente de coração aberto, de conversa fácil, de hospitalidade que não é ensaiada, é natural. Daquelas que puxam cadeira, oferecem café e ainda perguntam se vai ficar mais um pouco.

Não demorou muito para o carinho virar algo maior. Entre um aperto de mão e outro, já tem gente chamando Rafa de “meu deputado”, um sinal claro de torcida, de confiança e de quem já começa a enxergar futuro nessa caminhada.

Porque quando a política encontra acolhimento verdadeiro, o resultado não é só apoio… é conexão.

Jaqueira sai da lama e entra no mapa: Medrado leva asfalto e muda a realidade do bairro

Tem bairro que passa anos esperando… e tem bairro que, quando a vez chega, parece que virou chave de energia. Foi exatamente isso que aconteceu no loteamento Jaqueira, em Valença.

Dentro da parceria com o Governo do Estado, por meio do programa Bahia em Movimento, o prefeito Marcos Medrado resolveu olhar para um canto da cidade que, por muito tempo, viveu à base de promessa e poeira no verão… e lama no inverno.

E não foi meia-sola, não.

A principal via do loteamento foi asfaltada. Aquela cena clássica de morador equilibrando o passo pra não sujar o pé ficou no passado.

Agora é outro cenário: rua limpa, mobilidade melhorando, bicicleta passando sem sacolejo, moto deslizando suave e o morador, finalmente, pisando em algo que parece cidade de verdade.

Porque, convenhamos… tinha lugar ali que parecia esquecido no mapa. Pouca presença do poder público, quase nenhuma infraestrutura, e aquela sensação de “um dia a gente chega lá”. Pois chegou.

E aí entra aquele detalhe curioso da política local: enquanto alguns tentam esquentar conversa pra ver se cola crítica, Medrado aparece com trator, máquina e asfalto. É tipo responder discussão com obra pronta.

No fim das contas, a equação é simples e visível: menos barro, mais dignidade, mais mobilidade e um bairro que começa a respirar desenvolvimento.

E pelo ritmo das coisas, quem aposta que vai parar por aí pode ir sentando… porque, pelo histórico recente, a sequência já é conhecida: ou vem mais asfalto, ou vem melhoria em escola, ou reforço na saúde.

Em outras palavras: enquanto uns falam, outros passam o rolo compressor, literalmente.

E o pessoal da Jaqueira? Esse já acordou em outra realidade.

Olha só que bacana! Medrado não deixa boas ideias escaparem e já transforma em obra

Olha só que bacana! Marcos Medrado não deixa boas ideias escaparem e, quando elas aparecem, ele abraça na hora, e melhor ainda: tira do papel com rapidez. É desse tipo de gestão que Valença vem precisando há muito tempo.

A Prefeitura iniciou, nesta quinta-feira (16), a construção de uma nova via que promete dar um verdadeiro respiro no trânsito do Centro da cidade. A obra vai ligar a Feira Livre, na Avenida Marita Almeida, à Rua Veteranos da Independência, uma solução prática e inteligente para um problema antigo.

Quem conhece a realidade da Feira Livre sabe bem: caminhões e veículos pesados precisam cruzar toda a área central para carga e descarga, travando o trânsito e causando transtornos. Com a nova via, esse fluxo será desviado, deixando o Centro mais organizado, fluido e seguro.

E aqui vale destacar um ponto importante que muitos fingem não ver: quando a ideia é boa, a gestão não cria dificuldade, executa. Simples assim.

A nova via terá cerca de 300 metros e será construída em um terreno doado pelo empresário Eduardo Couto, mostrando que quando há parceria entre poder público e iniciativa privada, quem ganha é a população. O nome da avenida ainda está em discussão, podendo homenagear desde a simbólica Castanheira-do-Pará até o político valenciano Tito Couto.

O secretário de Infraestrutura, Ivan Maia, foi direto ao ponto ao classificar a obra como estratégica para melhorar a mobilidade urbana, especialmente no entorno da Feira Livre. E não é exagero: trata-se de uma intervenção que ataca o problema na raiz.

Com investimento de aproximadamente R$ 1,5 milhão, com recursos próprios, a Prefeitura mostra que, além de planejar, também executa,0 e isso incomoda quem torce contra, mas agrada (e muito) quem vive a cidade no dia a dia.

No fim das contas, fica difícil para os críticos encontrarem discurso quando a resposta vem em forma de obra. Valença está vendo, acompanhando e, principalmente, sentindo a diferença.

Depósito imediato… só se for de estresse: Bradesco de Valença transforma cliente em figurante de fila

Se você estiver com pressa e precisar fazer um depósito em dinheiro na agência do Banco Bradesco em Valença, vá preparado… mas não é com o dinheiro não, é com paciência, lanche e, se possível, uma cadeira de praia.

O banco até oferece três máquinas para depósito em espécie, aquele tal de “depósito imediato”. Bonito no papel. Na prática? Quase sempre só uma funcionando. Resultado: uma fila que mais parece procissão de promessa, daquelas que ninguém sabe onde começa, mas todo mundo já está cansado no meio do caminho.

E não para por aí.

Se o cliente resolver tentar a sorte em outra máquina ou quiser fazer um depósito por cheque, a situação não melhora muito. É praticamente um jogo de sobrevivência bancária: poucas opções, muita gente e um sistema que parece feito para testar até a paciência de monge.

Agora segure essa cena: quando você finalmente acha que a fila vai andar… surgem as empresas. Supermercados, restaurantes e afins aparecem com verdadeiros “pacotes econômicos” de envelopes, ocupam as máquinas e transformam o atendimento em uma maratona de depósitos.

E o cidadão comum? Fica ali, assistindo tudo, como quem pegou senha para um serviço que nunca chega.

E o mais impressionante nem é a desorganização.

É a naturalidade.

Quando alguém reclama, a resposta vem quase como um mantra: “é assim mesmo”. Como se o problema fosse do cliente por achar estranho um banco não funcionar direito.

Fica a pergunta: será que é pedir demais que um banco do porte do Bradesco organize melhor seu atendimento? Ou será que o cliente virou apenas mais um número na fila, literalmente?

Porque, do jeito que está, o “depósito imediato” só está sendo imediato para o aumento da irritação.

E aqui vai o recado: Valença não merece esse tipo de tratamento. Cliente não é figurante de fila, nem plateia de descaso.

Quando nada basta: Pó da Pesca reclama até de obra pronta

Tem vereador em Valença que parece viver numa realidade paralela… ou então sofre de um caso grave de “reclamação crônica seletiva”. O protagonista da vez é o vereador Pó da Pesca, que na última sessão da Câmara (14) resolveu soltar mais uma pérola.

Segundo ele, fica até com inveja quando os colegas elogiam o prefeito… mas, veja só, diz que para o seu distrito “não vai nada”. Nada? Absolutamente nada? Vamos recapitular, porque a memória anda curta por aquelas bandas.

No tal “nada”, já entrou reforma de posto de saúde, asfaltamento de aproximadamente 7 quilômetros da Avenida Taquary, requalificação da Praça de São José, solução para a limpeza urbana e uma série de melhorias no Guaibim. Se isso for “nada”, é melhor a gente redefinir urgente o significado da palavra.

Mas o drama do vereador é outro: duas ruas ainda não foram calçadas. Pronto. É isso. Depois de uma lista considerável de ações no próprio distrito, o problema central da gestão virou… duas ruas.

Fica a dúvida: é cobrança legítima ou birra política com roteiro repetido? Porque convenhamos, ignorar tudo que já foi feito para focar apenas no que falta não é exatamente um exemplo de justiça — é mais um exercício de teimosia com microfone aberto.

E não para por aí. O vereador também resolveu mirar no governador Jerônimo Rodrigues, mesmo com o investimento de R$ 20 milhões na Orla do Guaibim e a construção do Hospital Regional que vai beneficiar toda a região. Pelo visto, quando a vontade é reclamar, nem obra grande escapa.

No fim das contas, fica aquela sensação curiosa: se fizer pouco, reclama. Se fizer muito, também reclama. Se fizer quase tudo, reclama do que falta.

E assim segue o espetáculo… porque, para alguns, parece que elogiar virou pecado, mesmo quando a realidade grita o contrário.

Depois das urnas, o jogo continua: Lorena Leite se reposiciona e se aproxima de ACM Neto

O cenário político de Igrapiúna segue em movimento, e um nome continua no centro das atenções: Lorena Leite. Após uma disputa eleitoral acirrada, em que chegou muito perto de conquistar a vitória, ela mostra que não saiu enfraquecida, muito pelo contrário, segue firme e ainda mais presente no tabuleiro político local.

Com uma votação expressiva e mantendo diálogo constante com a população, Lorena agora dá um passo estratégico ao anunciar apoio ao pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto. A movimentação não passa despercebida e já começa a redesenhar alianças importantes na região.

Nos bastidores, o gesto é interpretado como mais do que um simples apoio. Trata-se de uma articulação calculada, que amplia o alcance político de Lorena e reforça seu peso nas decisões que envolvem o futuro do Baixo Sul.

A leitura é direta: a eleição passada não encerrou um ciclo, abriu outro. Lorena segue em evidência, com base consolidada, capacidade de mobilização e presença ativa nos debates que realmente impactam o dia a dia da população.

Em meio a esse novo arranjo político, Igrapiúna observa atenta. E, ao que tudo indica, Lorena Leite continua sendo uma das peças-chave nesse jogo que ainda promete muitos capítulos.

Se só dois criticam Medrado… o problema é a gestão ou a análise?

“Só dois espaços criticam o prefeito, nós e outro”

Uma fala recente no programa Cidade em Debate acabou levantando mais dúvidas sobre quem comentou do que sobre quem foi comentado.

Durante o debate, o apresentador Jecevaldo afirmou que apenas dois espaços fazem críticas à gestão do prefeito Marcos Medrado: o próprio programa e uma página de Instagram.

E aí vem a reflexão que parece ter passado batida no estúdio: se só dois criticam… não seria porque não há muito o que criticar?

Vamos olhar pelo retrovisor.

Quando Jucélia Nascimento governava, eram muitos críticos.

Na gestão de Ricardo Moura, a pressão também era constante.

E Jairo Baptista nunca teve sossego: críticas vinham de todos os lados, o tempo inteiro.

Ou seja, quando havia problemas, eles apareciam, e com força.

Agora, no cenário atual, o silêncio não deveria ser tratado como mistério, mas como um possível indicativo: a gestão pode estar funcionando melhor do que muitos querem admitir.

Porque convenhamos… crítica em política nunca foi artigo em falta em Valença. Quando tem erro, aparece gente pra apontar. E rápido.

Se não aparece, talvez a explicação seja mais simples do que parece.

Talvez não seja falta de crítica. Talvez seja falta de motivo.

E é justamente aí que entra a falha da análise feita no programa.

Em vez de aprofundar o raciocínio, a colocação ficou pela metade, sem a principal conclusão: menos críticas também podem significar mais acertos.

Faltou ir além do óbvio.

Faltou fazer a pergunta certa.

Ou, quem sabe, faltou coragem de responder.

No fim das contas, a fala acabou levantando uma dúvida maior sobre o próprio debate: o problema está na gestão… ou na forma como estão interpretando o cenário?

Porque, nesse caso, o silêncio pode não ser ausência de voz. Pode ser apenas o reconhecimento de que, desta vez, há menos o que reclamar.