Ruy Barbosa abre os braços, e Rafa de Hildécio já é de casa

Tem cidade que recebe… e tem cidade que acolhe de verdade. Ruy Barbosa é dessas que não mede simpatia, entrega logo um abraço inteiro.

E é justamente ali que Rafa de Hildécio vem construindo algo que vai além da política: prestígio, amizade e, principalmente, identificação com o povo.

Com uma relação afinada com a prefeita Eridan de Bonifácio, Rafa foi convidado para um dos momentos mais aguardados da cidade: a apresentação da grade do tradicional e grandioso São João rui-barbosense, festa que, por si só, já mostra a força cultural e a alegria daquele povo.

Mas o que chama atenção mesmo não é só o convite institucional. É o clima nas ruas.

Rafa anda por Ruy Barbosa como quem caminha em Cairu, sua terra natal. Cumprimenta, conversa, sorri… e é reconhecido. Não como um visitante, mas como alguém que já faz parte do cenário. E isso não se constrói com discurso, se constrói com presença.

E o povo rui-barbosense? Ah… esse tem fama, e faz jus a ela. Gente de coração aberto, de conversa fácil, de hospitalidade que não é ensaiada, é natural. Daquelas que puxam cadeira, oferecem café e ainda perguntam se vai ficar mais um pouco.

Não demorou muito para o carinho virar algo maior. Entre um aperto de mão e outro, já tem gente chamando Rafa de “meu deputado”, um sinal claro de torcida, de confiança e de quem já começa a enxergar futuro nessa caminhada.

Porque quando a política encontra acolhimento verdadeiro, o resultado não é só apoio… é conexão.

Jaqueira sai da lama e entra no mapa: Medrado leva asfalto e muda a realidade do bairro

Tem bairro que passa anos esperando… e tem bairro que, quando a vez chega, parece que virou chave de energia. Foi exatamente isso que aconteceu no loteamento Jaqueira, em Valença.

Dentro da parceria com o Governo do Estado, por meio do programa Bahia em Movimento, o prefeito Marcos Medrado resolveu olhar para um canto da cidade que, por muito tempo, viveu à base de promessa e poeira no verão… e lama no inverno.

E não foi meia-sola, não.

A principal via do loteamento foi asfaltada. Aquela cena clássica de morador equilibrando o passo pra não sujar o pé ficou no passado.

Agora é outro cenário: rua limpa, mobilidade melhorando, bicicleta passando sem sacolejo, moto deslizando suave e o morador, finalmente, pisando em algo que parece cidade de verdade.

Porque, convenhamos… tinha lugar ali que parecia esquecido no mapa. Pouca presença do poder público, quase nenhuma infraestrutura, e aquela sensação de “um dia a gente chega lá”. Pois chegou.

E aí entra aquele detalhe curioso da política local: enquanto alguns tentam esquentar conversa pra ver se cola crítica, Medrado aparece com trator, máquina e asfalto. É tipo responder discussão com obra pronta.

No fim das contas, a equação é simples e visível: menos barro, mais dignidade, mais mobilidade e um bairro que começa a respirar desenvolvimento.

E pelo ritmo das coisas, quem aposta que vai parar por aí pode ir sentando… porque, pelo histórico recente, a sequência já é conhecida: ou vem mais asfalto, ou vem melhoria em escola, ou reforço na saúde.

Em outras palavras: enquanto uns falam, outros passam o rolo compressor, literalmente.

E o pessoal da Jaqueira? Esse já acordou em outra realidade.

Olha só que bacana! Medrado não deixa boas ideias escaparem e já transforma em obra

Olha só que bacana! Marcos Medrado não deixa boas ideias escaparem e, quando elas aparecem, ele abraça na hora, e melhor ainda: tira do papel com rapidez. É desse tipo de gestão que Valença vem precisando há muito tempo.

A Prefeitura iniciou, nesta quinta-feira (16), a construção de uma nova via que promete dar um verdadeiro respiro no trânsito do Centro da cidade. A obra vai ligar a Feira Livre, na Avenida Marita Almeida, à Rua Veteranos da Independência, uma solução prática e inteligente para um problema antigo.

Quem conhece a realidade da Feira Livre sabe bem: caminhões e veículos pesados precisam cruzar toda a área central para carga e descarga, travando o trânsito e causando transtornos. Com a nova via, esse fluxo será desviado, deixando o Centro mais organizado, fluido e seguro.

E aqui vale destacar um ponto importante que muitos fingem não ver: quando a ideia é boa, a gestão não cria dificuldade, executa. Simples assim.

A nova via terá cerca de 300 metros e será construída em um terreno doado pelo empresário Eduardo Couto, mostrando que quando há parceria entre poder público e iniciativa privada, quem ganha é a população. O nome da avenida ainda está em discussão, podendo homenagear desde a simbólica Castanheira-do-Pará até o político valenciano Tito Couto.

O secretário de Infraestrutura, Ivan Maia, foi direto ao ponto ao classificar a obra como estratégica para melhorar a mobilidade urbana, especialmente no entorno da Feira Livre. E não é exagero: trata-se de uma intervenção que ataca o problema na raiz.

Com investimento de aproximadamente R$ 1,5 milhão, com recursos próprios, a Prefeitura mostra que, além de planejar, também executa,0 e isso incomoda quem torce contra, mas agrada (e muito) quem vive a cidade no dia a dia.

No fim das contas, fica difícil para os críticos encontrarem discurso quando a resposta vem em forma de obra. Valença está vendo, acompanhando e, principalmente, sentindo a diferença.

Depósito imediato… só se for de estresse: Bradesco de Valença transforma cliente em figurante de fila

Se você estiver com pressa e precisar fazer um depósito em dinheiro na agência do Banco Bradesco em Valença, vá preparado… mas não é com o dinheiro não, é com paciência, lanche e, se possível, uma cadeira de praia.

O banco até oferece três máquinas para depósito em espécie, aquele tal de “depósito imediato”. Bonito no papel. Na prática? Quase sempre só uma funcionando. Resultado: uma fila que mais parece procissão de promessa, daquelas que ninguém sabe onde começa, mas todo mundo já está cansado no meio do caminho.

E não para por aí.

Se o cliente resolver tentar a sorte em outra máquina ou quiser fazer um depósito por cheque, a situação não melhora muito. É praticamente um jogo de sobrevivência bancária: poucas opções, muita gente e um sistema que parece feito para testar até a paciência de monge.

Agora segure essa cena: quando você finalmente acha que a fila vai andar… surgem as empresas. Supermercados, restaurantes e afins aparecem com verdadeiros “pacotes econômicos” de envelopes, ocupam as máquinas e transformam o atendimento em uma maratona de depósitos.

E o cidadão comum? Fica ali, assistindo tudo, como quem pegou senha para um serviço que nunca chega.

E o mais impressionante nem é a desorganização.

É a naturalidade.

Quando alguém reclama, a resposta vem quase como um mantra: “é assim mesmo”. Como se o problema fosse do cliente por achar estranho um banco não funcionar direito.

Fica a pergunta: será que é pedir demais que um banco do porte do Bradesco organize melhor seu atendimento? Ou será que o cliente virou apenas mais um número na fila, literalmente?

Porque, do jeito que está, o “depósito imediato” só está sendo imediato para o aumento da irritação.

E aqui vai o recado: Valença não merece esse tipo de tratamento. Cliente não é figurante de fila, nem plateia de descaso.

Quando nada basta: Pó da Pesca reclama até de obra pronta

Tem vereador em Valença que parece viver numa realidade paralela… ou então sofre de um caso grave de “reclamação crônica seletiva”. O protagonista da vez é o vereador Pó da Pesca, que na última sessão da Câmara (14) resolveu soltar mais uma pérola.

Segundo ele, fica até com inveja quando os colegas elogiam o prefeito… mas, veja só, diz que para o seu distrito “não vai nada”. Nada? Absolutamente nada? Vamos recapitular, porque a memória anda curta por aquelas bandas.

No tal “nada”, já entrou reforma de posto de saúde, asfaltamento de aproximadamente 7 quilômetros da Avenida Taquary, requalificação da Praça de São José, solução para a limpeza urbana e uma série de melhorias no Guaibim. Se isso for “nada”, é melhor a gente redefinir urgente o significado da palavra.

Mas o drama do vereador é outro: duas ruas ainda não foram calçadas. Pronto. É isso. Depois de uma lista considerável de ações no próprio distrito, o problema central da gestão virou… duas ruas.

Fica a dúvida: é cobrança legítima ou birra política com roteiro repetido? Porque convenhamos, ignorar tudo que já foi feito para focar apenas no que falta não é exatamente um exemplo de justiça — é mais um exercício de teimosia com microfone aberto.

E não para por aí. O vereador também resolveu mirar no governador Jerônimo Rodrigues, mesmo com o investimento de R$ 20 milhões na Orla do Guaibim e a construção do Hospital Regional que vai beneficiar toda a região. Pelo visto, quando a vontade é reclamar, nem obra grande escapa.

No fim das contas, fica aquela sensação curiosa: se fizer pouco, reclama. Se fizer muito, também reclama. Se fizer quase tudo, reclama do que falta.

E assim segue o espetáculo… porque, para alguns, parece que elogiar virou pecado, mesmo quando a realidade grita o contrário.

Depois das urnas, o jogo continua: Lorena Leite se reposiciona e se aproxima de ACM Neto

O cenário político de Igrapiúna segue em movimento, e um nome continua no centro das atenções: Lorena Leite. Após uma disputa eleitoral acirrada, em que chegou muito perto de conquistar a vitória, ela mostra que não saiu enfraquecida, muito pelo contrário, segue firme e ainda mais presente no tabuleiro político local.

Com uma votação expressiva e mantendo diálogo constante com a população, Lorena agora dá um passo estratégico ao anunciar apoio ao pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto. A movimentação não passa despercebida e já começa a redesenhar alianças importantes na região.

Nos bastidores, o gesto é interpretado como mais do que um simples apoio. Trata-se de uma articulação calculada, que amplia o alcance político de Lorena e reforça seu peso nas decisões que envolvem o futuro do Baixo Sul.

A leitura é direta: a eleição passada não encerrou um ciclo, abriu outro. Lorena segue em evidência, com base consolidada, capacidade de mobilização e presença ativa nos debates que realmente impactam o dia a dia da população.

Em meio a esse novo arranjo político, Igrapiúna observa atenta. E, ao que tudo indica, Lorena Leite continua sendo uma das peças-chave nesse jogo que ainda promete muitos capítulos.

Se só dois criticam Medrado… o problema é a gestão ou a análise?

“Só dois espaços criticam o prefeito, nós e outro”

Uma fala recente no programa Cidade em Debate acabou levantando mais dúvidas sobre quem comentou do que sobre quem foi comentado.

Durante o debate, o apresentador Jecevaldo afirmou que apenas dois espaços fazem críticas à gestão do prefeito Marcos Medrado: o próprio programa e uma página de Instagram.

E aí vem a reflexão que parece ter passado batida no estúdio: se só dois criticam… não seria porque não há muito o que criticar?

Vamos olhar pelo retrovisor.

Quando Jucélia Nascimento governava, eram muitos críticos.

Na gestão de Ricardo Moura, a pressão também era constante.

E Jairo Baptista nunca teve sossego: críticas vinham de todos os lados, o tempo inteiro.

Ou seja, quando havia problemas, eles apareciam, e com força.

Agora, no cenário atual, o silêncio não deveria ser tratado como mistério, mas como um possível indicativo: a gestão pode estar funcionando melhor do que muitos querem admitir.

Porque convenhamos… crítica em política nunca foi artigo em falta em Valença. Quando tem erro, aparece gente pra apontar. E rápido.

Se não aparece, talvez a explicação seja mais simples do que parece.

Talvez não seja falta de crítica. Talvez seja falta de motivo.

E é justamente aí que entra a falha da análise feita no programa.

Em vez de aprofundar o raciocínio, a colocação ficou pela metade, sem a principal conclusão: menos críticas também podem significar mais acertos.

Faltou ir além do óbvio.

Faltou fazer a pergunta certa.

Ou, quem sabe, faltou coragem de responder.

No fim das contas, a fala acabou levantando uma dúvida maior sobre o próprio debate: o problema está na gestão… ou na forma como estão interpretando o cenário?

Porque, nesse caso, o silêncio pode não ser ausência de voz. Pode ser apenas o reconhecimento de que, desta vez, há menos o que reclamar.

PT encolhe em Valença e abre espaço para adversários crescerem

Enquanto o Brasil se prepara para uma eleição decisiva, com disputa para presidente, governador, deputados e senadores, Valença parece viver em outro ritmo. Um ritmo lento, quase parado, como se nada estivesse em jogo.

E no centro dessa apatia está justamente quem deveria estar puxando o debate: o PT local.

O que chama atenção é que a própria crítica já não vem só de fora. Dentro do partido, o principal nome da sigla na cidade, Martiniano Costa, já expôs publicamente o problema. E quando a crítica vem de dentro, é porque a estrutura já não responde como deveria.

O PT governa a Bahia. Era esperado, no mínimo, um partido organizado, com base mobilizada e lideranças atuantes. Mas o que se vê em Valença é o oposto: um partido fechado, concentrado, que ao longo dos anos foi sendo controlado por um grupo restrito, sempre com as mesmas figuras orbitando o poder interno.

Resultado? Um partido que não se renova, não cresce e não dialoga.

Durante muito tempo, essa estrutura girou em torno de Martiniano. Hoje, mesmo com mudanças formais, a sensação é de que o controle continua nas mesmas mãos, ainda que nos bastidores. Indicações internas, decisões concentradas e pouca abertura para novas lideranças criaram um ambiente onde o partido deixou de ser coletivo para ser praticamente particular.

E partido que não oxigena… encolhe.

A militância que antes existia praticamente desapareceu. O engajamento virou lembrança. E o mais grave: não há reação.

Não se vê movimentação, não se vê articulação, não se vê presença nas ruas. Nem mesmo nas redes sociais, onde qualquer político minimamente atento marca território, há sinal de vida. É como se o partido tivesse entrado em modo silencioso justamente no momento em que mais deveria se fazer ouvir.

E política não perdoa vazio.

Esse cenário começa a produzir efeitos claros: grupos adversários, especialmente ligados a ACM Neto, já começam a enxergar oportunidade real de crescimento em Valença. Onde falta organização de um lado, sobra espaço para o outro avançar.

Não é que o adversário esteja fazendo algo extraordinário… é que encontra o caminho livre.

No fim das contas, a situação é simples e preocupante: um partido que já foi forte, hoje parece desarticulado, fechado em si mesmo e distante da realidade política da cidade.

E enquanto isso, Valença vai ficando fora do jogo grande, não por falta de importância, mas por falta de ação de quem deveria liderar.

Se houver reação, ainda há tempo. Mas, do jeito que está… o silêncio pode acabar falando mais alto que qualquer discurso.