Cairu mostrou, mais uma vez, que quando se investe sério, o resultado aparece e, dessa vez, veio em forma de medalha simbólica e orgulho coletivo.
O prefeito Hildécio Meireles recebeu uma placa de reconhecimento como o gestor de município que mais incentiva o judô no estado da Bahia.
E não foi só discurso bonito, não. O apoio ao esporte já está rendendo frutos concretos: duas atletas do município, beneficiadas diretamente por esse incentivo, garantiram participação no Campeonato Brasileiro de Judô, que será realizado em Betim.
É Cairu saindo do mapa turístico e entrando, com firmeza, no mapa esportivo do Brasil.
Em publicação nas redes sociais, o prefeito não escondeu a satisfação com o reconhecimento e o avanço dos atletas: “Receber essa placa e encontrar de perto nossos judocas foi motivo de muita alegria e orgulho! Esse reconhecimento mostra a força do esporte no nosso município e o quanto vale a pena investir em quem representa Cairu com talento, disciplina e dedicação. Seguiremos apoiando nossos atletas, criando oportunidades e dando o suporte necessário para que eles possam avançar cada vez mais e levar o nome da nossa cidade ainda mais longe. Parabéns aos judocas, às famílias, aos professores e a todos que fazem parte dessa caminhada!”
O judô, que ensina mais do que golpes, disciplina, respeito e superação, agora também se transforma em vitrine para o talento de jovens cairuenses.
E quando a gestão pública entende isso, o resultado é esse: atletas ganhando o mundo enquanto a cidade ganha orgulho.
Cairu, ao que parece, não quer apenas ser lembrada pelas suas belezas naturais… quer também subir ao pódio. E, pelo ritmo, já começou a luta vencendo.
Valença vive um daqueles momentos raros em que a cidade parece um verdadeiro canteiro de obras a céu aberto. De ponta a ponta, máquinas, projetos e investimentos começam a redesenhar o presente e, principalmente, o futuro. E agora, o olhar da vez se volta para o Guaibim, a nossa joia à beira-mar.
O prefeito Marcos Medrado anunciou um investimento robusto: nada menos que R$ 20 milhões destinados exclusivamente à requalificação da Orla do Guaibim. O recurso, segundo ele, foi sinalizado pelo governador Jerônimo Rodrigues durante agenda na última quinta-feira (09), acendendo o sinal verde para uma transformação que promete marcar época.
Medrado não esconde a ambição. Quer mudar a cara do Guaibim. E, ao que tudo indica, já começou a escrever esse novo capítulo com ações concretas, como o asfaltamento da Avenida Taquary, uma obra que por si só já muda a experiência de quem vive e de quem visita a região.
Segundo o prefeito, o projeto já saiu do papel e ganhou forma. “O governador já autorizou a licitação, já vimos até o croqui com o doutor Ivan. Garanto que vai ficar muito lindo, porque essa é a nossa praia e tem que ser a mais bela da região”, afirmou.
E aqui cabe um detalhe que faz toda diferença: Valença nunca viu tanta obra acontecendo ao mesmo tempo. É rua sendo asfaltada, equipamento público sendo entregue, convênios sendo firmados e agora uma intervenção de peso em um dos principais cartões-postais do município.
O Guaibim, que já carrega um charme natural que conquista qualquer visitante, pode dar um salto de qualidade que o coloca em outro patamar. Porque quem conhece, sabe: o lugar já encanta hoje. Imagine depois desse reordenamento, com infraestrutura, organização e um visual renovado.
No fim das contas, a mensagem é simples e poderosa: se já era inesquecível, agora pode se tornar irresistível.
Na Páscoa, uma cena curiosa, e até simbólica, tomou conta dos bairros mais carentes de Valença: o secretário Rael Costa apareceu distribuindo chocolates para as crianças. Até aí, tudo bonito… mas o contexto é que dá sabor à história.
O gesto veio logo depois de um conhecido político da cidade ter feito “caridade” no Dia das Crianças, distribuindo algodão doce e pirulito. Aquela velha fórmula: muito açúcar, pouca qualidade e, claro, um tempero generoso de interesse.
Rael não deixou barato. Sem citar nomes, mas deixando o recado bem entregue, afirmou que não adianta “enganar” criança com doce de quinta categoria. Se é para fazer algo, que seja direito. Que seja com qualidade. Que não faça mal.
E aí mora a diferença que muita gente finge não ver: tem quem apareça para adoçar a boca… e tem quem tenta, pelo menos, não amargar o futuro.
O secretário ainda destacou um ponto que pesa: chocolate, para muitas dessas famílias, não é algo comum. Ou seja, não é só um mimo, é quase um luxo. Um gesto simples, mas que carrega mais dignidade do que muita ação cheia de pose por aí.
Enquanto uns apostam no “agrado rápido” para garantir aplauso fácil, outros parecem querer deixar algo além da foto.
No fim das contas, a pergunta que fica pairando no ar, como cheiro de doce barato em dia de sol quente, é simples: quem está preocupado com as crianças… e quem está só treinando para a próxima eleição?
Em Valença, o povo pode até esquecer rápido… mas criança sente a diferença.
Hoje (11), em visita à nossa sorveteria, concedeu entrevista ao Blog do Pelegrini, o empresário do ramo protético e integrante do PT, Marcos Venâncio, que fez uma análise direta, e sem rodeios, sobre o atual momento político e administrativo de Valença.
Para ele, a gestão do prefeito Marcos Medrado, até aqui, “está dando certo”. Mas com a cautela de quem acompanha política de perto, faz questão de ponderar: “Por enquanto está dando certo. Espero que continue dando. Governar não é fácil, e ele ainda vai ter muito trabalho”.
Venâncio destaca que, diferente de outros momentos da história recente da cidade, hoje não se vê um volume constante de reclamações da população. “Sempre tem críticas pontuais, mas não existe aquela insatisfação generalizada como em gestões passadas”, afirmou, ao lembrar administrações anteriores que, segundo ele, enfrentaram forte desgaste popular.
Na avaliação do empresário, um dos diferenciais da atual gestão é justamente aquilo que faltou a muitos prefeitos que passaram pela cidade: visão e capacidade de execução.
“Tivemos gestores que não sabiam o que fazer com a prefeitura. Faltava projeto, faltava estratégia, faltava saber buscar recursos”, disse.
Segundo ele, Medrado apresenta uma característica que tem feito diferença: articulação política. O prefeito mantém diálogo direto com lideranças importantes, como o governador Jerônimo Rodrigues, além de ter portas abertas junto ao governo federal, com figuras como Rui Costa.
“Hoje, se não fizer, a responsabilidade é do próprio prefeito. Porque acesso ele tem”, pontuou.
Secretários de fora e o pragmatismo do resultado
Um dos pontos que costuma gerar debate em Valença, a presença de secretários vindos de fora do município, também foi abordado.
Para Venâncio, a discussão perde força diante de um fator simples: resultado.
“O povo quer resultado. Se está funcionando, isso deixa de ser problema”, afirmou, sinalizando uma mudança de mentalidade na população, que antes reagia com mais resistência a esse tipo de escolha.
Esperança renovada… mas com cobrança
Mesmo reconhecendo avanços, o empresário mantém uma postura de expectativa vigilante. Para ele, o que já foi feito é importante, mas ainda insuficiente diante do potencial da cidade.
“A expectativa hoje é de uma grande gestão. Se ele fizer só o que já fez, já será reconhecido. Mas se fizer mais, entra para a história de Valença”, avaliou.
O alerta: Valença precisa pensar o futuro
Apesar dos elogios à condução atual, Venâncio fez questão de levantar um ponto que considera crucial: o planejamento estratégico para o desenvolvimento econômico da cidade.
Ele chama atenção para um dado preocupante: a redução populacional nos últimos anos.
“Valença já teve quase 100 mil habitantes. Hoje está na faixa de 83 a 85 mil. Isso é um sinal claro de depressão econômica. As pessoas estão indo embora”, alertou.
Para reverter esse cenário, ele defende que a gestão municipal vá além das obras visíveis e invista em planejamento de longo prazo.
Entre as ideias, destaca a realização de um grande fórum regional de desenvolvimento econômico, reunindo prefeitos, Governo do Estado e empresários.
“A gente precisa criar oportunidades para que as pessoas fiquem ou até voltem para Valença. E isso só acontece com planejamento estratégico”, disse.
Ponte, anel viário e o risco de só ‘deixar passar’
Outro ponto levantado foi a necessidade de preparação para o impacto de grandes obras estruturantes, como a futura ponte na região.
Segundo ele, pensar apenas em mobilidade não é suficiente.
“O anel viário é importante, mas não é tudo. Se não houver planejamento, Valença corre o risco de virar só uma cidade de passagem”, alertou.
No fim das contas…
A entrevista revela um sentimento que hoje parece ecoar em boa parte da cidade: Valença voltou a acreditar, mas não abriu mão de cobrar.
E como bem resume o próprio Venâncio, a régua agora subiu: fazer o básico já não basta, o desafio é entrar para a história.
Enquanto muita prefeitura ainda se perde em pilhas de papel e carimbo pra todo lado, Cairu resolveu apertar o botão do futuro.
A gestão municipal lançou, nesta quinta-feira (9), o Sistema Eletrônico de Informações (SEI Bahia Municípios) e deu um passo firme rumo à modernização de verdade.
Traduzindo: menos papel, menos burocracia e mais rapidez. Coisa que o cidadão agradece… e muito.
O prefeito Hildécio Meireles tratou de deixar claro que não se trata só de tecnologia, mas de mudança de mentalidade. “Estamos avançando para um modelo mais ágil, com respostas mais rápidas”, disse. Em bom português: chega de processo andando a passos de tartaruga.
Quem também puxou a fila desse avanço foi a secretária de Governo, Cida Souza, que já conhecia o sistema e viu a oportunidade de trazer a ferramenta para Cairu.
O trabalho começou ainda no ano passado, com capacitação das equipes e organização da casa para que o sistema não fosse só bonito no papel… mas funcione de verdade.
Com a implantação do SEI, Cairu passa a operar com processos totalmente digitais, garantindo mais controle, transparência e economia. E cá entre nós: quando a máquina pública funciona direito, quem ganha é o povo.
No meio de tanta reclamação sobre gestão por aí, é o tipo de notícia que mostra que, sim, dá pra fazer diferente.
O que era para ser sala de aula virou cenário de abandono. Em Taperoá, pais e mães de alunos do Colégio Oldaque Pereira de Melo, na zona rural, resolveram romper o silêncio e escancarar uma realidade que revolta: falta quase tudo, professores, merendeiras, assistentes, e sobra descaso.
Segundo os relatos, a situação chegou a um nível inaceitável. Pessoas que sequer foram contratadas para determinadas funções estão “quebrando galho” dentro da escola, enquanto mediadores, que deveriam acompanhar alunos com necessidades especiais, estão sendo usados como professores improvisados. Resultado: quem mais precisa, fica sem assistência.
As chamadas mães atípicas, que já enfrentam uma rotina desafiadora, agora lidam com mais um obstáculo cruel: não conseguem sequer mandar seus filhos para a escola. “Os mediadores estão dando aula e ainda cuidando de várias crianças especiais ao mesmo tempo. É desumano”, desabafa uma delas.
E não é só falta de profissionais. A estrutura também assusta. Escolas sem manutenção, mato tomando conta e até cobras invadindo salas de aula. Um retrato que mais parece abandono completo do poder público.
A revolta cresce quando se compara o tratamento dado às escolas do centro com as da zona rural. “Na hora do voto, vêm aqui. Agora, ninguém aparece. Tá na hora da prefeita entrar no carrinho dela e vir ver a realidade”, disparou uma mãe, indignada.
Outra denúncia grave vem da Escola Florêncio Pereira, em Jequié Mirim. Lá, segundo os pais, professores foram retirados sob a justificativa do concurso público, e quando há aula, as crianças são mandadas de volta para casa mais cedo por falta de água. Um absurdo em série.
“Dizem que educação é prioridade, mas isso aqui prova o contrário”, afirmou outra mãe. Já uma terceira foi ainda mais direta: “Cadê a prefeita Kity, que diz ser a ‘mãezona’? Mãe que abandona não é mãe”.
Enquanto isso, a população observa um contraste que dói: recursos para festas e bandas caras nunca faltam. Mas para garantir o básico, educação digna, parece que a conta não fecha.
As mães já gravaram vídeos e prometem levar o caso ao Ministério Público. Querem justiça. Querem respeito. Querem o mínimo: que seus filhos possam estudar com dignidade.
O que se vê hoje em Taperoá não é apenas desorganização administrativa. É um retrato cruel de negligência com crianças, especialmente as mais vulneráveis.
E fica a pergunta que não vai calar na zona rural: até quando?
Valença entrou no radar da Polícia Federal nesta semana com a deflagração da chamada Operação Nêmesis, que investiga um suposto esquema pesado de corrupção, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro com ramificações no Espírito Santo e na Bahia.
Segundo as primeiras informações, a operação mira ações ocorridas em cidades como São Mateus e Linhares, no Espírito Santo, além de Valença e Teixeira de Freitas, aqui na Bahia.
O enredo, digno de roteiro policial, envolve o uso irregular de atas de registro de preços de outros órgãos públicos para driblar licitações.
Na prática, o mecanismo serviria para direcionar contratos, inflar valores e abrir caminho para o pagamento de propina.
E foi nesse contexto que Valença sentiu o peso da operação.Prisão em Valença gera burburinho e desconfiança
De acordo com informações que circulam nos bastidores, um homem foi detido ao desembarcar de uma lancha vinda de Salvador.
O detalhe que mais chama atenção não é apenas a prisão em si, mas o que veio depois: o nome ainda não foi oficialmente divulgado, mas há comentários de que se trata de uma pessoa conhecida na cidade, que já teria ocupado cargo de secretário na gestão do ex-prefeito Jairo.
Só que aí entra o tempero típico das ruas de Valença: muita gente tem levantado dúvidas sobre a prisão.
Nos grupos de WhatsApp, nas esquinas e nos cafés, o comentário é quase uníssono: “prenderam o homem errado”.
Há quem garanta que o detido é uma pessoa de reputação ilibada, alguém que jamais teria envolvimento com esse tipo de esquema.
Claro, é preciso cautela. E entre o burburinho popular e o que será comprovado nos autos, há um caminho longo.
A Operação Nêmesis ainda está em andamento, e novos desdobramentos podem surgir a qualquer momento. Mandados, apreensões e possíveis novas prisões podem esclarecer melhor o papel de cada investigado.
Enquanto isso, Valença observa, comenta e aguarda.
Porque quando a Polícia Federal pisa na cidade, não é visita de rotina. É sinal de que tem história grande sendo escrita nos bastidores.
Enquanto o mundo assiste, meio anestesiado e meio indignado, uma pergunta começa a ganhar força nas ruas, nas redes e nas conversas mais silenciosas: até quando?
Não é mais uma discussão apenas geopolítica. Não é só sobre estratégia militar ou disputa territorial. É sobre gente. Sobre vidas. Sobre limites.
De um lado, o governo de Benjamin Netanyahu sustenta o discurso de que a guerra só termina quando a ameaça do Hamas for eliminada. Segurança total, dizem. Nada de meio termo.
Do outro lado, o que se vê são números que deixaram de ser estatística e viraram um grito: milhares de palestinos mortos, cidades destruídas, famílias inteiras soterradas sob escombros, uma tragédia que já ultrapassou qualquer zona de conforto moral.
E é aí que a pergunta deixa de ser política e vira humana: já não basta?
Porque quando a resposta a um ataque se transforma em um ciclo contínuo de destruição, a linha entre defesa e excesso começa a desaparecer. E quando essa linha some, o mundo começa a olhar diferente.
Não se trata de negar o direito de um país se defender. Isso ninguém discute com seriedade. Mas também não dá para ignorar que existe um ponto em que a defesa deixa de proteger e passa a esmagar.
E talvez o maior drama de todos seja esse: enquanto líderes falam em estratégia, quem morre não participa da decisão.
A guerra segue como uma máquina sem botão de desligar, só para quando alguém tiver coragem de parar. Ou quando já não restar mais nada para destruir.
Até lá, a pergunta continua no ar… pesada, incômoda e impossível de ignorar: até quando?
Espero que quando for a Valença possa ver a linda praia do Guaibim sem precisar sair do carro . Como…
Jamais esqueceremos !!! Ficará na história
João Pedro ,valeciano,autista com certeza vai representar muito bem o Baixo Sul ,ressaltando ,que os autistas devem ter sim um…
Pra cima nossa presidente!
Estamos juntos em qualquer dedicação que ela tiver
Espero que quando for a Valença possa ver a linda praia do Guaibim sem precisar sair do carro . Como…
Jamais esqueceremos !!! Ficará na história
João Pedro ,valeciano,autista com certeza vai representar muito bem o Baixo Sul ,ressaltando ,que os autistas devem ter sim um…
Pra cima nossa presidente!
Estamos juntos em qualquer dedicação que ela tiver