Lula terá seu pior mandato, com um Congresso que não lhe dará sossego

Lula vencerá a eleição, mas encontrará pela frente o maior desafio de sua trajetória como presidente da República. Seu quarto mandato poderá ser o pior de todos, não por falta de experiência ou capacidade, mas porque terá que governar com um Congresso ainda mais conservador, onde a direita terá força para dificultar praticamente tudo.

Segundo reportagem publicada neste sábado (10) pela Folha de S.Paulo, integrantes do próprio PT já avaliam que Lula será obrigado a fazer um governo mais ao centro, deixando de lado muitas propostas históricas da esquerda para conseguir governar.

E aí estará o grande problema. Lula terá que negociar muito, ceder bastante e, em determinados momentos, engolir alguns sapos daqueles bem grandes. O Congresso que encontrará em 2027 será ainda mais complicado do que o atual.

A situação será especialmente difícil no Senado, onde a oposição sairá fortalecida. Para garantir alguma governabilidade, Lula terá que construir acordos com partidos de centro e negociar a manutenção de Hugo Motta na presidência da Câmara e Davi Alcolumbre no comando do Senado.

O pior será que Lula vencerá nas urnas, mas não terá a mesma liberdade para colocar em prática o projeto político que defenderá durante a campanha. Muitas propostas poderão ficar pelo caminho, outras serão modificadas e algumas sequer conseguirão avançar no Congresso.

O presidente terá que concentrar seus esforços na preservação dos programas sociais, na estabilidade econômica e na manutenção de alianças políticas. Será um governo de muita conversa, muita negociação e pouca tranquilidade.

Na avaliação deste Blog, esse será o pior mandato de Lula em termos de dificuldades políticas. Não necessariamente pelos resultados que entregará ao povo, mas pelas barreiras que encontrará para governar.

Lula vencerá, mas terá que enfrentar um Congresso que tentará mandar mais do que o próprio presidente. E aí estará a grande ironia da política brasileira: o povo poderá eleger Lula para governar, mas serão os deputados e senadores que tentarão determinar até onde ele poderá ir.

Uma coisa será certa: Lula precisará de toda a experiência acumulada em sua vida política. Porque, dessa vez, não bastará ganhar a eleição. A verdadeira batalha começará no dia seguinte à posse.

Medrado passa o rodo: exonerações começam pelo alto escalão e alcançam diretorias

A Prefeitura de Valença passou o rodo no alto escalão. O prefeito Marcos Medrado iniciou uma rodada de exonerações que atingiu oito secretários municipais e também cargos de direção das respectivas pastas. Pelo tamanho da relação, a mudança foi grande: começou por cima e desceu pelas diretorias.

Entre os secretários exonerados estão Clóvis Coutinho, da Agricultura; David William Troina, da Cultura; Paulo Martins, do Desenvolvimento Econômico; Erlana de Jesus Silva, da Comunicação; Alan Ainsworth de Oliveira, do Meio Ambiente; Israel Gonçalves, conhecido como Rael Costa, da Mobilidade e Ordem Pública; Flordolina Angélica de Andrade, a Flor, de Políticas para as Mulheres e Reparação Social; e Vidalto Otiicica, do Turismo.

A lista encaminhada ao blog também reúne uma série de exonerações de diretores e outros ocupantes de cargos comissionados dessas secretarias. Ou seja, a canetada alcançou os chefes e boa parte das equipes.

Segundo informações repassadas ao blog, Medrado já havia anunciado, em nota, que faria exonerações. Agora, o anúncio começou a ganhar nomes e sobrenomes, com os cortes chegando logo aos cargos mais altos.

A dimensão da mudança deixa uma pergunta no ar: o que vem agora? Quem vai assumir as pastas? Qual será o próximo passo do prefeito? Por enquanto, muita gente tenta entender o alcance dessa mexida.

Uma coisa é certa: Medrado começou a mudança pelo andar de cima. E, pelo tamanho da lista, a caneta trabalhou bastante.

Hoje é dia de agradecer a Deus por mais uma vitória do deputado Raimundo Costa!

Depois de tantos anos caminhando ao seu lado, essa conquista tem um significado muito especial para mim. Conheço parte dessa trajetória, os desafios enfrentados e o trabalho construído com dedicação em favor do nosso povo.

Infelizmente, muitos que receberam apoio, oportunidades e foram beneficiados pelo mandato acabaram virando as costas ao deputado, colocando seus interesses e projetos pessoais acima da gratidão e da história construída. Mas acredito que o tempo revela quem realmente tem compromisso e quem está presente apenas por conveniência.

Apesar das decepções, seguimos firmes, porque os princípios, a lealdade e a fé em Deus devem ser maiores do que qualquer ingratidão.

Deputado, parabéns por mais essa vitória! Que Deus continue iluminando seus passos e dando sabedoria para os novos desafios. Que possamos continuar trabalhando por Valença, pelo Baixo Sul e por toda a Bahia.

O trabalho tem que continuar! Ainda temos muita história para escrever e muitas conquistas para alcançar. Conte sempre comigo!

Zezinho Quadros agradece aos valencianos pelos 6.689 votos de Sérgio Brito e 842 de Rogério andrade

O advogado José Quadros, conhecido carinhosamente como Zezinho Quadros, também participou das articulações políticas das últimas eleições em Valença e fez questão de agradecer à população pelo apoio aos candidatos que ajudou a divulgar durante a campanha.

Segundo Zezinho, foram 6.689 votos destinados a Sérgio Brito e 842 votos a Rogério Andrade, resultados que ele comemora com gratidão e reconhecimento aos eleitores que participaram dessa caminhada.

Zezinho destacou que cada voto representa muito mais do que um número na urna. Para ele, é uma demonstração de confiança, carinho e esperança em dias melhores para Valença.

“Quero agradecer de coração a toda a população valenciana pela confiança, pelo carinho e pelos votos destinados aos nossos candidatos. Minha gratidão a cada um que acreditou e contribuiu para essa caminhada”, declarou.

O advogado também reafirmou seu compromisso de continuar contribuindo para o desenvolvimento do município, ressaltando que o trabalho político não termina com o encerramento das eleições.

“Recebemos esse resultado com muita gratidão e, acima de tudo, com o compromisso renovado de continuar trabalhando pelo desenvolvimento e pelo bem de Valença.”

Ao finalizar sua mensagem, Zezinho Quadros deixou um agradecimento especial aos valencianos:

“A todos vocês, o nosso muito obrigado! Que Deus abençoe cada família valenciana.”

Os números apresentados por Zezinho fazem parte do balanço de sua participação na campanha, destacando a mobilização em torno dos candidatos que receberam seu apoio.

Reginaldo da Internet e Dr. Deivisson somam 799 votos para deputados estaduais em Valença

O empresário Reginaldo da Internet, coordenador estadual do PV na Bahia, e o Dr. Deivisson, presidente do PV em Valença, também têm números para apresentar quando o assunto é articulação política nas últimas eleições.

A dupla trabalhou em apoio a dois candidatos a deputado estadual. Dr. Pitágoras (PP), que foi eleito, recebeu 513 votos, enquanto Fabíola Manssur (PV), que ficou na suplência, conquistou 286 votos no município.

Somando as duas votações, são 799 votos em Valença, resultado que, segundo o grupo, contou com a participação direta de Reginaldo e Dr. Deivisson.

Reginaldo da Internet já é conhecido nos bastidores da política valenciana por sua atuação e capacidade de articulação. Ao lado de Dr. Deivisson, participou de mais uma disputa eleitoral, desta vez trabalhando com candidatos de partidos diferentes.

E tem um detalhe interessante: enquanto muita gente anda fazendo contas para explicar votações abaixo das expectativas, Reginaldo e Deivisson apresentam os números de sua participação na campanha.

Na política, todo mundo gosta de dizer que tem prestígio. Mas, quando chega a eleição, é a urna que registra os votos!

Os 799 votos obtidos pelos dois candidatos são um resultado que o grupo de Reginaldo da Internet tem motivos para destacar em seu balanço político.

AGRADECIMENTOS

Reginaldo da Internet e Dr. Deivisson fazem questão de agradecer a todas as lideranças políticas, aos amigos, colaboradores e, principalmente, aos eleitores que acreditaram no projeto e caminharam ao lado deles durante a campanha.

A dupla reconhece a importância de cada pessoa que participou dessa caminhada e reafirma seu compromisso de continuar trabalhando, dialogando com a população e contribuindo para o fortalecimento do Partido Verde em Valença e em toda a Bahia.

Ana Fraga mostra força política e consegue 805 votos para Antonio Brito em apenas 60 dias de campanha

A vereadora Ana Fraga vem demonstrando presença na política de Valença, tanto pelo seu trabalho na Câmara Municipal quanto pela capacidade de articulação junto ao seu grupo político.

Nas últimas eleições, Ana participou da campanha do deputado federal Antonio Brito e, em apenas 60 dias de mobilização, conseguiu, segundo informações de seu grupo, articular 805 votos em Valença.

O detalhe que chama a atenção é que essa votação supera até mesmo a quantidade de votos que Ana Fraga recebeu quando conquistou sua cadeira na Câmara Municipal.

E olhem que estamos falando de uma campanha construída em pouco tempo, com o apoio direto de seu próprio grupo político.

Ana também vem desenvolvendo seu trabalho como vereadora, mantendo contato com a população e acompanhando as demandas da comunidade.

A política não se faz apenas com discursos. É preciso estar presente, conversar com as pessoas, construir relações e mostrar serviço.

Os 805 votos atribuídos à articulação de Ana Fraga são um resultado que merece registro, especialmente pelo curto período de campanha.

E fica uma observação do Blog do Pelegrini: quando o político trabalha, o resultado de sua articulação aparece nas urnas. Mas é no dia a dia, atendendo às necessidades do povo, que ele precisa continuar mostrando seu compromisso com a cidade.

Vereadores precisam entender que a prefeitura não é cabide de empregos: quem paga a conta é o povo!

A nota divulgada pela Prefeitura de Valença é preocupante e merece uma reflexão, principalmente daqueles que vivem fazendo da política uma oportunidade de arrumar empregos para seus apadrinhados.

Vejam só a situação: a Prefeitura arrecada cerca de R$ 31 milhões por mês e gasta R$ 25 milhões somente com a folha de pagamento! Sobram R$ 6 milhões para todo o resto. E eu pergunto: como é que o prefeito Marcos Medrado vai administrar uma cidade do tamanho de Valença com tão pouco dinheiro para tantas necessidades?

E aí entra uma questão que precisa ser discutida sem medo: os empregos que vereadores e outras lideranças políticas conseguem dentro da Prefeitura.

O que se comenta é que existem vereadores com uma quantidade impressionante de apadrinhados ocupando cargos na administração municipal. Fala-se até em 300 empregos ligados a determinados grupos políticos. Se isso for verdade, é um absurdo que precisa ser esclarecido!

A Prefeitura não pode virar uma agência de empregos para satisfazer vereadores e cabos eleitorais!

O mais interessante é que o vereador consegue o emprego para o amigo, para o parente, para o cabo eleitoral, recebe os agradecimentos e fica bem na fotografia. Mas, quando falta dinheiro para melhorar uma rua, cuidar de uma praça, pagar um fornecedor ou atender às necessidades da população, quem leva a culpa? O prefeito Marcos Medrado!

É muito cômodo fazer política assim, não é?

O vereador fica com os aplausos de quem conseguiu uma boquinha, enquanto o prefeito fica com as reclamações de uma cidade inteira.

E tem mais: esses políticos precisam entender que ajudar um prefeito não é exigir empregos. É contribuir para que ele tenha condições de trabalhar!

Marcos Medrado tem obras para concluir, ruas para recuperar, serviços para melhorar e uma cidade inteira esperando resultados. Não é justo que o crescimento de Valença fique comprometido para atender aos interesses de grupos políticos.

É hora de dar um basta nessa história de achar que apoio político precisa ser pago com cargos públicos. Cargo na Prefeitura não é moeda de troca, e dinheiro público não é patrimônio de vereador!

Se a gestão precisa reduzir secretarias e cargos para equilibrar as contas, que faça isso com critérios técnicos, transparência e respeito aos trabalhadores. E que comece avaliando os cargos de indicação política, sem prejudicar os serviços essenciais.

Agora, uma puxada de orelha nesses políticos: tenham juízo!

Deixem o prefeito trabalhar! Parem de tratar a Prefeitura como se fosse uma propriedade particular, onde cada um chega com sua lista de protegidos querendo um lugar ao sol.

Porque, no final das contas, o vereador pode até ganhar a gratidão de algumas dezenas de pessoas com seus empregos, mas o prefeito precisa responder pelas necessidades de milhares de valencianos.

Valença não pode deixar de crescer para sustentar o apetite político de quem nunca acha que já tem cargos suficientes!

E fica a pergunta que não quer calar: se quase todo o dinheiro da Prefeitura for consumido pela folha de pagamento, o que vai sobrar para cuidar da cidade?

Pelegrini

Dal garante que se não tivesse investido em Valença ele conseguiria ao menos uns 700 votos dos amigos

Depois da matéria do blog sobre os 938 votos de Dal em Valença, chegou até este blogueiro um comentário atribuído ao deputado: mesmo sem pisar na cidade ou fazer campanha por aqui, ele acredita que teria entre 500 e 700 votos.

Se foi isso mesmo que Dal disse, parece que o deputado também ficou longe de soltar foguete com o resultado. E ainda complicou a matemática do grupão!

Vamos pegar os 700 votos que, pela avaliação atribuída a ele, chegariam sem esforço. Sobram 238. Divididos pelos cerca de 15 apoiadores, dão 15,9 votos por cabeça. É uma conta de brincadeira, claro: urna não entrega recibo dizendo qual liderança trouxe cada eleitor.

Mas, nessa hipótese, a média que antes era de 62,5 votos caiu para menos de 16. Minha gente, desse jeito o grupão deixa de ser uma potência eleitoral e vira uma reunião de condomínio!

Sobre dinheiro colocado na campanha, este blog não tem informação para afirmar valores. Não dá para falar em milhões no escuro. A cobrança aqui é pelo tamanho da turma e pelo resultado que apareceu na urna.

E a pergunta continua rodando entre os caciques: “E aí, tu deu quantos votos?” Agora, pelo visto, com o próprio Dal querendo ouvir a resposta!