Será que Trump tem coragem de invadir Cuba?

Trump rosna, o mundo observa… e Cuba segue no meio do tabuleiro
Tem coisa na política internacional que parece cena de filme antigo reprisado: o sujeito levanta a voz, bate na mesa e ameaça… e o resto do mundo fica ali, olhando, calculando, medindo até onde aquilo é blefe ou jogo real.
Foi mais ou menos isso que aconteceu com as recentes falas de Donald Trump sobre Cuba.
Trump fala grosso, aponta o dedo, promete endurecer… e pronto: já tem gente achando que amanhã vai ter navio americano ancorando em Havana com banda tocando e bandeira tremulando.
Calma lá.
A ilha não é mais aquela do tempo da Guerra Fria
Na época da antiga União Soviética, Cuba era praticamente um “posto avançado” no quintal dos Estados Unidos. Qualquer movimento mais brusco e já tinha tensão global no ar.
Hoje, o cenário é outro.
A ilha continua importante? Sim. Mas não é mais o centro do mundo.
Sem a União Soviética bancando tudo, Cuba passou a viver mais na base da resistência do que da proteção internacional.
Trump ameaça… mas até onde ele pode ir?

Os Estados Unidos têm força para pressionar Cuba? Têm de sobra.
Mas transformar discurso em ação militar é outra história. E aí entram os freios:
- invadir Cuba hoje seria um escândalo internacional
- pegaria mal até para aliados históricos
- abriria um precedente perigoso no mundo
E tem um detalhe que pouca gente lembra: os EUA já têm um pé dentro de Cuba, com a base de Guantánamo. Não é exatamente uma terra desconhecida para eles.
Ou seja: não é falta de capacidade… é cálculo político.
E a Rússia? Cadê aquela de antigamente?
A Rússia de hoje não é a União Soviética que bancava Cuba com dinheiro, petróleo e proteção militar constante.
Se os EUA apertarem mais:
- a Rússia vai reclamar
- vai fazer discurso duro
- pode até mandar navio para “visita estratégica”
Mas entrar em confronto direto? Nem de longe.
O mundo mudou… e o bolso também.
E o resto do planeta? Muito barulho, pouca pólvora
Se houver escalada, o script já é conhecido:
- América Latina protesta
- Organização das Nações Unidas convoca reunião
- Europa critica
- China observa e solta nota diplomática
Resultado: muita fala… pouca ação prática.
Ninguém quer comprar uma briga direta com os Estados Unidos por causa de Cuba.
No fim das contas… quem segura o rojão?
Cuba.
Sozinha? Não exatamente. Mas sem guarda-costas disposto a entrar na briga de verdade.
Resumo
Trump late alto para plateia. O mundo responde com nota oficial e cara fechada. A Rússia faz pose de longe.
E Cuba… continua ali, no meio do tabuleiro, levando pressão dos dois lados e sobrevivendo como sempre: na marra, na diplomacia e na resistência.
No xadrez global de hoje, ninguém quer derrubar o tabuleiro. Mas também ninguém corre para salvar a peça mais exposta.
E a ilha segue… firme, cercada e acostumada com o vento forte.















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