Ervas alimentícias, aromáticas e medicinais, facilmente encontrada no Baixo Sul da Bahia

A riqueza do Baixo Sul da Bahia vai muito além das belas paisagens. Ela está presente no chão, nas ervas alimentícias, aromáticas e medicinais que a gente encontra com facilidade.

A Chef Rosa Gonçalves sempre traz dicas preciosas sobre o manjericão, por exemplo. Ele é uma planta poderosa que serve tanto para temperar um prato especial quanto para cuidar da saúde de forma natural.

No Projeto Semeando Renda e um Futuro Sustentável, enviamos nossa equipe para identificar e cultivar diversos tipos dessas ervas, valorizando o que a nossa terra tem de melhor.

Essa forma de trabalhar faz parte do que chamamos de Economia Popular e Solidária. Diferente da economia tradicional, onde o lucro individual é o que mais importa, aqui o foco é o bem-estar coletivo.

Na economia solidária, as pessoas se organizam em grupos, associações ou cooperativas para produzir juntas. Os princípios são a autogestão, a cooperação e a divisão justa dos resultados.

É uma economia feita por gente e para gente, onde o respeito à natureza e ao trabalhador vem em primeiro lugar.

Na prática, o Projeto Semeando Renda aplica esses conceitos ao incentivar que agricultores familiares e jovens cultivem ervas e produzam mudas de forma colaborativa.

Em vez de um competir com o outro, todos se ajudam para fortalecer a produção da comunidade. Isso garante o trabalho digno, preserva o meio ambiente e faz com que o dinheiro circule dentro do próprio território, melhorando a vida de todo mundo.

É a prova de que a união transforma pequenos cultivos em grandes oportunidades de futuro.

Toda essa construção conta com parceiros fundamentais que acreditam na força da nossa região. O IDES caminha junto com o Ministério Público do Trabalho e a Justiça do Trabalho, através do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região BA.

Contamos também com a Agenda Bahia do Trabalho Decente, a SETRE, o Funtrad – Fundo de Promoção do Trabalho Decente e o Governo do Estado da Bahia. Juntos, seguimos semeando renda, dignidade e muito conhecimento para as famílias do Baixo Sul.

Troca de comando na Polícia Civil de Valença marca reconhecimento e renovação

Na manhã desta segunda-feira (30), a Polícia Civil da Bahia viveu um momento de transição carregado de simbolismo na 5ª Coordenadoria Regional de Valença. Não foi apenas uma mudança de nomes, mas a passagem de um bastão construído com anos de estrada, desafios e serviços prestados à população.

À frente da coordenação por longos 10 anos e 3 meses, o delegado José Raimundo Neri Pinto encerrou um ciclo que deixou marcas de dedicação e compromisso. E como não poderia ser diferente, recebeu dos servidores uma homenagem em forma de placa, um gesto simples, mas carregado de respeito e gratidão por quem acompanhou de perto sua trajetória.

Assumindo a missão, chega o delegado Walberes Braga Silva Júnior, que não é exatamente um rosto desconhecido. Pelo contrário: já chega com o “cartão de visitas” carimbado pela própria equipe, que fez questão de recepcioná-lo destacando seu histórico de bom trabalho. Quando a fama vem antes da posse, já se sabe que a cobrança vem junto… e a expectativa também.

O clima foi de reconhecimento ao passado e confiança no futuro. Entre despedidas e boas-vindas, ficou o desejo coletivo: que a nova gestão mantenha o ritmo e avance ainda mais nos resultados, fortalecendo a segurança pública na região.

Porque, no fim das contas, mais do que cargos, o que está em jogo é a tranquilidade da população — e essa missão não admite pausa.

Fé que move Cairu: Rafa de Hildecio marca presença em noite histórica do Clama Cairu

Cairu viveu uma daquelas noites que não cabem só na memória, elas ficam gravadas no coração. O Clama Cairu transformou o município em um verdadeiro palco de fé, reunindo multidões em um momento de louvor, unidade e espiritualidade que fez até o silêncio ter som.

Com atrações de peso da música gospel como Davi Sacer e Aleff Souza, além de mensagens impactantes de líderes religiosos, o evento foi um encontro de almas, daqueles que arrepiam até quem chegou só “pra dar uma olhadinha”.

Realizado pela Prefeitura de Cairu, em parceria com as Igrejas Evangélicas do município, o Clama mostrou que quando a fé se organiza, ela não apenas reúne, ela transforma.

E no meio dessa multidão, vivendo cada momento com intensidade, estava o pré-candidato a deputado estadual, Rafa de Hildecio. Mais do que presença, Rafa tem mostrado constância. Está ali não só nos discursos, mas nos momentos em que a cidade respira união, celebra conquistas e fortalece seus valores.

Sua participação no evento reforça uma marca que vem se desenhando com clareza: Rafa de Hildecio está sempre presente nos bons momentos de Cairu, caminhando junto com o povo, sentindo de perto a energia da comunidade e entendendo, na prática, o que move a cidade.

E isso não passa despercebido. Porque política também se faz assim, com presença, conexão e respeito às raízes culturais e espirituais de um povo.

O Clama Cairu terminou, mas deixou acesa uma chama difícil de apagar: a de uma cidade que sabe se unir, celebrar sua fé e valorizar quem caminha ao seu lado.

E, pelo visto, Rafa de Hildecio faz questão de estar exatamente nesse caminho.

Cris Medrado faz da Semana Santa um gesto de cuidado e dignidade para 10 mil famílias em Valença

Quando a tradição encontra organização, e a fé caminha de mãos dadas com o cuidado social, o resultado é esse: 20 toneladas de peixe chegando à mesa de quem mais precisa e, chegando com respeito, planejamento e, principalmente, com coração.

À frente dessa grande mobilização, a secretária de Promoção Social, Cristiane Medrado, mostrou mais uma vez que não está ali por acaso.

Ela veio para fazer a diferença e está fazendo, com trabalho que sai do papel e ganha vida nos bairros, distritos e comunidades rurais de Valença.

A entrega, que beneficiou cerca de 10 mil famílias, percorreu a cidade como uma corrente do bem. Escolas, unidades do CRAS e associações de moradores viraram pontos de apoio de uma operação que funcionou com precisão quase cirúrgica, mas com alma. Porque não se trata apenas de logística, se trata de gente.

E Cris Medrado demonstrou exatamente isso: sensibilidade e firmeza na gestão. Ao final da ação, o sentimento não era apenas de dever cumprido, mas de alegria genuína.

Alegria de quem sabe que cada peixe entregue carrega mais do que alimento, leva dignidade, tradição e um pouco de tranquilidade para dentro dos lares valencianos.

Nas palavras da própria secretária, o esforço coletivo garantiu que a Semana Santa fosse celebrada como ela merece: com união, respeito e humanidade.

E quem esteve na linha de frente, como as equipes do CRAS, sentiu isso de perto. Foi dia de trabalho, mas também de emoção.

Já para quem recebeu, como a moradora Dalva dos Santos, o gesto teve nome e significado: bênção. E é justamente aí que mora a força dessa ação, quando a política pública deixa de ser discurso e vira alívio real na vida das pessoas.

Cris Medrado vai, aos poucos, consolidando uma marca: a de uma gestão que não apenas executa, mas se envolve, se entrega e se conecta com a população.

O reconhecimento já começa a ecoar nas ruas, nos bairros e nas comunidades.

Porque quando o trabalho é sério, aparece.

E quando é feito com o coração… fica.

Mais uma de Valdemar da internet: “os 15 vereadores de Valença são praticantes de crime eleitoral”

Ainda sobre Valdemar da Internet no Pod Cast Cidade em Debate. Aquele que, quando abre a boca, parece que está lendo o próprio evangelho… só esquece que o público já viu os bastidores da missa.

Em outra parte de sua entrevista ele resolveu distribuir pecado pra todo lado: chamou, sem cerimônia, os 15 vereadores de praticantes de crime eleitoral, questionou caráter, jogou suspeita no ventilador e ainda tentou posar de último exemplar de pureza política em extinção.

Até aí, tudo bem… discurso inflamado faz parte do cardápio.

O problema é quando o “pregador da moral” já foi pego com a própria bíblia adulterada.

Porque nessa mesma entrevista, onde disse que “não recebeu ajuda de ninguém”, teve suas prestações de contas escancaradas, com doações registradas.

E aí nasce a pergunta que não quer calar, e que ecoa até nas paredes da Câmara: Se todo mundo é corrupto, menos ele… então como explicar o que está no papel?

Se ele não “se comprometeu com ninguém”, por que aparecem compromissos formalizados nas contas?

E se ele tem prova contra os 15 vereadores… cadê? Ou é só um surto de sinceridade seletiva?

O mais curioso é o roteiro: primeiro nega tudo, depois é confrontado com documentos… e, num passe de mágica, vira fiscal da ética alheia.

É tipo aquele sujeito que é pego saindo do restaurante sem pagar a conta… e, ao invés de explicar, começa a dar palestra sobre honestidade no caixa.

Um espetáculo.

Agora, cá entre nós… essa história de generalizar acusação é perigosa. Quando alguém aponta o dedo pra todo mundo, normalmente está tentando desviar o olhar de si mesmo.

E é justamente aqui que entra o papel dos vereadores.

Vão deixar isso passar como se fosse discurso de feira? Vão aceitar serem chamados de criminosos em bloco, sem prova, sem nome, sem responsabilidade?

Porque, convenhamos: ou ele prova o que disse… ou precisa explicar muito bem por que saiu atirando pra todo lado.

Ficar calado agora é quase assinar embaixo.

A Câmara de Valença não é palco de monólogo de candidato ressentido. Se há acusação, que venha com documento. Se não há, que venha com retratação.

Porque política não é sermão de domingo, onde se perdoa tudo no final com um “amém”.

Aqui é vida real. E, na vida real, quem acusa sem prova… acaba sendo cobrado.

E com juros.

Valdemar: o candidato que não aceita dinheiro… até aparecer na prestação de contas

Tem político que tropeça. Tem político que se enrola. E tem aqueles que conseguem fazer as duas coisas ao mesmo tempo, ao vivo e sem edição.

Valdemar da Internet resolveu entrar nessa terceira categoria, e com direito a replay, no Pdo Cast Cidade em Debate.

Na entrevista, ele começou cheio de convicção, peito estufado e discurso pronto: “Não aceito dinheiro de empresário. Não aceito e não vou aceitar.”

Bonito. Forte. Quase um outdoor moral ambulante.

Só que aí… veio a realidade com CPF, CNPJ e comprovante.

Antes disso, já dava pra perceber que o raciocínio estava meio capenga. Ele dizia que não aceitava ajuda, mas aceitava o fundo partidário, mas não era ajuda, era “direito”.

Repetiu isso umas três vezes, como quem tenta convencer mais a si mesmo do que quem estava ouvindo. Mas o melhor ainda estava por vir.

O apresentador, Jopão Spínola, puxou a prestação de contas da campanha passada e jogou na mesa: vários doadores e destacou um que doou R$ 28.800, empresário local.

Nome, sobrenome, valor e registro oficial. Não era fofoca de esquina. Era documento.

E aí aconteceu o que sempre acontece quando o discurso encontra a prova: o discurso derrete.

Valdemar não disse que era mentira. Não disse que estava errado. Também não explicou. Preferiu aquele clássico da política brasileira: “Ah, isso aí foi coisa da contabilidade… do sistema… dos advogados… precisava fazer…”

Traduzindo do “politiquez” para o português claro: explicou sem explicar absolutamente nada.

Porque a pergunta continua ecoando, firme e debochada: Se não aceita dinheiro de empresário… como é que o dinheiro do empresário foi parar na sua prestação de contas?

Foi doação fantasma? Foi erro de digitação? Ou foi aquele velho caso de “eu não aceito… mas quando chega, também não devolvo”?

E o mais curioso: ele ainda desafia qualquer um a provar que recebeu dinheiro. O problema é que a prova já estava ali… impressa, protocolada e assinada.

João Spínola, talvez com pena, ainda tentou salvar: “Não é sobre aceitar ajuda, é sobre se vender…”

Mas aí já era tarde. O estrago estava feito.

Porque na política, tem coisa que não perdoa: Contradição ao vivo, documento oficial e um microfone ligado

Resultado: o candidato que não aceita dinheiro acabou aceitando… pelo menos no papel.

Em política, às vezes não é o adversário que derruba… é a própria fala.

Tem vereador em Valença com árvore genealógica inteira pendurada na folha de pagamento da prefeitura

Tem assunto que volta e meia dá as caras no noticiário como visita inconveniente que não aprende a bater na porta.

Um deles atende pelo nome de nepotismo e essa velha prática de transformar a máquina pública em extensão da sala de jantar, onde cargos de confiança viram cadeiras reservadas para parentes, amigos e agregados.

E quem acompanha a política de Valença sabe: isso não é exatamente novidade por aqui. Já tivemos gestão em que, se sobrasse uma vaga, só faltava chamar o cachorro da família pra completar o quadro, porque gente da casa já tinha tomado conta de tudo.

Vereador então… parecia concurso público com sobrenome como critério de aprovação.

Agora, o roteiro se repete, com novos personagens, mas a mesma trama conhecida. É importante registrar: o prefeito Marcos Medrado, até aqui, não tem sua gestão marcada por esse tipo de prática familiar desenfreada.

A presença da primeira-dama na Secretaria de Ação Social, como já virou tradição em diversos municípios do Brasil, entra naquele campo onde a lei permite e a política naturalizou.

Mas o problema não mora exatamente no gabinete principal, ele parece circular pelos corredores laterais do poder.

Corre à boca pequena (e também à boca grande) que há vereador em Valença com árvore genealógica inteira pendurada na folha de pagamento: mulher, filho, nora, mãe, tio… parece mais reunião de família do que estrutura administrativa. E aí a coisa começa a feder, não politicamente, mas juridicamente.

Porque enquanto alguns brincam de montar clã dentro da prefeitura, o Ministério Público não está assistindo de camarote.

Nos últimos tempos, a fiscalização tem apertado e já tem gente sendo chamada à responsabilidade, com exonerações acontecendo aqui e ali, como quem começa a apagar incêndio depois que a fumaça já denunciou tudo.

E é aí que fica a pergunta que não quer calar e nem cochichar: será que o prefeito Marcos Medrado tem conhecimento desse festival de parentes nos bastidores?

E mais: antes que o Ministério Público bata na porta com mais força, não seria o caso de passar o rodo e limpar o terreno?

Porque uma coisa é certa: cargo público não é herança de família. E prefeitura não é árvore genealógica.

Diro acompanha Medrado e reforça compromisso com nova Unidade de Saúde no bairro da Graça

Em visita à Unidade de Saúde do bairro da Graça, Medrado esteve acompanhado do vereador Diro, mostrando sintonia política e, mais do que isso, presença onde o povo realmente precisa.

A promessa no papel: foi olho no olho com os profissionais da saúde e escuta direta das necessidades da comunidade.

E o recado foi claro. Durante a visita, ficou evidente o desejo dos trabalhadores por uma nova unidade, mais moderna, com estrutura digna tanto para quem atende quanto para quem precisa de atendimento.

E aí entra o peso da parceria. Medrado já bateu o martelo: o compromisso está firmado. A nova unidade de saúde já tem terreno garantido e projeto pronto.

Agora é alinhar os trâmites com a secretaria responsável e tirar do papel mais uma obra que pode transformar a realidade do bairro da Graça.

Diro, por sua vez, mostra que não está apenas acompanhando, está participando. Ao estar ao lado do prefeito em uma agenda como essa, reforça seu papel dentro do grupo que hoje conduz as principais ações do município.

Porque política, no fim das contas, é isso: estar presente, ouvir, encaminhar e resolver. E quando vereador e prefeito caminham juntos, com objetivo claro, quem ganha é a população.

Valença segue avançando. E tem gente fazendo questão de estar no meio desse avanço, não assistindo de longe, mas ajudando a empurrar a engrenagem.