Taperoá e o “manual do caos administrativo”: secretário, carro oficial e um bafômetro que virou inimigo público

Se alguém ainda acreditava que certas coisas só acontecem em filme ou em cidade grande… Taperoá resolveu provar que o roteiro pode ser reproduzido com elenco local e verba pública.

A denúncia da ADICC ao TCM/BA não chega como surpresa. Chega como confirmação daquele velho ditado político: quando o poder sobe à cabeça, a responsabilidade costuma pedir carona… e não encontra lugar.

Quando a gestão pega a estrada errada

Segundo os documentos, um veículo oficial da Prefeitura foi flagrado em Salvador protagonizando uma infração daquelas que não dá pra maquiar com nota oficial: recusa ao bafômetro.

E não para por aí.

O nome do infrator? Coincidentemente ou, “coincidentemente demais”, o mesmo do secretário municipal de Transporte e Estradas.

Sim, o homem que deveria cuidar da ordem no trânsito… aparentemente resolveu fazer um teste prático de como bagunçar tudo.

Fiscal de si mesmo… e reprovado

A ironia aqui não é sutil. Ela grita.

Estamos falando de um secretário responsável justamente por transporte, fiscalização, organização de frota… que aparece associado a um episódio que reúne: uso de veículo público, infração gravíssima, recusa a procedimento legal

É como se o guarda resolvesse testar o próprio apito… ignorando o som.

Moralidade administrativa? Ficou no porta-luvas

A tal moralidade administrativa, que vive estampada em discursos bonitos e postagens institucionais, parece ter sido deixada esquecida junto com algum documento no carro oficial.

Porque aqui não se trata só de trânsito. Se trata de uso do que é público para fins que, no mínimo, não se explicam.

E quando a defesa administrativa ainda é indeferida, o roteiro fica ainda mais indigesto.

O detalhe que fede mais que álcool: o sumiço dos registros

Um dos pontos mais curiosos — ou convenientes — da denúncia é a ausência de registros de consumo de combustível relacionados ao caso.

Ou seja: o carro circula, acontece a infração, o episódio existe, mas o rastro administrativo… evapora. Em política, quando o rastro some, o cheiro aumenta.

A tal “coincidência” que ninguém compra

A denúncia fala em “coincidência praticamente insustentável” entre o nome do infrator e o do secretário. E convenhamos: coincidência, nesse nível, já não é coincidência. É quase uma assinatura.

E a pergunta que não quer calar: vai cair ou vão segurar?

A ADICC pede exoneração imediata. E aí entra o verdadeiro teste não o do bafômetro, mas o da gestão: Vai agir com firmeza? Ou vai entrar no modo clássico: finge que não viu, empurra com processo, espera o povo esquecer.

Só tem um detalhe: quando envolve carro oficial, álcool e autoridade pública… o povo não esquece fácil.

No fim, sobra a cena

Um secretário que deveria dar exemplo. Um carro que deveria servir ao povo. Um teste que deveria ser simples. E uma recusa que diz muito mais do que qualquer sopro poderia revelar.

Porque, no fim das contas, o problema nem é o bafômetro.
O problema é quando quem deveria conduzir a ordem… resolve dirigir o caos.

SELIC NAS ALTURAS: o que isso tem a ver com o preço do picolé em Valença?

Enquanto muita gente ouve falar da tal da SELIC e acha que isso é assunto distante, coisa de economista engravatado em Brasília… a verdade é bem diferente: essa taxa mexe diretamente no bolso do valenciano e até no preço do picolé que você compra na esquina.

Hoje, com a taxa básica de juros girando em torno de 15%, o Brasil pisa no freio da economia. E quando o freio aperta, meu amigo, o impacto chega rápido.

O fornecedor paga mais caro para produzir. O comerciante paga mais caro para comprar. E, no final da linha… quem paga a conta é você.

Na prática, tudo encarece: do material de construção ao sorvete de cada dia. E não para por aí.

Com juros altos, financiar uma casa vira missão quase impossível. Parcelas sobem, crédito trava e muita gente desiste do sonho da casa própria. O mesmo acontece com empréstimos e compras parceladas o que era viável ontem, hoje já pesa no bolso.

Por outro lado, quem tem dinheiro guardado até comemora: os rendimentos sobem. Mas aí vem o outro lado da moeda — com menos gente consumindo, o comércio sente, a economia esfria e o dinheiro para de circular.

É aquele velho dilema: o governo sobe os juros para segurar a inflação, mas acaba segurando também o crescimento. E é aí que entra a pergunta que não quer calar: até que ponto vale esfriar a economia para tentar controlar os preços?

Enquanto isso, na vida real, longe dos gráficos e relatórios, o povo sente no dia a dia:

  • o carrinho do mercado mais caro
  • o crédito mais difícil
  • e até aquele velho picolé… já não custa mais o mesmo

No fim das contas, a SELIC pode até parecer uma sigla complicada, mas o efeito dela é simples: quando ela sobe, o dinheiro some da rua, quando ela desce, a economia volta a respirar.

E por aqui, no calor de Valença, a gente sabe bem: dinheiro parado não refresca ninguém.

Arquipélago de Cairu reforça tradição de convivência pacífica e respeito à diversidade

O município-arquipélago de Cairu sempre foi reconhecido não apenas por suas belezas naturais, mas também pelo espírito acolhedor de sua gente. Ao longo da sua história, o destino construiu uma identidade marcada pela convivência pacífica, pelo respeito às diferenças e pela hospitalidade com visitantes que chegam de várias partes do Brasil e do mundo.

Essa diversidade é uma das riquezas de Cairu. Turistas de diferentes nacionalidades, culturas e religiões encontram no arquipélago um ambiente de diálogo, troca de experiências e convivência respeitosa. Esse encontro entre povos e culturas faz parte do cotidiano do destino e ajuda a fortalecer sua vocação para o turismo e para a integração entre pessoas.

Nesse contexto, valores como respeito, tolerância e convivência harmoniosa sempre foram pilares importantes para a comunidade local. O Arquipélago de Cairu se orgulha de ser um território de paz, onde moradores e visitantes compartilham espaços, tradições e experiências de forma respeitosa.

Aberto ao mundo, o arquipélago segue recebendo visitantes de braços abertos, preservando sua cultura, suas tradições e o espírito acolhedor que marca sua história. Um lugar onde diferentes culturas se encontram e onde a hospitalidade continua sendo um dos traços mais fortes da identidade local.

Michele cutuca APLB e deixa no ar: silêncio é conveniência política?

Hoje, na sessão da Câmara Municipal, a vereadora Michele resolveu cutucar, e não foi de leve, a APLB. O alvo? A falta de cobrança mais firme por reajuste salarial dos professores.

Segundo a vereadora, o sindicato estaria “calado”. E mais: insinuou que esse silêncio pode ter explicação política, já que a APLB esteve ao lado do prefeito na eleição passada.

Cobrar salário justo nunca será exagero. Mas Michele não ficou só nisso.

Ela avançou uma casa no tabuleiro e colocou uma dúvida pesada no ar: a APLB estaria “sumida”, “quieta” e convenientemente silenciosa após ter caminhado com o prefeito na campanha?

Trump fala grosso, mas com o Brasil a conversa muda de tom

Trump até pode bater na mesa… mas invadir o Brasil já é outro campeonato

No mundo da política internacional, tem muito líder que gosta de posar de xerife global. Fala grosso, aponta o dedo, ameaça daqui, pressiona dali… e, vez ou outra, resolve testar até onde pode ir.

Foi assim que os Estados Unidos agiram na Venezuela recentemente.
E aí surge a pergunta que começa a rodar nos bastidores, nas redes e até nas mesas de bar: “e se resolvessem fazer isso com o Brasil?”

Calma, respira… porque aí o buraco é bem mais embaixo.


Brasil não é quintal, é continente

https://images.openai.com/static-rsc-3/vdLPLHtFvZWECUX6KC5elvd3bhVDLi1Kvii1tBC19ly75f78XOICmwuumXhClHBhJlAzLE77liyl8WTfD7G7v8bC6TdY1Ac3EPa00I4ott0?purpose=fullsize&v=1

Diferente de outros países da região, o Brasil não é uma peça pequena no tabuleiro.

Estamos falando de:

  • território continental
  • mais de 200 milhões de habitantes
  • Forças Armadas estruturadas
  • peso político e econômico global

Invadir o Brasil não seria uma operação… seria uma aventura de proporções gigantescas. Não é missão de filme. É coisa que mexe com o mundo inteiro.


Trump fala grosso, mas sabe onde pisa

https://images.openai.com/static-rsc-3/AlZ2-de1eTocDr3XmjtT05eYFX_ihE0I7JV_a5zfmNB1jJQ1kV3sLxL5ue4C8Zef5VscBqSOVAgLXZsMIKx7uDn-1NE8aqvcGch0UpMB2B4?purpose=fullsize&v=1

Donald Trump gosta de um discurso duro. Isso não é novidade pra ninguém. Mas transformar discurso em invasão contra o Brasil seria:

  • comprar briga com a maior potência da América do Sul
  • provocar reação em cadeia na América Latina
  • gerar crise global imediata

Ou seja: não é só “querer”. É saber que o preço pode sair caro demais.


Lula cutuca… mas joga no campo diplomático

Luiz Inácio Lula da Silva não perde a chance de dar suas alfinetadas. Mas isso faz parte do jogo político. É disputa de narrativa, não preparação para guerra.

O Brasil hoje aposta em:

  • articulação internacional
  • fortalecimento de blocos como BRICS
  • pressão diplomática

Nada de confronto direto.


Se mexer com o Brasil… o barulho é outro

https://images.openai.com/static-rsc-3/JhcdfR8vGB7Ltl1AK3oUEuevu51tZO64NF5bSSPAYa40UPNO-ihIw4gRVTTzFKNjn8Yt-cNWaPMyk7BEWklxNwVfa5RbI3MCK8RqauNSEHg?purpose=fullsize&v=1

Se alguém resolvesse cruzar essa linha, a reação não seria tímida:

  • América Latina inteira se movimenta
  • Organização das Nações Unidas entra em cena
  • China e outros parceiros econômicos reagem
  • mercados globais entram em pânico

Não seria só uma crise. Seria um terremoto geopolítico.


Então… existe esse risco?

Sendo direto, no estilo que o leitor gosta:

Invasão militar do Brasil? Quase zero de chance. Pressão política, econômica e diplomática? Totalmente possível.

O jogo com o Brasil é outro. Não é na base do fuzileiro desembarcando na praia. É no aperto econômico, na tensão diplomática e na queda de braço internacional.


Resumo estilo Blog do Pelegrini

Trump pode até bater na mesa e levantar a voz. Mas quando olha para o Brasil… ele não vê uma porta.

Vê um portão de ferro. E desses que, se alguém tentar arrombar, o barulho não fica só na vizinhança… ecoaria no mundo inteiro.

Será que Trump tem coragem de invadir Cuba?

Trump rosna, o mundo observa… e Cuba segue no meio do tabuleiro

Tem coisa na política internacional que parece cena de filme antigo reprisado: o sujeito levanta a voz, bate na mesa e ameaça… e o resto do mundo fica ali, olhando, calculando, medindo até onde aquilo é blefe ou jogo real.

Foi mais ou menos isso que aconteceu com as recentes falas de Donald Trump sobre Cuba.

Trump fala grosso, aponta o dedo, promete endurecer… e pronto: já tem gente achando que amanhã vai ter navio americano ancorando em Havana com banda tocando e bandeira tremulando.

Calma lá.


A ilha não é mais aquela do tempo da Guerra Fria

https://images.openai.com/static-rsc-3/-uc59HaaXeboR8xlH61yEMKoEuqYH0KHqW1AV5hCcnac7W_VBx-fQldEE-1zEVK8AietpTz3YoAMPXJfwWNGRopVIyuRr0mdKHJeIA_MxWc?purpose=fullsize&v=1

Na época da antiga União Soviética, Cuba era praticamente um “posto avançado” no quintal dos Estados Unidos. Qualquer movimento mais brusco e já tinha tensão global no ar.

Hoje, o cenário é outro.

A ilha continua importante? Sim. Mas não é mais o centro do mundo.

Sem a União Soviética bancando tudo, Cuba passou a viver mais na base da resistência do que da proteção internacional.


Trump ameaça… mas até onde ele pode ir?

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/cd/US_Navy_031130-N-3653A-002_USS_George_Washington_%28CVN_73%29_Carrier_Strike_Group_formation_sails_in_the_Atlantic_Ocean.jpg

Os Estados Unidos têm força para pressionar Cuba? Têm de sobra.

Mas transformar discurso em ação militar é outra história. E aí entram os freios:

  • invadir Cuba hoje seria um escândalo internacional
  • pegaria mal até para aliados históricos
  • abriria um precedente perigoso no mundo

E tem um detalhe que pouca gente lembra: os EUA já têm um pé dentro de Cuba, com a base de Guantánamo. Não é exatamente uma terra desconhecida para eles.

Ou seja: não é falta de capacidade… é cálculo político.


E a Rússia? Cadê aquela de antigamente?

https://images.openai.com/static-rsc-3/D93vDZnAAKZW1sHm9dAylLI8eJPWr0H_3WSsv1Vl9LYRVVEUFr7rkONs0TrucmGAMv_8riAUdhnu8YKgf6UfSE2DAFy3-H1AluHEdUA_Cb0?purpose=fullsize&v=1

A Rússia de hoje não é a União Soviética que bancava Cuba com dinheiro, petróleo e proteção militar constante.

Se os EUA apertarem mais:

  • a Rússia vai reclamar
  • vai fazer discurso duro
  • pode até mandar navio para “visita estratégica”

Mas entrar em confronto direto? Nem de longe.

O mundo mudou… e o bolso também.


E o resto do planeta? Muito barulho, pouca pólvora

Se houver escalada, o script já é conhecido:

  • América Latina protesta
  • Organização das Nações Unidas convoca reunião
  • Europa critica
  • China observa e solta nota diplomática

Resultado: muita fala… pouca ação prática.

Ninguém quer comprar uma briga direta com os Estados Unidos por causa de Cuba.


No fim das contas… quem segura o rojão?

Cuba.

Sozinha? Não exatamente. Mas sem guarda-costas disposto a entrar na briga de verdade.


Resumo

Trump late alto para plateia. O mundo responde com nota oficial e cara fechada. A Rússia faz pose de longe.

E Cuba… continua ali, no meio do tabuleiro, levando pressão dos dois lados e sobrevivendo como sempre: na marra, na diplomacia e na resistência.

No xadrez global de hoje, ninguém quer derrubar o tabuleiro. Mas também ninguém corre para salvar a peça mais exposta.

E a ilha segue… firme, cercada e acostumada com o vento forte.

Zé Cocá vira “noivo cobiçado” da política baiana

Na política da Bahia tem hora que parece festa de casamento… só que sem padre, sem igreja e com vários pretendentes disputando o mesmo noivo. E o noivo da vez atende pelo nome de Zé Cocá.

Segundo matéria do jornal A Tarde, o MDB resolveu abrir conversa com o prefeito de Jequié, hoje filiado ao Progressistas, que vem sendo apontado como possível vice na chapa da oposição liderada por ACM Neto para a eleição de 2026.

Quem apareceu como emissário foi ninguém menos que Geddel Vieira Lima, velho conhecido das articulações políticas que acontecem longe dos microfones e bem perto dos telefones.

Mas, segundo o próprio Geddel, Cocá preferiu colocar o pé no freio e não avançar na conversa agora. Traduzindo do idioma político para o português do povo: ninguém quer entrar em barco antes de saber se ele vai navegar ou afundar.

E não é para menos. Na política baiana, ser cotado para vice pode significar duas coisas:

1- Você virou peça importante no tabuleiro.
2- Ou virou peça que todo mundo quer usar para atrapalhar o jogo do adversário.

Às vezes é até as duas coisas ao mesmo tempo.

A verdade é que Zé Cocá passou a despertar interesse porque representa algo que os partidos vivem procurando desesperadamente: voto no interior. E quem conhece eleição na Bahia sabe que governo não se ganha apenas na capital. O mapa eleitoral do estado é grande, cheio de cidades médias e regiões onde prefeitos fortes acabam virando cabos eleitorais de luxo.

Enquanto isso, os partidos ficam nesse namoro político cheio de indiretas, convites discretos e conversas “informais”. É aquele tipo de conversa que oficialmente não aconteceu… mas todo mundo sabe que aconteceu.

No fim das contas, essa movimentação revela uma coisa simples: a eleição de 2026 já começou, mesmo que oficialmente ninguém admita.

E quando começam a disputar o vice antes mesmo de anunciar o governador, é sinal claro de que o tabuleiro está sendo montado.

Agora resta saber uma coisa: Zé Cocá vai ser vice de alguém… ou apenas o nome que todo mundo usa para bagunçar o jogo dos outros?

Na política baiana, às vezes o casamento vira divórcio antes mesmo de sair o convite.

Em parceria com o Projeto Ponta do Curral prefeitura inicia reforma da Praça São José no Guaibim

Moradores da Praia de Guaibim acordaram hoje (16), com um movimento que faz bem aos olhos e um barulho que não incomoda os tímpanos, trabalhadores da construção civil amanh eceram fechando a Praça São José com tapumes.

O prefeito Marco Medrado autorizou a revitalização da Praça São José. O investimento é de R$ 980 mil, viabilizado por meio de um Termo de Acordo e Compromisso firmado com o Condomínio Ponta do Curral.

MPS Conbstruções Ltda irá executar a obra com acompanhamento da Secretaria de Infraestrutura, na pessoa do senhor Ivan Maia: “Estamos entregando a ordem de serviço para a empresa que vai realizar as obras de revitalização e reforma da Praça São José. É uma obra importante do ponto de vista social, econômico e do turismo aqui da região. É o início de um projeto de revitalização que foi solicitado pelo prefeito, e a Seinfra tem desenvolvido projetos para revitalizar toda essa área”, afirmou.

A Praça que terá as mesmas condições das praças públicas de Valença, contará com playground infantil pergolados para descanso e convivência, além de um palco para realização de eventos comunitários e culturais.

Já na área voltada ao bem-estar, a praça contará com pista de cooper e academia ao ar livre, incentivando a prática de atividades físicas gratuitas e acessíveis para toda a população.

Outro ponto importante do projeto é a valorização dos trabalhadores que já fazem parte da dinâmica do espaço. Ambulantes terão áreas organizadas e integradas à nova estrutura, garantindo melhores condições de trabalho e contribuindo para fortalecer a economia local.

“Entendemos que precisamos desenvolver também a nossa comunidade, para que a gente tenha um desenvolvimento responsável em nossa região. Valença precisa avançar muito e acredito que no Guaibim esse é o pontapé inicial”, destacou Klayton, representante do empreendimento.