Implantação de taxímetro em Valença: Taxistas denunciam transporte clandestino e cobram fiscalização da Prefeitura

A discussão sobre a implantação do taxímetro em Valença trouxe à tona uma reclamação antiga da categoria dos taxistas: a atuação de transportadores clandestinos em pontos estratégicos da cidade.

Durante entrevista, com um taxista (que não quis se identificar), ele afirmou que o principal problema enfrentado pelos profissionais não são os aplicativos de transporte, mas sim pessoas que atuam irregularmente oferecendo corridas a passageiros e turistas, principalmente nas proximidades do atracadouro e dos pontos de desembarque dos ônibus que chegam de Morro de São Paulo e outras localidades.

Segundo ele, os clandestinos chegam a distribuir cartões de contato e abordam passageiros assim que desembarcam, passando a impressão de que são taxistas credenciados. “Eles ficam na porta dos ônibus oferecendo transporte, disputando os passageiros com quem trabalha de forma regular e paga seus impostos”, reclamou.

Para o taxista, a implantação do taxímetro ajudará a regulamentar os preços das corridas, trazendo mais transparência para os usuários, mas não resolve o problema da concorrência irregular.

“O taxímetro serve para organizar os valores cobrados. O nosso maior problema continua sendo o transporte clandestino”, destacou.

O taxista também demonstrou preocupação com os custos que a categoria terá para adequar os veículos às novas exigências.

Além da instalação dos equipamentos, os profissionais precisarão arcar periodicamente com aferições obrigatórias junto aos órgãos competentes para manter a regularidade do serviço.

Apesar das mudanças no setor, ele afirmou que os taxistas já aprenderam a conviver com outras modalidades de transporte, como os mototáxis e os aplicativos.

“Hoje existe uma convivência normal. O que queremos é igualdade de condições e fiscalização para quem trabalha fora da lei”, explicou.

Ao final da entrevista, o taxista fez um apelo ao poder público municipal para que intensifique a fiscalização em pontos onde, segundo ele, ocorre a maior concentração de transporte clandestino.

Para ele, a atuação da Guarda Municipal e dos agentes de trânsito seria fundamental para coibir a prática e garantir que apenas profissionais devidamente autorizados realizem o transporte remunerado de passageiros em Valença.

Medrado regulariza contas e garante novos investimentos para Valença

A Prefeitura de Valença conquistou a Certidão Negativa de Débitos Federais (CND), documento que comprova a regularidade do município junto à União e que há anos impedia o acesso a importantes recursos federais.

A conquista ocorre após um intenso trabalho da gestão do prefeito Marcos Medrado, que recentemente revelou ter enfrentado um sequestro de cerca de R$ 8 milhões devido a pendências antigas.

Sem se intimidar, Medrado promoveu a regularização das contas municipais e garante que Valença está agora com a situação fiscal limpa, sem risco de novos bloqueios.

Com a CND em mãos, o município fica apto a receber investimentos, firmar convênios, captar emendas parlamentares e ampliar obras e serviços para a população.

Rafa de Hildécio defende mandato conectado às realidades de toda a Bahia

Quem acompanha a trajetória do pré-candidato a deputado estadual Rafa de Hildécio percebe que sua agenda tem ultrapassado os limites do Baixo Sul baiano.

Com visitas frequentes a diversas regiões do estado, Rafa afirma que conhecer de perto a realidade dos municípios é fundamental para a construção de um mandato eficiente e comprometido com as necessidades da população.

Segundo ele, a Bahia é um estado de grande diversidade geográfica, econômica e social, o que exige atenção especial na elaboração de políticas públicas e projetos voltados para cada região.

“Precisamos desenvolver projetos que beneficiem todo o povo baiano. Para isso, é necessário conhecer cada canto do estado e entender suas necessidades específicas. Não faz sentido propor soluções iguais para realidades completamente diferentes. Enquanto algumas regiões possuem abundância de rios e chuvas, outras convivem com a seca e precisam de investimentos prioritários em abastecimento de água e infraestrutura hídrica”, destacou.

Com esse entendimento, Rafa tem ampliado seu roteiro de visitas pelo interior baiano. Natural do Baixo Sul, ele esteve recentemente em Barreiras, no Oerste da Bahia, região com características e desafios distintos daqueles encontrados em sua terra natal.

Para o pré-candidato, ouvir a população, conhecer as demandas locais e compreender as particularidades de cada município são passos essenciais para construir propostas mais eficazes e garantir que os investimentos públicos cheguem onde realmente são necessários.

A estratégia reforça a visão de que um representante estadual deve atuar com olhar amplo sobre a Bahia, buscando soluções que respeitem as diferenças regionais e promovam o desenvolvimento equilibrado em todo o estado.

Forró da OAB: Quando tem muita comida e bebida, Até a Crítica Entra em Recesso!

Parece que finalmente descobriram o caminho mais curto para conquistar o coração de Irene Dóres: uma mesa farta, licor à vontade e quitutes suficientes para abastecer um pequeno arraiá!

Quem acompanha as análises juninas da blogueira sabe que, em anos anteriores, sobravam observações sobre a falta de comida, bebida e organização.

Mas desta vez a história foi diferente. Pelo visto, a turma da OAB resolveu não economizar e montou uma verdadeira operação “Deixe Irene Feliz”.

Em sua avaliação da festa, Irene destacou que o Forró da OAB estava lotado. Mas, segundo os comentários de quem ouviu seu relato, a quantidade de comida parecia disputar cabeça a cabeça com a quantidade de convidados. Questionada sobre quem encontrou por lá, a resposta foi digna de registro histórico:

“Sei lá… tinha muito licor, 80 litros…”

A partir daí, ficou difícil saber se ela estava fazendo uma cobertura jornalística ou um inventário gastronômico. A satisfação estampada no rosto era tão evidente que nem precisava de legenda.

E a generosidade não parou por aí. Dizem as más línguas que a presidente da OAB ainda autorizou uma tradicional “sacolinha da saudade”.

Irene, sempre previdente, tratou de garantir uma amostra estratégica de cada quitute. Um pacote seguiu de Uber e outro foi despachado de mototáxi, para evitar qualquer risco de sobrecarga logística.

A fartura era tanta que Irene chegou a dizer que, se o São João acabar mais cedo, a OAB ainda terá estoque suficiente para abrir o São João do ano que vem.

Se continuar nesse ritmo, Irene pode acabar criando uma nova categoria de avaliação de festas: cinco estrelas para a organização e dez panelas para a cozinha!

Fontes informaram que Irene chegou à festa como blogueira e saiu como fiscal oficial da qualidade dos quitutes. Houve quem tentasse falar sobre a banda, a decoração e a programação, mas ela estava ocupada verificando a procedência do licor e a maciez do bolo de milho.

A organização da festa saiu tão satisfeita quanto Irene. Afinal, pela primeira vez em muitos anos, ninguém ouviu reclamação de Irene sobre falta de comida. Pelo contrário: a preocupação agora é descobrir onde ela vai guardar o restante da lembrancinha.

Marco Rubio: um ‘latino-americano frustrado’ querendo ditar regras no mundo

Lula diz não aceitar tratamento dos EUA com tarifaço e chama Rubio de ‘latino-americano frustrado’

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, parece acreditar que tem a missão de julgar quais países são bons ou maus para os interesses americanos.

Em declarações recentes, colocou o Brasil e outras nações em uma espécie de lista de países considerados nocivos aos interesses dos Estados Unidos, como se tivesse autoridade para classificar governos e povos soberanos.

A postura soa como uma tentativa de interferência política disfarçada de preocupação diplomática. Não é segredo para ninguém que setores da política americana acompanham de perto os acontecimentos brasileiros e demonstram preferência por determinados grupos políticos.

Muitos enxergam nesse movimento uma tentativa de influenciar o cenário eleitoral do Brasil, beneficiando aliados ideológicos e enfraquecendo adversários.

Enquanto isso, o povo brasileiro segue decidindo seu próprio destino nas urnas, sem precisar de tutores estrangeiros.

O Brasil é uma nação soberana e não cabe a nenhum representante de outro país determinar quais caminhos os brasileiros devem seguir.

No fim das contas, as declarações de Rubio podem gerar manchetes e alimentar debates políticos, mas quem definirá o futuro do Brasil continuará sendo o eleitor brasileiro.

E a disputa eleitoral mostrará, mais uma vez, que a vontade popular é muito mais forte do que qualquer pressão vinda de fora.

Ana Fraga questiona condução da sessão e cobra tratamento igualitário na Câmara de Valença

A sessão da Câmara de Vereadores de Valença desta semana foi marcada por um momento de tensão envolvendo a vereadora Ana Fraga e o vereador Luiz do Boi, que presidia os trabalhos na ausência do presidente da Casa.

A discussão teve início durante a apreciação de um veto do Poder Executivo a um projeto de lei que previa a identificação dos serviços públicos instalados em imóveis alugados pela Prefeitura. A proposta buscava informar à população quais órgãos ou repartições funcionam em cada prédio locado pelo município.

Durante o debate, Ana Fraga demonstrou insatisfação com o veto e classificou a situação como uma “vergonha”, afirmando que a Câmara estava discutindo algo que, em sua avaliação, não deveria sequer ter sido vetado pelo Executivo.

Posteriormente, o presidente da Câmara, Bertolino Júnior, participou da sessão de forma remota e rebateu as declarações da vereadora, afirmando que a Câmara não fazia vergonha e defendendo a atuação do Legislativo.

Após a manifestação de Bertolino, Ana Fraga solicitou um aparte para esclarecer que, ao utilizar expressões críticas durante sua fala anterior, estava se referindo ao veto do Executivo e não à Câmara Municipal.

Segundo a vereadora, sua crítica era direcionada à decisão do gestor de barrar um projeto que considerava importante para garantir mais transparência à população.

Foi nesse momento que surgiu a controvérsia. De acordo com Ana Fraga, ao tentar responder às observações feitas por Bertolino, ela foi advertida pelo vereador Luiz do Boi para se limitar ao mérito do projeto em discussão.

Já no encerramento da sessão, a vereadora voltou ao assunto e questionou a condução dos trabalhos. Ana Fraga pediu explicações sobre o motivo de ter sido impedida de responder ao pronunciamento de Bertolino, enquanto, segundo ela, o presidente da Câmara teve liberdade para abordar temas que extrapolavam o conteúdo do projeto.

O questionamento gerou um momento de desconforto no plenário. Ao ser cobrado pela vereadora, Luiz do Boi tentou justificar sua decisão, mas o episódio acabou repercutindo entre os presentes e levantou discussões sobre a igualdade de tratamento no uso da palavra durante as sessões legislativas.

O episódio mostra que, além dos debates sobre os projetos em pauta, a Câmara de Valença também enfrenta discussões sobre a condução dos trabalhos e o respeito às prerrogativas parlamentares, temas que continuam despertando atenção tanto dos vereadores quanto da população que acompanha as sessões.

Cairu investe em educação, cultura e turismo para construir um futuro cada vez mais forte

O município de Cairu vive um momento de fortalecimento em diversas áreas fundamentais para o seu desenvolvimento. Enquanto as escolas da rede municipal promovem ações de conscientização contra o bullying, a cultura ganha destaque com a realização do 1º Encontro Forrozeiro e o turismo avança com um novo planejamento estratégico voltado ao crescimento sustentável do arquipélago.

Na área da educação, estudantes da sede do município participaram da culminância do projeto “Bullying Não é Legal”, iniciativa que mobilizou alunos, professores e famílias na promoção do respeito, da empatia e da convivência harmoniosa. A ação reforçou a importância do combate à violência e da valorização das diferenças dentro do ambiente escolar.

Já no campo cultural, Cairu se prepara para realizar, nos dias 5 e 6 de junho, o seu 1º Encontro Forrozeiro. Com apresentações musicais, oficinas, danças e manifestações tradicionais, o evento promete reunir moradores e visitantes em uma grande celebração da cultura nordestina, fortalecendo as tradições populares e ampliando o calendário cultural do município.

O turismo, principal motor da economia local, também ganhou novos horizontes com a apresentação do planejamento estratégico para o setor. Durante o painel “O Turismo do Arquipélago de Cairu em Movimento”, foram anunciadas ações que incluem a revitalização do centro histórico da cidade, novos investimentos em infraestrutura, fortalecimento da identidade turística do destino e projetos voltados à sustentabilidade e ao crescimento ordenado da atividade.

As iniciativas demonstram o compromisso da gestão municipal em promover um desenvolvimento integrado, onde educação, cultura e turismo caminham juntos para gerar oportunidades, fortalecer a identidade local e melhorar a qualidade de vida da população. Com planejamento e investimentos, Cairu segue consolidando sua posição como uma das referências da Bahia em desenvolvimento social, cultural e turístico.

Consumidor às Cegas: Quem Está Mexendo no Seu Celular Quando Ele Vai para a Assistência Técnica?

Trocar a tela de um celular quebrado virou uma necessidade comum para milhares de brasileiros. O problema é que, junto com o aparelho, muitas vezes o consumidor entrega algo ainda mais valioso: sua privacidade, seus dados pessoais e sua confiança.

Essa é uma reflexão que merece ser feita por todos nós.

Uma troca de tela de celular atualmente pode custar entre R$ 250 e R$ 280, às vezes até mais, dependendo do modelo do aparelho. O consumidor paga o valor, mas quase nunca recebe informações detalhadas sobre a peça que está sendo instalada. É original? É paralela? Qual a procedência? Qual a garantia real daquele componente? Na maioria dos casos, essas informações não são apresentadas de forma clara.

Mas a preocupação vai além do preço.

Em muitas assistências técnicas, o aparelho é levado para os fundos da oficina, longe dos olhos do cliente. A partir daquele momento, ninguém sabe exatamente o que está sendo feito no equipamento. Em alguns casos, o celular fica horas ou até dias sob a responsabilidade de pessoas que o proprietário sequer conhece.

Outra situação que gera desconforto é a exigência da senha do aparelho. É compreensível que alguns testes técnicos precisem ser realizados, mas será que o consumidor tem garantias suficientes sobre quem terá acesso às suas informações pessoais? Fotos, conversas, documentos, aplicativos bancários e dados sensíveis ficam literalmente na palma da mão de terceiros.

Pior ainda são os relatos que circulam há anos envolvendo acessos indevidos a galerias de fotos e arquivos pessoais de clientes. É claro que existe uma enorme quantidade de profissionais honestos e competentes no setor. Porém, basta um único caso de desrespeito à privacidade para causar um enorme prejuízo moral ao consumidor.

Minha indignação aumentou após uma experiência pessoal.

Levei meu celular para trocar a tela. O serviço foi realizado, o aparelho foi testado na minha frente e aparentemente tudo estava funcionando normalmente. Voltei para casa acreditando que o problema havia sido resolvido.

Dias depois, durante uma limpeza do aparelho, notei que a tampa traseira apresentava algumas marcas que antes não existiam. Não dei muita importância. Continuei utilizando o celular normalmente.

Meses depois, porém, percebi algo muito mais grave: a bateria começou a inchar. Pouco tempo depois, o aparelho praticamente deixou de funcionar.

Não estou afirmando que houve qualquer irregularidade. Não tenho provas disso e sequer faria sentido apontar culpados tanto tempo depois. Mas o episódio me fez lembrar de relatos semelhantes que já ouvi de outras pessoas.

Uma delas contou que, após um reparo, desconfiou que sua bateria havia sido substituída por uma peça usada. Segundo o relato, somente após ameaçar levar o caso às redes sociais e à Justiça conseguiu uma solução junto à oficina responsável.

São histórias como essas que levantam uma questão importante: o consumidor está realmente protegido quando entrega seu celular para manutenção?

Talvez tenha chegado a hora de o setor buscar mais transparência.

Por que não permitir que o cliente acompanhe determinados procedimentos? Por que não fotografar o estado interno do aparelho antes do reparo? Por que não registrar em vídeo a substituição de peças mais caras? Por que não emitir um laudo detalhado informando exatamente quais componentes foram trocados e quais permaneceram no aparelho?

A tecnologia evoluiu. Os celulares armazenam hoje boa parte da vida das pessoas. Não estamos falando apenas de um aparelho eletrônico. Estamos falando de fotos de família, documentos, senhas, contas bancárias, registros profissionais e informações pessoais.

A grande maioria das assistências técnicas trabalha de forma séria e honesta. Mas justamente para proteger esses profissionais e dar mais segurança aos consumidores, mecanismos de transparência deveriam se tornar regra, e não exceção.

Fica a reflexão: quando você entrega seu celular para um conserto, você realmente sabe o que acontece com ele enquanto está longe das suas mãos?