Rafa cruza a Bahia e conquista o povo com seu jeito diferente de fazer política

Quando acompanhamos os vídeos e as fotografias das viagens de Rafa pela Bahia, percebemos a dimensão de sua caminhada. Ele vai de Campo Alegre de Lourdes, no norte do estado, até Mucuri, no extremo sul, aproximando-se das pessoas e construindo amizades por onde passa.

É admirável a integração que Rafa vem promovendo durante sua campanha. Aos poucos, nasce uma ligação forte e verdadeira entre ele e o povo baiano. Não parece uma aproximação fabricada apenas para o período eleitoral: Rafa conversa, abraça, escuta e deixa as portas abertas para retornar.

Sempre digo que Rafa é um político diferente. Ele possui uma facilidade impressionante para conquistar as pessoas. Recentemente, alguém que trabalha em sua campanha aqui em Valença — e cujo nome prefiro preservar — fez um comentário que resume muito bem essa realidade:

“Rapaz, como é bom trabalhar para Rafa! Não encontramos rejeição. Todo mundo fala bem dele.”

É muito bom saber que temos um político desse quilate, tratado com carinho e respeito em tantos lugares. Onde Rafa chega, as pessoas querem abraçá-lo, conhecê-lo e pedir que volte. Ele não visita apenas municípios: cria vínculos e faz amizades.

Que Deus permita que Rafa permaneça assim: um bom cidadão, um homem simples, acessível e gente boa. A Bahia precisa de representantes que gostem verdadeiramente do seu povo e façam um trabalho capaz de despertar orgulho.

Continue firme nessa luta, Rafa. A estrada é longa, a Bahia é imensa, mas quem caminha ao lado do povo nunca anda sozinho.

Grande abraço e jogue duro!

Cineclube Valença completa dois anos de sucesso do projeto cultural

O Cineclube Valença completou dois anos de existência no último domingo (13/09), encerrando sua segunda temporada de exibições. Como já é tradição, a sessão foi seguida por um debate enriquecedor e pelo sorteio de prêmios para o público presente.

O projeto tem como propósito promover o diálogo, a reflexão e o pensamento crítico por meio da exibição mensal de obras selecionadas. As sessões ocorrem uma vez por mês no Cine Vitória, sob a curadoria de Alex Paixão Oliveira, Ed Persona e Rodrigo Santos.

O grande diferencial do Cineclube está na experiência pós-sessão, um espaço aberto onde os participantes interagem, trocam ideias e expressam suas percepções a partir do filme exibido. Mais do que exibir produções audiovisuais, a iniciativa busca fortalecer a formação cultural da cidade e permitir que o acesso ao cinema seja uma ferramenta de transformação social.

Sem fins lucrativos, sem patrocinadores e sem verbas públicas, o Cineclube Valença é mantido de forma totalmente independente, contando apenas com a colaboração e a generosidade de amigos parceiros que doam brindes para os sorteios e com a grande parceria de Antônio Claúdio do Cine Vitória garantindo assim a existência do projeto em Valença.

Essa trajetória de dois anos reafirma a força da cultura comunitária e o poder do cinema em unir e transformar pessoas.

Raimundo Costa leva sua mensagem a Igrapiúna e destaca a força da boa escolha política

O deputado federal Raimundo Costa segue ampliando sua presença nos municípios baianos e, desta vez, esteve em Igrapiúna, onde conversou com a população e destacou a importância de escolher representantes comprometidos com suas comunidades.

Durante seu discurso, Raimundo agradeceu a Deus pela oportunidade de retornar ao município e lembrou que o voto é uma ferramenta capaz de transformar a realidade de uma cidade.

“Vocês sabem da importância de elegerem os seus representantes. Há dez anos, fizeram esse exercício de escolha no município e hoje podem perceber o quanto essa decisão foi importante”, declarou o deputado.

Natural de Valença e atualmente no segundo mandato na Câmara Federal, Raimundo Costa representa não apenas sua terra natal, mas toda uma região que precisa continuar tendo voz, presença e força política em Brasília.

Sua reeleição será importante para Valença, Igrapiúna e todo o Baixo Sul. Quanto mais forte estiver um representante da nossa terra, maiores serão as possibilidades de buscar investimentos, defender projetos e abrir portas para beneficiar os municípios da região.

Raimundo Costa conhece as necessidades do nosso povo e carrega consigo a experiência acumulada ao longo de dois mandatos. Agora, percorre novamente a Bahia, dialogando com as comunidades e reforçando sua disposição para continuar trabalhando.

Para nossa região, sua permanência em Brasília não é apenas uma vitória pessoal ou eleitoral. É a oportunidade de manter um filho de Valença ocupando espaço e defendendo os interesses de toda a nossa gente. Afinal, quando um representante da terra cresce, a região inteira pode crescer junto.

Antes de condenar Moraes, é preciso mostrar as provas

A nova crise dentro do Supremo Tribunal Federal está sendo apresentada por alguns setores como se Alexandre de Moraes já tivesse sido apanhado cometendo algum crime. Calma lá! Até agora, existem questionamentos, mensagens atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro e muitas acusações. Mas prova concreta de irregularidade praticada por Moraes ainda não apareceu.

Ninguém conhece, até este momento, o conteúdo completo das supostas respostas dadas pelo ministro a Vorcaro. Aliás, nem sequer está devidamente esclarecido se houve alguma resposta comprometedora. Portanto, não é correto montar a forca antes de realizar o julgamento.

André Mendonça apresentou um relatório da Polícia Federal e abriu caminho para uma investigação contra Moraes. O problema é que a movimentação acontece num ambiente carregado de interesses políticos. Mendonça foi indicado ao STF por Jair Bolsonaro, justamente o líder do grupo político enfrentado duramente por Alexandre de Moraes nos últimos anos.

E isso não pode ser ignorado.

Moraes teve papel fundamental na defesa da democracia brasileira. Quando o país enfrentou ataques às urnas, ameaças às instituições, acampamentos diante de quartéis e até uma tentativa de golpe, ele não se escondeu atrás da toga. Assumiu a responsabilidade e enfrentou a confusão com pulso firme.

Pode-se concordar ou discordar de algumas decisões do ministro. Isso faz parte da democracia. Mas é difícil negar que, sem a firmeza de Alexandre de Moraes, o Brasil poderia ter mergulhado numa bagunça institucional ainda maior.

Por isso, a ofensiva comandada por André Mendonça precisa ser observada com muita atenção. Seria uma investigação realmente baseada em fatos ou uma tentativa de atingir justamente o ministro que mais enfrentou o bolsonarismo e seus ataques à democracia?

Moraes afirma que o relatório é uma “farsa” e uma vingança política pelas condenações relacionadas à trama golpista. Mendonça nega qualquer irregularidade em sua atuação. Agora cabe ao STF esclarecer tudo, com transparência e dentro da lei.

Se surgirem provas contra Moraes, que sejam apresentadas e analisadas. Ninguém está acima da lei, nem mesmo um ministro do Supremo. Mas, enquanto essas provas não aparecem, não podemos permitir que suspeitas sejam vendidas como condenação.

O bolsonarismo passou anos atacando Alexandre de Moraes porque encontrou nele uma barreira. Agora, vê-se novamente o ministro no centro de uma ofensiva, desta vez iniciada dentro do próprio Supremo.

Investigar é legítimo. O que não pode é transformar investigação em instrumento de vingança política. Antes de apontar o dedo para Moraes, Mendonça e seus apoiadores precisam colocar as provas sobre a mesa. Porque acusação sem prova é apenas acusação — e democracia também significa respeitar o direito de defesa de quem ajudou a defendê-la.

Moraes parte para o ataque e chama relatório apresentado por Mendonça de “farsa”

O clima esquentou de vez no Supremo Tribunal Federal. O ministro Alexandre de Moraes classificou como “farsa” e “vingança político-eleitoral” o relatório apresentado pelo ministro André Mendonça, que pode resultar na abertura de uma investigação contra ele.

Em uma manifestação de 44 páginas enviada ao presidente do STF, Edson Fachin, Moraes negou qualquer favorecimento ao Banco Master ou ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo ele, os mais de 7.700 documentos analisados na Operação Compliance Zero não apresentaram qualquer indício de crime praticado por sua parte.

O relatório contém supostas mensagens envolvendo Moraes e Vorcaro, além de informações sobre o contrato de R$ 131 milhões firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.

Moraes afirma que nunca atuou em processos relacionados ao banco e também nega ter enviado mensagens para favorecer Vorcaro. Ele argumenta ainda que o banqueiro acabou preso no aeroporto, com celular e passaporte, o que, em sua avaliação, derrubaria a suspeita de vazamento da operação.

O ministro também acusou André Mendonça de determinar, de forma ilegal e sem autorização do plenário, atos de investigação contra um integrante do próprio Supremo. Para Moraes, a divulgação do material em pleno período eleitoral não teria acontecido por acaso.

“Está muito clara a tentativa de vingança dos aliados daqueles que tentaram acabar com a democracia e o Estado de Direito e foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal”, declarou.

O plenário do STF deve decidir nesta terça-feira (15) se autoriza a abertura de uma investigação contra Moraes ou se anula o relatório. O caso revela uma crise pesada dentro da Corte: ministro acusando ministro, relatório contra relatório e cada gabinete puxando a corda para um lado.

Agora, independentemente de quem seja o investigado, o melhor caminho continua sendo apurar tudo com transparência, direito de defesa e respeito às regras. Afinal, quando a briga acontece no andar mais alto da Justiça, o Brasil inteiro fica olhando para ver quem está com a razão — e quem está apenas jogando fumaça no plenário.

Com informações da Folha de S.Paulo.

Sem burocracia nem enrolação: Medrado garante terreno para residência estudantil da UNEB

Quando existe vontade política e compromisso com a educação, as coisas podem acontecer sem dificuldade nem enrolação. O prefeito de Valença, Marcos Medrado, sancionou a Lei nº 3.092, de 3 de setembro de 2026, autorizando a doação de um terreno municipal à Universidade do Estado da Bahia (UNEB).

A área possui mais de 2 mil metros quadrados, fica localizada na Rua Maurílio Sagrado, no bairro Novo Horizonte, e será utilizada para a implantação de uma Residência Estudantil.

O equipamento deverá beneficiar principalmente alunos que vêm de outros municípios para estudar em Valença e enfrentam dificuldades para pagar aluguel e permanecer na cidade durante o curso. Caberá à UNEB estabelecer os critérios de acesso à futura residência.

Nesse caso, não houve resistência nem demora: a solicitação chegou, o processo avançou e Medrado sancionou a lei, colocando o patrimônio público a serviço da educação. É uma atitude republicana, porque atende ao interesse coletivo e fortalece uma instituição pública que recebe estudantes de diferentes lugares da Bahia.

A UNEB terá o prazo de dois anos para implantar a residência. Caso a obra não seja realizada dentro desse período, o terreno retornará ao patrimônio do município.

A decisão merece reconhecimento. Para muitos jovens que sonham com um diploma universitário, uma residência estudantil não representa apenas um lugar para morar: representa a possibilidade de continuar estudando e construir um futuro melhor.

Dia 13, PT na rua… E adesivo até na orelha!

Ontem foi dia 13, número histórico do PT. Era, portanto, a data perfeita para colocar a militância na rua, levantar as bandeiras e mostrar força. O problema é que, em Valença, parece que esqueceram de avisar à militância.

A chamada “bandeirada do PT” aconteceu justamente na Avenida Antônio Carlos Magalhães. Sim, minha gente: os petistas foram balançar bandeiras na avenida que leva o nome de ACM! Só essa coincidência já merecia uma charge.

Na porta do comitê, segundo quem acompanhou, havia algo entre 20 e 30 pessoas. Gente tão pouca e adesivo sobrando tanto que foi preciso colar na testa, no braço, no cotovelo, na barriga e, se bobear, até atrás da orelha. Tudo para não voltar com material para casa!

Para deixar a fotografia ainda mais curiosa, apareceram por lá dois conhecidos bolsonaristas convictos, agora fazendo sinal positivo no meio das bandeiras de Lula e Jerônimo. A política realmente produz cenas que nem o melhor humorista conseguiria inventar.

Também estavam presentes a presidente municipal do PT e nada menos que sete secretários do prefeito Marcos Medrado. Façamos uma conta simples: se cada secretário levasse apenas dez pessoas, seriam pelo menos 70 participantes. Mas, pelo visto, alguns não conseguiram levar nem os parentes mais próximos.

O contraste ficou ainda maior porque, poucos dias antes, Medrado havia colocado milhares de pessoas nas ruas de Valença ao lado de Lula, Jerônimo, Rui Costa e Jaques Wagner. Depois de uma demonstração daquele tamanho, promover uma bandeirada com duas dúzias de pessoas deu a impressão de que o balão político encheu na sexta-feira e amanheceu murcho no domingo.

E aqui fala um petista de carteirinha. O problema do PT de Valença é que o partido parece ter dono e funcionar como herança de família: passa de pai para filho, de marido para mulher e de mulher para irmão. O filiado comum fica olhando de longe, porque não encontra espaço para participar. Um partido que deveria agregar acabou fechado, travado e afastado de boa parte dos próprios petistas.

O PT continua forte nacionalmente porque construiu alianças e conta com outros partidos e lideranças. Mas, em Valença, precisa urgentemente abrir as portas, conversar com seus filiados e deixar de tratar companheiro como inimigo. Militância não aparece por decreto nem nasce dentro de gabinete.

No fim, a bandeirada do dia 13 levantou poucas bandeiras e muitas perguntas. Se não havia gente para receber os adesivos, pelo menos ninguém poderá dizer que faltou criatividade para escolher onde colá-los.

Depois dessa, até Marcos Medrado deve ter olhado a fotografia e pensado:

— Rapaz, era melhor terem deixado as bandeiras guardadas!

É PRECISO UNIDADE PARA AVANÇAR

*Por Raell Costa

A política é feita de diferenças, mas há momentos em que aquilo que nos une precisa falar mais alto. E este é um desses momentos.

Valença e o Baixo Sul conhecem os resultados da parceria construída nos últimos anos. O Hospital e Maternidade Regional, o 31º Batalhão da Polícia Militar, a Nova Orla, o Mercado do Peixe, o SAMU, a Policlínica Regional, o SAC e os mais de 100 quilômetros de pavimentação são conquistas concretas que transformaram a vida da população e mostram a força do trabalho conjunto.

Hoje, as principais lideranças de Valença estão alinhadas ao governador Jerônimo Rodrigues. Essa convergência precisa se transformar em união, força e responsabilidade para garantir que os investimentos continuem chegando e que novas conquistas sejam realizadas.

É tempo de pacificação. É tempo de diálogo. É tempo de deixar as diferenças menores no lugar que lhes cabe e colocar Valença acima delas.

Nos próximos 21 dias, é hora de conversar com a população, defender o que foi feito e mostrar, com clareza e convicção, que a continuidade dessa parceria é o melhor caminho para Valença, o Baixo Sul e toda a Bahia.

Não precisamos concordar em tudo para caminhar juntos no que é essencial. Esta eleição define os rumos da Bahia e pode assegurar a continuidade dos investimentos que Valença ainda precisa para avançar.

Se Jerônimo Rodrigues foi o governador que mais investiu em Valença, isso é fato. Esse reconhecimento precisa se transformar em compromisso, união e decisão política.

Mais importante ainda: precisamos diminuir as pequenas arestas existentes entre nós.

Aos grandes líderes cabe maturidade para este momento histórico. Cabe compreender e respeitar aqueles que, em algum momento, estiveram em campos adversários. A política muda, as circunstâncias mudam e, sobretudo, os desafios exigem essa grandeza.

Esta não é uma eleição municipal. Portanto, cada dia com sua agonia.

Podemos ter histórias, trajetórias e projetos diferentes. Podemos ter divergências e até voltar a estar em campos diferentes amanhã. Mas, diante dos desafios que temos pela frente hoje, não há espaço para divisão. É preciso unir forças. É assim que conquistaremos corações e mentes.

A vitória não será de um grupo ou de um partido. Será de Valença, do Baixo Sul e da Bahia.

É hora de caminhar juntos, manter os investimentos e garantir um futuro com justiça social e com os investimentos necessários para desenvolver Valença, nossa casa, nossa aldeia, nosso lugar no mundo.

Depois, a democracia nos colocará novamente diante de outras escolhas, outros debates e outras disputas.
E tá tudo certo.

Porque ninguém precisa apagar sua história, abandonar seus projetos ou esquecer suas diferenças para compreender o tamanho do momento que estamos vivendo.

Cada dia com sua agonia.
Agora é tempo de unidade.
É preciso unidade para vencer!

*Raell Costa, é Gestor Público (UFRB), militar e está Secretário de Mobilidade e Ordem Pública de Valença