Flávio Bolsonaro viajou com a família em jatinho ligado a Vorcaro

Uma reportagem da revista Piauí, repercutida pela Folha de S.Paulo, revelou que o senador Flávio Bolsonaro viajou dos Estados Unidos para Brasília, em janeiro de 2025, num jatinho que tinha ligação com o empresário Daniel Vorcaro, ex-banqueiro do Banco Master.

No voo estavam Flávio Bolsonaro, sua mulher, as duas filhas e o advogado e empresário Willer Tomaz, que também possuía uma parte do avião.

E tem um detalhe que chamou atenção: é o mesmo jatinho no qual o ministro Alexandre de Moraes foi visto desembarcando meses depois, em agosto de 2025.

A viagem de Flávio aconteceu justamente no período em que havia negociações para que Vorcaro financiasse o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro. Segundo as reportagens, Vorcaro posteriormente colocou pelo menos R$ 65 milhões no projeto.

Willer Tomaz afirmou que costumava oferecer lugares vagos no avião para amigos que viajavam para o mesmo destino, sem cobrar nada. Mas não esclareceu se Flávio e sua família estavam naquele voo a convite dele.

Até a publicação das reportagens, Flávio Bolsonaro e a defesa de Daniel Vorcaro não haviam respondido aos questionamentos da revista piauí sobre o caso.

Resumindo a história: o que está confirmado pela reportagem é que Flávio viajou no jatinho. O que ainda precisa ser esclarecido é quem ofereceu a viagem, em quais condições ela aconteceu e se existe alguma relação entre esse voo e as negociações que estavam acontecendo naquele período.

Acho que esse formato resolve justamente o problema que você comentou: explica até a história da divisão do jatinho sem deixar o leitor tropeçando nos termos jurídicos e empresariais.

Com informações da Folha de São Paulo.

Cezinha assinou contrato para comprar parte de INSTITUTO DE ANDRÉ MENDONÇA

O deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP) assinou um contrato que lhe dava a possibilidade de comprar, no futuro, 4% do Instituto Iter, instituição jurídica lançada pelo ministro do STF André Mendonça em 2023.

Esse documento apareceu no material apreendido pela Polícia Federal durante buscas contra Cezinha e a advogada Valéria Linhares. A operação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino dentro de uma investigação que apura suspeita de comercialização de influência junto a integrantes de tribunais superiores.

Segundo a assessoria de André Mendonça, o negócio nunca foi concretizado. Cezinha teria depositado R$ 19.353 como caução, valor correspondente a 1% das ações, enquanto os outros 3% seriam comprados de outros sócios.

E havia uma condição: segundo a versão apresentada pela assessoria do ministro, Cezinha só poderia efetivamente fazer a compra quando deixasse a política. A previsão era que isso acontecesse em 2027, quando ele já não estivesse exercendo mandato de deputado.

Agora é que a história ganha mais ingredientes.

Cezinha foi justamente quem intermediou, em março de 2025, um encontro entre André Mendonça e Daniel Vorcaro, então controlador do Banco Master.

No mesmo mês daquele encontro, Mendonça pediu vista em um processo relacionado a concessões de cemitérios privados em São Paulo e que envolveria interesses do conglomerado do Master. Posteriormente, quando o julgamento foi retomado, Mendonça votou contra a manutenção de uma decisão individual de Flávio Dino que estabelecia restrições às concessionárias.

A assessoria de Mendonça apresenta outra leitura: afirma que o ministro estava julgando uma questão jurídica geral sobre a possibilidade de concessão de determinados serviços públicos, e não um caso destinado a beneficiar especificamente Vorcaro ou determinada empresa.

Por causa do conjunto de fatos, Flávio Dino pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, que sejam analisados tanto o encontro de Mendonça com Vorcaro quanto atos jurídicos praticados pelo ministro.

Traduzindo tudo: existe um documento mostrando que Cezinha tinha uma opção para comprar parte do instituto ligado a Mendonça; existe uma relação próxima entre os dois; e Cezinha também fez a ponte para o encontro entre Mendonça e Vorcaro.

Mas daí a concluir que houve alguma irregularidade praticada por Mendonça existe uma distância que precisa ser preenchida por investigação e provas. Até aqui, esses fatos levantam perguntas, não dão automaticamente as respostas.

E é justamente por isso que essa história ainda promete novos capítulos.

Porque, quando começam a aparecer contrato, dinheiro, deputado, banqueiro, ministro do Supremo e Polícia Federal na mesma história, o melhor é deixar o juridiquês de lado e acompanhar cada documento com uma lupa na mão.

Rafa passa pela Bolívia e mostra uma campanha que chama atenção pelo corpo a corpo

Ontem foi dia de Rafa de Hildécio visitar a Bolívia, em Valença. E quem acompanhou a caminhada pôde perceber uma característica que vem marcando sua campanha: o povo se aproxima.

E se aproxima sorrindo!

Idosos, jovens, mulheres, homens e crianças foram ao encontro de Rafa para conversar, abraçar, tirar fotografia e demonstrar apoio. Em vários momentos, nem era preciso o candidato procurar o eleitor. O eleitor é que chegava até ele.

Rafa bateu papo, ouviu moradores e participou de um adesivaço. Onde havia autorização dos proprietários, os adesivos da campanha foram ganhando espaço nas casas.

Agora, tem uma coisa nessa campanha de Rafa que merece atenção dos adversários: a receptividade que ele encontra nas ruas.

Voto ninguém deve contar antes da urna abrir. Eleição é eleição e quem decide é o eleitor. Mas político experiente sabe ler alguns sinais de campanha. E abraço espontâneo, gente chamando pelo nome, porta se abrindo e eleitor querendo fotografia são sinais que ninguém despreza.

Por isso, talvez tenha gente na política regional começando a coçar a cabeça. 😄

Rafa vem rodando a Bahia, mas parece ter encontrado no Baixo Sul uma espécie de combustível especial para sua campanha. E a passagem pela Bolívia reforçou essa impressão.

Será que vem aí uma votação capaz de surpreender muita gente?

Não vamos brincar de adivinhar urna. Deixemos essa resposta para o eleitor.

Mas que a campanha de Rafa está fazendo barulho, isso está.

E ontem, na Bolívia, o barulho veio acompanhado de muito abraço.

Com Medrado em campo seus candidatos continuam ganhando força em Valença

Aproveitando a alta popularidade conquistada pelo trabalho que vem realizando em Valença, o prefeito Marcos Medrado entrou de corpo e alma na campanha dos seus candidatos.

Medrado apresenta ao povo os nomes de Sérgio Brito para deputado federal e Patrick Lopes para deputado estadual, além de Rui Costa e Jaques Wagner para o Senado, Jerônimo Rodrigues para governador e Lula para presidente.

O prefeito tem intensificado a campanha com carreatas, visitas aos bairros, caminhadas e bate-papos com as comunidades. E o resultado já pode ser percebido: apesar da grande quantidade de candidatos circulando pela região, os nomes que mais estão se destacando são justamente aqueles apoiados por Medrado.

É a força do trabalho refletindo nas urnas. O povo observa as obras, os investimentos e as transformações que estão acontecendo no município. Medrado, por sua vez, mostra que precisa eleger um time alinhado para garantir mais recursos, projetos e melhorias para Valença.

Uma coisa já parece certa: a eleição deste ano não deverá repetir o resultado da disputa passada, quando ACM Neto venceu em Valença. O cenário agora é outro. Medrado está nas ruas, tem popularidade, liderança e uma gestão com entregas importantes.

Se alguém ainda não colocou Valença na conta de Jerônimo Rodrigues, é melhor começar a refazer os cálculos. Tudo indica que Jerônimo conquistará mais uma vitória na Bahia — e, desta vez, também poderá comemorar dentro de Valença.

Medrado entrou em campo. E quando o prefeito apresenta seu time, o povo presta atenção!

Em Itacaré, Raimundo Costa reforça compromisso com pescadores, agricultores e mães atípicas

Durante agenda em Itacaré, o deputado federal Raimundo Costa reafirmou seu compromisso com os trabalhadores e com as famílias que mais precisam da presença do poder público. Em sua fala, ele destacou a atuação em defesa dos pescadores, pescadoras, agricultores, além dos investimentos nas áreas de saúde, educação, segurança e assistência social.

Um dos pontos mais importantes do discurso foi a atenção dedicada às mães atípicas. Raimundo reconheceu a difícil realidade das famílias que precisam abandonar ou reduzir suas atividades profissionais para cuidar dos filhos com deficiência, incluindo jovens que chegam à vida adulta necessitando de acompanhamento permanente.

O deputado afirmou que, em um novo mandato, pretende ampliar esse olhar e destinar emendas para que as prefeituras desenvolvam ações específicas de apoio a essas famílias.

“Vamos colocar uma emenda para que a prefeitura possa cuidar dos filhos dessas mães. Muitas vezes, a mãe não pode nem pescar, ou o pai precisa deixar o trabalho para permanecer o dia inteiro cuidando da criança ou do jovem”, destacou.

Raimundo Costa mostrou que conhece de perto a vida de quem depende da pesca e da agricultura para sobreviver. Mais que falar de grandes obras, ele tratou de uma necessidade humana: garantir assistência pública, dignidade e acolhimento para quem dedica a vida inteira aos cuidados de um filho.

É uma bandeira justa e necessária. Afinal, cuidar das mães atípicas e de suas famílias não é favor: é responsabilidade pública e compromisso social.

Lula vai à ONU e manda recado: “O Brasil não cabe no quintal de ninguém”

Presidente critica interferência estrangeira nas eleições e dá aquela cutucada que a direita certamente vai ouvir

Lula subiu à tribuna da ONU e não levou algodão para embrulhar as palavras.

Ao defender a soberania brasileira e criticar interferências estrangeiras nos processos eleitorais, o presidente soltou uma daquelas frases feitas sob medida para atravessar fronteiras: “O Brasil não cabe no quintal de ninguém.”

Lula também defendeu o sistema eleitoral brasileiro e afirmou que o país não aceitará interferências internas ou externas contra a vontade popular.

Não citou diretamente os Estados Unidos naquele trecho, mas também não precisava desenhar um mapa. O recado foi dado diante de líderes de vários países, num momento em que as relações políticas entre Brasília e Washington estão no centro das atenções.

E aí está o Lula que a direita conhece muito bem: quanto mais mexem com ele, mais ele transforma a provocação em discurso político.

Foi à ONU, falou para o mundo e ainda deixou uma cutucada para quem acha que pode meter a colher no prato brasileiro.

O homem foi falar de diplomacia, mas levou o alfinete no bolso.

Agora é esperar a reação. Porque uma coisa é certa: depois dessa, vai ter gente espirrando sem estar gripada.

Morro e Boipeba ganham portal para fortalecer o turismo

Morro de São Paulo e Boipeba ganharam um novo Portal de Vendas Oficial, iniciativa da Associação Comercial e Empresarial de Cairu (ACEC), com apoio da Prefeitura de Cairu.

A plataforma conecta empresários locais a agências de viagens, reunindo hospedagens, passeios e serviços e facilitando a criação de pacotes turísticos. A novidade busca ampliar a divulgação dos destinos e gerar mais oportunidades para pousadas, restaurantes, barqueiros, guias e demais trabalhadores do setor.

Com cerca de 800 mil turistas por ano, Cairu aposta na tecnologia e na parceria entre iniciativa privada e poder público para fortalecer ainda mais um dos principais destinos turísticos da Bahia.

Em Nova York, protesto mostra Flávio Bolsonaro entregando a faixa presidencial a Trump

Rapaz, a política brasileira atravessou a fronteira, pegou avião e foi parar nos telões de Nova York.

Na madrugada desta terça-feira (22), um protesto realizado nos Estados Unidos projetou uma imagem criada por inteligência artificial mostrando o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro entregando a faixa presidencial brasileira ao presidente americano Donald Trump. A cena apareceu em pontos de grande circulação de Nova York, entre eles a região da Ponte do Brooklyn e do Holland Tunnel.

A manifestação foi promovida pela organização Choose Democracy com participação de ativistas brasileiros. Segundo os organizadores, a imagem não retrata um acontecimento real. Trata-se de uma peça simbólica criada para criticar o que eles consideram tentativa de interferência estrangeira no processo eleitoral brasileiro.

E escolheram justamente Flávio Bolsonaro e Trump para protagonizar a provocação.

A relação dos Bolsonaro com o governo americano tem sido assunto recorrente no debate político. A Folha registra que Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo atuaram em Washington defendendo medidas contra autoridades brasileiras, enquanto o governo Lula vem acusando os Estados Unidos de ingerência nos assuntos internos do Brasil.

A manifestação aconteceu justamente no dia da abertura da Assembleia Geral da ONU. Em seu discurso, Lula voltou ao tema da soberania e afirmou que o Brasil não aceita interferência externa em suas eleições.

Agora, uma coisa é certa: a imagem escolhida pelos manifestantes foi feita para provocar.

Flávio entregando a faixa brasileira a Trump?

Meu amigo, política já tem discurso, carreata, comício, jingle, bandeira e santinho. Agora ganhou também telão internacional com inteligência artificial.

E Nova York, por algumas horas, virou palco dessa disputa simbólica brasileira.

Só faltou alguém perguntar no telão:

“E essa faixa aí, vai ficar no Brasil ou também vai precisar de visto americano?” 😄

Com informações da Folha de S.Paulo.