Reajuste no Legislativo de Cairu: vereadores e servidores terão revisão de 4,26% em 2026

A Câmara Municipal de Cairu aprovou e promulgou o Projeto de Lei nº 002/2026, que garante a revisão geral anual da remuneração dos agentes políticos e servidores do Poder Legislativo municipal.

O reajuste definido foi de 4,26%, acompanhando a variação do IPCA medida pelo IBGE no período de janeiro a dezembro de 2025.

A medida segue o que determina o artigo 37, inciso X, da Constituição Federal, que assegura a recomposição inflacionária dos salários no serviço público, evitando perdas no poder de compra ao longo do tempo.

O reajuste alcança: vereadores, servidores efetivos, ocupantes de cargos comissionados da Câmara. Todos passarão a receber os valores corrigidos a partir de 1º de abril de 2026.

Vale destacar que o percentual de 4,26% não representa ganho real, mas sim uma recomposição baseada na inflação do período.

Em outras palavras, é uma tentativa de manter o equilíbrio entre salário e custo de vida, sem gerar aumento acima da inflação.

Segundo o projeto, as despesas decorrentes da aplicação da lei serão custeadas com recursos já previstos no orçamento do Legislativo, respeitando os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000).

A revisão anual é um instrumento previsto na legislação para garantir previsibilidade e transparência na gestão pública. No caso de Cairu, a Câmara optou por seguir rigorosamente o índice oficial de inflação, evitando distorções ou reajustes fora da realidade econômica.

A lei entra em vigor na data de sua publicação, passando a produzir efeitos financeiros a partir de abril.

Quando o deputado trabalha, Valença avança: Sérgio Brito mostra como se faz política de verdade

Tem político que aparece em época de eleição. E tem político que aparece… trabalhando.

E quando o assunto é trabalho com resultado concreto, o nome do deputado federal Sérgio Brito vem se destacando como um daqueles que não ficam só no discurso bonito, ele entrega.

Valença acaba de receber um verdadeiro pacote de desenvolvimento, fruto de emenda parlamentar do deputado, que chega para fortalecer a estrutura do município e dar um gás nas ações da prefeitura.

E não estamos falando de pouca coisa, não. São duas motoniveladoras, uma retroescavadeira, uma escavadeira hidráulica, um caminhão caçamba, um caminhão pipa, um rolo compressor e uma van para 16 passageiros

Ou seja: é máquina pra trabalhar, estrada pra melhorar e serviço pra chegar onde o povo mais precisa.

Esse tipo de investimento não fica parado em pátio tirando foto. Vai direto pra linha de frente: recuperação de estradas vicinais, melhoria da mobilidade, apoio às comunidades rurais, reforço nos serviços urbanos.

É o tipo de ação que não precisa de muita explicação… o povo vê, sente e reconhece.

O prefeito Marcos Medrado fez questão de destacar o que todo mundo já percebeu: quando há parceria entre município e deputado comprometido, o resultado aparece.

E aparece rápido.

Porque não adianta só promessa. O que muda a vida das pessoas é máquina na estrada, obra acontecendo e serviço chegando.

O deputado Sérgio Brito vem mostrando, na prática, o que muita gente ainda está aprendendo: política se faz com presença, compromisso se prova com ação e respeito ao povo se demonstra com resultado.

Valença hoje colhe os frutos de um mandato que não virou as costas para o município.

Muito pelo contrário.

Enquanto alguns ainda discutem, outros estão trabalhando. Enquanto uns prometem, outros entregam. E quando o deputado arregaça as mangas de verdade… quem ganha é Valença.

E dessa vez, ganhou foi de máquina cheia.

Entre a dor do povo e o voto garantido: quando a saúde vira balcão político

Na última sessão da Câmara de Valença, o vereador Benvindo da Saúde subiu à tribuna com um discurso que, à primeira vista, parecia daqueles que tocam o coração.

Falou da casa de apoio em Salvador, lembrou dos pacientes de oncologia, descreveu o sofrimento de quem precisa viajar para tratamento… e até aí, nada a contestar. Aliás, tudo muito justo.

O problema começa quando a fala sai do campo da sensibilidade e entra no terreno onde política e conveniência costumam andar de mãos dadas.

Ao criticar duramente a Policlínica, dizendo que “não funciona”, que está há mais de um ano com equipamento quebrado e que não atende a população, o vereador abre uma porta que talvez não tenha percebido… ou percebeu bem demais.

Porque, logo em seguida, ele mesmo revela como o sistema realmente tem funcionado na prática: consegue exames por fora, aciona contatos em Salvador, resolve casos com rapidez, e, como ele próprio disse, “tem custo”.

E é aqui que mora o ponto mais interessante dessa história.

Quando o sistema falha… nasce o “herói”

A lógica é simples, quase matemática: se a saúde pública funciona bem, o cidadão resolve sua vida direto no sistema. Mas se a saúde falha… ele procura alguém. E esse “alguém” geralmente tem nome, sobrenome e mandato.

É aí que entra o velho modelo da política assistencialista, aquele em que o vereador vira ponte, atalho, facilitador… e, claro, referência na hora do voto.

A contradição que ninguém ignora

O discurso do vereador critica o sistema público, mas ao mesmo tempo revela dependência de um modelo paralelo: um modelo onde, exame não vem pela fila, vem pelo contato, atendimento não é garantido, é conseguido e o direito vira favor

E quando isso acontece, a pergunta que fica no ar é inevitável: o problema é a falha do sistema… ou a perda de protagonismo quando ele funciona?

Política ou solução?

A Policlínica, apesar das falhas que devem sim ser cobradas, tem um objetivo claro: tirar o cidadão da dependência de intermediários, organizar o acesso à saúde, garantir atendimento sem “atalhos”. Ou seja: menos política, mais sistema.

E talvez seja justamente isso que incomoda.

No fim das contas…

O vereador acerta ao cobrar a casa de apoio. Acerta ao falar do sofrimento do povo. Acerta ao apontar problemas.

Mas escorrega quando transforma a falha do sistema em palco para manter um modelo onde: quanto mais dificuldade, mais o político aparece, quanto mais sofrimento, mais o “resolvedor” ganha espaço.

Se a saúde funciona, o mérito é do sistema. Se a saúde falha, o mérito vira do político que “resolve”.

E no meio disso tudo, quem continua correndo atrás de exame, estrada e dignidade… é o povo.

Sempre o povo.

Antes e Depois de Hildecio: como Cairu saiu do anonimato para o mapa do desenvolvimento

Em Cairu, o tempo parece ter adotado um novo ritmo. Não aquele ritmo preguiçoso de promessa em campanha, mas um compasso firme, quase industrial: obra começa, serviço chega e resultado aparece. E, goste-se ou não, há um marco que divide essa história em duas fases bem distintas: antes e depois da entrada de Hildecio Meireles na política local.

Cairu, que já foi lembrada mais pelas suas belezas naturais do que pela eficiência administrativa, passou a ser reconhecida também por gestão. Hoje, quando se fala do município, não se fala apenas de paisagens paradisíacas, mas de avanços concretos que estão mudando a vida de quem mora ali.

Como o próprio prefeito resume, sem rodeios: “A vida por aqui é assim: trabalho acontecendo, cuidado chegando e resultado aparecendo.” E, dessa vez, não parece frase de efeito jogada ao vento. É daquelas que encontram respaldo no chão batido que virou estrada, na escola que ganhou estrutura, na cultura que ganhou espaço e na tecnologia que deixou de ser promessa para virar ferramenta.

De ponta a ponta, a gestão vem costurando ações que vão da educação à alimentação, passando por inclusão, inovação e valorização cultural. Não é um pacote isolado, mas um movimento contínuo, quase como se a prefeitura tivesse decidido apertar o botão do “modo produtividade” e esquecer onde fica o “modo espera”.

E o mais curioso é que, enquanto muita cidade ainda vive de anunciar o que pretende fazer, Cairu já começa a viver do que está sendo feito. Isso muda tudo. Muda a percepção, muda a autoestima da população e, principalmente, muda o lugar do município no mapa político e administrativo da Bahia.

Claro, ainda há desafios. Sempre haverá. Mas a diferença é que agora Cairu não parece mais uma cidade esperando o futuro chegar… parece uma cidade correndo atrás dele.

E, se depender do tom adotado pelo prefeito, isso tudo é só o aquecimento.

Porque, como ele mesmo avisa, com aquele ar de quem ainda tem cartas na manga: ainda tem muito mais por vir.

Valença inicia distribuição do pescado da Semana Santa 2026

A tradição da Semana Santa começou a ganhar forma em Valença com um gesto que chega diretamente à mesa de quem mais precisa. Nesta quinta-feira (18), a Prefeitura, por meio da Secretaria de Promoção Social, iniciou a distribuição do pescado da Semana Santa 2026, garantindo alimento e fortalecendo um costume que atravessa gerações.

Ao longo da ação, que segue nos dias 19, 20, 21, 23 e 24 de março, a expectativa é beneficiar cerca de 10 mil famílias em diversos pontos de entrega, organizados conforme o bairro dos beneficiários cadastrados nas etapas realizadas entre 23 e 26 de fevereiro e de 2 a 5 de março.

De acordo com a secretária de Promoção Social, Cris Medrado, a iniciativa reforça o cuidado e atenção da gestão com a segurança alimentar da população. “Neste ano, serão entregues 20 toneladas, contemplando 10 mil famílias. A entrega acontece durante os seis dias e a intenção é de que esse alimento tradicional chegue para quem mais precisa”, destacou.

Nos locais de distribuição, o sentimento é de gratidão e também de preservação das tradições. A dona de casa Maria dos Santos foi uma das primeiras a garantir o pescado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS Jacaré), e fez questão de agradecer. “Isso ajuda muito a gente. E esse ano, o peixinho chegou mais cedo. Eu vim acompanhada com a minha irmã.”, afirmou.

Já Alice Santos contou que o alimento já tem destino certo na mesa da família. “Aqui em casa a gente vai preparar um peixinho frito, bem temperado. É um momento especial e sagrada que não pode passar em branco”, disse.

A administração municipal orienta que todos os beneficiários acompanhem as redes sociais e os canais oficiais da Prefeitura para conferir as datas, os turnos de atendimento e o ponto de entrega correspondente à sua comunidade. Seguir as orientações é fundamental para garantir uma retirada organizada, ágil e segura.

Mais informações sobre o cronograma completo de distribuição do pescado através do link:
https://www.instagram.com/p/DV_gCX3jkQQ/?img_index=1

Pó da Pesca em modo zen: elogia, cobra e já encomenda três avenidas de brinde

Na última sessão da Câmara Municipal, quem esperava ver o vereador Pó da Pesca em modo “tempestade em copo d’água” deu de cara com um verdadeiro monge budista da política local.

Sereno, calmo, quase levitando… bem diferente daquele Pó raiz, que fica retado quando uma rua indicada por ele não ganha nem um balde de brita.

Mas não se enganem: a calmaria tinha roteiro.

Pó fez questão de filosofar: disse que quando é pra criticar, ele critica… e quando é pra elogiar, ele elogia.

E olha… elogiou com gosto! Mandou flores para o prefeito Marcos Medrado pela construção da Praça São José e também pela estrada do Gereba, que já está praticamente pronta.

Só não esqueceu de deixar aquele “detalhezinho” no ar: as obras, claro, foram indicações dele. Porque vereador que é vereador planta o pé e depois quer colher o asfalto.

Empolgado com o embalo das obras, Pó resolveu subir a régua. Pediu agora nada menos que as transversais da Avenida Taquary.

Sim, porque se já fez a principal com seus quase sete quilômetros, por que não puxar mais umas “ruazinhas” básicas?

Aí entram os especialistas em estradas, aqueles que fazem conta até em guardanapo de bar: somadas, as tais transversais dariam praticamente o triplo da avenida principal.

Traduzindo: o pedido veio no modo “combo família + sobremesa”.

E aqui entre nós… a Avenida Taquary já vive um romance de verão: bomba em janeiro e depois entra em modo contemplativo o resto do ano.

Imagine agora essas transversais, onde o movimento é mais tímido que reunião de vereador em dia de chuva.

Se continuar nesse ritmo, não demora muito e o Pó volta ao modo original, indignado, perguntando por que ainda não asfaltaram até o quintal de quem nem pediu.

Taperoá e o “manual do caos administrativo”: secretário, carro oficial e um bafômetro que virou inimigo público

Se alguém ainda acreditava que certas coisas só acontecem em filme ou em cidade grande… Taperoá resolveu provar que o roteiro pode ser reproduzido com elenco local e verba pública.

A denúncia da ADICC ao TCM/BA não chega como surpresa. Chega como confirmação daquele velho ditado político: quando o poder sobe à cabeça, a responsabilidade costuma pedir carona… e não encontra lugar.

Quando a gestão pega a estrada errada

Segundo os documentos, um veículo oficial da Prefeitura foi flagrado em Salvador protagonizando uma infração daquelas que não dá pra maquiar com nota oficial: recusa ao bafômetro.

E não para por aí.

O nome do infrator? Coincidentemente ou, “coincidentemente demais”, o mesmo do secretário municipal de Transporte e Estradas.

Sim, o homem que deveria cuidar da ordem no trânsito… aparentemente resolveu fazer um teste prático de como bagunçar tudo.

Fiscal de si mesmo… e reprovado

A ironia aqui não é sutil. Ela grita.

Estamos falando de um secretário responsável justamente por transporte, fiscalização, organização de frota… que aparece associado a um episódio que reúne: uso de veículo público, infração gravíssima, recusa a procedimento legal

É como se o guarda resolvesse testar o próprio apito… ignorando o som.

Moralidade administrativa? Ficou no porta-luvas

A tal moralidade administrativa, que vive estampada em discursos bonitos e postagens institucionais, parece ter sido deixada esquecida junto com algum documento no carro oficial.

Porque aqui não se trata só de trânsito. Se trata de uso do que é público para fins que, no mínimo, não se explicam.

E quando a defesa administrativa ainda é indeferida, o roteiro fica ainda mais indigesto.

O detalhe que fede mais que álcool: o sumiço dos registros

Um dos pontos mais curiosos — ou convenientes — da denúncia é a ausência de registros de consumo de combustível relacionados ao caso.

Ou seja: o carro circula, acontece a infração, o episódio existe, mas o rastro administrativo… evapora. Em política, quando o rastro some, o cheiro aumenta.

A tal “coincidência” que ninguém compra

A denúncia fala em “coincidência praticamente insustentável” entre o nome do infrator e o do secretário. E convenhamos: coincidência, nesse nível, já não é coincidência. É quase uma assinatura.

E a pergunta que não quer calar: vai cair ou vão segurar?

A ADICC pede exoneração imediata. E aí entra o verdadeiro teste não o do bafômetro, mas o da gestão: Vai agir com firmeza? Ou vai entrar no modo clássico: finge que não viu, empurra com processo, espera o povo esquecer.

Só tem um detalhe: quando envolve carro oficial, álcool e autoridade pública… o povo não esquece fácil.

No fim, sobra a cena

Um secretário que deveria dar exemplo. Um carro que deveria servir ao povo. Um teste que deveria ser simples. E uma recusa que diz muito mais do que qualquer sopro poderia revelar.

Porque, no fim das contas, o problema nem é o bafômetro.
O problema é quando quem deveria conduzir a ordem… resolve dirigir o caos.

SELIC NAS ALTURAS: o que isso tem a ver com o preço do picolé em Valença?

Enquanto muita gente ouve falar da tal da SELIC e acha que isso é assunto distante, coisa de economista engravatado em Brasília… a verdade é bem diferente: essa taxa mexe diretamente no bolso do valenciano e até no preço do picolé que você compra na esquina.

Hoje, com a taxa básica de juros girando em torno de 15%, o Brasil pisa no freio da economia. E quando o freio aperta, meu amigo, o impacto chega rápido.

O fornecedor paga mais caro para produzir. O comerciante paga mais caro para comprar. E, no final da linha… quem paga a conta é você.

Na prática, tudo encarece: do material de construção ao sorvete de cada dia. E não para por aí.

Com juros altos, financiar uma casa vira missão quase impossível. Parcelas sobem, crédito trava e muita gente desiste do sonho da casa própria. O mesmo acontece com empréstimos e compras parceladas o que era viável ontem, hoje já pesa no bolso.

Por outro lado, quem tem dinheiro guardado até comemora: os rendimentos sobem. Mas aí vem o outro lado da moeda — com menos gente consumindo, o comércio sente, a economia esfria e o dinheiro para de circular.

É aquele velho dilema: o governo sobe os juros para segurar a inflação, mas acaba segurando também o crescimento. E é aí que entra a pergunta que não quer calar: até que ponto vale esfriar a economia para tentar controlar os preços?

Enquanto isso, na vida real, longe dos gráficos e relatórios, o povo sente no dia a dia:

  • o carrinho do mercado mais caro
  • o crédito mais difícil
  • e até aquele velho picolé… já não custa mais o mesmo

No fim das contas, a SELIC pode até parecer uma sigla complicada, mas o efeito dela é simples: quando ela sobe, o dinheiro some da rua, quando ela desce, a economia volta a respirar.

E por aqui, no calor de Valença, a gente sabe bem: dinheiro parado não refresca ninguém.