A corrida pela Presidência está apertada! Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22), pela Folha de S.Paulo, aponta Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) empatados com 50% dos votos válidos cada.
Nos votos totais, Flávio registra 47% e Lula, 46%. Brancos e nulos somam 5%, enquanto 2% estão indecisos. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Traduzindo para o bom português: ninguém está com a vitória no bolso. Na reta final, convencer o indeciso e levar o eleitor às urnas pode fazer a diferença.
O levantamento ouviu 2.520 pessoas entre 20 e 22 de outubro e está registrado no TSE sob o número BR-09709/2026.
A educação infantil de Valença ganhou um reforço nesta quinta-feira (22). O prefeito Marcos Medrado inaugurou a Creche Municipal do Guaibim, no bairro Santa Tereza, com capacidade para atender até 188 crianças em dois turnos ou 94 em período integral.
Construída em parceria com o Governo Federal, por meio do PAC, a unidade recebeu investimento de aproximadamente R$ 1,03 milhão, entre recursos do FNDE e da Prefeitura. São cinco salas de educação infantil, além de refeitório, lactário, fraldário, playground e outros espaços preparados para acolher os pequenos.
Durante a cerimônia, Medrado também assinou a ordem de serviço para ampliar a Escola Municipal Ronald Edington Fonseca, com investimento de R$ 196 mil em recursos próprios.
Esta é a segunda creche do modelo FNDE Tipo 2 entregue na gestão, depois da unidade do Novo Horizonte. Outra está em construção na Bolívia. Para as famílias, isso significa mais estrutura para as crianças e melhores condições para conciliar o trabalho com os cuidados dos filhos.
O ex-prefeito de Cairu, Fernando Brito, entrou no debate sobre a confusão na eleição da Mesa Diretora da Câmara, na última terça-feira (20), e fez duras críticas à suspensão da sessão.
Em pronunciamento, classificou o episódio como um “afronto ao processo democrático” e contestou a justificativa apresentada pelo vereador Frank para interromper os trabalhos.
Segundo Fernando, a eleição havia sido anunciada pelo presidente da Câmara em sessão anterior e convocada por edital publicado no Diário Oficial. Na data marcada, conforme seu relato, os 11 vereadores estavam presentes para escolher a direção da Casa para o próximo biênio.
Para o ex-prefeito, os parlamentares compareceram para cumprir uma convocação da própria presidência. Por isso, ele considera equivocada a iniciativa de Frank de apresentar um requerimento pedindo a suspensão, sob o argumento de cumprimento do Regimento Interno.
“Você errou profundamente, vereador”, afirmou Fernando Brito, ao questionar a alegação de que a medida buscava preservar a legalidade.
O ex-prefeito também citou as ações ADI 7.733 e 7.734, do Supremo Tribunal Federal, como fundamento de sua posição. Nos julgamentos, relativos a assembleias legislativas, o STF estabeleceu outubro do ano anterior ao início do segundo biênio como marco a partir do qual a eleição pode ocorrer.
Esse entendimento trata do calendário eleitoral e, isoladamente, não resolve a discussão sobre o cumprimento das demais regras locais no caso de Cairu.
Na avaliação de Fernando, a suspensão teve motivação política: evitar uma votação cujo resultado seria desfavorável ao grupo do presidente da Câmara. Essa é a interpretação apresentada pelo ex-prefeito em seu pronunciamento.
Fernando declarou solidariedade aos vereadores Igor, Bruno, Joglas, Paulinho, Merende e Sérgio. Segundo ele, os seis estavam atendendo à convocação oficial e não promovendo uma eleição por iniciativa própria.
A fala coloca mais um personagem de peso na disputa política em torno do comando do Legislativo de Cairu. Para Fernando Brito, a pergunta que precisa ser respondida é direta: se a própria presidência marcou e convocou a eleição, por que impedir a votação na hora de contar os votos?
O vereador Lau puxou a fila da votação a favor do PL
Na sessão extraordinária da Câmara desta quarta-feira, dia 21, um projeto autorizando o Executivo a contratar um empréstimo de R$ 25 milhões acabou produzindo uma cena politicamente deliciosa: a oposição votou a favor, o projeto passou por unanimidade e, pelo que pude observar, teve gente da situação que ficou sem saber onde colocar o discurso.
Eu esperava questionamentos, divergências, aquele roteiro conhecido. Mas os oposicionistas concordaram com a proposta e deram seus votos favoráveis. Sou favorável também. O município precisa de investimentos e obras, com responsabilidade na aplicação dos recursos e fiscalização sobre cada centavo.
Agora, confesso: o melhor daquela sessão foi imaginar o tamanho do discurso que deve ter voltado para casa sem ser usado.
Pela expressão de alguns vereadores governistas, minha impressão foi de que já havia uma defesa apaixonada do prefeito esperando apenas a primeira crítica da oposição. Bastava alguém dizer “sou contra” para começar o espetáculo: “Vocês querem impedir o progresso! Vocês torcem contra o município! Vocês não deixam o prefeito trabalhar!”
Só que ninguém deu a deixa.
A oposição disse “sim”. E agora, excelência? Como fazer pose de escudo do prefeito se ninguém atirou uma pedra?
Foi aí que apareceu aquele sorriso amarelo, aquela cara de quem ensaiou a semana inteira e descobriu, na hora de subir ao palco, que a peça tinha sido cancelada. O empréstimo foi aprovado, mas o grande pronunciamento de salvador da administração ficou sem financiamento.
Não sei qual foi a estratégia da oposição. Não vou adivinhar pensamento de vereador. Mas o efeito foi interessante: ao apoiar o projeto, ela tirou de alguns governistas a oportunidade de transformar uma votação em mais uma demonstração pública de fidelidade ao prefeito.
E fidelidade, na política, tem gente que gosta de exibir com bastante volume. Afinal, vai que um discurso inflamado rende uns pontinhos de prestígio, uma atenção especial, quem sabe espaço para mais uma indicação? É aquela velha mania de apresentar a defesa do governo como se fosse currículo.
Dessa vez, porém, faltou adversário para o duelo. A oposição concordou com o prefeito e deixou os defensores profissionais com a espada na mão, procurando um dragão.
Gostei de ver. Apoiar uma proposta que se considera boa também é papel da oposição. Fiscalizar o empréstimo e a aplicação do dinheiro será obrigação de todos, inclusive dos que votaram “sim”.
No fim, a unanimidade aprovou os R$ 25 milhões e quebrou as canelas de quem, aparentemente, contava com uma briga para brilhar.
Tem vereador que se prepara tanto para combater a oposição que, quando ela concorda, chega a parecer contrariado.
Ora, meus amigos: o projeto passou. Não era essa a felicidade que estava todo mundo esperando?
O Guaibim vai ganhar um novo espaço de cuidado, aprendizado e desenvolvimento para nossas crianças! A inauguração da Creche Municipal do Guaibim representa mais um avanço importante para a comunidade, fruto da parceria com o Governo Federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
É mais investimento na educação, mais oportunidades para nossas crianças e mais tranquilidade para as famílias!
Dia 22/10 (quinta-feira) Às 10ho Guaibim – Valença/BA
Esperamos vocês para celebrar mais essa conquista!
Plataforma SANSYS permite emitir segunda via de fatura, consultar consumo e pagamentos, solicitar atendimento técnico e denunciar irregularidades.
O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Valença disponibiliza à população uma ferramenta que facilita o acesso a informações e serviços da instituição de forma prática e rápida.
Por meio do aplicativo SANSYS, os usuários podem emitir a segunda via da fatura, acompanhar o consumo de água e consultar o histórico de pagamentos.
A plataforma também permite solicitar atendimento técnico no local, denunciar irregularidades e acessar outros serviços oferecidos pelo SAAE.
O aplicativo está disponível gratuitamente para dispositivos Android e iOS, por meio da Google Play e da App Store.
O prefeito de Cairu, Hildécio Meireles, usou as redes sociais para fazer um desabafo sobre a confusão envolvendo a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal, ocorrida no último dia 20. Em tom duro, afirmou que teve o nome citado de maneira injusta e desrespeitosa e negou participação no episódio.
“Eu não tinha nada a ver com o ocorrido”, declarou. O prefeito afirmou que, ao longo de sua trajetória pública, sempre respeitou as instituições e a população.
Na manifestação, Hildécio acusou os vereadores envolvidos de transformar o plenário em palco de uma “cena teatral”. Segundo ele, houve uma tentativa de atropelar as normas da Lei Orgânica e do Regimento Interno que orientam a eleição da Mesa Diretora.
O discurso ganhou um tom mais pessoal quando o prefeito passou a se dirigir a um interlocutor, sem identificá-lo nominalmente na fala. Hildécio cobrou respeito, lealdade e gratidão, além de rebater a acusação de covardia.
“Você me conhece bem, sabe que não sou de fugir da luta, sabe muito bem que não sou covarde”, afirmou.
Para o prefeito, o episódio também teria uma motivação eleitoral: antecipar a disputa municipal de 2028. E foi nesse ponto que deixou o recado mais direto: “Pois que venha 2028. Estarei pronto para o confronto. Saiba que não tenho medo de você e nem das suas companhias.”
A fala acrescenta mais um capítulo à crise política em Cairu e mostra que o embate já ultrapassou a discussão sobre o comando da Câmara, com cobranças pessoais e recados sobre a próxima eleição municipal.
A confusão na eleição da Câmara de Vereadores de Cairu foi parar na Justiça. Nesta quarta-feira (21), o juiz João Paulo da Silva Antal, da comarca de Valença, suspendeu os efeitos da votação realizada na tarde de terça-feira (20), que havia declarado vencedora a chapa “União e Compromisso”, encabeçada pelo vereador Luiz Alberto Marques Gomes, para o biênio 2027/2028.
O ponto central é que a eleição já havia sido cancelada pelo presidente da Câmara, Antônio Costa Damascena, que também encerrou a sessão pela manhã. O cancelamento ocorreu após um questionamento sobre a data: conforme destacou o magistrado, o Regimento Interno determina que a escolha da nova Mesa aconteça em 15 de dezembro ou na última sessão antes do recesso.
Mesmo assim, vereadores se reuniram à tarde e realizaram a votação sob a condução do vice-presidente, Luiz Alberto. Para o juiz, a presença de seis vereadores não resolve a falta de uma sessão regularmente convocada. Em linguagem direta: ter maioria não dispensa o cumprimento das regras.
A decisão suspende também a apuração, eventual ata de homologação, a proclamação do resultado e qualquer ato de posse decorrente daquela votação. Luiz Alberto Marques Gomes, Bruno Coutinho do Nascimento, Joglas Manoel Estêvão dos Santos e Agenildo Silva dos Santos ficam proibidos de atuar ou se apresentar como integrantes eleitos da Mesa para 2027/2028, sob pena de multa pessoal de R$ 5 mil por ato de descumprimento.
O magistrado determinou ainda a preservação das atas, gravações e demais registros das sessões de ontem. A decisão é liminar, portanto provisória: o processo seguirá para apresentação da defesa dos envolvidos e julgamento definitivo. Os mandatos dos vereadores permanecem preservados.
Os pobres de direta eles chamam de "desgraçados, miseráveis, ingratos, etc.etc." os empreendedores eles chamam de "burgês opressor, ceo de…
Parabéns Clóvis! Te conheço e sempre elogiei seu trabalho, mas nas andanças políticas tem dessas coisas e você não foi…
Realmente Rafa de Hildécio tem se destacado politicamente a nível Federal e Estadual contra seu próprio pai e financiador da…
Lindbergh como referencia é o fim da picada mesmo. rs
Difícil vai ser, mas lula será integrante o bastante para conseguir o melhor e na frente estará o general de…
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