Depois das urnas, o jogo continua: Lorena Leite se reposiciona e se aproxima de ACM Neto

O cenário político de Igrapiúna segue em movimento, e um nome continua no centro das atenções: Lorena Leite. Após uma disputa eleitoral acirrada, em que chegou muito perto de conquistar a vitória, ela mostra que não saiu enfraquecida, muito pelo contrário, segue firme e ainda mais presente no tabuleiro político local.

Com uma votação expressiva e mantendo diálogo constante com a população, Lorena agora dá um passo estratégico ao anunciar apoio ao pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto. A movimentação não passa despercebida e já começa a redesenhar alianças importantes na região.

Nos bastidores, o gesto é interpretado como mais do que um simples apoio. Trata-se de uma articulação calculada, que amplia o alcance político de Lorena e reforça seu peso nas decisões que envolvem o futuro do Baixo Sul.

A leitura é direta: a eleição passada não encerrou um ciclo, abriu outro. Lorena segue em evidência, com base consolidada, capacidade de mobilização e presença ativa nos debates que realmente impactam o dia a dia da população.

Em meio a esse novo arranjo político, Igrapiúna observa atenta. E, ao que tudo indica, Lorena Leite continua sendo uma das peças-chave nesse jogo que ainda promete muitos capítulos.

Se só dois criticam Medrado… o problema é a gestão ou a análise?

“Só dois espaços criticam o prefeito, nós e outro”

Uma fala recente no programa Cidade em Debate acabou levantando mais dúvidas sobre quem comentou do que sobre quem foi comentado.

Durante o debate, o apresentador Jecevaldo afirmou que apenas dois espaços fazem críticas à gestão do prefeito Marcos Medrado: o próprio programa e uma página de Instagram.

E aí vem a reflexão que parece ter passado batida no estúdio: se só dois criticam… não seria porque não há muito o que criticar?

Vamos olhar pelo retrovisor.

Quando Jucélia Nascimento governava, eram muitos críticos.

Na gestão de Ricardo Moura, a pressão também era constante.

E Jairo Baptista nunca teve sossego: críticas vinham de todos os lados, o tempo inteiro.

Ou seja, quando havia problemas, eles apareciam, e com força.

Agora, no cenário atual, o silêncio não deveria ser tratado como mistério, mas como um possível indicativo: a gestão pode estar funcionando melhor do que muitos querem admitir.

Porque convenhamos… crítica em política nunca foi artigo em falta em Valença. Quando tem erro, aparece gente pra apontar. E rápido.

Se não aparece, talvez a explicação seja mais simples do que parece.

Talvez não seja falta de crítica. Talvez seja falta de motivo.

E é justamente aí que entra a falha da análise feita no programa.

Em vez de aprofundar o raciocínio, a colocação ficou pela metade, sem a principal conclusão: menos críticas também podem significar mais acertos.

Faltou ir além do óbvio.

Faltou fazer a pergunta certa.

Ou, quem sabe, faltou coragem de responder.

No fim das contas, a fala acabou levantando uma dúvida maior sobre o próprio debate: o problema está na gestão… ou na forma como estão interpretando o cenário?

Porque, nesse caso, o silêncio pode não ser ausência de voz. Pode ser apenas o reconhecimento de que, desta vez, há menos o que reclamar.

PT encolhe em Valença e abre espaço para adversários crescerem

Enquanto o Brasil se prepara para uma eleição decisiva, com disputa para presidente, governador, deputados e senadores, Valença parece viver em outro ritmo. Um ritmo lento, quase parado, como se nada estivesse em jogo.

E no centro dessa apatia está justamente quem deveria estar puxando o debate: o PT local.

O que chama atenção é que a própria crítica já não vem só de fora. Dentro do partido, o principal nome da sigla na cidade, Martiniano Costa, já expôs publicamente o problema. E quando a crítica vem de dentro, é porque a estrutura já não responde como deveria.

O PT governa a Bahia. Era esperado, no mínimo, um partido organizado, com base mobilizada e lideranças atuantes. Mas o que se vê em Valença é o oposto: um partido fechado, concentrado, que ao longo dos anos foi sendo controlado por um grupo restrito, sempre com as mesmas figuras orbitando o poder interno.

Resultado? Um partido que não se renova, não cresce e não dialoga.

Durante muito tempo, essa estrutura girou em torno de Martiniano. Hoje, mesmo com mudanças formais, a sensação é de que o controle continua nas mesmas mãos, ainda que nos bastidores. Indicações internas, decisões concentradas e pouca abertura para novas lideranças criaram um ambiente onde o partido deixou de ser coletivo para ser praticamente particular.

E partido que não oxigena… encolhe.

A militância que antes existia praticamente desapareceu. O engajamento virou lembrança. E o mais grave: não há reação.

Não se vê movimentação, não se vê articulação, não se vê presença nas ruas. Nem mesmo nas redes sociais, onde qualquer político minimamente atento marca território, há sinal de vida. É como se o partido tivesse entrado em modo silencioso justamente no momento em que mais deveria se fazer ouvir.

E política não perdoa vazio.

Esse cenário começa a produzir efeitos claros: grupos adversários, especialmente ligados a ACM Neto, já começam a enxergar oportunidade real de crescimento em Valença. Onde falta organização de um lado, sobra espaço para o outro avançar.

Não é que o adversário esteja fazendo algo extraordinário… é que encontra o caminho livre.

No fim das contas, a situação é simples e preocupante: um partido que já foi forte, hoje parece desarticulado, fechado em si mesmo e distante da realidade política da cidade.

E enquanto isso, Valença vai ficando fora do jogo grande, não por falta de importância, mas por falta de ação de quem deveria liderar.

Se houver reação, ainda há tempo. Mas, do jeito que está… o silêncio pode acabar falando mais alto que qualquer discurso.

Cairu no topo do tatame: Hildécio é reconhecido como prefeito destaque no incentivo ao judô na Bahia

Cairu mostrou, mais uma vez, que quando se investe sério, o resultado aparece e, dessa vez, veio em forma de medalha simbólica e orgulho coletivo.

O prefeito Hildécio Meireles recebeu uma placa de reconhecimento como o gestor de município que mais incentiva o judô no estado da Bahia.

E não foi só discurso bonito, não. O apoio ao esporte já está rendendo frutos concretos: duas atletas do município, beneficiadas diretamente por esse incentivo, garantiram participação no Campeonato Brasileiro de Judô, que será realizado em Betim.

É Cairu saindo do mapa turístico e entrando, com firmeza, no mapa esportivo do Brasil.

Em publicação nas redes sociais, o prefeito não escondeu a satisfação com o reconhecimento e o avanço dos atletas: “Receber essa placa e encontrar de perto nossos judocas foi motivo de muita alegria e orgulho! Esse reconhecimento mostra a força do esporte no nosso município e o quanto vale a pena investir em quem representa Cairu com talento, disciplina e dedicação. Seguiremos apoiando nossos atletas, criando oportunidades e dando o suporte necessário para que eles possam avançar cada vez mais e levar o nome da nossa cidade ainda mais longe. Parabéns aos judocas, às famílias, aos professores e a todos que fazem parte dessa caminhada!”

O judô, que ensina mais do que golpes, disciplina, respeito e superação, agora também se transforma em vitrine para o talento de jovens cairuenses.

E quando a gestão pública entende isso, o resultado é esse: atletas ganhando o mundo enquanto a cidade ganha orgulho.

Cairu, ao que parece, não quer apenas ser lembrada pelas suas belezas naturais… quer também subir ao pódio. E, pelo ritmo, já começou a luta vencendo.

Guaibim vai ganhar nova cara e entra no pacote de obras que transforma Valença, governador liberou R$ 20 mi para a orla

Valença vive um daqueles momentos raros em que a cidade parece um verdadeiro canteiro de obras a céu aberto. De ponta a ponta, máquinas, projetos e investimentos começam a redesenhar o presente e, principalmente, o futuro. E agora, o olhar da vez se volta para o Guaibim, a nossa joia à beira-mar.

O prefeito Marcos Medrado anunciou um investimento robusto: nada menos que R$ 20 milhões destinados exclusivamente à requalificação da Orla do Guaibim. O recurso, segundo ele, foi sinalizado pelo governador Jerônimo Rodrigues durante agenda na última quinta-feira (09), acendendo o sinal verde para uma transformação que promete marcar época.

Medrado não esconde a ambição. Quer mudar a cara do Guaibim. E, ao que tudo indica, já começou a escrever esse novo capítulo com ações concretas, como o asfaltamento da Avenida Taquary, uma obra que por si só já muda a experiência de quem vive e de quem visita a região.

Segundo o prefeito, o projeto já saiu do papel e ganhou forma. “O governador já autorizou a licitação, já vimos até o croqui com o doutor Ivan. Garanto que vai ficar muito lindo, porque essa é a nossa praia e tem que ser a mais bela da região”, afirmou.

E aqui cabe um detalhe que faz toda diferença: Valença nunca viu tanta obra acontecendo ao mesmo tempo. É rua sendo asfaltada, equipamento público sendo entregue, convênios sendo firmados e agora uma intervenção de peso em um dos principais cartões-postais do município.

O Guaibim, que já carrega um charme natural que conquista qualquer visitante, pode dar um salto de qualidade que o coloca em outro patamar. Porque quem conhece, sabe: o lugar já encanta hoje. Imagine depois desse reordenamento, com infraestrutura, organização e um visual renovado.

No fim das contas, a mensagem é simples e poderosa: se já era inesquecível, agora pode se tornar irresistível.

Entre pirulito de campanha e chocolate de verdade, valença começa a entender o jogo

Na Páscoa, uma cena curiosa, e até simbólica, tomou conta dos bairros mais carentes de Valença: o secretário Rael Costa apareceu distribuindo chocolates para as crianças. Até aí, tudo bonito… mas o contexto é que dá sabor à história.

O gesto veio logo depois de um conhecido político da cidade ter feito “caridade” no Dia das Crianças, distribuindo algodão doce e pirulito. Aquela velha fórmula: muito açúcar, pouca qualidade e, claro, um tempero generoso de interesse.

Rael não deixou barato. Sem citar nomes, mas deixando o recado bem entregue, afirmou que não adianta “enganar” criança com doce de quinta categoria. Se é para fazer algo, que seja direito. Que seja com qualidade. Que não faça mal.

E aí mora a diferença que muita gente finge não ver: tem quem apareça para adoçar a boca… e tem quem tenta, pelo menos, não amargar o futuro.

O secretário ainda destacou um ponto que pesa: chocolate, para muitas dessas famílias, não é algo comum. Ou seja, não é só um mimo, é quase um luxo. Um gesto simples, mas que carrega mais dignidade do que muita ação cheia de pose por aí.

Enquanto uns apostam no “agrado rápido” para garantir aplauso fácil, outros parecem querer deixar algo além da foto.

No fim das contas, a pergunta que fica pairando no ar, como cheiro de doce barato em dia de sol quente, é simples: quem está preocupado com as crianças… e quem está só treinando para a próxima eleição?

Em Valença, o povo pode até esquecer rápido… mas criança sente a diferença.

Empresário Marcos Venâncio vê avanço em Valença, elogia gestão Medrado e cobra planejamento para o futuro

Hoje (11), em visita à nossa sorveteria, concedeu entrevista ao Blog do Pelegrini, o empresário do ramo protético e integrante do PT, Marcos Venâncio, que fez uma análise direta, e sem rodeios, sobre o atual momento político e administrativo de Valença.

Para ele, a gestão do prefeito Marcos Medrado, até aqui, “está dando certo”. Mas com a cautela de quem acompanha política de perto, faz questão de ponderar: “Por enquanto está dando certo. Espero que continue dando. Governar não é fácil, e ele ainda vai ter muito trabalho”.

Venâncio destaca que, diferente de outros momentos da história recente da cidade, hoje não se vê um volume constante de reclamações da população. “Sempre tem críticas pontuais, mas não existe aquela insatisfação generalizada como em gestões passadas”, afirmou, ao lembrar administrações anteriores que, segundo ele, enfrentaram forte desgaste popular.

Na avaliação do empresário, um dos diferenciais da atual gestão é justamente aquilo que faltou a muitos prefeitos que passaram pela cidade: visão e capacidade de execução.

“Tivemos gestores que não sabiam o que fazer com a prefeitura. Faltava projeto, faltava estratégia, faltava saber buscar recursos”, disse.

Segundo ele, Medrado apresenta uma característica que tem feito diferença: articulação política. O prefeito mantém diálogo direto com lideranças importantes, como o governador Jerônimo Rodrigues, além de ter portas abertas junto ao governo federal, com figuras como Rui Costa.

“Hoje, se não fizer, a responsabilidade é do próprio prefeito. Porque acesso ele tem”, pontuou.

Secretários de fora e o pragmatismo do resultado

Um dos pontos que costuma gerar debate em Valença, a presença de secretários vindos de fora do município, também foi abordado.

Para Venâncio, a discussão perde força diante de um fator simples: resultado.

“O povo quer resultado. Se está funcionando, isso deixa de ser problema”, afirmou, sinalizando uma mudança de mentalidade na população, que antes reagia com mais resistência a esse tipo de escolha.

Esperança renovada… mas com cobrança

Mesmo reconhecendo avanços, o empresário mantém uma postura de expectativa vigilante. Para ele, o que já foi feito é importante, mas ainda insuficiente diante do potencial da cidade.

“A expectativa hoje é de uma grande gestão. Se ele fizer só o que já fez, já será reconhecido. Mas se fizer mais, entra para a história de Valença”, avaliou.

O alerta: Valença precisa pensar o futuro

Apesar dos elogios à condução atual, Venâncio fez questão de levantar um ponto que considera crucial: o planejamento estratégico para o desenvolvimento econômico da cidade.

Ele chama atenção para um dado preocupante: a redução populacional nos últimos anos.

“Valença já teve quase 100 mil habitantes. Hoje está na faixa de 83 a 85 mil. Isso é um sinal claro de depressão econômica. As pessoas estão indo embora”, alertou.

Para reverter esse cenário, ele defende que a gestão municipal vá além das obras visíveis e invista em planejamento de longo prazo.

Entre as ideias, destaca a realização de um grande fórum regional de desenvolvimento econômico, reunindo prefeitos, Governo do Estado e empresários.

“A gente precisa criar oportunidades para que as pessoas fiquem ou até voltem para Valença. E isso só acontece com planejamento estratégico”, disse.

Ponte, anel viário e o risco de só ‘deixar passar’

Outro ponto levantado foi a necessidade de preparação para o impacto de grandes obras estruturantes, como a futura ponte na região.

Segundo ele, pensar apenas em mobilidade não é suficiente.

“O anel viário é importante, mas não é tudo. Se não houver planejamento, Valença corre o risco de virar só uma cidade de passagem”, alertou.

No fim das contas…

A entrevista revela um sentimento que hoje parece ecoar em boa parte da cidade: Valença voltou a acreditar, mas não abriu mão de cobrar.

E como bem resume o próprio Venâncio, a régua agora subiu: fazer o básico já não basta, o desafio é entrar para a história.

Cairu entra na era digital e deixa a papelada para trás

Enquanto muita prefeitura ainda se perde em pilhas de papel e carimbo pra todo lado, Cairu resolveu apertar o botão do futuro.

A gestão municipal lançou, nesta quinta-feira (9), o Sistema Eletrônico de Informações (SEI Bahia Municípios) e deu um passo firme rumo à modernização de verdade.

Traduzindo: menos papel, menos burocracia e mais rapidez. Coisa que o cidadão agradece… e muito.

O prefeito Hildécio Meireles tratou de deixar claro que não se trata só de tecnologia, mas de mudança de mentalidade. “Estamos avançando para um modelo mais ágil, com respostas mais rápidas”, disse. Em bom português: chega de processo andando a passos de tartaruga.

Quem também puxou a fila desse avanço foi a secretária de Governo, Cida Souza, que já conhecia o sistema e viu a oportunidade de trazer a ferramenta para Cairu.

O trabalho começou ainda no ano passado, com capacitação das equipes e organização da casa para que o sistema não fosse só bonito no papel… mas funcione de verdade.

Com a implantação do SEI, Cairu passa a operar com processos totalmente digitais, garantindo mais controle, transparência e economia. E cá entre nós: quando a máquina pública funciona direito, quem ganha é o povo.

No meio de tanta reclamação sobre gestão por aí, é o tipo de notícia que mostra que, sim, dá pra fazer diferente.