Nossa Senhora do Amparo, quem ampara quem sofre com os rojões?

Hoje é dia de Nossa Senhora do Amparo, padroeira dos operários aqui em Valença. Desde a madrugada, aqui de casa, venho ouvindo os rojões da festa.

Mal acaba uma missa e lá vem outra rodada de estouros. Aí eu pergunto aos responsáveis pela celebração: vocês já entraram na casa de uma família que tem uma criança sensível a esse barulho para ver o que acontece quando o primeiro rojão estoura?

Eu falo como avô. Quem me conhece sabe o quanto acompanho de perto a rotina do meu neto. A gente passa a semana levando nossos filhos e netos às terapias, comemorando cada pequeno avanço.

Aí chega o domingo e, dentro da própria casa, tem criança que corre pro quarto, tapa os ouvidos, grita e chora. E a gente vai atrás, tentando acalmar, sem saber quando vem o próximo estouro.

Quem solta o rojão ouve o barulho por alguns segundos. Quem fica com a criança no colo sabe quanto tempo o susto pode durar.

Outro dia, pedi a um membro da igreja que conversasse com o pessoal para diminuir a barulheira. Ele me respondeu que era tradição.

Pois eu me lembro do tempo em que o sino badalava e o povo subia pro Amparo. A festa sempre teve seu jeito de chamar os fiéis. Por que hoje cada missa precisa terminar em rojão?

Se dá pra manter a procissão, o sino e até iluminar o céu com fogos sem estampido, por que insistir justamente no que faz tanta gente sofrer?

E o sofrimento vai além das crianças autistas. Tem idoso que acorda assustado, gente doente que precisa descansar e cachorro que se esconde tremendo debaixo da cama.

Quem organiza a festa pode evitar esse sofrimento já na próxima celebração.

Também faço uma cobrança ao prefeito Marcos Medrado e aos vereadores. O estado de São Paulo tem uma lei que proíbe a soltura de fogos com estampido, e o Supremo Tribunal Federal já reconheceu que os municípios podem aprovar leis desse tipo.

Quero que a Prefeitura diga quais regras valem hoje em Valença, quem fiscaliza e o que vai fazer para acabar com essa barulheira. E, se faltar uma lei específica, que a Câmara ponha o assunto em pauta.

A regra tem que valer pra festa religiosa, comício, jogo de futebol e comemoração de qualquer um.

Eu venho falando disso há muito tempo. Hoje, no dia de Nossa Senhora do Amparo, meu pedido é bem simples.

Na próxima missa, deixem o sino tocar e guardem os rojões. Tem família aqui em Valença que só queria passar o domingo sem precisar correr pro quarto pra consolar uma criança.

Vai fazer o ENEM? A prefeitura te leva!

A preocupação com o transporte pode ficar de lado! A Prefeitura, por meio das Secretarias de Juventude e Esporte e de Educação, garante transporte coletivo gratuito nos dias 8 e 15 de novembro, para facilitar o deslocamento dos estudantes até os locais de prova.

E fique atento aos lembretes:

  • Confira o horário e o local da prova;
  • Leve seu documento de identificação;
  • Não esqueça as canetas pretas de tubo transparente;
  • Prepare seu lanche;
  • Leve uma garrafinha transparente com água.

Agora é respirar fundo, confiar na sua preparação e dar o seu melhor!

A Prefeitura está com vocês. Boa prova!

Netanyahu pode estar com os dias contados no poder. Tomara que quem venha tenha mais humanidade!

Blog do Pelegrini | Opinião

A política de Israel está passando por uma grande reviravolta. E quem pode estar com os dias contados no poder é o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, um homem que se tornou uma das figuras mais controversas do mundo por causa da guerra em Gaza.

Segundo informações da Folha de S.Paulo, o presidente de Israel escolheu Gadi Eisenkot, adversário de Netanyahu, para tentar formar um novo governo.

Mas o que significa isso? Vou explicar de maneira bem simples.

Em Israel, a política funciona de forma diferente da nossa. Não basta um partido ganhar mais deputados. Para governar, é preciso juntar uma maioria no Parlamento. E é justamente aí que Netanyahu está encontrando dificuldades.

É como se ele tivesse chegado na frente, mas, na hora de formar o time para governar, estivesse faltando jogador.

Agora, seu adversário recebeu a oportunidade de conversar com outros partidos e tentar reunir os apoios necessários para assumir o governo.

Se conseguir, Netanyahu terá que deixar o cargo. Mas, por enquanto, nada está decidido.

E o que nós esperamos dessa mudança?

Eu, particularmente, torço para que, se houver um novo governo, venha alguém com mais sensibilidade, mais humanidade e, principalmente, com coragem de trabalhar pela paz.

Porque o que aconteceu e continua acontecendo com a população de Gaza é uma tragédia que não pode ser tratada apenas como uma disputa política.

São crianças que perderam seus pais, famílias que perderam suas casas, pessoas inocentes que perderam a vida e milhares de seres humanos que carregam as marcas dessa guerra.

E não podemos esquecer que a população israelense também merece viver em paz, sem medo de ataques e de novos conflitos.

Não importa a nacionalidade, a religião ou de que lado da fronteira alguém nasceu. A vida humana precisa estar acima de qualquer interesse político.

É bom lembrar que Gadi Eisenkot também é um militar e não representa necessariamente uma mudança radical na política de Israel. Portanto, ninguém pode garantir que sua chegada ao poder significaria o fim da guerra.

Mas a esperança existe.

Eu sempre achei que um grande governante não é aquele que demonstra sua força através das armas, mas aquele que tem a coragem de sentar à mesa, conversar e encontrar caminhos para evitar a morte de inocentes.

Tomara que Israel encontre um governante que compreenda que a paz vale muito mais do que qualquer vitória militar.

Porque, no final das contas, meus amigos, uma guerra pode até produzir vencedores políticos e militares, mas, quando milhares de inocentes morrem, a humanidade inteira sai derrotada.

E já passou da hora de trocar o barulho das bombas pelo silêncio da paz.

Valença lança SDE Digital e facilita acesso da população aos serviços públicos

Plataforma reúne serviços municipais, reduz a burocracia e aproxima a Prefeitura dos cidadãos por meio da tecnologia.

A Prefeitura de Valença lança, nesta sexta-feira (6), o SDE Digital, uma plataforma que moderniza o atendimento da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e facilita o acesso da população aos serviços públicos pela internet.

Idealizada pelo secretário Cyro Freitas, com desenvolvimento tecnológico do Grupo KSTec, a iniciativa integra a agenda de transformação digital da gestão do prefeito Marcos Medrado e permite que cidadãos e empreendedores realizem solicitações administrativas sem precisar se deslocar até a secretaria.

Disponível em sde.valenca.ba.gov.br, a plataforma oferece serviços como:

  • Autorização para realização de eventos;
  • Cadastro de vendedores ambulantes;
  • Liberação de publicidade;
  • Solicitação de alvarás de funcionamento;
  • Agendamento do CredBahia, programa de microcrédito para pequenos negócios.

O sistema também possibilita a emissão do Documento de Arrecadação Municipal (DAM) e o acompanhamento das solicitações administrativas.

Mais facilidade e menos burocracia

A ferramenta representa um avanço importante para Valença. Com moradores distribuídos entre a sede, distritos e comunidades rurais, o atendimento digital contribui para economizar tempo, reduzir despesas com transporte e facilitar a vida de comerciantes, trabalhadores autônomos e empreendedores.

“Nosso objetivo é colocar os serviços e o acompanhamento de cada etapa na palma da mão do cidadão”, destacou o secretário Cyro Freitas.

O projeto também está alinhado à Estratégia Nacional de Governo Digital 2024–2027 e à Lei Federal nº 14.129/2021 (Lei do Governo Digital), que incentivam a modernização administrativa, a transparência e a simplificação dos serviços públicos.

Por determinação do prefeito Marcos Medrado, a gestão municipal segue investindo em soluções que aproximem a administração da população.

“A tecnologia precisa estar a serviço das pessoas, simplificando procedimentos e aproximando a Prefeitura da população. O SDE Digital é parte desse compromisso de modernizar a gestão pública e facilitar a vida de quem mora, trabalha, investe e empreende em Valença”, afirmou Cyro Freitas.

Desenvolvimento econômico e inovação

Além de facilitar o atendimento, a plataforma contribui para melhorar o ambiente de negócios, simplificar a regularização de atividades comerciais e fortalecer o empreendedorismo local.

A proposta é ampliar gradativamente os serviços disponíveis, incorporar novas funcionalidades e aperfeiçoar o atendimento à população.

Como acessar

O portal está disponível em sde.valenca.ba.gov.br e pode ser acessado pelo celular, tablet ou computador conectado à internet.

OPINIÃO | Joglas queria a presidência da Câmara de Cairu. E o projeto?

Por Pelegrini

Meus amigos, depois de acompanhar a fala inteira do vereador Joglas na Sessão da Câmara Municipal de Caiur, eu entendo por que ele foi à tribuna dar sua versão. Ele se sentiu atingido pela palavra “traidores” e quis defender a lealdade que diz ter mantido ao prefeito por quase sete anos.

Tem o direito de se explicar. Mas, no meio de tanta conversa sobre amizade e traição, fiquei com uma pergunta bem mais simples. Joglas queria presidir a Câmara de Cairu para fazer o quê?

Pelo relato do próprio vereador, o prefeito recomendou que ele conversasse com Pikuí, atual presidente da Câmara, e com os colegas com quem tinha afinidade.

Joglas admite que, naquele primeiro momento, procurou alguns vereadores e deixou Pikuí de fora da conversa. Ora, se a ideia era disputar sem brigar com o presidente, como ele mesmo disse, por que deixar justamente essa conversa para depois?

Joglas também diz que recebeu uma ligação pedindo que recuasse e que aceitou por lealdade. Depois, foi conversar com Picuí e tentou um lugar na chapa como vice.

Aí eu pergunto, vereador, se o senhor acreditava que tinha apoio e um projeto para a Câmara, por que uma ligação bastou para mudar seu rumo?

O senhor podia seguir conversando com os colegas e levar a candidatura adiante. A eleição, como o próprio Joglas lembrou na tribuna, é decidida pelos vereadores.

É aí que vejo a contradição. Joglas defende a independência da Câmara, mas põe a conversa com o prefeito no centro da explicação sobre a sua candidatura.

Pela versão que ele próprio contou, o prefeito orientou que ele se articulasse. Onde, nessa conversa, houve compromisso de fazê-lo presidente?

Também achei frágil falar em rejeição a Picuí sem mostrar de onde vinha esse suposto desgaste. E, quando Joglas diz que foi alvo de chantagem, a conversa fica mais séria.

Ele afirmou ter registros, mas, no pronunciamento, ficou a alegação. Cabe a ele esclarecer quem fez o quê e apresentar o material que diz ter.

O que eu vi nesse discurso foi muita vaidade em torno da cadeira. A presidência dá visibilidade e traz a responsabilidade de administrar o orçamento da Câmara.

Isso, por si só, já deveria render uma conversa com o povo de Cairu. O que Joglas faria com esse orçamento? Como daria mais transparência aos gastos? O que mudaria no funcionamento da Casa?

O vereador falou bastante sobre a amizade com o prefeito, sobre quem teria traído quem e sobre as conversas para chegar à presidência.

A parte que eu mais queria ouvir ficou faltando. O que o povo de Cairu ganharia com Jouglas naquela cadeira?

Com certeza a história se repetiria aqui, caso Flávio se elegesse

Por Washington Pelegrini

Meus amigos, o presidente do Paraguai, Santiago Peña, tem 47 anos. Assumiu o governo aos 44 e, nesta quinta-feira (5), entregou ao Congresso sua carta de renúncia A sessão ficou sem quórum para votar o pedido.

Até a manhã desta sexta-feira (6), Peña seguia formalmente no cargo, enquanto o Senado dava andamento ao processo de impeachment.

A crise estourou com o colapso do Ueno Bank, que deixou milhões de paraguaios sem acesso ao dinheiro nas contas.

Peña já foi acionista do grupo que controlava o banco. A oposição o acusa de conflito de interesses e de ter ajudado a proteger a instituição da fiscalização.

Ele nega irregularidades. Com a crise, perdeu apoio dentro do próprio partido, o Colorado.

Agora, esse episódio me fez pensar numa coisa. Quando a gente olha para os presidentes e primeiros-ministros pelo mundo, é muito mais comum encontrar gente acima dos 50.

Um levantamento do Pew Research Center, feito em junho deste ano com 186 países, encontrou uma idade mediana de 63 anos entre os governantes. Cerca de um terço estava na casa dos 60.

Isso mostra quem costuma ocupar esses cargos. Para saber se os mais jovens caem mais, seria preciso comparar quantos assumiram e quantos completaram o mandato em cada faixa de idade.

Exemplo de jovem que se sustentou no cargo tem. Barack Obama assumiu a Presidência dos Estados Unidos aos 47, foi reeleito e governou por oito anos. Bill Clinton entrou aos 46, também foi reeleito e completou dois mandatos, mesmo depois de enfrentar um impeachment e ser absolvido pelo Senado. E repare num detalhe: aos 46, Clinton já tinha cerca de 12 anos de experiência como governador do Arkansas.

Aqui no Brasil, o caso que mais lembra o de Peña é o de Fernando Collor. Tomou posse aos 40 anos e renunciou em 1992, em meio a um escândalo de corrupção. O Senado seguiu com o julgamento e o inabilitou por oito anos para exercer função pública. Já na vizinha Argentina, Fernando de la Rúa tinha 64 anos quando renunciou, em plena crise de 2001.

E tem o caso de Volodymyr Zelensky, que assumiu a Presidência da Ucrânia aos 41 e hoje tem 48. Ele segue no cargo mais de sete anos depois da posse, mas a comparação exige levar em conta a invasão russa em larga escala, iniciada em 2022. A legislação ucraniana proíbe a realização de eleições enquanto vigora a lei marcial.

Na minha opinião, experiência conta muito. E uma das coisas que mais revelam a experiência de um governante é o que ele faz quando recebe uma notícia ruim. Escuta quem está alertando? Cobra providências? Dá explicações à população? No Paraguai, é por aí que eu faria a cobrança. Quando apareceram os primeiros sinais de problema no banco, o que as autoridades sabiam e o que fizeram para proteger o dinheiro dos correntistas? É essa resposta que o povo paraguaio tem direito de cobrar.

E aí, meus amigos, eu trago a conversa para o Brasil.

Diante das controvérsias que cercam Flávio Bolsonaro, como ele agiria se tivesse chegado à Presidência?

Na hora de uma crise, daria explicações ao povo e deixaria os órgãos de fiscalização trabalharem com autonomia?

Será que ele faria diferente ou, quando a gente fosse fazer as contas, acabaria sendo o pior de todos?

Ricardo Lemos celebra 40 anos de atuação na comunicação e na valorização da cultura baiana

Natural de Ilhéus e cidadão valenciano desde 2012, jornalista construiu trajetória no rádio, na imprensa escrita, na comunicação institucional e, atualmente, na gestão cultural do Baixo Sul da Bahia.

Com quatro décadas dedicadas à comunicação, o jornalista e comunicador Ricardo Lemos, de 60 anos, construiu uma trajetória marcada pela atuação no jornalismo regional, na comunicação institucional e na valorização da cultura baiana.

Natural de Ilhéus, no sul da Bahia, iniciou sua carreira no rádio, com passagens pela Musical FM, em Itabuna, e pelas emissoras FM Cidade, Rádio Baiana e Gabriela FM, em Ilhéus. Na imprensa escrita, foi colunista dos jornais Tribuna do Cacau e Diário de Ilhéus.

Em Valença, atuou como redator-chefe do extinto Jornal Manacá, trabalhou nas rádios Rio Una FM e Valença FM, foi correspondente da Nova Litoral FM, de Ituberá, e integrou a equipe de colunistas do jornal Valença Agora.

Sua experiência também se estende à comunicação institucional, com atuação nas Câmaras Municipais de Itabuna, Ilhéus e Cairu, além das prefeituras de Ilhéus, Camamu e Valença.

Acompanhando as transformações do jornalismo, Ricardo ampliou sua presença na comunicação digital como editor do site Redação Bahia, veículo dedicado à cobertura de notícias, acontecimentos e manifestações culturais de Valença, do Baixo Sul e de outras regiões do estado.

Em reconhecimento à sua ligação com Valença, recebeu, em 2012, o título de Cidadão Valenciano, por iniciativa do então vereador Reginaldo Araújo, consolidando uma relação construída ao longo de sua trajetória profissional.

Da comunicação à gestão cultural
Em 2026, Ricardo Lemos assumiu a função de coordenador em exercício do Centro de Cultura Olívia Barradas, equipamento vinculado à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SECULT), em Valença.

Na função, atua na gestão administrativa do espaço e mantém o diálogo com artistas, produtores culturais, professores e instituições, contribuindo para a continuidade de oficinas, projetos e manifestações artísticas que fortalecem a cultura regional.

Ao completar 40 anos de atividade profissional, Ricardo Lemos reúne experiências que atravessam os microfones do rádio, as páginas dos jornais, a comunicação digital e os espaços culturais.

Uma trajetória dedicada à informação, à preservação da memória e à valorização da identidade cultural do sul e do Baixo Sul da Bahia.

OLHA SÓ QUE COISA BACANA! Valença recebe Carreta Escola Gastronômica do SENAC com oferta de cursos gratuitos na área de gastronomia

Valença será contemplada com a chegada da Carreta Escola Gastronômica do SENAC, uma iniciativa que amplia as oportunidades de qualificação profissional e geração de renda no município.

A ação é realizada pelo SENAC, em parceria com o Governo do Estado através do INEMA, com o apoio da Prefeitura de Valença, por meio da Secretaria Municipal de Turismo.

A unidade móvel oferecerá capacitações voltadas à gastronomia, valorizando os ingredientes da sociobiodiversidade e incentivando o aproveitamento dos produtos e recursos naturais da região.

Nesta primeira etapa, serão oferecidos dois cursos:

  • Sociobiodiversidade na criação de hambúrguer gourmet: nos dias 12 e 13 de novembro, das 13h às 17h.
  • Preparo de bolos no pote com itens da sociobiodiversidade: nos dias 12 e 13 de novembro, das 8h às 12h.

As capacitações terão carga horária de 8 horas e serão ministradas pelo instrutor Marcos Vinícius Soares, na Praça 2 de Julho, em Valença.

As inscrições estarão abertas de 4 a 11 de novembro, na Secretaria Municipal de Turismo, que fica localizada na rua Quintino Bocaiúva, no centro. Para participar, os interessados deverão apresentar comprovante de residência, histórico escolar, RG e CPF.

A chegada da Carreta Escola Gastronômica representa uma oportunidade para quem deseja adquirir novos conhecimentos, desenvolver habilidades na área de alimentação e transformar o aprendizado em possibilidades de empreendedorismo e geração de renda.

A iniciativa também destaca a importância de valorizar a sociobiodiversidade, aproximando a gastronomia dos produtos regionais e incentivando práticas que contribuem para o desenvolvimento sustentável de Valença.