CAIRU: PREFEITURA DISTRIBUI QUATRO MIL FARDAS PARA CRIANÇAS NAS ESCOLAS

cairuA Prefeitura de Cairu, através da Secretaria Municipal da Educação (Seduc), deu um novo colorido em todas as ilhas do arquipélago, com a distribuição gratuita de fardas para os estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I. Ao total, foram entregues 3.953 conjuntos de fardamento, sendo que as crianças do Ensino Infantil receberam 2 fardas para o dia a dia escolar.

Esta é a segunda vez que a administração do prefeito Fernando Brito distribui fardamento para os estudantes das escolas municipais. Anteriormente já havia sido distribuído fardas para os estudantes do Ensino Infantil, Fundamental I e II, como também para os alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

DUAS FORÇAS JOVENS EM NOSSA CIDADE QUE FAZEM A DIFERENÇA, NA SUA EDMAIS FM WEB LOGO MAIS ÀS ONZE HORAS

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Eduardo Monteiro (Duda), pré-candidato a prefeito de Valença

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Anderson Silva, personal e professor de educação física em Valença

Hoje na Edmais FM web, teremos duas personalidades jovens e importantes da nossa comunidade, o advogado e pré-candidato a prefeito de Valença, Eduardo Monteiro, o Duda e nosso Anderson Silva, personal formado em educação física e que exerce um bom trabalho na cidade em uma academia famosa de Valença.

Duda irá falar sobre seu novo partido e o seu futuro nas eleições 2016. Será que ele realmente sairá candidato?

Anderson fala sobre a nova onda do século, porque academia é tão importante em nossas vidas, nos dias de hoje? Será que academia só serve para modelar o corpo, ou ajuda na longevidade?

Não percam! Participem mandando suas mensagens pela nossa fanpage ou em nosso zap, 8813-3434 e telefonando para  nosso fixo (75) 3641-0366 e faça perguntas aos nossos entrevistados.

Acesse edmais fm web.

te contei

 

“FESTA DE IEMANJÁ É A NOVA DATA PARA LANÇAR CANDIDATURAS EM VALENÇA”, RAMIRO CAMPELO

RAMIRO E ZÉ

Zé da Hora tomando a benção de Ramiro Campelo

A política, é como eu sempre digo, é muito dinâmica, estamos sempre vendos coisas que nunca imaginaríamos que pudessemos ver. Alianças são feitas entre quem sempre foram inimigos, amigos se separam e assim caminha a gloriosa política, que muitos dizem detestar e outros simplesmente amam.

Nessa foto acima dei um flagrante entre o empresário e ex-prefeito de Valença, Ramiro Campelo e o bancário e empresário Zé da Hora. Zé dizia que estava ali tomando a benção de Ramiro, “todo e qualquer político de Valença tem por obrigação de vir aqui tomar a benção desse grande político, que é Ramiro Campelo de Queiroz”, disse Zé da Hora.

Ramiro ainda fez um pequenos suspense sobre a política de Valença e disse que, muitas surpresas vão acontecer, “muitos que vocês nem pensam que serão candidatos, aparecerão na política local, depois de transferirem o endereço eleitoral pra cá”, falou Ramiro.

Sobre a campanha de Jucélia Ramiro disse que tudo favorece a ela, a acontecer essas candidaturas todas, Jairo, Zé da Hora, Ricardo e Claudio, só melhora pra Jucélia.

Ramiro disse que, com a nova mudança da reforma política, se não houver veto da presidente Dilma, que todos devem se preparar para lançarem suas candidaturas no dia 2 de fevereiro, dia de Iemanjá, lá na Praia do Guaibim, ao contrário do que faziam no passado que eram lançados os candidatos na Festa de Nossa Senhora do Amparo, pois agora com a reforma política o tempo de filiação partidária para candidatura será ao menos seis meses antes das eleições.

RICARDÃO E DONA MARGARETH NOS VISITOU NO QUIOSQUE

ricardãoQuem nos fez uma visita ontem, aqui em nosso Quiosque, da Orla de Valença, foi o pré-candidato Ricardo Moura juntamente com sua esposa, a enfermeira, dona Margareth Moura.

Ricardão já tinha vindo anteriormente com os filhos e amigos, mas eu não me encontrava no momento, e hoje ele veio impulsionado pelo sabor que nossos hambúgueres sempre dão aos nossos clientes, “bicho, que hambúrguer delicoso, tive aqui outro dia e fiquei apaixonado por essas delícias”, disse Ricardão.

Ricardo é cliente de longas datas e sempre apreciou nossos sorvetes, hoje está conhecendo o nosso outro lado gourmet. Sempre cortês e sensato, Ricardão demonstra grande caráter como ser humano.

O pré-candidato a prefeito, aproveitou para nos informar também que, não mora mais na antiga casa da chamada Rua dos Médicos e que agora é morador do Bairro da Graça, desde o mês de maio deste ano. Brincou dizendo que, estará economizando dinheiro com os shows que acontecerão na AABB, pois a sensação é de que o espetáculo ocorre dentro de sua casa, pela proximidade com o clube.

CAUC e a (im)possibilidade de transferência de recursos aos municípios

cnpjPor Tiago Assis*
Esse ano a Lei de Responsabilidade Fiscal realizou seu baile de debutante ao completar quinze anos. No entanto, a realidade política e financeira dos entes federativos não nos permitem comemoração alguma.
Na perspectiva da melhoria das finanças públicas e da responsabilidade na condução dos gastos públicos, a LRF colaciona uma série de requisitos para que os entes federativos firmem convênios entre si a fim de que haja transferência de recursos, sobretudo da União e estados para os municípios. Esses ajustes permitem a materialização do nosso federalismo de cooperação e aporte financeiro ao erário escasso dos municípios.
Ocorre que, a transferência de recursos não pode premiar o gestor desidioso, aquele não apresenta uma gestão transparente e eficiente, da arrecadação ao gasto realizado. Por isso que, o Tesouro Nacional criou o cadastro Único de Convênios (CAUC), que reúne as informações acerca dos requisitos legais exigidos para se realizar um convênio. Assim, havendo pendência de alguma regularização, o ente pleiteante não poderá receber transferência voluntária, exceto se destinadas à educação, à saúde ou à assistência social.
O que mais nos assusta é o alto índice de municípios no CAUC, dentre eles o município de Valença, que, por exemplo, apresenta duas irregularidades: a) não comprovação da publicação do relatório de gestão fiscal e a não regularização quanto à prestação de contas de recursos federais recebidos anteriormente. Com isso, há uma significativa perda de receita pública municipal, pois o ente fica impossibilitado de receber recursos da União a fim de executar obras de vital importância para a melhoria das condições urbanas e rurais.
No entanto se questiona: qual motivo para o elevado número de municípios em situação de irregularidade? A resposta não é difícil: a ausência de capacitação técnica dos gestores e de seu secretariado. Em outras palavras, falta conhecimento específico em direito financeiro, contabilidade pública e administração financeira. Infelizmente, o casamento entre política e técnica ainda não se consumou e a Lei de Responsabilidade não pode comemorar seus quinze anos.
*Tiago Assis é advogado, pós-graduado em Direito do Estado, professor da pós graduação em direito público da UNIFACS, Vice-Presidente da Comissão de Esportes da OAB e ex-consultor e analista da SEFAZ de Salvador. 

INSTITUTO DE PESQUISA “BOCA A BOCA” DÁ CÍNTIA E FERNANDO NA CABEÇA AO MESMO TEMPO

boca

Boca (de vermelho), o Paulinho Gogó do Morro, sempre procurando um jeito de agradar aos seus clientes, “Quem não tem dinheiro, conta história”

Quem não conhece “Boca” em Morro de São Paulo? Pois é, esse vendedor de passeios turísticos, muito comunicativo e esperto, está sempre chamando a atenção dos turístas e moradores da localidade, pelo seu jeito bem popular de falar.

Boca agora é dono de um instituto de pesquisas denominado, “Boca a Boca”. Recentemenmte ele procurou a pré-candidata Cíntia Rosemberg, precisamente na Festa de Morro, para mostrar-lhe uma pesquisa que ele fez na localidade, e dá a candidata na cabeça com uma pontuação muito boa, motivos para a equipe da doutora comemorar.

Enquanto a doutora Cíntia comemorava o resultado da pesquisa com seus eleitores, Boca procurava o prefeito Fernando Brito e também lhe mostrava uma outra pesquisa com um resultado, dessa vez, favorável ao pré-candidato Fernando. O prefeito já sabia que Boca havia entregue uma pesquisa favorável a doutora Cíntia e questionou: “Ora, você mostrou uma pesquisa que dá bom resultado para minha adversária e aqui me mostra outra pesquisa que é favorável a mim, porque isso?”, Boca botou a mão na cabeça, coçou, coçou e respondeu-lhe, como todo instituto de pesquisas deveria responder aos seus clientes: “É que aquela eu fiz pra ela, e essa eu fiz pra você”.

E assim, boca vai vivendo sua vida e fazendo sua história.

NA MORAL, CHOREI

As almas gêmeas de Petra Laszlo na mídia brasileira. Por Paulo Nogueira

PETRA

Monstro moral

Alguém pergunta, numa rede social: como uma profissão que sempre produziu pessoas de alta consciência social, o jornalismo, pode abrigar monstros morais como a húngara Petra Laszlo?

Petra virou uma abominação mundial ao ser flagrada chutando e derrubando refugiados na Hungria.

A explicação para a conduta desumana de Petra não está no afrouxamento do caráter dos jornalistas, embora isso possa estar acontecendo.

A resposta está na ideologia.

Petra, como logo se soube, é nacional socialista. Ou seja, nazista. Ela trabalhava, até ser demitida ontem mesmo, numa emissora de extrema direita da Hungria.

Um traço essencial do caráter das pessoas de extrema direita é a desumanidade, o ódio torrencial, a falta de compaixão, solidariedade e outras coisas que conectam os seres humanos.

Detestam imigrantes. Detestam pobres. Detestam negros. Detestam homossexuais e demais minorias.

São incapazes de se comover com o sofrimento de uma criança miserável. Preferem vê-la morta.

Petra é deste grupo.

Ela guarda uma notável semelhança física com uma alma gêmea sua, o norueguês Anders Breivik, o ultradireitista que matou mais de 70 jovens em nome do combate à expansão dos muçulmanos.

O mesmo semblante, a mesma frieza, o mesmo ar de pretensa superioridade racial.

No Brasil, essa escória moral está por trás de grupos que vestem verde e amarelo e vão para as ruas pedir a volta da ditadura.

Nas redes sociais, eles disseminam seu ódio patológico, cego e obtuso. Um de seus alvos frequentes são os nordestinos, para eles uma subraça, assim como os refugiados para Petra.

Há um mentor por trás da extrema direita brasileira, o pseudofilósofo Olavo de Carvalho, que é a própria personificação do ódio.

Ele arregimentou seguidores que espalham sua pregação raivosa, intolerante e primitiva.

Entre eles está uma espécie de duplo de Petra, Rachel Sheherazade.

Sheherazade virou um caso nacional quando defendeu os linchadores de um garoto que tem todos os defeitos para gente que pensa como ela: pobre e negro.

Até o governo federal, tão leniente quando se trata de encher de dinheiro empresas de mídia que sabotam a democracia, ficou passado.

Para não perder o Anualão de 150 milhões de reais de verbas publicitárias do governo, Silvio Santos colocou-a na geladeira. Transformou-a numa locutora, à espera, com certeza, de que o PT saia do poder para devolvê-la à condição de comentarista.

Petra faria o mesmo que Sheherazade, caso fosse brasileira.

Se estivesse filmando o menino justiçado que trouxe notoriedade a Sheherazade, daria os mesmos pontapés que deu em refugiados em situação extrema, incluídas crianças.

Parecia que o Brasil estava livre da praga da extrema direita inumana.

Mas não.

Ela está aí, com todo o catálogo de abominações típicos dos nazistas.

E o pior é que, por razões oportunísticas e sórdidas, os senhores do ódio recebem no Brasil o estímulo da oposição e, claro, da imprensa.

Basta ver o número de ultradireitistas com posições privilegiadas nas corporações de mídia.

Sheherazade, nossa Petra, é um caso que está longe de ser único.