Arquivo Anual: 2015

GUAIBIM: TUDO PRONTO PARA A 2ª E 3ª ETAPAS DO CAMPEONATO BAIANO DE CICLISMO

ciclismoValença recebe nesse final de semana (21 e 22) a 2ª e 3ª etapas do Ranking Estadual de Ciclismo. Segundo os organizadores do evento, essa é a etapa mais esperada do ano, “Essa é a prova que todo ciclista adora, pois o local é lindíssimo e podem curtir as belezas naturais para renovar as energias”, declararam os promotores.

Na segunda etapa do Campeonato, que acontecerá no sábado, será a vez da prova “contrarrelógio Individual-CRI” onde o único adversário do atleta é o relógio, terá um percurso de 5 km e a largada será no Atracadouro às 15 h. Já a terceira etapa, cohecida como “estrada”, terá a largada na Praça do Netuno às 7:30. Serão várias categorias e as inscrições serão feitas no Guaibim Praia Hotel.

 

VEREADOR BARRETO (PSB) ACHA QUE POVO DE VALENÇA NÃO TEM CULTURA PARA RECONHECER BENEFÍCIOS DA GESTÃO DA PREFEITA

ARRETO

Vereador Barreto disse que nossa cultura não enxerga benefícios

Uma coisa que me chamou a atenção na sessão da Câmara de Vereadores de Valença, ontem (17), foi no pronunciamento do vereador Barreto, quando ele inicou suas palavras e mencionou o Diretor do SAAE, Robenilson, que estava ali para dar explicações aos vereadores sobre a Autarquia e, elogiou o diretor, desmerecendo ao povo de Valença, nos subestimando como se fossemos ignorantes, por achar que nós não sabemos reconhecer o que se faz de bem na cidade, disse que temos cultura suspeita, acha que enxergamos muito pouco e que não entendemos nada sobre os bennefícios que o SAAE está fazendo para nós. Vejam o que le disse na sessão: “Senhor presidente, senhores vereadores, vereadora, comunidade presente, quero saudar Jailton, Ricardo, nosso amigo Humerto Santiago, saudar também ao Robenilson, diretor do SAAE, brilhante diretor. Já de início quero parabenizá-lo, pelo serviço que está sendo feito na cidade. Infelizmente o povo tem uma cultura que enxerga muito pouco, daquilo que realmente lhe faz bem e só o tempo dirá os benefícios que o SAAE, vai proporcionar com essa modificação”

VEREADOR BETÃO DISSE QUE FICOU INDIGNADO COM RESPOSTA DO SECRETÁRIO JAILTON AZEVEDO

câmara VOntem (17) na sessão da Câmara de vereadores de Valença, o vereador Betão, demonstrou sua insatisfação com o Secretário de Infraestrutura, o senhor Jailton Azevedo. Quando fazia suas indicações, Betão disse que sempre quando vai falar com o Secretário para fazer uma indicação para um bairro mais humilde, disse que o secretário se transforma num bicho, “Ele se transforma de uma maneira que a gente fica com medo, ontem eu fui comunicar a ele que na cabeceira da Ponte Águas de Março o pessoal fez uma valeta ao invés de quebra-mola e ele me respondeu dizendo: ‘eu quero que eles briguem entre si, se destruam entre si’. É triste a gente ouvir isso de um Secretário, eu ouvi e não disse nada, deixei pra falar aqui e ele disse que o pessoal está em uma área de meio ambiente. Não é assim não”, desabafou o vereador, que ainda disse que 40% do povo de Valença mora em área de meio ambiente.

Poluição causada pela Indústria Têxtil X “Geração de Emprego e Renda”

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Foto: Carlos Eduardo Passos

Por João Fernandes*

Estudar as formas de prevenir e controlar a geração de poluição inerente a toda atividade antropogênica como a transformação de matérias-primas em diversos processos ajuda na conservação dos ambientes naturais. O ser humano necessita do meio para viver, para adquirir matérias-primas e transforma-las em bens de consumo.

Dá-se o nome de poluição a qualquer degradação, deterioração ou estrago das condições ambientais do habitat de uma coletividade humana, normalmente associada à diminuição da qualidade de vida em decorrência de mudanças ambientais.

Os agentes que provocam a poluição são chamados poluentes: um ruído excessivo, um gás nocivo na atmosfera, detritos que sujam os rios ou praias ou ainda um cartaz publicitário que degrada o aspecto visual de uma paisagem. A partir da revolução industrial, a poluição passou a constituir um problema para a humanidade, pois o grau de poluição cresceu acentuadamente e a sua escala deixou de ser apenas local para se tornar planetária. Isso não apenas porque a indústria é a principal responsável pelo lançamento de poluentes no meio ambiente, mas também porque a Revolução Industrial representou a consolidação e a globalização do capitalismo.

A indústria têxtil possui um dos processos de maior geração de poluentes em contra partida geração de emprego e renda para a população valenciana que não encontra outra forma de atividade local, embora possua uma gama de opções, ainda que desativadas, logo contribui quantitativa e qualitativamente com carga poluidora rejeitada no meio ambiente, os quais, quando não corretamente tratados, são indutores de sérios problemas de contaminação ambiental. Aqui deveremos considerar os impactes que a indústria potencia de uma forma horizontal, ou seja, os aspectos ambientais negativos associados ao processo produtivo considerados desde a fase de cultivo das matérias-primas utilizadas (como por exemplo a utilização de resíduos tóxicos de pesticidas e agentes para preservação do algodão e da lã como o pentaclorofenol; o uso de fertilizantes artificiais e de pesticidas nas culturas de algodão como o DDT, lindane e hexaclorociclohexano), passando pelas fases de produção industrial (poluição através dos efluentes dos processos de tingimento e acabamento incluindo corantes, fosfatos, metais pesados e agentes de complexação) e finalmente os resíduos resultantes do mesmo processo de fabrico (como por exemplo os lodos).

O setor têxtil é conhecido por apresentar potencial poluente elevado, abrangendo cinco campos distintos: efluentes líquidos, emissões de gases e partículas, resíduos sólidos, odores e ruídos. O grande consumo de água durante as etapas do processo de fabrico dos tecidos gera água residual com efeito poluidor bastante significativo devido às elevadas vazões e toxicidade, além do volume e composição variáveis. Quando este efluente é descartado pode causar impactos no corpo receptor oriundo da sua carga poluente, além de contaminações, pois os efluentes têxteis possuem elevados valores para níveis de coloração, demanda química e bioquímica de oxigênio, sólidos suspensos e baixas concentrações de oxigênio dissolvido.

Grande parte dos efluentes gerados provém, sobretudo, das fases de lavagem e tingimento. Devido à grande variedade de fibras, corantes, produtos auxiliares e de acabamento, tipos de equipamentos e processamento, os efluentes possuem grande diversidade e complexidade química. Entre os produtos que conferem elevada carga poluente, podemos destacar: amido, proteínas, substâncias gordurosas, surfactantes, produtos auxiliares no tingimento e os corantes. Além destes produtos, a temperatura elevada e pH dos banhos também conferem igualmente alto potencial poluidor.

Os efluentes têxteis caracterizam-se por serem altamente coloridos, devido à presença de corantes que durante o processo de tingimento não se fixam na fibra, gerando assim, grandes danos ambientais, impedindo a luz solar de chegar até ao ecossistema aquático, prejudicando o desenvolvimento da biota e a qualidade da água para consumo. Estes corantes (naturais ou xenobióticos) normalmente permanecem num determinado ambiente de forma inalterada ou apresentam uma cinética de degradação muito lenta para os processos biológicos convencionais, e geram efluentes finais (após o tratamento) com uma coloração ainda muito intensa.

A molécula do corante possui uma estrutura responsável pela absorção da radiação visível e exposição da cor, sendo a família dos azocorantes a mais utilizada, correspondendo a sensivelmente a 70% de todos os corantes têxteis produzidos. Alguns corantes azóicos podem produzir organoclorados com alta toxicidade e cloraminas que além de tóxicas quando clivadas, podem gerar como subproduto substâncias indutoras de efeitos carcinogénicos e mutagénicos capazes de causar cancros no organismo humano.

Em geral, na indústria têxtil as preocupações ao nível da contaminação ambiental estão hoje bastante presentes e alvo de legislação nacional e comunitária, exceto em nossa cidade, muito por falta de FISCALIZAÇÃO. Os processos de tratamento são fundamentados na operação de sistemas físico-químicos de precipitação-coagulação, seguidos de separação por sedimentação através de tratamento biológico via sistema de lodos ativados, apresentando uma elevada eficiência na remoção de partículas, se a CVI realiza esses tratamentos que se pronuncie. No entanto, existem muitas dificuldades na remoção de cor e compostos orgânicos dissolvidos, para além do grande inconveniente de ser bastante susceptível à composição do efluente (cargas de choque), e de produzir um grande volume de lodo.

Os resíduos sólidos resultantes, assim como, os compostos poluentes utilizados no processo de fabrico das matérias-primas para a produção, o consumo elevado de água bem como os impactes nos efluentes e a infiltração de águas contaminadas são constantes ameaças para a qualidade do solo no que se refere ao sector têxtil. Existem técnicas já desenvolvidas para minimizar todo este conjunto de impactos, contudo, este processo não é estanque, logo, susceptível de ameaças constantes a este meio natural, o solo.

Sinto muito pelo nosso Rio Una, igualmente sinto por sua diversidade biológica… por sua POPULAÇÃO!

ACORDA, VALENÇA VAMOS PARA AS RUAS… REVOLVER NOSSAS ÁGUAS E TRANSFORMAR NOSSA BELA CIDADE!

*João Fernnandes é leitor do blog

OPA! A “VELHA SENHORA” NÃO É UMA PESSOA, DEPUTADO

Depois de ler esse release de notícia do deputado Hildécio Meireles, juro que não entendi quando o deputado no seu pronunciamento (terça 17) sobre as manifestações do dia 15, disse: “Não podemos conceder que a nossa presidente da república considere a corrupção como ‘uma velha senhora’. Não creio que ‘uma velha senhora’ faça tanto mal à sociedade como pode fazer a corrupção. Mas, se quiser considerar, não podemos entender como a presidente deixou que, durante 12 anos, essa ‘velha senhora’ passasse ao palmo do seu nariz, sem que nenhuma atitude fosse tomada”.

Oxente! Eu, leigo como sou, entendi que a presidenta Dilma estava usando uma figura de linguagem naquele momento e não fazendo uma analogia da corrupção com uma pessoa, ela não quis comparar a corrupção com uma velha senhora, mas quis dizer que a corrupção é uma coisa antiga, vem de longas datas, que ninguém pode querer dizer que a corrupção é uma coisa nova, que nasceu nos últimos doze anos, pois existe desde a época de Adão e Eva. Lembra que Eva comeu a maça que a serpente ofereceu? Começou ali a corrupção.

O deputado Hildécio é um político cuidadoso e me pareceu que faltou aí uma assessoria mais ágil, para corrigir seu discurso, fazer a lapidação para não parecer um discurso demagogo e sensacionalista.

Nós aqui não deixamos passar nada.

Quem será que está fazendo esses discursos do deputado? Cuidado deputado! O senhor pode estar dormindo ao lado do inimigo, sem saber de nada.

Uma velha senhora não faz tanto mal quanto a corrupção, enfatiza Hildécio

HILDEEm pronunciamento realizado nesta terça-feira (17), na Assembleia Legislativa da Bahia,o deputado estadual Hildécio Meireles (PMDB) voltou a comentar sobre as manifestações que aconteceram em diversas cidades do Brasil, no último fim de semana. De acordo com o parlamentar, essa iniciativa representa a exaustão da população, que não aguenta mais o atual cenário do país.

“As manifestações são resultado do sentimento de tristeza e exaustão da população.O povo não aguenta mais tanta corrupção e ineficiência nos serviços públicos básicos, como saúde, segurança e educação”, salientou o peemedebista.

Meireles afirmou ainda que quem esteve nas manifestações foi por livre e espontânea vontade. De acordo com Hildécio, ninguém foi porque ganhou camisas, bonés e nem pagamento de diárias. O deputado fez questão de destacar o posicionamento da presidente Dilma, que, segundo o parlamentar, não pode considerar a corrupção como “uma velha senhora”.

“O governo,os partidos políticos e, sobretudo, o Partido dos Trabalhadores, que vem comandando este país há mais de 12 anos, não devem fechar os olhos para todos estes acontecimentos. Não podemos conceder que a nossa presidente da república considere a corrupção como ‘uma velha senhora’. Não creio que ‘uma velha senhora’ faça tanto mal à sociedade como pode fazer a corrupção. Mas, se quiser considerar, não podemos entender como a presidente deixou que, durante 12 anos,essa ‘velha senhora’ passasse ao palmo do seu nariz, sem que nenhuma atitude fosse tomada”, finalizou o parlamentar.

Fonte: Ascom do deputado Hildécio Meireles (PMDB)

CAIRU: MAIS UM ÔNIBUS ESCOLAR PARA O MUNICÍPIO

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Fernando Brito anda com muita moral com o governandor Rui Costa

O prefeito Fernando Brito, anda de vento em popa com as ações do governo estadual e federal, dessa vez foi uma emenda do deputado Rosemberg Pinto, que já o levou ao Secretário de Segurança para resolver questões de segurança do Morro e agora uma indicação do parlamentar trouxe mais um ônibus escolar do “Programa Caminho da Escola”, para o município. A entrega aconteceu em Feira de Santana e participou da entrega o governandor Rui Costa.

O governador disse que junto com esse ônibus de Cairu foram entregues mais 97 e que isso é uma ação do Governno Federal, que começou em 2009 e que tem também a participação do Governo do Estado na compra e distribuição dos veículos.

“Essa parceria só tende a fortalecer Cairu e a beneficiar nossa população. Hoje conquistamos mais um ônibus para nossa frota de veículos escolares e creio que muitos outros benefícios importantes ainda virão”, disse o prefeito ressaltanndo a importância dessa parceria com os governos Estadual e Federal.

CAIRU: FERNANDO SE REÚNE COM SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA E CONSEGUE REFORÇO PARA A SEGURANÇA DO MORRO

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Como sempre, Fernanndo se preocupa muito com a segurannça dos moradores do arquipélago, aqui no Carnaval da Gamboa onde não registrou nenhuma ocorrência, ele contou com o apoio do Capitão Neri e do Coronel Salustiano. Policiamento de Morro de São Paulo e Gamboa será reforçado

O prefeito Fernando Brito já havia dito que no seu governo não tem nada a esconder, tudo tem que ser com transparência, até mesmo a violência que nos últimos dias tirou um pouco a tranquilidade dos moradores do Morro de São Paulo, ele não escondeu.

Depois que o deputado Hildécio Meireles fez uma denúnica na AL alegando que o Morro estava desprotegido e que a violêcia tinha tomado conta do lugar, Brito nem mesmo esperou que o deputado tomasse providências, pegou o deputado Rosemberg Pinto e procurou o Secretário de Segurança Pública Maurício Barbosa, que os recebeu nesta terça-feira (17). O prefeito relatou o ocorrido nos últimos dias e reivindicou medidas para conter a violência em Morro.

Fernando falou para o Secretário do apoio que a prefeitura de Cairu já dá aos policiais Militar e Civil, assim como carros, motocicletas, despesas de alimentação, transportes, moradia, estando sempre disposto a ajudar a localidade, o que foi louvado pelo Secretário que se comprometeu a reforçar o policiamento de Morro de São Paulo e Gamboa, traçando uma nova estratégia de policiamentos para as localidades.