O QUE FALTA SER EXPLICADO?
Gilmar Mendes, o ministro da boca foló, tá arrumando é coisa, viu!?
Desde sábado, houve tempo suficiente para que a oposição e entidades como a OAB viessem a público se manifestar contra a suposta tentativa de ingerência do ex-presidente em um assunto do Judiciário. Segundo a semanal, Lula prometeu aliviar a situação de Mendes na CPI se tivesse apoio para adiar o julgamento do mensalão.
Foi tempo suficiente também para que parte da imprensa escrevesse editoriais sobre o choque de versões dos envolvidos – isso apesar de Lula e o ex-ministro Nelson Jobim, o anfitrião do encontro, terem negado com todas as palavras o relato de Veja, e Gilmar Mendes, negado em parte a versão atribuída a ele.
Fato é que, nesses três dias, algumas perguntas ainda não foram respondidas. Até agora ninguém se mostrou capaz de explicar:
– Quem solicitou o encontro e por quê?
– Por que Gilmar Mendes levou mais de um mês para revelar a “pressão” de Lula?
– O que adiantaria Lula pressionar Mendes: ele não comanda mais o Supremo, não é relator ou revisor do processo do chamado mensalão nem é tão querido no tribunal a ponto de influenciar o voto da maioria?
– Por que, diante da tal pressão, Mendes não convocou uma reunião com os demais ministros do Supremo Tribunal Federal para revelar os fatos e exigir providências?
– Por que preferiu se manifestar por meio e tão somente da revista Veja?
– Por que parte da mídia que sempre incensou o ex-ministro Nelson Jobim agora não dá a mínima para os seus desmentidos, que jogam por terra a versão de Mendes?
– O ex-presidente do STF pegou ou não carona no jato de Carlos Cachoeira na volta de Berlim? (Carta Capital)





concordo plenamente com sua pontuação sobre esta questão. eu nunca gostei de foguete nem bomba, por min não existiriam esse…
Um novo nome sempre bom
Respondendo ao comentário "Verdade, Wolf, alí seria a verdadeira via que iria desafogar o transito..." Sem dúvidas, meu caro! Marcos…
Verdade, Wolf, alí seria a verdadeira via que iria desafogar o trânsito, os veículos não precisariam nem mesmo de subir…
Outrora havia um caminho que desafogava o centro de Valença. Acontece que a Fabrica de tecidos apropriou-se da via pública…