Pelegrini,
Ainda sem entender o porquê de tanta celeuma acerca do movimento “Renova Valença”, resolvi tecer algumas considerações.
Como todos sabem, resido e voto em Lauro de Freitas. No entanto, por ter morado cerca de 02 anos em Valença e nela ter criado laços que seguirão por toda a minha vida, torço pelo desenvolvimento da cidade mais até que muitos “Valencianos” puro-sangue.
Não conheço as idéias nem os possíveis projetos – isto levando em conta que exista algum – do citado movimento. A única excessão é o Dr. Adolfo, advogado, de quem fui vizinho por um curto espaço de tempo e, por conta do trabalho, cumprimentei-o duas ou três vezes. Os outros, nem isso.
Na última disputa eleitoral o então candidato, e agora prefeito, Ramiro Campelo, trazia um forte slogan: ” Mutirão por mais Emprego”. Três anos se passaram e, a não ser pelos empregos gerados pelas novas empresas do ramo do Comércio que instalaram-se em Valença, o mutirão dos empregos não veio, nem virá. Certamente, o autor da promessa dirá que quatro anos foi pouco e blábláblá…blábláblá… e, então, se releja. Uma pena, numa cidade com tanto potencial…
Há uma segunda opção. Aqui, como aí, o PT quer enfiar goela abaixo candidatos estrangeiros. Aqui, RUI COSTA e ROSEMBERG são apontados como possíveis sucessores da prefeita MOEMA que, afinal, não disse pra quê veio.
Aí, fala-se em YULO que, até onde eu sei é, ou era, ligado aos movimentos católicos da cidade do Salvador. Daí a ser postulante a prefeito de Valença… Dirão que é legítimo e tal…
Senhores, senhoras, blogueiros, cabeças pensantes desta Bahia, já não dá mais para cair em propagandas eleitorais nem em movimentos “sociais” de última hora. O governo de Lula, e agora o de Dilma, “surfou” na estabilidade econômica implementada no governo FHC(não que eu seja seu defensor). Hoje, analistas de mercado apontam a possibilidade de ocorrência do fenômeno conhecido por “bolha” no Brasil, isto por falta de planejamento, de reformas estruturais e da falta de investimentos em infra-estrutura. Ah, mas tem a copa do mundo, exemplo de investimentos, diriam os defensores deste governo.
Na verdade pouco importa se teremos um movimento de renovação, vanguardista, de direita, de esquerda, anarquista ou comunista(se é que ainda resta algum). Não podemos mais aceitar promessas de mais escolas, hospitais – olha a pedra fundamental aí gente -, segurança, etc. Precisamos de propostas concretas, projetos. Mas não projetos bonitos que servem apenas para encher “programas de governo”, lembrem-se de que foi pedido, mais que uma vez, à então candidata DILMA que mostrasse seu programa de governo, ela mostrou? Não.
Precisamos de projetos reais que digam de onde vai sair o dinheiro para implementar as políticas públicas porque, afinal, sem dinheiro não dá. Aquela ilusão do ” é só você querer…” das primeiras campanhas do LULA já não cabem mais, pois sabemos que não é só querer…
Desconfio até que esta estória toda de “Orçamento Participativo” é um engodo: como não tenho projeto nenhum, conclamo as pessoas para que tragam “projetos” e façamos uma salada, uma geléia-geral e aí, então, governemos. Foi assim com LULA, com JOÃO HENRIQUE, com MOEMA, com RAMIRO. E eu pergunto: até quando elegeremos governos que não tem projetos, tem apenas propaganda e muito blá,blá,blá…???
Ufa! Paro por aqui. Até porque, caso não, serei eu a ter o comentário cortado por dizer tanto blá,blá,blá… Um abraço a todos e peço que entendam este comentário apenas como uma tentativa de trazer o debate para um nível mais impessoal.
Fábio Silva
concordo plenamente com sua pontuação sobre esta questão. eu nunca gostei de foguete nem bomba, por min não existiriam esse…
Um novo nome sempre bom
Respondendo ao comentário "Verdade, Wolf, alí seria a verdadeira via que iria desafogar o transito..." Sem dúvidas, meu caro! Marcos…
Verdade, Wolf, alí seria a verdadeira via que iria desafogar o trânsito, os veículos não precisariam nem mesmo de subir…
Outrora havia um caminho que desafogava o centro de Valença. Acontece que a Fabrica de tecidos apropriou-se da via pública…