Contrato milionário, explicações públicas: esposa de Moraes entra no debate sobre caso Banco Master

A advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes, decidiu falar publicamente e divulgar detalhes do contrato firmado entre seu escritório e o Banco Master, instituição ligada ao empresário Daniel Vorcaro.
De acordo com informações divulgadas pela coluna da jornalista Mônica Bergamo, o contrato foi firmado em fevereiro de 2024 para prestação de consultoria jurídica. O acordo previa pagamentos mensais de cerca de R$ 3,5 milhões, podendo chegar a aproximadamente R$ 129 milhões ao longo de três anos.
Na nota divulgada, o escritório informou que o trabalho envolveu uma equipe de 15 advogados, além da coordenação de outros escritórios especializados. Segundo os dados apresentados, foram realizadas 94 reuniões de trabalho e elaborados 36 pareceres jurídicos, abordando temas como regulação bancária, compliance, direito trabalhista e questões contratuais.
O contrato, entretanto, foi encerrado em novembro de 2025, após a liquidação extrajudicial do Banco Master determinada pelo Banco Central.
A advogada também ressaltou que o escritório não atuou em processos do Banco Master no STF, buscando afastar qualquer suspeita de conflito de interesses envolvendo o ministro do Supremo.
O caso ganhou grande repercussão nacional, especialmente por envolver um banco investigado e um contrato de valores expressivos, colocando o tema no centro do debate público sobre transparência, ética e relações entre o setor financeiro e o meio jurídico no país.





Parabes Pele Muito boa esta reportagem e pertinente seria bom q chegasse até os gestores municipais!
concordo plenamente com sua pontuação sobre esta questão. eu nunca gostei de foguete nem bomba, por min não existiriam esse…
Um novo nome sempre bom
Respondendo ao comentário "Verdade, Wolf, alí seria a verdadeira via que iria desafogar o transito..." Sem dúvidas, meu caro! Marcos…
Verdade, Wolf, alí seria a verdadeira via que iria desafogar o trânsito, os veículos não precisariam nem mesmo de subir…