“A VERDADE SOBRE O PAPEL DA VICE-PREFEITA: TRABALHO, RESULTADOS E RESPONSABILIDADE”

A vice-prefeita enviou ao Blog do Pelegrini um texto exercendo seu direito de resposta à matéria publicada ontem. Como espaço plural, publicamos na íntegra sua manifestação
Diferente de narrativas superficiais que tentam reduzir a atuação da vice-prefeita a uma “figura ilustrativa”, é preciso restabelecer a verdade com base em fatos concretos e históricos de atuação pública.
Antes mesmo de ocupar a vice-prefeitura, enquanto vereadora, exerceu com zelo e protagonismo a função constitucional de legislar e fiscalizar. Foi autora e defensora de leis relevantes, como:
Lei de combate à violência obstétrica;
Propostas voltadas à acessibilidade e mobilidade urbana;
Realização de audiência pública em defesa do IFBA;
Atuação direta junto ao Ministério da Educação para impedir a retirada ou unificação dos Institutos Federais, preservando conquistas educacionais para o município;
Entre outras políticas públicas que deixaram marcas reais na cidade.
Na condição de Secretária de Educação, sua gestão também foi marcada por resultados objetivos e mensuráveis:
Defesa e pagamento do piso máximo do magistério;
Distribuição de fardamento para todos os alunos da rede pública;
Aquisição de ônibus escolares;
Reformas e melhorias estruturais nas escolas municipais.
Esses não são discursos, são ações concretas.
Como vice-prefeita, cumpre rigorosamente o papel que a legislação estabelece: função de assessoramento ao Executivo. A vice não possui secretaria própria, nem estrutura administrativa autônoma. Sua atuação se dá por meio de diálogo institucional, apresentação de projetos via ofício, indicações de demandas da população — como medicamentos e profissionais necessários — além de solicitar e acompanhar obras, sempre dentro dos limites legais da função.
É fundamental esclarecer: o lugar da vice é ao lado do gestor quando requisitada, conforme a dinâmica administrativa e a legislação vigente. Não se trata de vontade pessoal, mas de respeito à estrutura legal do Executivo municipal.
Reduzir a atuação de uma mulher na política à ideia de “cota” ou “figura decorativa” revela desconhecimento da gestão pública ou, pior, desconsideração pela trajetória construída com trabalho, competência e resultados.
Mulheres na política não são concessão. São escolha legítima do povo e ocupam espaços por mérito, preparo e compromisso.
Quem acompanha a política pública de perto sabe: há trabalho, há presença, há responsabilidade e há contribuição efetiva.
O debate político é saudável. A desinformação, não.






parabéns pelo seu trabalho vc e uma mulher forte