DILMA PODE VENCER ELEIÇÃO EM PRIMEIRO TURNO

dataA presidente Dilma Rousseff (PT) dobrou sua vantagem na pesquisa Datafolha de primeiro turno da eleição presidencial e, pela primeira vez na série do instituto, aparece quatro pontos a frente de Marina Silva (PSB) na simulação de segundo turno.

Se a eleição fosse hoje, a petista terminaria a primeira etapa da disputa com 40% dos votos totais, agora 13 pontos a frente de Marina, que alcança 27%. Na pesquisa da semana passada, a dianteira de Dilma era de 7 pontos.

Em relação ao levantamento anterior, Dilma avançou três pontos percentuais (de 37% para 40%), Marina variou três para baixo (30% para 27%), e o senador tucano Aécio Neves oscilou um para cima (17% para 18%).

A tendência de crescimento das intenções de voto em Dilma fica mais evidente olhando para a série mais longa do instituto. No fim de agosto, ela tinha 34%. Foi oscilando para cima seguidamente até atingir os atuais 40%.

No teste de segundo turno mais provável, o Datafolha mostra Dilma com 47% contra 43% de Marina.

É um empate técnico no limite máximo da margem de erro da pesquisa, de dois pontos para mais ou para menos. Mas é também a primeira vez que Dilma surge numericamente a frente da pessebista nesse tipo de simulação. Na semana passada, o placar era 46% a 44% para Marina. No fim de agosto, a ex-ministra do Meio Ambiente tinha dez pontos de vantagem sobre Dilma (50% a 40%).

O Datafolha ouviu 11.474 pessoas em 402 municípios. O registro no TSE (tribunal Superior Eleitoral) é BR-00782/2014. (Folha)

11 Respostas para DILMA PODE VENCER ELEIÇÃO EM PRIMEIRO TURNO

  1. XPTO setembro 27, 2014 às 1:12 am #

    Olhem só: O Datafolha (que não é nada simpático ao PT) já aponta vitória de Dilma Roussef no segundo turno. E cada vez mais se distancia no primeiro turno. Ao passou que Marina.. cai melancolicamente. Da mesma forma que Rui Costa está pegando fôlego e jogando a disputa de governador para o segundo turno. Pimentel ganha em Minas Gerais (assim como Wellington Dias no Piauí) logo no primeiro turno. É a Onda Vermelha das Estrelas mostrando que o povo quer continuar mudando, mas com o time que está aí, capitaneando essas mudanças. Um dia a alternância democrática será feita. Mas, até lá, o Brasil está um Estado de Bem Estar Social digno de nossa nação. É 13!

  2. XPTO setembro 28, 2014 às 6:56 pm #

    10 RAZÕES PARA VOTAR EM DILMA
    Eric Nepomuceno
    http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/155043/10-raz%C3%B5es-para-votar-em-Dilma.htm

    Estamos às portas da hora de uma dessas escolhas que vão muito além de como adoçar o café: em quem votar para presidente. Aqui estão as minhas razões

    (originalmente publicado na Carta Maior)

    A vida é feita de escolhas, que vão das mais simples – decidir se o café deve ser com açúcar, adoçante ou sem nada – às que trazem consequências e produzem efeitos concretos sobre o futuro de milhões de pessoas.

    Estamos às portas da hora de uma dessas escolhas que vão muito além de como (e se) adoçar o café: em quem votar para presidente.

    E, sem vislumbre algum de dúvida, declaro meu voto em Dilma Rousseff. Tenho carradas de razões para ter feito essa escolha. Menciono aqui treze delas.

    A primeira é simples: porque é necessário assegurar as transformações sociais que o país vive desde 2003, com a chegada de Lula da Silva à presidência, e que foram aprofundadas com Dilma Rousseff. Das três opções que me oferecem, uma – e apenas uma – significa essa garantia: as outras duas significam voltar ao passado.

    O pedigree do candidato não permite dúvidas com relação a isso, e o da outra candidata é tão indefinido, tão incerto e errático, que me permite duvidar de tudo que ela diz. Impossível confiar em quem trai e desmerece a própria biografia.

    A segunda é igualmente simples: porque, além de preservar o que foi conquistado, é preciso avançar muito, aprimorando os benefícios alcançados por dezenas de milhões de brasileiros e ampliando as perspectivas concretas de futuro. É preciso implementar reformas que assegurem não apenas emprego, mas possibilitem aos brasileiros acesso a educação, saúde, transporte e segurança públicas. E não vejo, nos outros dois postulantes, nem consistência, nem coerência, e muito menos compromisso com a busca incessante de justiça social e de futuro.

    Terceira razão: porque Dilma Rousseff é a candidata mais bem preparada, a de trajetória mais sólida e coerente, a única de real e efetivo compromisso com o projeto de país que está sendo implantado e que precisa se consolidar e avançar de maneira incessante, contra os ventos e as marés daquela parcela da sociedade que sempre se negou a ouvir a voz dos deserdados e que, nesta eleição, encontrou nos outros dois candidatos seus porta-vozes ideais. Um, com legitimidade. A outra, graças à própria inconsistência e à sua olímpica incoerência.

    Quarta: porque ainda há muito caminho a ser percorrido. Se os programas sociais levados adiante pelas três últimas presidências – duas de Lula, uma de Dilma – serviram para abrir as grandes alamedas da esperança, falta implementar reformas essenciais, a começar pela reforma política e o sistema de financiamento das campanhas eleitorais. Falta terminar de recuperar e redesenhar o papel do Estado na economia e em defesa dos interesses da sociedade. Esta é uma batalha árdua, e só será possível obter os resultados necessários com um governo efetivamente comprometido com a maioria dos brasileiros, e não com os setores que, por tradição, reservam a si os benefícios que deveriam estar ao alcance de todos.

    Quinta razão: porque o Brasil vem consolidando seu espaço no cenário internacional, com uma política que tem sabido aliar pragmatismo com soberania e autoestima. No momento em que as forças do atraso buscam retomar seu poder em diversos países latino-americanos, e que a maioria dos países europeus padece as perversidades de um sistema que privilegia o capital, ceifando conquistas e transformando-se em estados de mal-estar social, é de importância primordial que o Brasil mantenha sua atual política externa.

    Sexta: porque a renda do trabalhador brasileiro obteve ganhos reais. Existe um dado que mostra de maneira clara o trânsito experimentado pelos desfavorecidos: em oito anos, 42 milhões e 800 brasileiros abriram, pela primeira vez na vida, uma conta corrente em um banco. Ou seja: um contingente de brasileiros, que equivale a uma Argentina inteira, experimentou um câmbio efetivo em sua economia familiar.

    Sétima: porque, pela primeira vez em meio século, o Brasil teve e tem um governo voltado para os brasileiros. Um governo que, apesar de certos equívocos, agiu sempre na direção do bem comum. E que, quando acertou – e acertou infinitas vezes mais do que errou –, beneficiou os que, até agora, integravam os imensos batalhões dos desvalidos de sempre.

    Oitava razão: porque vejo em Dilma Rousseff a única possibilidade de corrigir rotas sem mudar ou perder o rumo. De retificar sem destruir.

    Nona: porque é ela, dos três candidatos, a única que realmente sabe de onde veio o atual projeto de país, e portanto saberá leva-lo a bom porto. A única que sabe onde este projeto pretende chegar, e qual o país que pretende construir e legar às gerações que virão.

    Décima razão: porque nunca na vida votei na direita.

  3. cintia setembro 28, 2014 às 7:10 pm #

    Só as pesquisas na Bahia que não presta, pq Ruim está atrás e perderá no primeiro turno!!

  4. XPTO setembro 28, 2014 às 10:00 pm #

    Para se entender certos “discursos”, principalmente dos “críticos apartidários” e antipetistas confessos, um excelente texto de Nirlando Beirão na Carta Capital

    http://www.cartacapital.com.br/revista/818/a-semantica-das-urnas-593.html

    A semântica das urnas

    Você é um marciano recém-chegado? Descubra aqui como separar o joio do trigo – ou entender o que é verdade e o que é só interesse no calor da temporada eleitoral
    por Nirlando Beirão

    Desde a primeira eleição de lula, em 2002, o discurso político ganhou um léxico próprio. Vários conceitos dos tempos da Guerra Fria foram reciclados, outros claramente copiam a retórica da neodireita norte-americana reunida no Tea Party. O objetivo central dessa linguagem é tirar o PT do poder a qualquer custo. A cada campanha, o rosário de termos se renova, embora certas palavras nunca percam sua importância (corrupção, aparelhamento do Estado etc.). A seguir, como distinguir no palavrório que aquece as campanhas a verdade factual do discurso criado para escamotear os interesses, a fraude e a má-fé.

    Alternância do poder

    • Você passa a defendê-la com convicção religiosa, quando o partido do qual é inimigo permanece no poder, ao longo de reeleições sucessivas, ainda que avalizadas democraticamente pelo voto. O primeiro passo é atacar a reeleição, instituída, aliás, criada de uma maneira bem marota pelo ex-presidente Fernando Henrique , na esteira do projeto de 20 anos de poder do PSDB e à base da compra de votos no Parlamento. Um golpe constitucional sem nenhuma sutileza democrática a beneficiar o mandatário em exercício, o qual, por mera coincidência, você apoia. Alternância só é necessária quando se está fora do poder. Caso contrário, atrapalha o aperfeiçoamento da democracia. Em São Paulo, ela é especialmente execrada. Os paulistas preferem perpetuar um mesmo grupo político, enquanto bradam contra o risco de uma ditadura em nível federal.

    Aparelhamento do Estado

    • Quem aparelha o Estado são os adversários. Duvida? Basta ler jornais e revistas, sempre muito zelosos em fiscalizar os adversários, ainda que só a eles, e acusar o partido no poder, desde que não seja o de sua preferência, de “aparelhar o Estado”. Isso significa, basicamente, o seguinte: o partido no poder nomeia para os cargos de confiança pessoas… de sua confiança. Você reclama, iracundo: o Estado faz a festa da “companheirada”. A imprensa partidariamente engajada trata de denunciar a “farra das nomeações”. Dá para imaginar a perplexidade do leitor: o que queriam os jornalões? Que o partido no poder nomeasse adversários?

    A vigilância ética é de mão única: se um presidente da República simpático a você nomeia para um importante cargo na área de energia um genro, não é por nada, seus maldosos, apenas uma coincidência. Quando o partido que você apoia aparelha o Estado com a sua companheirada, tenha certeza: os apadrinhados são gente de bem, de notório saber e reputação ilibada. Se aquele diretor da estatal nomeado por você ou pelos seus for pego mais tarde com a mão na botija, é um caso de cooptação estimulado pelo clima corrupto instaurado por seus adversários.

    Bolivariano

    • Se você se interessa pela sorte dos pobres, excluídos e vítimas de discriminação, a ponto de criar programas sociais compensatórios de emergência, é bolivariano. Se a política externa que você defende não se rebaixa aos ditames da Casa Branca, busca parcerias com nações fora da órbita imperial do dólar e do euro e chega ao cúmulo de lançar as bases de um FMI dos emergentes, trata-se de “ilusão bolivariana”. Bolivariano é o neocomunista. O comunismo morreu, mas o anticomunismo continua a gerar bons negócios. Embora o termo seja démodé, um bolivariano pode ser chamado de populista, na falta de termo melhor. Antônimo: Racionais. São os almofadinhas da Escola de Chicago e da PUC-Rio que não ligam para a sorte da maioria, mas se apegam fervorosamente a crenças que a realidade teima em desmentir. Estado mínimo, por exemplo.

    Choque de gestão

    • Significa cortar salários, promover demissões em massa e diminuir o investimento público, com base na teoria de que Estado mínimo é Estado eficiente. Faz muito sucesso entre aqueles que não sofrem os seus efeitos imediatos. No choque de gestão não cabem as migalhas assistencialistas do Bolsa Família, um jeito de perpetuar a miséria, não de reduzi-la, conforme a tese. Recomenda-se, porém, não ser explícito. Melhor dizer que os programas sociais “serão aperfeiçoados”.

    Crises e bonanças internacionais

    • As crises servem de justificativa para governos amigos. Se uma administração aliada vai mal, a culpa é do cenário externo. Inverte-se a lógica no caso dos adversários. Se a gestão inimiga vai bem, as condições internacionais a favoreceram. Caso se saia mal, é resultado exclusivo da incompetência de quem está no poder, que mente descaradamente ao evocar os efeitos deletérios globais, mesmo quando se trata da maior debacle planetária desde o início do século XX.

    Coligações e governabilidade

    • Seu partido, no poder ou quando em disputa eleitoral, consegue seduzir legendas de aluguel para uma teia de alianças convenientes para garantir a governabilidade ou engrossar o tempo no horário eleitoral gratuito? Parabéns, você é uma figura de aguda sensibilidade política, negociador de fino trato. Seu adversário fez o mesmo? Denuncie a falta de escrúpulos, a atroz barganha de princípios por conveniências, da honradez pela ambição. Conte sempre com os amigos na mídia para corroborar a sua tese. Aquele seu ex-ministro do PMDB que era honrado, mas mudou de lado, será descrito como um homem desprezível.

    Corrupção

    • Prática entranhada nos governos… dos outros. Infelizmente, a corrupção às vezes ganha fatos comprovados e nomes ilustres de aliados seus. Mas não se preocupe. Vale o mesmo do item Coligações. A mídia amiga estará a postos para jogar esse tipo de acusação, obviamente gratuita e injusta, para debaixo do tapete. Há corruptos e corruptos. Aqueles do partido adversário expõem uma maquinação coletiva, um assalto aos cofres públicos, uma quadrilha organizada e perene, destino manifesto da tal legenda e da administração partidária. Os seus representam casos isolados, sem nenhuma relação com as práticas e princípios de sua agremiação. Também vale dizer que a corrupção desenfreada dos adversários é um mal tão grande que afeta até gente da sua base. É a tal falta de exemplo “de cima”.

    Corruptores

    • Sem eles não existe corrupção. Como alguns podem eventualmente (ou frequentemente) financiar candidaturas amigas, melhor esquecer o assunto.

    Delação premiada

    • Ela só tem valor se for vazada cirurgicamente para atingir os nossos concorrentes. Se, no meio do lamaçal, surgir o nome de um aliado, diga que as revelações são açodadas e precisam ser apuradas a fundo, doa a quem doer. Quanto ao fato de o vazamento ser também um crime, de responsabilidade, inclusive, do ministro da Justiça, caso envolva a Polícia Federal, bem… esqueça.

    Deus

    • Entidade abstrata, costuma irromper muito concretamente na cena política em anos eleitorais. Todo mundo simula acreditar em Deus, em especial quem não crê. A história da humanidade mostra, porém, que piores costumam ser aqueles que acreditam. Relegar a fixação da meta de inflação e a taxa de juros às interpretações de um I Ching errático que tenha na Bíblia uma plataforma não parece combinar com as práticas de um Estado leigo e não confessional. Bíblia na qual se confia cegamente, mesmo quando se afronta o conhecimento adquirido pelos seres humanos ao longo dos tempos. Ela é sempre propícia a uma leitura seletiva, que permite pular os versículos sobre os fariseus.

    Dossiês

    • Se a mídia está do seu lado, fique tranquilo. O esforço de reportagem visará descobrir quem produziu dossiês caluniosos contra você e os seus. Editoriais e colunistas vão denunciar as “baixarias” de campanha (ver o próximo item). Não importa se o dossiê não é um dossiê, mas denúncias comprovadas e comprováveis. Mas, se a imprensa te enxergar como inimigo, se cuide. Tudo poderá ser usado contra você, de declarações sem lastro de notórios bandidos a contas falsas no exterior ou fichas “frias” na polícia.

    Liberdade de expressão

    • É o direito inapelável, intocável, irreversível dos meios de comunicação de exprimir o pensamento único de seus proprietários, em consonância com seus interesses pecuniários e sua pauta eleitoral. É facultado o direito de mentir e distorcer. Em temporadas eleitorais, a toada de uma nota só torna-se uma obsessão, de forma a impedir que vaze para o noticiário algum acorde dissonante por parte da ralé das redações ou dos candidatos do outro lado. Quando os adversários pretendem exercer, eles também, a liberdade de expressão, valem-se de um eufemismo: quem responde a seus desmandos defende a censura.

    Marqueteiros

    • Se um adversário sobe nas pesquisas de intenção de voto, é hora de atribuir o preocupante sucesso à ação mistificadora dos marqueteiros. Vale dizer, eles são capazes de botar em pé um pacote vazio de ideias e até eventualmente eleger “um poste”. Nesse caso, não convém lembrar que o seu candidato igualmente possui um exército de experts em bruxarias político-eleitorais, pois isso comprometeria o argumento de que o candidato, aquele que você e a imprensa do privilégio apoiam, apenas expõe suas ideias reais, é de uma espontaneidade radical e nunca se deixaria manipular por técnicas artificiais de persuasão ou pela maquiagem mercadológica. Os adversários, estes sim, fazem o que for preciso para chegar ao poder, ou para mantê-lo (verbete Alternância de Poder). Você e os seus nunca participam de uma eleição para ganhar, mas em nome de um bem maior. Mensagens subliminares são a maior especialidade dos inimigos. Uma doutora em semi-óptica, perdão, semiótica, alerta a respeito das novas ciclovias, traçadas pelo prefeito inimigo de São Paulo, para “o efeito das cores sobre o nosso sistema nervoso central” e sugere que a cor escolhida “não passa de uma descarada propaganda vermelha do PT”. Em todo o mundo, as faixas para bicicletas costumam ser vermelhas, mas não importa.

    Medidas eleitoreiras

    • Há eleições no Brasil de dois em dois anos. Em ano eleitoral, as ações de um adversário não passam de “medidas eleitoreiras”. As suas são decisões de um governante comprometido com suas funções. Medida eleitoreira é, portanto, uma decisão tomada para aparentemente melhorar a vida do eleitor, não piorá-la, mas, como quem administra o benefício é um adversário, você insiste: embora benéfica, a decisão só busca o voto. Não seria o caso de se aprovar uma lei para impedir um governante de tomar qualquer decisão em ano eleitoral? Ver também o verbete Bolivariano.

    Opinião pública

    • Entidade espectral, de contornos indefinidos, da qual a minoria oligárquica se apropria, dizendo-se sua porta-voz, por mais que essa minoria não tenha a menor intenção de representar uma vontade coletiva, apenas o seu próprio interesse, e no fundo até nutra profundo desprezo por essa mesma opinião pública. Getúlio Vargas, com aquela sua sintonia com o verdadeiramente popular, disse: “Sinto engulhos quando ouço a Federação das Indústrias falar em nome do povo”. Os industriais cederam lugar para a mídia.

    Serviços públicos

    • Em junho de 2013, o Brasil levantou-se e saiu às ruas para protestar, a partir do estopim do aumento da tarifa do transporte coletivo, contra as mazelas do serviço público prestado nas áreas da saúde, educação, transporte e segurança. Culpou-se “o governo”. A mídia partidária leu “governo federal”. No momento em que a explosão espontânea concluiu que todos os poderes mereciam ser devidamente cobrados e que a péssima qualidade dos serviços privados (telefonia, bancos etc.) também passou a ser contestada, os meios de comunicação passaram a dizer que os protestos tinham “perdido o foco” e sido capturados por “vândalos” e “baderneiros”.

    Velha política

    • Só os adversários a praticam. Pera aí, você não está aliado ou aliada àquele oligarca sulista ou ao barítono piauiense defensor de pobres banqueiros? São eles que me apoiam, não o contrário, dirá. Resposta alternativa: a pureza de seus princípios automaticamente os transformará em “homens de bem”. Para governar (ver o item Governabilidade) não será necessário atender aos pedidos pragmáticos e não programáticos de sua base? A distribuição de cargos se baseará em critérios republicanos, retrucará (ler também Aparelhamento do Estado). Mas você não abandonou velhas bandeiras pelo apoio de quem antes você combatia? Você não mudou de lado? Neste momento, chore.

  5. Prof. Francisco Neto setembro 29, 2014 às 10:10 pm #

    Kkkkkk

  6. aspone setembro 30, 2014 às 9:22 am #

    Kkkkkk

  7. Denilson setembro 30, 2014 às 9:40 am #

    Para aumentar o riso dos internautas… kkkkkkkkkkkkkk Clik no link https://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/155225/Datafolha-elei%C3%A7%C3%A3o-pode-acabar-no-primeiro-turno.htm

  8. XPTO setembro 30, 2014 às 11:53 am #

    Dá para confiar no “Datafalha” depois de uma declaração dessa? Uma eleição pode sim acabar no primeiro turno, como foi com FHC em 1992 e 1996. E essa também pode ser definida assim, se o povo achar que DILMA 13 merece o seu segundo mandato e o PT pode fechar um ciclo de administração pública voltada às mudanças sociais. Depois faz a alternância entre partidos, mas com uma nação mais madura e mais justa.

  9. aspone setembro 30, 2014 às 12:55 pm #

    Kkkkkkkl conta outra. Kkkkkkkk

  10. eduardo setembro 30, 2014 às 2:48 pm #

    esse babesp é uma piada, ainda tem gente que acredita numa pesquisa desta que apareceu a pouco tempo na bahia, ainda mais encomendada pelo um aliado do pt.
    esse babesp está iludindo os eleitores de Rui, e não os de Paulo Souto.

  11. XPTO outubro 2, 2014 às 12:20 am #

    Vão rindo agora. pois os dias das eleições está chegando e, quando DILMA 13, a outra está caindo… E ainda conseguiu ressuscitar Aécio Neves e alavancou as campanhas de Eduardo Jorge e Luciana Genro (afinal, qual progressista idealista iria votar em que escreve-e-apaga um programa de governo que só tem lenga-lenga e nada de concreto)?

    E quanto a campanha de RUI COSTA 13, está claro que ele está crescendo e vai dar um susto em quem acreditava na vitória do ex-governador que não fez nada e critica quem fez? Não é muito sintomático para quem está na dianteira ficar cabisbaixo e inseguro em um debate às vésperas da eleição? Será porque sabe que não existe mais vitória para ele?

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