VALENÇA, UMA CIDADE DESPREZADA

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Ontem dei uma volta pela cidade e confirmei que estamos sem governo. As ruas estão sujas e cheias de mato, existem lugares que tem fedentina de peixe podre, buracos por todo lado, inclusive no passeio da orla, aquela Rua do SESI de fora a fora é um lixo só, lembro que sempre critiquei a falta de cuidado do poder público com aquela rua, o único lugar que está bonitinho, mas que o povo não tem acesso é a tal da Praça Park Fitness. Nem sei por que fizeram aquilo ali, não vejo movimentação de pessoas por lá. Também está tudo fechado!

Estamos chegando ao ano político, vamos ver os candidatos que o prefeito e os vereadores vão apresentar. Aqui em Valença só temos um nome confirmado até agora, que é o do empresário da educação, o senhor Dário Loureiro. O prefeito Ramiro promete apoiar de quatro a cinco candidatos a deputado. Muita pretensão! Vamos relembrar dos candidatos que ele apoiou e pediu votos. O “bunitinho” do Luis Argolo, que a nossa querida parlamentar, Maria Helena, chamou-o na Câmara de deputado majoritário. Mas esse deputado depois que ganhou as eleições só apareceu aqui uma vez, na festa da lavagem do amparo, ao lado do grupo de Paulo Souto, nem para conseguir os votos ele veio.

Temos o deputado Heraldo Rocha que anda direto em Valença, mas todas as vezes que aparece aqui é para cumprimentar o amigo Raimundo Costa, e comer suas cascatas de camarão, diz ele que já fez muito por Valença. Só que a cidade está um desastre total, eles fazem de conta que faz e nós fazemos de conta que acreditamos.

10 thoughts on “VALENÇA, UMA CIDADE DESPREZADA

  • dezembro 14, 2009 em 12:42 pm
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    ACM Neto, o engavetador de escândalos
    O título do artigo de Fernando Rodrigues, publicado hoje na Folha de S.Paulo, é “Como nasce um coronel”. Mas também poderia ser “ACM Neto, o engavetador de escândalos”.

    Leiam:

    Há um elo entre os escândalos recentes e alguns personagens no Congresso. São os especialistas em minimizar danos de crises produzidas pela impostura própria ou de aliados.

    O epítome desse agrupamento atende pelo nome de Antonio Carlos Magalhães Neto, o deputado ACM Neto, do Democratas (ex-PFL, ex-Arena) da Bahia.

    Aos 30 anos, neto de ACM (1927-2007) e sobrinho de Luís Eduardo Magalhães (1955-1998), o jovem deputado descende de uma oligarquia de raiz antidemocrática. Honra seu passado como pode. Neto, como é chamado, trabalhou neste ano na operação-abafa de três grandes casos: o do deputado do castelo, o das verbas indenizatórias e o do mensalão do DEM.

    Eleito corregedor da Câmara em fevereiro, sua primeira obra foi adotar medidas protelatórias para esfriar o caso Edmar Moreira (à época no DEM), cujo nome ficou atrelado a um castelo kitsch no interior de Minas Gerais. Acusado de usar dinheiro público de forma irregular, Moreira foi absolvido.

    Mais adiante, Neto viu-se diante de dezenas de deputados usando verbas indenizatórias (R$ 15 mil mensais) de forma criminosa. Deram notas fiscais frias, pagaram serviços de suas próprias empresas ou torraram os recursos em campanhas eleitorais.Tudo ilegal.

    Quando já ia fazendo o que mais aprecia – ou seja, nada -, o corregedor da Câmara beneficiou-se com o estouro do mensalão do DEM. Nada como um novo escândalo para encobrir o anterior. Neto mudou o foco. Passou a defender a não punição imediata do governador de Brasília, José Roberto Arruda, acusado de comandar um esquema de distribuição de propinas. Arruda está rumo à salvação. Saiu do DEM sem ser expulso. E as verbas indenizatórias gastas de maneira ilegal? Esses crimes Neto engavetará no ano que vem.

  • dezembro 14, 2009 em 3:02 pm
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    É a titica já espirrou em cima do ACM neto. Segundo ouvi na televisão, o ace emezinho viajou para a Itália esse ano para ver um GP de fórmula1. E tudo pago pelo mensalão do Zé Arruda.
    Claro que ele vai negar tudo, como todos os demais, mas que a titica espirrou, espirrou.
    Será que o congresso vai ter peito para desmascarar a maracutaia do DEM?
    Tenho certeza que não, pois todos tem rabo de palha.
    E vamos aguardar mais uma pizza saindo.

  • dezembro 14, 2009 em 3:17 pm
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    Eles fazem de conta que fazem e nós fazemos conta que votamos e não votamos. ANULAMOS! SIMPLES!
    E eles que vão lamber sabão!

  • dezembro 14, 2009 em 3:21 pm
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    E por falar em politicada, porque o site da Câmara Municipal de Valença continua em manutenção? Será medo de exposição pública?
    Daqui a pouco teremos de fazer um bolo para comemoração do aniversário de 1 ano que o site fora do ar.
    A presidenta poderia pelo menos dar uma satisfação para a galera.
    Esse papo de site em manutenção é tremenda conversa fiada.
    Estamos aguardando.

  • dezembro 14, 2009 em 4:58 pm
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    Na luta pela igualdade social e combate à pobreza, a Bahia encerra o ano de 2009 ao comemorar avanços significativos, graças aos projetos e programas que promovem a inclusão social implementados pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes).

    A taxa de pobreza no Estado, por exemplo, passou de 49,5%, em 2006, para 44,3%, em 2009, conforme dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o que representa uma redução de 5,2 pontos percentuais.

    Em parceria com o governo federal, a Bahia tem trabalhado para reduzir a pobreza no Estado com um conjunto de ações que já retirou dessa situação milhares de famílias.

    Ainda segundo dados do Ipea, a Bahia foi o estado onde se verificou o ritmo mais acelerado na redução da pobreza, ao registrar índices superiores às regiões metropolitanas de Belo Horizonte (4), Recife (3,7), Porto Alegre (1,8), São Paulo (1) e Rio de Janeiro (0,4).

    Esta conquista está estreitamente relacionada aos resultados dos programas da inclusão social e à devida atenção e valorização às questões de segurança alimentar e nutricional.

    E esta foi a prioridade da Sedes este ano, que, através de ações compartilhadas com as esferas federal e municipal, parceiros estaduais, assim como entidades privadas sem fins lucrativos, implantou programas que dão acesso à alimentação e que tiveram impactos importantes na redução das desigualdades.

    Quatro grandes ações foram implementadas e ganham destaque no combate à pobreza: Projeto de Construção de Cisternas, para armazenamento da água de chuva, Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar, Projetos de Formação e Qualificação Profissional Juvenil e Inclusão Socioprodutiva. Inicialmente, essas ações priorizam o semiárido baiano, que possui condições naturais desfavoráveis em relação às demais.

    Programas – O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Leite Fome Zero geram renda para mais de seis mil agricultores familiares por meio da compra de alimentos saudáveis adquiridos e distribuídos para mais de 200 mil pessoas atendidas por escolas, projetos sociais e entidades filantrópicas.

    A construção de 12.237 cisternas (consumo, produção e cisternas nas escolas) garante a famílias do semiárido o acesso à água de qualidade para beber e produzir alimentos.

    Os projetos de inclusão produtiva e segurança alimentar beneficiam mais de um milhão de pessoas, com investimento de R$ 1 milhão na implantação de horta em áreas urbanas da Região Metropolitana de Salvador (RMS). Essa iniciativa vai garantir o acesso a alimentos saudáveis e renda para cerca de 1.400 famílias.

    Os restaurantes populares contribuíram também para que a população de Salvador tenha acesso a uma alimentação mais saudável. O pagamento de R$ 2,95 por refeição para que a população se alimente melhor ao pagar apenas R$ 1 nos dois restaurantes que fornecem, em média, 4.300 refeições por dia, é um diferencial do PAA.

    Ainda como parte do PAA, destaca-se a implantação de unidades agroecológicas de produção de alimentos nos municípios do Vale do Jiquiriçá e Brumado.

    E mais: o apoio à construção de sistemas coletivos de produção de alimentos nos acampamentos, que beneficiam 8.400 famílias, as ações de educação alimentar desenvolvidas nos centros sociais urbanos, que promovem a construção de hábitos alimentares saudáveis, e a distribuição de alimento nutritivo às pessoas através do programa Nossa Sopa.

    Novos programas – O governo da Bahia ampliou significativamente sua atuação na promoção da segurança alimentar com a implantação de novos programas em parceria com o governo federal, a exemplo do Educação Alimentar Urbana, do Cozinha Comunitária, do Cisternas de Produção, do Cisternas nas Escolas, do PAA, do Consad e do Restaurante Popular, entre outros.

    Com a aprovação dos projetos apresentados pela Sedes no âmbito dos editais lançados pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, foram captados recursos para implantação de mais um restaurante popular e duas cozinhas comunitárias, formação de 837 agentes em segurança alimentar dos 417 municípios, aquisição e distribuição de 4.300 toneladas de alimentos, implantação de hortas, unidades de criação de pequenos animais e implantação de feiras verdes nos centros sociais urbanos, que beneficiam mais 1.300 famílias da Região Metropolitana de Salvador, além da implantação de 140 unidades de produção agroecológicas de alimentos.

  • dezembro 15, 2009 em 12:20 am
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    Ismário, soube que vc estava querendo uma receita de pamonha. Pois bem, estou te enviando abaixo:

    RECEITA DE PAMONHA

    • 10 espigas médias de milho verde
    • 1 colher (chá) de canela em pó
    • 1 pitada de sal
    • 1 xícara (chá) de manteiga derretida
    • 1 xícara (chá) de açúcar

    Limpe as espigas de milho, lave-as e seque com toalha de papel. Reserve as palhas de milho. Rale as espigas com um ralador, aparando numa tigela. Com uma colher raspe os sabugos. Passe a mistura por uma peneira de malha grossa, apertando bem com uma colher. Coloque o açúcar, o sal e a canela na tigela e mexa até dissolver. Acrescente a manteiga e misture até a massa ficar homogênea e reserve. Leve ao fogo uma panela grande com água até ferver. Com a palha de milho faça um ‘copo’ e encha com a massa preparada. Coloque outra palha de milho, envolvendo o copo e amarre a parte central da pamonha com um barbante de cozinha. Assim que terminar de fechar a pamonha, coloque-a imediatamente dentro da panela com água fervente. Deixe cozinhe por 45 minutos, ou até a pamonha ficar no ponto (a pamonha deverá ficar levemente cremosa). Isso acontece quando a preparação começa a ter um aroma de milho verde. Retire a pamonha do fogo e sirva. Se preferir, sirva com manteiga.

    Bom apetite!

  • dezembro 15, 2009 em 12:24 am
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    Dr PARDAL EU TAMBEM QUERO UMA RECEITA.
    GOSTARIA DE FAZER PÈ DE MOLEQUE
    ME MANDA TÁ?

  • dezembro 16, 2009 em 7:51 am
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    Dr. Pardal,

    Não tava procurando não, mas achei neh! fazer o que, muito boa sua receita. é dr. pamonha agora então.

    Valeu pela dica

    Abraços

    Ismario

  • dezembro 16, 2009 em 6:11 pm
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    É isso aí, Ismário.
    Vamos formar uma dupla sertaneja.
    Doutor Pamonha e o Pamonha do Ismário.

    abraços

  • dezembro 16, 2009 em 7:22 pm
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    Clone do Isnário, lá vai a sua receita:

    Pé-de-Moleque de Rapadura – TAMBEM CONHECIDO COMO PÉ DE VEREADOR.
    Receita da Culinária Nordestina

    Ingredientes:

    1 rapadura pura

    meio quilo de amendoim torrado sem casca e ligeiramente moído ou passado no liquidificador

    1 xícara de café de leite

    1 pedaço (médio) de gengibre cortado miúdo

    1 pé de vereador (pode ser o direito ou o esquerdo, tanto faz)

    Lave bem o pé do vereador (com criolina de preferência), depois picar bem a rapadura e levar ao fogo para derreter, juntamente com o leite e o gengibre; mexendo com uma colher de pau.
    Quando desmanchar e formar um “melado”, colocar um pouco deste numa xícara com água – se estiver no “ponto”, formará uma “bolinha” consistente.
    Apagar o fogo, colocar o amendoim e bater bem.
    Quando o fundo da panela começar a ficar esbranquiçado, despejar no mármore, untado com manteiga.
    Deixar esfriar e cortar.

    OBS:***Coma com moderação, pois causa flatulência devido ao ingediente VEREADOR.

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