O PASSEIO DO GOVERNADOR WAGNER AO BONFIM

esposição de valença 012

Numa postagem sobre o apoio de Ramiro Campelo ao governador Wagner para as próximas eleições, em que o articulador da união Ramiro e Wagner (Marcelo Borges), nos garantiu que o prefeito apoiará o governador, e que o governador estaria vindo dia 15 de agosto para inaugurar o campus da UNEB, assinar ordens de serviços para o posto do SAC, SINE-BA, PROCON, 4.800 ligações de ponto de energia na zona rural e mais asfaltamento das duas estradas, Orobó e Serra Grande. De tudo isso, só mesmo a vinda foi verdadeira, não houve inauguração de UNEB, assinaturas de ordens de serviço, nem ligações de pontos de energia em zona rural e tampouco construção de estradas.

Agora o que eu soube mesmo foi que os políticos daqui de Valença ficaram pedindo a Ramiro para citar o nome deles nos discursos, que outros apareceram cheios de projetos para o governador assinar, mas ele negou tudo, dizendo que não costumava fazer as coisas daquele jeito. Inclusive teve um fato interessante quando Marcelo saiu com o governador para apresentá-lo às pessoas e dirigiu-se a um empresário e político aqui de Valença, Ramiro puxou o governador pela mão e disse: “Êpa! Esse não”. Tentando impedir que o governador cumprimentasse o empresário. Como Marcelo insistiu para que o governador fosse até lá, ai ele saiu com essa gracinha: “Hoje o governador é só meu”. Há! Depois do beijo em Leo Kret, eu não sei não!

E o governador Wagner usando e abusando da popularidade do presidente Lula, goza com a cara de tudo e de todos. Disse que faria um monte de coisas aqui, mas não fez nada.

Se antes eu achava que Ramiro não iria apoiar o governador, mesmo ele trazendo tudo, piorou agora, que só veio mesmo para dar um passeio e aparecer de helicóptero no céu do Bonfim. Verdadeiramente Bonfim, porque o helicóptero desceu e não subiu mais, e se sobe teria um mau fim. Quebrou.

5 Respostas para O PASSEIO DO GOVERNADOR WAGNER AO BONFIM

  1. Fábio agosto 18, 2009 às 10:42 am #

    SEM COMENTÁRIOS !!!!

    Arnaldo Jabor

    – Brasileiro é um povo solidário.

    Mentira.

    Brasileiro é babaca.

    Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida; Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;

    Aceitar que ONG’s de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade…

    Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.

    É coisa de gente otária..

    – Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.

    Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.

    Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.

    Brasileiro tem um sério problema.

    Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.

    – Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.

    Brasileiro é vagabundo por excelência.

    O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.

    O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.

    Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.

    – Brasileiro é um povo honesto. Mentira.

    Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
    Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso.

    Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.

    O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.

    – 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira.

    Já foi.

    Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram.

    Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime.

    Hoje a realidade é diferente.

    Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como ‘aviãozinho’ do tráfico para ganhar uma grana legal.

    Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.

    Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.

    – O Brasil é um pais democrático. Mentira.

    Num país democrático a vontade da maioria é Lei.

    A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.

    Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.

    Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.

    Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).

    Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.

    Democracia isso? Pense !

    O famoso jeitinho brasileiro.

    Na minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.

    Brasileiro se acha malandro, muito esperto.

    Faz um ‘gato’ puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.

    No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto… malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero.

    Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?

    Afinal somos penta campeões do mundo né?? ?
    Grande coisa…

    O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
    Dessa vergonha eles se safaram…

    Brasil, o país do futuro !?

    Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.

    Deus é brasileiro.

    Puxa, essa eu não vou nem comentar…

    O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.

    Para finalizar tiro minha conclusão:

    O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente.

    Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.

    Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.

    Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante:

    Água doce!

    Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?

    FAÇA A SUA PARTE REPASSE !!

  2. pelegrini agosto 18, 2009 às 2:01 pm #

    Muito boa essa do Arnaldo!!!

  3. Páscoa agosto 18, 2009 às 5:34 pm #

    Pois é Pelegrini, o Jabor, um homem inteligente e culto, um homem preparado(uma palestra dele é simplesmente um fortuna), já foi chamado de JA (BOSTA) aqui no seu blog… Só pq criticou o Lulla Marollinha… Esses PETRALHOTÁRIOS são ou não são uns metidos e prepotentes? Uns arrogantes com complexo de supremacia?

  4. Lúcio Cardoso agosto 19, 2009 às 7:41 am #

    “O único lugar onde se pode ter queijo grátis é numa ratoeira”. (Provérbio Russo)
    O presidente Lula chamou de “imbecis” e “ignorantes” aqueles que criticam o Bolsa Família, pois acham que os pobres podem ficar preguiçosos com a ajuda em vez de buscar trabalho decente. Eu sou um desses “imbecis ignorantes”, segundo o critério do sábio e culto presidente. Não que eu considere a ajuda média de quase cem reais a cada beneficiado quantia suficiente para uma aposentadoria precoce e tranqüila. Não é. Mas pode sim colaborar com certa passividade. E sem dúvida estimula o mercado informal de trabalho. Explico.
    Digamos que Dona Maria é uma das milhões de pessoas agraciadas com o programa do governo, e ganha R$ 100 todo mês sem sair de casa. Agora vamos supor que lhe foi oferecido um emprego com o salário de R$ 500 mensais. Parece óbvio que Dona Maria nem vai pestanejar, e rapidamente vai abraçar a oportunidade e ralar para ganhar os quinhentos reais. Mas ao fazer isso, ela está abrindo mão daqueles cem reais que chegam todo mês sem esforço algum. Ora, essa quantia representa 20% do novo salário dela, que exige em contrapartida um árduo esforço diário. Se ao menos ela pudesse aceitar o emprego e manter o benefício…
    Eis que surge uma alternativa para tanto: Dona Maria pega o emprego, mas “por fora”, sem assinar carteira. Ela vira uma informal. O empregador agradece também, pois os encargos trabalhistas nesse país não são moleza: eles praticamente dobram o custo do empregado (isso é curiosamente chamado de “conquista trabalhista”). E dessa forma, Dona Maria pode continuar alegando estar desempregada oficialmente, mantendo sua esmola estatal. Agora ela recebe R$ 600 por mês.
    Quantos casos reais como esse exemplo hipotético existem? É impossível saber. Mas não devem ser poucos. E o mais paradoxal é que o governo comemora o aumento de beneficiados pelo programa. Ou seja, em vez de uma preocupação com a estratégia de saída, já que não é o ideal de ninguém viver de esmolas estatais, o governo acha ótimo quando mais gente precisa contar com sua ajuda para sobreviver. Já são mais de dez milhões de brasileiros beneficiados diretamente, ganhando o peixe em vez de aprender a pescar. É eleitor até não poder mais!
    Longe de mim, especular que o “altruísmo” estatal, realizado com o suor alheio dos pagadores de impostos, poderia ter como objetivo real os interesses eleitoreiros de alguns políticos. Sabemos que políticos não são “homens comuns”, sujeitos às paixões do egoísmo. Eles são praticamente santos, preocupados com o “bem-geral”. Basta dar uma volta em Brasília para comprovar isso. Mas é que o cão não morde a mão que o alimenta. E quando o governo cria um mecanismo de dependência, fica complicado imaginar essa gente toda votando contra os donos da ração, já que eles podem temer um corte nos benefícios com a mudança de governo.
    Claro que o atual partido no poder não seria cruel a ponto de explorar esse medo, espalhando o terrorismo de que a oposição acabaria com a esmola. Mas o risco sempre existe, pois a tentação de apelar para quaisquer meios com a meta de se manter no poder pode ser irresistível. Por puro altruísmo, naturalmente. É que para fazer a “justiça social” é necessário estar no poder. E tudo que os políticos desejam é fazer essa “justiça”, colocando seus próprios interesses abaixo deste nobre ideal, sacrificando-se em nome do coletivo. O socialismo é lindo!
    Mas como eu ia dizendo, por essas e outras críticas que tenho ao Bolsa Família, sou considerado um “imbecil” e um “ignorante” pelo nosso presidente. De fato, eu devo mesmo ser um imbecil por desconfiar das intenções dos governantes, que sempre demonstram tanta integridade. Sou um ignorante por achar que, se o governo realmente quisesse ajudar os mais pobres, poderia cortar seus gastos, para reduzir os impostos e estimular o empreendedorismo. Sou imbecil por achar que não é o governo que cria riqueza, mas a iniciativa privada, tão prejudicada justamente pelo excesso de burocracia e intervenção estatal. Por fim, sou um ignorante por achar que esmola estatal não é solução para a miséria, mas sim investimento em educação e liberdade econômica, para que os empresários possam criar os empregos que garantem dignidade às pessoas.
    Se eu fosse ao menos mais inteligente e culto, poderia até ser um eleitor do PT…

    por Rodrigo Constantino em http://www.imil.org.br/artigos/sou-imbecil-e-ignorante/

  5. pelegrini agosto 19, 2009 às 9:40 am #

    Gostei Lúcio, muito boa essa!

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