BRASILEIRO QUE É BRASILEIRO TORCE CONTRA O BRASIL NA COPA
Ontem conversando com um amigo sobre a morte do delegado Clayton de Camaçari, ele numa forma de tentar proteger o governo, disse-me: “Se colocar um policial para cada morador desse país, nem mesmo assim a violência acaba”. Não quero aqui culpar A ou B, nem tampouco pedir a população que abra os olhos para os governantes que aí estão. Mas quero pedir que olhem com mais responsabilidade para a questão da criminalidade na Bahia. Como pode um presidente que tem quase 70% de aprovação, que diz que o Brasil vai bem, que acabou com a fome através de bolsas, que o povo tem emprego, que já pode comprar um carro financiado e o país vive aumentando as fileiras da bandidagem? Alguma coisa está errado, as bolsas só vão até certa idade, depois disso o ser humano volta a miséria, ao seu estado natural, porque essa política só serve para entreter e prolongar o desejo do sonho.
Acabem logo com isso, por favor! Antigamente existiam alguns bandidos, hoje temos um índice considerável da população na marginalidade. E a resposta é sempre a mesma: “Herança maldita”. Se continuarem aí daqui a vinte anos, vão dizer: genética da “herança maldita”.
O Brasil, a Bahia estão assim porque estão todos a vontade para cometerem o que quiser. Nunca atravessamos índices de violência tão altos como hoje. É verdade, o Brasil cresceu, e porque não cresceu a competência? É outro país, são outros loucos!
A copa do mundo vem aí para esquecermos os sofrimentos, pelo menos por algum tempo. Será o período de maior consumo de drogas, de menor consumo de leite. E se o Brasil ganhar a copa, tudo isso dobra.
Queira Deus que o Brasil não ganhe essa copa!





concordo plenamente com sua pontuação sobre esta questão. eu nunca gostei de foguete nem bomba, por min não existiriam esse…
Um novo nome sempre bom
Respondendo ao comentário "Verdade, Wolf, alí seria a verdadeira via que iria desafogar o transito..." Sem dúvidas, meu caro! Marcos…
Verdade, Wolf, alí seria a verdadeira via que iria desafogar o trânsito, os veículos não precisariam nem mesmo de subir…
Outrora havia um caminho que desafogava o centro de Valença. Acontece que a Fabrica de tecidos apropriou-se da via pública…