Categoria: Política

“AGORA TEM, TEM, TEM”

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Li no Jornal da Mídia: “Paulo Souto e Geddel presenciam furtos em procissão”. Aconteceu na cidade de Poções (sudoeste do Estado), onde os pré-candidatos participavam da procissão do padroeiro do município, o Divino Espírito Santo. O Jornal relata que dezenas de pessoas tiveram suas bolsas e objetos pessoais roubados. Apesar de ter uma enorme segurança da polícia local na área, nem assim os bandidos deram trégua. Paulo Souto comentou: “Se na capital, onde está concentrada a maior parcela do contingente policial, a situação é caótica, no interior, então, vive-se um verdadeiro salve-se-quem-puder. É preciso que o governo acorde para o problema”. Já Geddel precavido, falou: “O próprio padre, enquanto rezava a missa, pediu para que todos tomassem cuidado com os bandidos. O que fiz foi colocar a minha carteira no bolso da frente, para protegê-la melhor”.

Calma senhores, o governador já teve sua Hillux levada por bandidos e não está chorando. Provavelmente deverá chorar quando roubarem um helicóptero. No passado não tinhamos tantos bandidos ousados assim, “agora tem,tem, tem”.

IFBA VALENÇA ASSINA NA TERÇA 25 CONVENIO DE MAIS DE R$ 1 MILHÃO COM O MINISTERIO DA PESCA

Campus de Valença abraçou mais um desafio, o de capacitar e incubar
cooperativas de pesca dentro do Programa PROFROTA do Ministério da Pesca.

Elogiado pelo seu carater inovador no país a proposta construida ao longo
de quase 01 ano por uma equipe de professores do Campus e de intensas
negociações com as instituições envolvidas Ministerio da Pesca, Governo do
Estado da Bahia, Banco do Nordeste e Instituto Federal da Bahia, vai ser
assinado nesta terça- feira 25 no Auditorio da Fundação Luis Eduardo
Magalhães.

Para o Campus Valença e para todos os envolvidos, incluindo a ITCP do
Campus Salvador que veio somar a esta proposta de incubação é a
concretização de um esforço conjunto e o reconhecimento da comunidade da
PEsca no Brasil do nosso potencial para capacitação e pesquisa.

Sem duvida um marco na história do nosso Campus

Prof. Ismario

JORNAL DA MÍDA DENUNCIA ESQUEMA DE TRANSPORTE CLANDESTINO POR MARCOS MEDRADO

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O Jornal da Mídia denuncia o deputado Marcos Medrado, que está querendo autorizar o transporte clandestino a transitar com autorização da AGERBA e sem licitação pública até o final das eleições, é claro. Mas o governador Jaques Wagner diz: “ Não é cada um fazer o que quer, primeiro tem que ser aprovado pela assembléia e sancionado por mim”. Bom, se for assim tudo bem, mas a verdade é que o deputado está fazendo as armações dele e o governador só fala que não é assim. Veja o vídeo onde o deputado fala como funcionará o esquema:
 

Quantos de nós exercemos o controle social em visitas regulares à prefeitura para apreciar as contas conforme facultam a Constituição e a Lei de Responsabilidade Fiscal?

Prezados,

O processo de análise e julgamento de contas municipais segue três ritos distintos (o técnico, o técnico-político e o político) os quais devem ser entendidos por nós antes das conclusões apaixonadas.

O primeiro rito, a auditoria/fiscalização pelo corpo técnico dos tribunais de contas, é (ou deveria ser) técnico, seguindo normas gerais de contabilidade e auditoria etc. O produto é um relatório com os achados (ressalvas) que, de acordo com a gravidade, levam os técnicos a concluir pela regularidade ou não da gestão e aplicação de multas.

O segundo rito, o julgamento pelos conselheiros, apesar de ser baseado no relatório técnico e em parecer de um relator, acaba se tornando, em muitas vezes, um julgamento político. Isso porque não há obrigação de o colegiado de conselheiros seguir a conclusão dos técnicos e em decorrência do próprio perfil dos conselheiros: em sua maioria ex-políticos que entendem menos de contas do que os nossos valorosos egressos do saudoso CENEVA.

O terceiro e último rito, desempenhado pelos vereadores, é definitivamente político. Não creio que as Casas Legislativas municipais possuam corpo técnico suficiente para apoiar os edis nessa empreitada. Assim, restam aos vereadores duas opções: 1 – confiar no tribunal de contas e seguir o seu parecer mesmo que este seja contrário ao relatório técnico; ou 2 – desconsiderar o trabalho do tribunal e apreciar as contas de acordo com a conveniência política, votando contra ou a favor.

Qualquer que seja a opção derradeira, não se pode culpar exclusivamente o final do processo. Uma rápida observação do ciclo leva-nos a entender que falhas podem acontecer em qualquer momento. Nunca é tarde lembrar que o cidadão também é responsável. Quantos de nós exercemos o controle social em visitas regulares à prefeitura para apreciar as contas conforme facultam a Constituição e a Lei de Responsabilidade Fiscal? Quantos de nós visitamos o portal da transparência para saber sobre os recursos repassados ao município? Quantos de nós registramos denúncias (com evidências consistentes) em canais competentes?

Em tempo: http://www.portaltransparencia.gov.br/
http://www.cgu.gov.br/
http://www.portalzinho.cgu.gov.br/
http://www.tcm.ba.gov.br/
http://www.sefaz.ba.gov.br/administracao/transparencia_bahia/
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/hp/downloads/EntendendoLRF.pdf

É isso.
Saudações,
Romualdo

OS ERRO DE FHC QUE SERVIU AO ASSISTENCIALISMO DE LULA

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O senado aprovou ontem quarta-feira, 19, a MP que reajusta em 7,7% para as aposentadorias acima de um salário mínimo. Cabe agora ao presidente Lula sancionar ou vetar.

Tudo o que Fernando Henrique fez no passado os petistas criticaram, achando que era tudo contra o povo, assim como as privatizações, a CPMF e inclusive o Fator previdenciário, que reduzia o valor dos benefícios. Depois que assumiram o governo, gostou tanto do que FHC fez que não quiseram acabar com nada, tanto que, quando acabaram com a CPMF o presidente Lula foi o primeiro a dizer que era má fé de quem votou a favor da extinção do imposto. Agora vem o Fator Previdenciário, que achatou tanto o salário do aposentado, que hoje conheço pessoas, que antigamente ganhavam dois salários mínimos e hoje recebe apenas um.

Porque Lula não acabou com os chamados erros de FHC? E porque continuou usando tudo do mesmo jeito que o governo passado? Ou não havia nada de errado ou compartilharam com o erro.

Na verdade, Lula aproveitou todas as falhas de FHC para também se beneficiar, vejam quantas pessoas recebem benefícios, sem ao menos ter contribuído com a Previdência. Para isso foi preciso sacrificar quem trabalhou uma vida toda contribuindo. A chamada política de assistencialismo falou mais alto. Assim, até eu sei governar esse país!

NEM AS AUTORIDADES ELES RESPEITAM MAIS

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Li no Correio on line, que uma delegada foi abordada por três marginais no bairro de Amaralina em Salvador, deram-lhe coronhadas na cabeça e levaram sua bolsa, ela ficou ferida e foi encaminhada a um hospital.

Vejam só! Já está chegando até para as autoridades policiais os ataques de bandidos. Acho que agora eles vão começar a se preocupar mais. Será?

Senado aprova projeto Ficha Limpa por unanimidade

 

Agência Estado

O projeto Ficha Limpa foi aprovado hoje pelo Senado. Os senadores levaram apenas uma semana na análise da proposta para dar tempo de entrar em vigor para as eleições de outubro. O projeto, de iniciativa popular, barra a candidatura de políticos condenados pela Justiça.
Aprovado pela Câmara dos Deputados na terça-feira passada, o texto foi aprovado nesta manhã pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Na comissão, o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), concordou em retirar as emendas ao texto, evitando que ele sofresse alterações e precisasse de uma segunda rodada de votação pelos deputados.
À tarde, o vice-presidente da Casa, senador Marconi Perillo (PSDB-GO), apresentou parecer autorizando a votação da proposta, apesar de a pauta estar trancada por quatro medidas provisórias e quatro projetos de lei do pré-sal. Esta tarde, por unanimidade, os 76 senadores presentes aprovaram o projeto, que segue para sanção presidencial.
Ainda há, porém, dúvidas sobre a validade do texto. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acredita que, se referendado pelo presidente Lula até 5 de junho, pode valer nas eleições de outubro. Os senadores apoiam este entendimento. A decisão final, no entanto, caberá ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Entre 20 e 30 senadores se inscreveram para discursar antes da aprovação do projeto. "Hoje, o Brasil começa a mudar. Hoje, o Brasil deixa de ser conhecido como o País da impunidade", disse Pedro Simon, do PMDB gaúcho.