Categoria: Política

Vereador Jairo pede explicações à diretora do SAAE referente aumento na cobrança da conta de água

Senhora Diretora,

Tomando conhecimento do Decreto nº 933/2012, solicito informações em que índice inflacionário foi baseado o aumento autorizado de 10% para o reajuste de taxas e tarifas.

Preocupado com a difícil situação financeira que passa a população valenciana, peço explicações técnicas para o referido aumento, uma vez que, os munícipes não mais aceitam situações a revelia da Lei.

Atenciosamente,
Jairo de Freitas Baptista
Vereador PMDB

REFLEXÃO: “O clima de derrotismo tomou conta dos professores baianos em decorrência do constante desrespeito do atual governo com a educação”

Elisângela Sales Encarnação – Professora da educação básica da rede estadual de ensino publico do estado da Bahia. Graduada, especialista e mestre em História.

Entra ano e sai ano e nós, profissionais da educação, repetimos nas escolas, nas salas de aula, na sala dos professores, em casa, em conversa com amigos, na mídia…. o quanto nossos salários são baixos, o quanto a nossa profissão é desvalorizada, o descaso dos governantes a respeito da educação, que os pais não dão valor a educação dos filhos, e até que nossos alunos são desinteressados e não sabem da importância que a educação tem na vida deles. Exigimos o respeito que a nossa profissão, que a nossa função social, que os anos de estudos, que o árduo trabalho diário de lidar com centenas de crianças e/ou adolescentes merece. Mas, quando chega um momento crucial como esse, em que uma greve de professores é deflagrada porque um governante se recusa a cumprir o acordo por ele assumido, que tentou por meio de diferentes manobras fazer com o que reajuste dos professores de todo o Estado brasileiro fosse inferior ao que a presidenta determinou, em cumprimento da lei (ratificada pelo supremo Tribunal de Justiça), é que percebemos que RESPEITO É PRA QUEM SE RESPEITA.

É muito triste que num momento crucial como esse, onde a nossa categoria de professores deveria estar unida para que enfrentássemos os muitos percalços que a decisão tomada na ultima quarta-feira vai nos gerar na mídia, nas declarações do governador (se ele se der ao trabalho), do secretário de educação, de alunos, dos pais de alunos, tenhamos muitas vezes que lutar para convencer nossos próprios colegas a aderir ao movimento que luta para o bem e pelos direitos de todos os professores. Alguns munidos de argumentos como: “a greve não vai dar em nada”; “vai prejudicar apenas a nós professores, e aos alunos, pois o governo não tá nem aí”; “vai sacrificar nossos sábados e merecidas férias do final do ano”, ou até, “eu já ganho acima do piso”, então, para que lutar?

O clima de derrotismo tomou conta dos professores baianos em decorrência do constante desrespeito do atual governo com a educação, desde seu primeiro mandato, quando ele foi o primeiro governador a zerar os contracheques dos professores porque estes estavam em greve ou a ser irredutível na perspectiva de que só negociaria se voltássemos a trabalhar (a nós tratar como cachorros que colocam o rabo entre as pernas quando o dono bate o pé). Mas, não somos os únicos a nos sentir assim derrotados, humilhados, com medo. Basta lembrar o tratamento autoritário e desrespeitoso dado aos policiais em greve recente (não quero, com isso, abonar as falhas de alguns policiais). É o funcionalismo público baiano que se sente assim, diante de postura tão agressivamente autoritária do atual governador, que nos faz questionar: cadê a sensibilidade do sindicalista de outrora?

Para esses colegas, só gostaria de lembrar que, na história, nenhum ganho social veio sem luta. Luta que custou, muitas vezes, a vida e a liberdade de muitas pessoas. Todos os direitos alcançados, o foram com sangue , suor e lágrimas. E agora vamos desistir porque precisaremos trabalhar nos sábados e sacrificar as férias? E os muitos mortos, presos e torturados para que pudéssemos ter direitos iguais, direito ao voto e à participação política? Direito à vida e à liberdade, direito de ir e vir, de expressar nossas opiniões, os direitos trabalhistas: jornada de trabalho, férias, salário mínimo, seguro desemprego, licença maternidade, e tantos outros mais? Estamos, quando evocamos essas perdas mínimas que teremos, desrespeitando a luta e a vida dessas pessoas. E, quando dizemos que não vamos ganhar nada agora, esquecemos que muitos morreram sem ver os frutos de sua luta, mas nem por isso eles deixaram de vir. Muitas vezes não lutamos para ganhar, e sim, para não nos deixarmos vencer pelo autoritarismo, pela tirania, pela intolerância.

No Brasil, hoje, virou moda declarar as greves ilegais e punir os sindicatos e trabalhadores com multas absurdas. Há, em curso, um processo de criminalização das greves. Esse direito histórico, que nos rendeu muitas vitórias sociais importantes, que corrigiu situações criminosas e até de atentados á vida (dado as condições desumanas, insalubres, extenuantes de trabalho de algumas categorias), passou a ser cerceado pela justiça que com isso vem paralisando os trabalhadores que dispõem de poucos meios para fazer valerem seus direitos. No entanto, essa mesma justiça não tem a mesma celeridade para corrigir os abusos trabalhistas, fazer valerem acordos firmados entre empregados e empregadores, não se apresenta como caminho possível, para o qual podemos apelar, quando nos sentimos lesados, desrespeitados em nossos direitos de trabalhador.

No caso dos trabalhadores da educação, uma questão me inquieta, e creio que seja importante nos perguntarmos: por que, das profissões de maior prestígio no nosso país em séculos passados, só o magistério perdeu seu brilho? Isso não ocorreu com médicos, advogados, engenheiros, que continuam sendo respeitados pela sociedade e bem melhor remunerados do que os professores.

O atual descaso com a educação brasileira não é algo recente. Alguns estudiosos o localizam no processo de ampliação do ensino público, especialmente quando este passou a abarcar os pobres, na década de 1930. Outros discutem os vários mecanismos utilizados durante a Ditadura Militar brasileira (1964-1985), que acabaram por desestruturar a educação: diminuir sucessivamente suas verbas (em contraposição à ampliação de sua oferta); a perseguição de professores, a vigilância das escolas e de seus profissionais, a perseguição e desintegração de entidades de classe ( estudantis e dos profissionais da educação); a mudança curricular (imposição de EMC, OSPB e Estudos Sociais no lugar de História, Geografia, Filosofia e Sociologia); o rebaixamento salarial do professorado; os cursos de licenciatura de curta duração, etc.

No processo de redemocratização política, a partir de 1985, apesar da educação servir de bandeira para todo e qualquer político que subisse num palanque desde então, seja qual for sua cor política, nenhum deles cumpriu suas promessas eleitorais de fazer da educação um dos pilares da governança brasileira.

Não é por acaso que a nossa profissão caiu no descrédito, e que somos desrespeitados todos os dias por governantes, mídias, sociedade, alunos e pais de alunos. Que somos agredidos psicologicamente, moralmente, profissionalmente e até fisicamente por aqueles que deveriam ser nossos parceiros na difícil tarefa de educar as novas gerações. É isso o que acontece cotidianamente, e em momentos como esses, em que os professores chegam ao seu limite e decidem pela greve, vemos estes agentes, muitas vezes, vir á público para culpar, detratar e até execrar publicamente a postura dos professores. Isso porque, segundo eles, no final, os alunos são os únicos prejudicados. Onde estavam esses profundos, atuantes e vorazes defensores da educação quando: os alunos não têm aulas, porque não há professores (por insuficiência no número de professores nas redes estadual e municipal, por falta de professores concursados em determinadas áreas ou localidades, por licença médicas, e tantas outras situações? E QUE FIQUE BEM CLARO: NESSES CASOS, AS AULAS NÃO SÃO REPOSTAS!). E o governo, na sua morosidade, leva meses para sanar esse problema! Quando escolas, até a presente data, ainda não começaram as aulas devido à não realização de reformas indispensáveis a seu início(reformas essas que deveriam ter sido feitas durante o recesso letivo); ou quando os governantes não repassam as verbas para as escolas, por conta, segundo eles, da burocracia, e elas precisam fazer milagres para manterem-se abertas e funcionando (ESSE É O CASO DA BAHIA NO MOMENTO); ou quando falta a merenda; ou quando professores e alunos precisam trabalhar e estudar, respectivamente, em salas mal iluminadas, sem ventilação, extremamente quentes (no calor nordestino, baiano que conhecemos), e, no período das chuvas, goteiras por todos os lados…Essa lista poderia se estender de forma quase que interminável, mas, nada disso prejudica o aluno! O governo, com seu descaso; a mídia, com seus produtos “de alta qualidade”; a sociedade, com seu consumismo; alguns pais, com sua falta de tempo; NADA DISSO PRENJUDICA O ALUNO! A ÚNICA COISA QUE O FAZ, É GREVE DE PROFESSOR.

Reconquistar nossa auto-estima, auto-respeito, amor-próprio: é o que o professor precisa de forma urgente! Só nós podemos fazer isso por nós mesmos. PRECISAMOS NOS SENTIR, ANTES DE TUDO, DIGNOS DE RESPEITO, PARA SERMOS RESPEITADOS. Precisamos assumir nossas extensas responsabilidades e exigirmos, de igual forma, nossos direitos (até mesmo para termos condições de falar de cidadania para nossos alunos).

Esse texto é, acima de tudo, um convite ao professor para essa reconquista.

Só quando andarmos nas ruas de novo, orgulhosos de nossa profissão, de cabeça erguida, como fazem os médicos, advogados, engenheiros, dentistas… Não teremos mais vergonha, nem medo de fazer greve, de lutar por nossos direitos. E, pela dignidade e auto-respeito que exalaremos NÃO, HAVERÁ NINGUÉM (MÍDIA OU GOVERNANTES) QUE TENHA CORAGEM DE NOS DETRATAR PUBLICAMENTE E DE SENTIREM QUE FAZEM MAIS PELA EDUCAÇÃO DESSE PAÍS DO QUE NÓS, QUE ESTAMOS NAS SALAS DE AULAS DURANTE 200 DIAS, TODOS OS ANOS.

 

              PELEH 

Bravo!

SEPULCROS CAIADOS

Rosângela Góes de Queiroz Figueiredo

Neste momento da História, da qual sou testemunha e protagonista, contrario o conselho do meu amigo Galvão, sábio companheiro para quem o verdadeiro escritor é aquele que vence a tentação de se imiscuir no trivial da política, como objeto de seu texto. Também segundo meu querido amigo, eu ainda não fiz a escolha pela grande Literatura, o registro universal da aventura humana de pensar, de sentir, de refletir e de transcender essa aventura.

Ele tem razão. Talvez torça pela segunda opção como forma de me poupar dos embates da política local, pelo que têm de primitivo, rasteiro, emblemático e sórdido. Mas não resisto à provocação com tanta fartura de situações absurdas a minha volta. Aí minha veia política vai pegar emprestado à Literatura as metáforas que se me apresentam no ar da cidade com a proximidade das eleições municipais. É inevitável, por exemplo, a analogia entre eleições em Valença e Dia de Finados.

O pobre cemitério sujo, coberto de mato e limo é a nossa cidade. Túmulos depredados, vasos quebrados, sem flores… Ruas da amargura, vias inviáveis, homens e mulheres que só existem no ano de eleições. Visitar o alto do Campinho nos outros dias do ano é uma tristeza só. É como caminhar por nossa cidade; do centro à periferia, são os mesmos problemas de cada dia que se repetem sem solução. Mas no dia de Finados… Aí é dia de tudo pintado, cheirando à flor e à vela. Sepulcros areados com sapólio, caminhos sem mato, muita gente e muita vida… Por fora, as cores das convenções e aparências. Por dentro…

Assim como no dia de Finados, os meses que antecedem as eleições para prefeito e vereadores são cheios de eventos festivos tão estranhos ao comum dos dias, tão caiados pela tinta fresca da bem declarada hipocrisia, que já não escondem os sepulcros cheios dos mais imundos despojos do dia-a-dia.

Invariavelmente, o palco da sucessão municipal tem sido uma representação, às vezes bem ensaiada – já se pregou tanto essa peça – outras vezes, um pastelão encenado por velhos e novos canastrões. Um esquema repetido à exaustão, tão previsível quanto as músicas da Banda Calypso, tão carregado na capa de tinta, quanto os velhos sobrados da nova Praça da República e o Teatro Municipal, monumentos símbolos dos sepulcros caiados de Valença.

Depois de tanto ver se repetir esse “esquema”, decididamente já é hora de o eleitor valenciano ter direito a opções menos viciadas. Isso seguramente passa pelo filtro da Lei, que deve se encarregar de banir a impunidade daqueles que foram apanhados pela Justiça Eleitoral ou pela Justiça comum, em crimes de aliciamento do voto pelo poder econômico, ou no de improbidade administrativa, quando no exercício de mandato público.

A festa da Democracia das próximas eleições municipais não passa por candidaturas de infratores da Lei, que permanecem festejando a impunidade à custa do mesmo poder econômico usado e abusado com escárnio às agruras do povo de Valença. Esse estelionato à prática democrática também está representado por aqueles que se promovem à custa de propaganda excessiva paga com o suado recurso público.

Um reboco e algumas demãos de cal, por mais caprichados que sejam, não conseguem esconder os túmulos podres desse esquema em Valença, sem dúvida, o maior responsável pela perpetuação das péssimas condições sócio-econômicas, culturais, ambientais e morais desta terra. E, como diz um outro velho amigo: “Valença não merece mais esse castigo!”

Diante da condição de viver e enfrentar o cotidiano desse absurdo, numa terra em que pouca gente se arrisca a emitir opinião que não seja favorável ao “quartel-general” para não se comprometer ou desagradar os chefes do “esquema”, eu sei que talvez valesse mesmo mais a pena dedicar-me à Literatura. Mas enquanto esta não me arrebata inapelavelmente, não consigo passar indiferente aos túmulos pintados de cal fresca e branquinha sobre a podridão que há dentro deles.

EM VALENÇA NEM TRANQUILIDADE APÓS A MORTE SE TEM

Meus amigos, leiam essa reportagem sobre o cemitério de Valença feita pelo site Ainda Hoje, tirem suas conclusões e, veja se não temos o direito de falar mal desse gestor.

Será que se morrer um ente querido desse prefeito ele terá coragem de enterrar por aqui? Já sabemos de casos de pessoas que não enterraram seus parentes aqui na cidade por causa daquela falta de respeito e enterraram em outras cidades:

cemitério Já imaginou ter que sepultar um parente e ter que passar todo o tempo ao lado de caixões destroçados e com restos mortais? A cena de filme de terror vem acontecendo na cidade de Valença, a 278 km de Salvador, e tem deixado a população revoltada.

De acordo com denuncia enviada ao site Aindahoje.com, restos mortais de pessoas, juntos com destroços de caixões ficam expostos dentro do cemitério de Valença. Quem esteve no local nos últimos dias foi surpreendido com ossos, restos mortais e caixões nos corredores do cemitério.

Segundo Antonio Carlos, que participou de um sepultamento na semana passada, há vários caixões espalhados e com restos mortais. “Na hora do sepultamento, coveiros retiram das gavetas ou covas, os caixões com ossadas e jogam os detritos ao lado, bem próximo da família que está sepultando um ente querido. Os coveiros não esperam nem o término do sepultamento para começar a quebrar as gavetas próximas, temos que suportar os odores e todo o constrangimento em um momento de dor” Afirmou Antonio Carlos.

A retirada dos restos mortais é permitida por lei, desde que seja autorizado pela família ou por ordem judicial.A exumação acontece quando há necessidade da liberação de gavetas de jazigos para novos sepultamentos. Os corpos só podem ser retirados das gavetas após três anos do sepultamento ou dois anos, no caso de crianças com idade até seis anos. Em qualquer caso, porém, deve-se dar destino adequado ao lixo altamente insalubre e não ficar exposto no local. (Ainda Hoje)

ASTRAN E CUT REIVINDICAM MELHORIAS PARA O TRANSPORTE HIDROVIÁRIO DE VALENÇA

trio3 Em audiência mantida na última segunda-feira(16) entre o Presidente da CUT-Bahia, Martiniano Costa; o secretário de Relações Institucionais da Bahia, Cézar Lisboa e o presidente da Associação dos Transportes Marítimos de Valença (ASTRAM), Romilson Muniz, foram discutidos assuntos relacionados ao Terminal Hidroviário de Valença. Romilson Muniz aproveitou a reunião e reivindicou diversas melhorias para o setor em Valença e nos terminais do Baixo Sul.

trio4 Segundo o presidente da CUT-bahia, Martiniano Costa, uma das reivindicações é a reforma imediata do atracadouro, localizado em Valença e a manutenção no terminal do centro da cidade para melhorar o atendimento dos inúmeros turistas que circulam pelo cais do porto, principalmente na alta temporada.

O secretário da SERIN, Cézar Lisboa, se comprometeu em levar ao governador Jaques Wagner a pauta de reivindicações da categoria e afirmou que uma das prioridades do governo é incrementar o setor turístico em todo o Estado. (PT em movimento)

I Encontro Municipal do Partido Trabalhista Cristão em Valença

No ultimo domingo (15), na Câmara Municipal de Valença foi realizado o primeiro Encontro Municipal do Partido Trabalhista Cristão (PTC). O evento contou com as presenças de várias agremiações partidárias representadas por seus presidentes.

Na oportunidade, o presidente da executiva municipal, o S.r. Ademilton Ferreira, destacou em seu pronunciamento a importância da militância do partido para se construir uma trajetória politica, falou ainda sobre a necessidade de construir uma aliança politica que posa tirar Valença do caos social e político em que se encontra, porém enfatizou que para que a mudança aconteça é necessário a renovação politica que terá inicio com um legislativo compromissado com seu povo.

“Para alcançarmos a revolução na politica valenciana, precisamos eleger os nossos representantes ao legislativo municipal”. Afirmou Ademilton, que ainda destacou em seu pronunciamento a importância da juventude e da mulher na no processo político.

Durante o evento ainda foi definido as ultimas discussões sobre a implantação do PTC–Mulher e da Juventude 36 que deve integrar o partido nos próximos dias.

Várias autoridades partidária estiveram no encontro entre eles os pré-candidatos a disputa da prefeitura local como o Zé da Hora do PSDB, Martiniano Costa, do PT e Ricardo Moura do PMDB, além de representantes dos partidos PDT ,PT do B ,PC do B , PV , e o PRB.

PARTIDO TRABALHISTA CRISTÃO- PTC 36.

“Por uma Valença de paz e mais Feliz“

VEREADORES DE VALENÇA SÓ SE PREOCUPAM COM O BOLSO

                                   Fotos: Facebook Tácio Limacâmara11 O Jovem Tácio Lima postou em seu Facebook dezenove fotos do estado lastimável do prédio onde funciona a Câmara de Vereadores de Valença. “Enquanto vereadores de Valença Votam salário de 8 mil Reais,essa é a situação da Câmara Municipal de Valença”, escreveu o jovem no seu status.

Precisamos reforçar que não só se preocupam com o salário deles, como também com os gastos que eles fazem com diárias, aluguel de carros, fretes de automóveis para viagens a Salvador e outras localidades. Uma vergonha!

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