Autor: pelegrini

APOCALIPSE JÁ!

Em 1981 quando aqui cheguei, Valença era uma cidade pacata, tranquila, tinhamos a metade da população de hoje, poucos veículos, podiamos caminhar pelas ruas, tranquilos.

De repente… A explosão demográfica; aumentou o número de pessoas, de veículos, de bandidos, mas caiu o número de vereadores.

A cidade não teve um prefeito que se preocupasse com um projeto arquitétônico para o futuro, os comerciantes se restringiram ao centro com mentes arcaícas, não deram importância ao efeito bexiga. Hoje sofrem por causa da falta de estacionamentos, perdem em vendas, já vi pessoas irem ás compras em Santo Antonio de Jesus em busca de tranquilidade, de estacionamento etc…

Sofre o município, sofremos nós, chegaremos a um ponto em que o efeito bexiga passará a se chamar bexiga resistente, onde travará tudo, e nem o prefeito poderá trafegar pra ver como está a cidade (é isso mesmo que ele quer).

E por consequência disto, um outro problema sério está acontecendo, o aumento de marginais na cidade, as pessoas passam a ser presas fáceis desses bandidos, eles se metem pelo meio do povo depois de uma ação e nunca mais ninguém vê. São roubados; mulheres crianças e anciãos. Polícia que é bom, não tem. Continua o descaso do governo Wagner (banana).

Não vejo um político desse falar sobre segurança no Brasil, nunca dizem em resolver e conter o número de marginais nas ruas, aumentar o número de políciais. Eles só falam em aumentar é a quantidade de vereadores. Daqui a pouco querem aumentar o número de prefeitos, de deputados, sair de “330 picaretas” (como disse o nosso presidente Lula) para 666, ai sim, se daria o apocalípse.

Antes o apocalípse. Melhor que ver esses marginais de gravatas e sem gravatas nos roubando descaradamente, com cara de cínico, de ladrão, fazendo armações pra se manterem em todo e qualquer tipo de poder, onde quer que seja bom pra eles, só não querem é trabalhar. Não se esqueçam que a marca da besta fera está estampada na testa dos seus, onde diz; “este é filho daquele”. Amém!

“Dias piores virão” (Genésio Assis).

FELIZ NATAL!

Neste post de hoje quero desejar aos meus amigos e parentes “UM FELIZ NATAL”, vou pedir a DEUS para que todos tenham um dia cheio de paz e tranquilidade, que a mesa de voces seja farta, e que a ressaca os deixem um dia de cama…  Se a ressaca é forte, sinal que o dia anterior foi bom, estou certo?

FELIZ NATAL, Lina, Mille, Elena, Luis Carlos, Nana, Marcinha, Mário, Leo, Oliveira, Kadu, Lucas, Alex Paixão, Serrinha, Beto, Elson, Lúcio, Gilberto, Zé da Hora, Jairo, Bruno, Gustavo, Tâmara, Daniel, Mariana e tantos outros que comentam aqui no meu blog, também os que lêem e não comentam. Quero pedir perdão aos que ficaram sem serem lembrados aqui, mas a consideração é a mesma. Um grande abraço para todos.

Feliz Natal!

ARRASADOS PELO FENÔMENO NATURAL.

Conversando com um amigo internauta de Santa Catarina, ele me disse: “Amigo, a nossa situação é triste, o trabalho de quem estava iniciando a vida não é nada, pior é o de quem estava sendo concluído e teve que voltar a estaca zero.

Mulheres e homens, perambulam pelas ruas sem saber por onde começar, não que esteja faltando incentivo e apoio dos nossos governantes, mas o psicológico está abalado, o nosso paliativo são a ajuda de voces, nossos irmãos brasileiros, que nos mandam comida, roupas…  Mas estamos arrasados, perdemos nossos entes queridos, nossas casas, nosssos bens. Não é fácil”.

É meu amigo, sinto por tudo isso que acontece a voces. Nós também somos arrasados, não por fenomenos naturais,  que é perdoável, mas por vermes da política, como as nojeiras retratadas por Dias Gomes em “O Bem Amado”, no personagem de Odorico Paraguassú,  e que se segue na vida real por Ramiros, Cláudios, Bertolinos, por ai a fora.

Deus tira, Deus devolve.

S.O.S PRA O GUAIBIM

Fui ao guiabim hoje pela manhã, vi muitos carros, porém as barracas não estavam muito cheias de gente, contrariando a espectativa pelo numero de veículos.

Vi um trailer em cima de um passeio, coisa mais feia, um negócio todo mal feito. Começa a depreciação do Guaibim, as pessoas não ligam pra que tipo de negócio estão fazendo, qualquer coisa que dê dinheiro eles estão topando.

É preciso que se cuide do Guaibim, se a administração pública deixar de lado vamos perder nossa praia, cada ano que passa piora, ninguém está preocupado, parece que querem que o pior aconteça, já não basta aquele aspecto de favelização das barracas?

Também pudera, nenhum prefeito que já governou  Valença tem investimentos por lá. Ramiro tem um hotel, mas tá falido, vítima do próprio descaso quando prefeito.

O povo de lá também não gosta dele, sabemos pelos péssimos resultados que ele obtém nas urnas.

Só nos resta esperar o 2 de fevereiro e pedir a Iemanjá pra nos ajudar.

VAMOS FICAR SEM REVEILLON

Vamos viver um reveillon sem clima. Nesta transição de prefeitos quem sai prejudicado é o povo, só mesmo aqui em Valença, porque em Ituberá onde também está saindo um prtefeito e entrando outro,  não está sendo assim, as emissoras de rádios noticiam o reveillon de lá, muitas atrações, o clima de festa predomina em Ituberá, por que onde tem pessoas dinâmicas sempre há  alegria.

Aqui em Valença é diferente, esse prefeito que se elegeu, matou as nossas festas populares, assim como a micareta e o São João,  depois veio o sobrinho e enterrou, só se preocupou em fazer festas no Guiabim com as atrações locais, porque sai mais barato, e tem a desculpa de dizer que fez alguma coisa.

Por outro lado eu prefiro assim. Festas trazem os maus presságios, nossa cidade não tem segurança, e o clima de medo toma conta da cidade, melhor desse jeito, as festas trazem superfaturamento, e quem sofre com isso são os cofres públicos.

Se evitar as festas e fizer uma boa administração, tudo bem, está perdoado. Agora, se não fizer festas e ainda por cima uma administração ruim vou fazer das palavras do meu amigo Kadu as minhas; “vá tomar na tonga da milonga do cabulêtê”.

E o vereador Genésio Assis já profetizou em seu último discurso na câmara: “Dias piores virão”.

Ai Deus!

O CENTRO DE VALENÇA ESTÁ INCHADO.

Ontem quando eu passava pelo calçadão da Governador Gonçalves, senti o quanto nossa cidade está inchada. Uma multidão de gente,  um lugar cheio de lojas, bancos, supermercados e vendedores ambulantes. Não se respeitam mas regras, está tudo misturado.

Está na hora de nossos governantes buscarem soluções pra essa situação, senão vai virar um caos o centro da cidade. Há lugares que não suportam mais o  trafégo de motocicletas, e até caminhões circulam.

Vamos mudar esse trânsito, isolar o centro do movimento de automóveis e caminhões, façam uma pista só para tráfego de motocicletas. Este lugar de carga e descarga dos dois supermercados ocupa muito espaço, deveriam abastecer suas lojas aos domingos e feriados, um sacrifício que seria bom pra eles mesmo.

O centro da cidade de Ilhéus era assim também no passado, hoje a maior parte é calçadão. Se fizer assim em Valença vai melhorar,  as pessoas vão poder andar mais livres, sem se bater em outras pessoas, fazer suas compras com mais tranquilidade, sem ficar preocupadas com atropelamentos de carros e motocicletas.

Sr. Secretário, se precisar de umas idéias me fale.

MEGA-BOM, QUANDO VIR ESTA MARCA DESISTA.

As vezes fico sem entender o comportamento de certas empresas. Com a tecnologia que nós temos hoje, a facilidade de comunicação, serviços prestados por bancos e terceirizadas, ainda vemos coisas que posso chamar de absurda.

Tenho observado que o supermercado Mega-Bom daqui de Valença não se toca em relação aos servicos bancários, por exemplo: quem já esteve em uma fila de banco que viu um funcionário desse supermercado na sua frente que não se desanimou? Quando chega a vez do rapaz é um desespero pra quem está na fila. Ali ele pega os documentos por etapa; primero tira um pacote de cheques e entrega, depois pega duplicatas, depois dinheiro pra contar… É um desespero total. Já chegeui a marcar no relógio o tempo que ele levou com o caixa, 1 hora e 26 minutos.

O pior de tudo é que ele está fazendo uma péssima propaganda do seu estabelecimento, porque o funcionário ainda vai vestido com a farda do supermercado. Com certeza, a pessoa quando sai do banco se tiver vontade de comprar alguma coisa por lá certamentre desiste só de raiva que passa.

Caros diretores do Mega-Bom, os bancos hoje em dia tem bons serviços pra clientes do seu porte, não vejo necessidade de se ocupar um funcionário da sua rede só pra fazer este tipo de trabalho,  basta entregar o malote com seus compromissos e ir buscar o serviço pronto no dia seguinte. E aquele rapaz que ganha a antipatia do povo, passaria a levar suquinho e água pra aquele povo que está na fila sacaneado, garanto que os resultados pra sua empresa serão melhores.

Um mega-negócio no natal pra os senhores.

SENADO AUMENTA EM 7.343 O NÚMERO DE VEREADORES NOS MUNICÍPIOS

da Folha Online

O Senado aprovou nesta quinta-feira a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que aumenta dos atuais 51.924 para 59.267 –acréscimo de 7.343– o número de cadeiras nas Câmaras Municipais de todo o país. A emenda será promulgada pelo Congresso ainda nesta quinta-feira (18) e entra em vigor imediatamente.

A medida altera a proporcionalidade de vereadores em relação ao número de habitantes do município. São criadas 24 faixas de número de vereadores: os municípios com até 15 mil habitantes terão nove vereadores, enquanto os municípios com mais de 8 milhões de moradores terão 55 vereadores.

O projeto previa que a alteração no número de vereadores já valesse para os eleitos em 2008, mas uma decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) impediu que os novos 7.343 legisladores assumam em 2009.

A PEC foi aprovada devido a um acordo de líderes que permitiu a realização de sessões extraordinárias seguidas, contando prazos de votação –a PEC precisa ser discutida por cinco sessões, em primeiro turno, e por três, em segundo turno.

No primeiro turno, a emenda recebeu 54 votos favoráveis, cinco contrários e uma abstenção. Poucas horas depois, no segundo turno, ela obteve 58 a favor, cinco, contra e uma abstenção.

Toda a discussão foi realizada com as galerias do Plenário do Senado lotadas de suplentes de vereadores, que estavam em Brasília desde o início da semana para a votação.

Novos gastos

Nesta semana, a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado retirou do texto o artigo que reduzia os percentuais de repasse das receitas dos municípios para as câmaras. Com a mudança, as câmaras municipais vão continuar a receber o montante previsto pela Constituição Federal, sem aumento nos gastos mesmo com a criação dos novos cargos.

O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) tentou convencer os senadores a aprovar uma emenda ao projeto que proibia as câmaras de aumentar seus gastos em 2009, comparando-se com 2008. A sugestão foi ignorada porque se fosse aceita, o projeto teria de retornar ao exame dos deputados, para votação da mudança.

A emenda constitucional aprovada busca resolver uma polêmica criada em 2004, quando o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) baixou uma resolução estabelecendo instruções sobre o número de vereadores a serem eleitos segundo a população de cada município.

A resolução redistribuiu os municípios em 36 faixas e deu nova interpretação à matéria, reduzindo o número de vereadores em 2.409 municípios. A decisão do TSE proporcionou ainda aumento no número de vereadores em 19 municípios.

Bate-boca

Nesta terça-feira (16), vereadores que fazem lobby no Congresso pelo aumento no número de cadeiras nas Câmaras Municipais de todo o país trocaram insultos nos corredores do Senado.

A confusão teve início quando o vereador Ivan Duarte (PT-RS), do município de Pelotas, concedeu entrevista à imprensa manifestando sua posição contrária à PEC. Cercado por outros vereadores que defendem a proposta, o parlamentar acabou hostilizado –o que provocou um amplo bate-boca.

Os vereadores favoráveis à PEC acusaram Duarte de ser “marajá” e “capacho de prefeito” –depois que ele afirmou que a proposta não deve ser aprovada pelo Congresso no final deste ano.

“Entendo que este não é o momento adequado. As regras tinham que ter sido mudadas antes da eleição”, afirmou.

O vereador Gonçalves (DEM-GO), do município do Novo Gama, partiu para o ataque contra o colega. “Você deveria ficar calado. Antes você defendia a PEC e agora que se elegeu não quer mais que aumente”, afirmou.

Em resposta, Duarte argumentou que as mudanças deveriam ter sido apreciadas pelo Legislativo antes das últimas eleições municipais de outubro. “Eu só acho que não pode ser depois das eleições. A população da minha cidade votou em 15 vereadores e não em 23”, disse o vereador de Pelotas.