Microfone, veto e tensão: sessão esquenta após ruído técnico e divergência jurídica

A sessão de ontem (28), na Câmara Municipal, teve ruído técnico e político. O estopim foi um Projeto de Lei aprovado pelos vereadores, mas vetado pelo prefeito sob justificativa de vícios de inconstitucionalidade.
Durante a discussão, a vereadora autora da proposta, Ana Fraga, teve o microfone interrompido por um problema técnico e interpretou o episódio como uma tentativa de silenciar sua fala.
Defendendo a sanção do projeto a qualquer custo, por se tratar de uma causa voltada às pessoas do espectro autista, a vereadora insistiu na aprovação, sem considerar que a sanção de uma lei inconstitucional pode gerar consequências legais, como o ajuizamento de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) junto ao Tribunal de Justiça, o que poderia suspender ou até anular a norma.
Sem conseguir reverter o cenário no plenário, Ana Fraga elevou o tom, buscou holofotes e querendo dizer que estava sendo retaliada, acusou a interrupção do seu microfone de proposital.
O presidente da Câmara, Bertolino Júnior, reagiu na hora. Disse que a vereadora estava tentando se vitimizar e, no calor do embate, ouviu como resposta um pedido direto: que respeitasse sua fala.
Mesmo diante do clima tenso, Bertolino manteve a postura de quem sabe conduzir os trabalhos legislativos, controlou a situação e deu seguimento à sessão, garantindo a continuidade das atividades da Câmara.





Deputado Raimundo Costa....Qual o nome do seu sócio?? Confia em mim vai? Vc nuca me enganou, lhe aguardo em outubro…
É muito bom saber que podemos contar com um profissional deste gabarito em nosso município! Isso nos faz ter segurança…
Parabes Pele Muito boa esta reportagem e pertinente seria bom q chegasse até os gestores municipais!
concordo plenamente com sua pontuação sobre esta questão. eu nunca gostei de foguete nem bomba, por min não existiriam esse…
Um novo nome sempre bom