Microfone, veto e tensão: sessão esquenta após ruído técnico e divergência jurídica

A sessão de ontem (28), na Câmara Municipal, teve ruído técnico e político. O estopim foi um Projeto de Lei aprovado pelos vereadores, mas vetado pelo prefeito sob justificativa de vícios de inconstitucionalidade.
Durante a discussão, a vereadora autora da proposta, Ana Fraga, teve o microfone interrompido por um problema técnico e interpretou o episódio como uma tentativa de silenciar sua fala.
Defendendo a sanção do projeto a qualquer custo, por se tratar de uma causa voltada às pessoas do espectro autista, a vereadora insistiu na aprovação, sem considerar que a sanção de uma lei inconstitucional pode gerar consequências legais, como o ajuizamento de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) junto ao Tribunal de Justiça, o que poderia suspender ou até anular a norma.
Sem conseguir reverter o cenário no plenário, Ana Fraga elevou o tom, buscou holofotes e querendo dizer que estava sendo retaliada, acusou a interrupção do seu microfone de proposital.
O presidente da Câmara, Bertolino Júnior, reagiu na hora. Disse que a vereadora estava tentando se vitimizar e, no calor do embate, ouviu como resposta um pedido direto: que respeitasse sua fala.
Mesmo diante do clima tenso, Bertolino manteve a postura de quem sabe conduzir os trabalhos legislativos, controlou a situação e deu seguimento à sessão, garantindo a continuidade das atividades da Câmara.





Acho que a explicação está errada. Na eleição passada o PT estava bombando e ninguém conhecia Gerônimo, hoje o eleitor…
Medrado é o cara, melhor prefeito da história de Valença
Pelegrini descarado, chorei de rir com essa paródia. Vá escrever coisa séria vagal. Leia meu texto direito e mande a…
O momento foi maravilhoso, não estou na ativa, foi gratificante reencontrar colegas e conhecer novas, esse momento ímpar foi de…
Foi um momento de grande relevância para nós profissionais, mais momentos como esse. Parabéns NUCRESS- Baixo Sul.