Cobrar é fácil. Difícil é ajudar a enfeitar a cidade

Nota da Casa do Empresário, choro de quem não tem competência
A nota divulgada pela Casa do Empresário de Valença sobre a ausência de ornamentação junina traz uma reflexão importante, mas também levanta uma pergunta inevitável: onde estão os empresários nessa história?
É verdade que, tradicionalmente, a decoração das ruas e praças é coordenada pela Prefeitura. Ninguém discute isso. Mas também é verdade que o São João não pertence ao prefeito, nem à Prefeitura. O São João pertence ao povo, ao comércio e à cidade.
Se a preocupação das entidades é tão grande com a ausência de bandeirolas e enfeites, por que não lideraram uma campanha para mobilizar comerciantes, patrocinadores e voluntários? Afinal, ACE, CDL e Sincomval representam justamente os setores que mais se beneficiam economicamente quando a cidade vive o clima junino.
Valença já viveu tempos em que comerciantes decoravam fachadas, ruas e vitrines por iniciativa própria. Era um esforço coletivo, sem necessidade de empurrar toda a responsabilidade para o poder público.
A impressão deixada pela nota é a de que alguns dirigentes preferem apontar o dedo do que estender a mão. Cobram da Prefeitura, mas não apresentam uma única ação concreta realizada pelas entidades para amenizar o problema.
Num momento em que o município enfrenta desafios financeiros e precisa priorizar áreas essenciais, talvez o caminho mais inteligente fosse a união de forças. Menos notas oficiais. Mais bandeirolas. Menos acusações. Mais participação.
Porque, no final das contas, quem perde não é a Prefeitura nem a Casa do Empresário. Quem perde é Valença. E quando a cidade perde, todos perdem juntos.







Nada diferente do de Brasilia. Só o reflexo e não vê, somente quem tapa os olhos.
isso
meio confuso essa informação já saia as 18:30 de mar grande e agora vai ter uma 20:00 e isso
Poderia ser melhor se de fato tivesse planejamento por parte da secretaria do turismo com total apoio do Prefeito. Temporada…
Realmente Pelegrini nosso Deputado Federal, filho da Terra, Raimundo Costa, não perdeu seu cognome RAIMUNDO DA PESCA, porém avançou fronteiras…