Entre a coragem e o cálculo: o enigma político de Raimundo Costa

Na política, volta e meia surge uma dessas jogadas que deixam qualquer observador coçando a cabeça e olhando para o tabuleiro como quem tenta entender um lance inesperado no xadrez. É o caso do deputado Raimundo Costa.
Até pouco tempo atrás, Raimundo estava no Podemos, onde muita gente calculava que ele tinha algo em torno de 50% de chances de reeleição. Não era uma garantia, claro, mas havia um caminho razoável. Eis que o deputado resolve trocar de casa e desembarca no PSD, um partido bem mais musculoso, onde sua chance, segundo analistas mais atentos, cairia para algo perto de 10%.
A pergunta que ecoa pelos corredores da política regional é simples: por quê?
Quem acompanha a trajetória de Raimundo sabe que ele sempre preferiu partidos menores, onde poderia brigar pelo topo da votação e garantir a sobrevivência eleitoral. Era a estratégia clássica de quem conhece as regras do jogo. Desta vez, porém, parece que alguém resolveu embaralhar as cartas.
Existem duas hipóteses circulando nas rodas de café da política. A primeira é que o deputado esteja confiante demais na própria reeleição. A segunda, mais comentada nos bastidores, é que a aposta seja outra: ficar na suplência e aguardar que algum titular vire secretário, ministro ou ocupe cargo no governo, abrindo a porteira para assumir o mandato sem precisar enfrentar a dureza das urnas.
Seria interessante ver algum analista político destrinchando esse movimento. Porque, olhando de fora, a conta não fecha com facilidade.
Principalmente quando se observa a caminhada do deputado nos últimos três anos. Por aqui, em Valença, sua presença tem sido cada vez mais rara. Dizem que mora no Tento, mas, pelo visto, as ruas do bairro andam com saudade do deputado.
Enquanto isso, do outro lado da arena, o prefeito Marcos Medrado segue naquele ritmo que a cidade já conhece: obra, entrega, agenda, evento e presença constante. Quando um grupo político está com a máquina política funcionando a vapor, quem aparece pouco corre o risco de virar apenas lembrança eleitoral.
No fim das contas, fica a dúvida que muita gente anda fazendo nas esquinas e nas redes:
Raimundo Costa está fazendo um movimento genial que ainda ninguém entendeu… ou apenas apostando alto demais em um jogo que pode terminar sem cadeira?
Na política, como sabemos, às vezes o cálculo é estratégia. Outras vezes… é só um salto no escuro.






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