ZONA AZUL SAIU DO VERMELHO: O TCM APITOU O FIM DO DRAMA DA “TURMA DO QUANTO PIOR MELHOR”

A pressa, mais uma vez, foi inimiga da notícia. A chamada “turma do quanto pior, melhor”, sempre de plantão para tocar marcha fúnebre antes da hora, saiu espalhando que a implantação da Zona Azul em Valença tinha sido suspensa em definitivo.

Teve gente que já comemorava como se fosse final de campeonato. Mas o jogo ainda estava no primeiro tempo… e o apito final veio de onde realmente importa.

O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) decidiu, de forma clara e oficial, autorizar o Município de Valença a seguir com a Concorrência Pública nº 005/2025, que trata da concessão do estacionamento rotativo pago, a conhecida Zona Azul.

A decisão foi assinada pelo conselheiro substituto e relator Antônio Carlos da Silva, na última sexta-feira (19), e reconsidera a suspensão inicial, aquela que foi tratada pelos apressadinhos como sentença definitiva.

Na prática, o Tribunal fez exatamente o que se espera de um órgão técnico: apontou falhas, ouviu a defesa, analisou as correções e deu o sinal verde. Nada de escândalo, nada de derrota da gestão, nada de “fim da Zona Azul”.

Os tais “vícios formais e materiais” identificados no edital, como a ausência de alguns anexos, a falta de detalhamento de vagas e a escolha da modalidade presencial, foram esclarecidos e ajustados.

A Prefeitura explicou ponto a ponto, demonstrou que não houve prejuízo à competitividade e que tudo estava amparado pela legislação e pelo Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTE). Resultado: edital republicado e processo retomado, como manda o figurino.

Ou seja, aquilo que foi vendido como fracasso virou, oficialmente, correção técnica seguida de autorização. O TCM falou. E falou alto.

O prefeito Marcos Medrado, que em nenhum momento entrou em desespero nem correu para manchetes fáceis, recebeu a decisão como confirmação do caminho adotado pela gestão.

Segundo ele, o processo foi aprimorado respeitando todas as recomendações do Tribunal, reforçando o compromisso com a transparência, a legalidade e a modernização da cidade.

Enquanto isso, sobra silêncio para quem correu para anunciar o enterro antes de confirmar o óbito. Em Valença, a Zona Azul segue viva, o processo segue legal, e a narrativa do “quanto pior, melhor” segue tropeçando nos fatos.

No fim das contas, ficou claro:
Medrado estava certo.
O TCM deu a resposta.
E a turma do oba-oba ficou sem assunto.

Vida longa à Zona Azul… e mais cautela na próxima manchete.

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