A PRAÇA QUE CRESCE E OS ADVERSÁRIOS QUE ENCOLHEM

Marcos Medrado resolveu fazer o que prefeito bom faz: olhar para o projeto, olhar de novo, e melhorar. A Praça da República já estava praticamente pronta no papel, mas ele teve aquela sacada de gestor que pensa grande. Resolveu ampliar, abrir o horizonte, deixar a nossa principal área de lazer com cara de cartão-postal definitivo.

A velha e gloriosa Praça da República, que já embalou micaretas, São João, festivais gastronômicos, comícios fervilhando de promessas e até shows gospel que sacudiam o centro, agora renasce com outra missão.

Nada de barulho político, nada de trio elétrico atravessando a madrugada. A nova praça será território de paz, crianças correndo, idosos descansando e conversas que não precisam competir com caixas de som.

E tem um detalhe que Medrado não abre mão: praça não é extensão de barzinho. Ele deixou claro que calçada não será depósito de mesas. Praça é para respirar, passear, observar as plantas, admirar a arquitetura e deixar a mente descansar. Um oásis no coração da cidade.

Sim, a obra foi adiada. E aí, claro, já começou o festival de falatório daquela turma que vive de bufar pelos cantos, como se tivesse descoberto um escândalo. Mas quem entende de obra sabe: tudo que é bem feito demora um pouco. E Medrado está caprichando.

Quando a praça for entregue, vai ter muito valenciano batendo no peito com orgulho e muito adversário procurando desculpa para explicar por que criticou aquilo que não teve capacidade de fazer.

A espera vai valer cada dia. E Valença vai ganhar, de novo, um cenário à altura da sua história.

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