VEREADOR JAIRO RECUSA VAGAS DE EMPREGO.

 

imageVejam só meus amigos, o vereador Jairo Baptista é um homem de integridade, lisura, transpareência, e não deixa de cobrar do gestor as coisas corretas.

Recentemente um secretário da prefeitura ofereceu a cada vereador 3 vagas de emprego (na prefeitura), e ele recusou, disse que não achava correto. Será que os outros vereadores também fizeram o mesmo, e recusaram?

E agora está mais uma vez ingressando com representação no MP contra a Prefeitura, já pensou se ele tivesse recebido as vagas de emprego? Não ia poder ter o direito de denunciar o  prefeito.

“O vereador Jairo Baptista se dirigiu ao Ministério Público na manhã dessa terça-feira (09), onde ingressou com uma representação contra o município de Valença, com relação às obras realizadas no município pelo atual gestor, onde as placas não constam às devidas informações.

A Lei nº 1.717/2003, diz que em toda e qualquer obra municipal, de forma bem visível ao público, durante todo o período de sua execução, deve existir placa informativa contendo as informações referentes às obras. Acontece que todas as obras realizadas pela prefeitura não consta as informações descrita na Lei, como: Prazo provável de inicio e termino da obra, Custo da obra expresso em moeda corrente, Especificação da origem dos recursos aplicados na obra, Nome da empresa contratada, entre outras.
O prefeito Ramiro Campelo informou desconhecer a referida lei, porém a mesma foi sancionada no dia 27 de agosto de 2003, quando o próprio Ramiro Campelo era o prefeito”.

Fonte:http://www.cmvalenca.ba.gov.br/destaques_visualizar.asp?id_destaque=205

18 thoughts on “VEREADOR JAIRO RECUSA VAGAS DE EMPREGO.

  • junho 29, 2009 em 11:37 am
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    Segundo o Alvaro, a Justiça só julgou a denúcia do MP contra Ramiro faltando 10 meses pra a gestão dele terminar… Quanto tempo será que vai levar essa?

    Fábio, se manifeste, por favor!

  • junho 29, 2009 em 2:15 pm
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    Infelizmente a prática do toma lá-dá-cá é algo bastante arraigado na política. Talvez, em grande parte, por conta das promessas que os postulantes a uma cadeira nas câmaras municipais fazem em tempo de campanha como um emprego, que passam longe de suas atribuições legislativas. O vereador se elege e a única forma de “cumprir” as promessas feitas é barganhando cargos junto ao executivo.
    A grande questão é que nós, enquanto eleitores, alimentamos este círculo vicioso. O que importa é eleger o “nosso” vereador ou o “nosso” prefeito dando ao termo “nosso” a representação daquele que irá suprir os nossos, sem aspas, anseios individuais: o nosso emprego, um alvará de táxi, uma cesta básica e por aí adiante. Se a informação de Pelegrini procede, ponto para Jairo que não fez nada mais que aquilo que deveria ser coerente com a atitude de qualquer detentor de mandato popular.
    Quanto ao tempo que a Justiça deverá levar para julgar… basta lembrar que a justiça é cega e, nestes casos, muitas vezes surda-muda também, o que daria tempo para ele terminar seu mandato e tentar reeleger-se tranquilamente.

  • junho 29, 2009 em 5:38 pm
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    Conheço muito bem esta prática, tal como Jáiro, também, já tive a oportunidade de recusar essas benesses.
    Temos uma legislação severa que pune os maus gestores, mas, infelizmente, não conseguimos, ainda, um nível de responsabilidade e seriedade no trato da coisa pública. A tal ponto, que até dinheiro da merenda escolar é desviado por gestores. -Lembram da colher de pau!
    Agora, com novo ator, as coisas continuam e é necessário ter mais gente agindo como Jáiro, não só na Câmara como na Comunidade. Se queremos uma atuação de maior controle em relação aos atos do Executivo é bom que se recuse os “presentes de gregos” para não se tornarem, como são na sua maioria, verdadeiros servis do prefeito, recebendo vantagens que diminuem seu poder de fiscalização.
    A verdade é que muita gente tem conhecimento da Lei de Responsabilidade, da atuação fiscalizadora da CGU, das portas do Ministério Público, mais poucos conhecem o Decreto Lei nº201 de 27 de fevereiro de de 1967.
    Querem atuar com grandeza, se valham deste Decreto, nunca mais terão oferta de “presente de grego” -Experimentem!!!!

  • junho 29, 2009 em 5:59 pm
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    O nosso querido Zé da Hora com seu comentário, de gente que realmente conhece.

    Abraço amigo,

    Pelegrini.

  • junho 29, 2009 em 8:17 pm
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    A Justiça Brasileira é cega? Não creio nessa pemissa! Ao contrário, ela tem os olhos bem abertos, ela tem olho vivo para colocar na balança dois pesos e duas medidas e assim, julgar a seu contento e do seu entorno!

  • junho 30, 2009 em 11:02 am
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    valeu Zé da hora, vc merecia esta naquela casa, sabia que vc e genésio não deixava acontecer o que esta sendo feito em valença, sei que jairo esta fazendo um belo trabalho, mais tem aqueles que usa a camara com cabide de emprego e nada faz pelo seu povo que o elegeu,como ja dizia meu grande amigo, valença tem 3 tipos de vereadores,VARIADOR- aquele que fica de acordo com o bolso do prefeito, não trabalha pelo seu povo que deu votos de confiança.
    VIRIADOR- este sim fica com a lingua nas virilhas do prefeito, o lambe tudo,não larga o prefeito pra nada,não tem tempo de legislar.
    O VEREADOR- este sim, é eleito pelo povo e trabalha para o povo, tem responsabilidade, vota a favor de projetos corretos que beneficia a população.

  • junho 30, 2009 em 2:34 pm
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    A atitude do vereador Jairo do Banco do Brasil, não deixa de ser louvável. Porém, existem vertentes, que muita das vezes deixam de serem analisadas. Primeiro; porque não se noticia fatos consultando antes as partes envolvida e não aleatoriamente? As vagas de empregos autorizadas pelo prefeito Ramiro, para que um preposto consultasse os vereadores, pelo que conheço do prefeito poderá ser uma forma de prestigiar os vereadores junto aos seus eleitores (ou a comunidade) desempregada. Digo isso, pelo fato de não ter sido direcionada aos vereadores partidários do prefeito e sim a todos os vereadores. Segundo; se a intenção do prefeito foi a formula do “toma lá, dá cá”, é um formula viciosa dos executivos em todas as esferas,do Congresso Nacional e digas que desde os tempos da Monarquia esse sistema já funcionava. Quando tomei conhecimento, usando do critério ético com exerço meu ofício, procurei os vereadores para saber deles como estavam vendo a atitude do prefeito e se aceitaram. A maioria aceitou e no meu ponto de vista eu não vejo nada de errado em o vereador indicar alguém para assumir uma vaga se ela existe. Porém, acabe ao edil ser responsável no futuro e não se deixar levar pelas manobras do prefeito. Afinal, abrir as portas para empregar uma mãe ou pai de família desempregado é muito bom.
    O que precisamos discutir é a situação caótica em vários setores que o município está passando. Que mais empregos possam surgir para amenizar os nossos desempregados e que os vereadores quando convocados indiquem sem temer crítica aleatórias.
    Não sou advogado do prefeito, ao contrário sou um desafeto para ele. O que eu não posso é crucificar quem está dando emprego. Ou seria melhor que essas trintas vagas não existissem? Vamos deixar as paixões políticas de lado e caminhar em busca de dias melhores para nosso POVO..
    J. Junior – Editor do Jornal Tribuna Regional.

  • junho 30, 2009 em 2:43 pm
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    Em relação ao meu comentário sobre as vagas de empregos oferecidas aos vereadores, peço desculpas por alguns erros de digitação, no momento em que digitei estava com pressa e não fiz a devida correção, mas, já as identifiquei e deixo aqui minhas desculpas.
    Serei mais atento nas próximas.
    Agradeço a compreensão de todos.
    J. Junior

  • junho 30, 2009 em 3:50 pm
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    O seu comentário está ótimo J. Junior, concordo com sua opinião.

    Obrigado,

    Pelegrini

  • junho 30, 2009 em 4:17 pm
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    Caro J. Júnior,

    Bastante pertinente os seus argumentos em relação aos empregos oferecidos pela Prefeitura de Valença, é bom se debruçar sobre uma reflexão que difere da nossa. Quero deixar claro que não estou falando de “paixões políticas” até porque, graças a Deus, o meu trabalho não depende do político A ou B. Falo de princípios que devem nortear a administração pública: fazer apenas aquilo que a lei determina.
    Embora seja antiga esta prática, que reitero ser, do toma lá-dá-cá, não posso concordar que seja correto a coisa pública ser tratada como se fosse privada. Empregar um amigo, ou filho de um amigo, nas Lojas Guaibim não é nada demais, a casa é dele. O que eu não posso é aceitar que cargos que deveriam ser preenchidos por concurso público sejam dados como moeda de troca usando como desculpa empregar “trinta pais de família”. Cargos de livre nomeação são aqueles direcionados à direção e chefia o que, ao que parece, não é o caso.
    Infelizmente esta prática de Ramiro não é excessão, é regra. Mas nem por isto irei contrariar, negar o que a Constituição de 1988 tem por princípios: igualdade, isonomia… Afinal, a lei é para todos, inclusive para ele.
    Um abraço.

  • junho 30, 2009 em 5:29 pm
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    Fábio eu esqueci de esclarecer uma coisa, para surgirem esses 30 empregos foi necessário pedir as cabeças de outros 30. Os empregos não nasceram simplesmente, tiveram que sacrificar 30 para presentear os vereadores. Então a coisa é mais ilegal ainda. Vou saber melhores informações e volto a informar.

    Abraço,

    Pelegrini.

  • junho 30, 2009 em 9:42 pm
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    Meu caro Fábio,
    Com é bom saber que ainda existem pessoas como você, que analisa os comentários antes de tercer sua crítica. Eu sempre sigo os princípios do respeito aos criticos, ainda que não concorde com seu ponto de vista. Afinal, discordar faz parte do contexto, porém, respeitar é nossa obrigação. Nós vivenciamos um momento caótico no cenário político mundial, e, pagamos caro pela ignorância do grande número de eleitores que, ao exercerem o direito de escolha de nossos representantes nas mais diversas área da política através do voto, se tornam autenticas vítimas de sua própria ignorância, não propositadamente, mas, pela falta de programas educativos eficientes, para formação do cidadão e cidadãs em todos os aspectos da vida. Tenho dito que a política pela sua dinâmica, nos proporciona três vertentes ao votar nos postulantes aos cargos eletivos: primeiro acertar na escolha; segundo errar e por último consertar. Eu jámais votaria em Ramiro Queiroz, por não compatuar com o seguimento do “Rouba, mas faz”. No entanto, não posso querer usar uma peneira para tapar o sol. Todo homem têm virtudes e defeitos, usar os defeitos para elaborar uma crítica torna-se muito mais facil e vulgar, ainda mais, quando a pessoa física ou jurídica, objeto direto da crítica, seja algum desafeto. O crítico sensato, honesto e responsável é aquele que reconhece no desafeto as suas virtudes e ao criticá-lo se respalda de provas, para não cometer injustiças.
    O Secretário de Saúde do Município de Valença, até que me provem o contrário, não merece as críticas a ele dirigidas da forma como são ditas ou escritas. Se existem remédios com datas de vencimentos ultrapassadas, cabe a Vigilância Sanitária do Município fiscalizar ou os funcionários (pagos) para exercerem com total lisura suas funções e comunicar ao seus superiores as anormalidades que por ventura existam. Os remédios com datas de vencimentos ultrapassadas, constatadas pelo vereador Jairo do Banco do Brasil na secretaria de saúde é uma realidade, mas, já estavam lá desde o governo passado.
    O que faltou na informação foi primeiro saber do secretário se ele tinha conhecimento do fato e de quem era a culpa. Ou será que, diante de tantas outras obrigações o secretário tem de in-loco conferir os medicamentos? onde estão seus subordinados? Sensacionalismo é uma coisa, denunciar o fato com lisura sem segundas intenções é outra coisa.
    Um forte abraço,

    J. Junior – Editir do Jornal Tribuna Regional

  • julho 1, 2009 em 1:54 pm
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    Pelegrini.
    O comentário de Zé da Hora prá mim não é surpresa, pois o ano passado ofereceram vagas para Diretores nossos do Sindmoto afim de nos calar, foi um certo “vereador” Dinossauro que sempre está mamando nas tetas, puxando saco dos prefeitos que entram e essa praga que come o dinheiro público continua sendo eleito, esse imoral que coloca seu interesse acima do interesse público, esse que anda no carro de Ramiro afim de entregar funcionário publico, mas ainda bem que temos politicos integros de carater(que são poucos) que recusa esses tipos de propostas de traição do povo, o que precisa é o povo acordar, não prestou bota fora e sempre renova e tira esses ratos de esgoto que são as mazelas da sociedade.

  • julho 1, 2009 em 11:16 pm
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    Tive informações que J.Junior foi o locutor da campanha de Claudio em 2004, isso é verdade J.Junior?

  • julho 4, 2009 em 10:23 am
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    Sarcasmo… ou sem caráter (no sentido de cunho)

    Eu tenho por respeito a meus leitores e também aos meus desafeto, não esconder minha identidade. Assino o que escrevo e garanto o que digo. Mas, não deixarei de responder a sua interrogativa.
    Sim. Fui locutor da campnha de Cláudio Queiroz em 2004 e votei nele, por acreditar que ele poderia ser a renovação de nosso quadro de políticos já tão desgastado. Confesso que errei, porém, na última eleição eu consertei, já não votei nele. O meu candidato não foi eleito, também não posso afirmar se eleito fosse, que seria um bom administrador, pois, ninguém traz na testa “eu sou o melhor”, “eu sou honesto” “eu ladrão”, etc. Quanto ter sido locutor da campnha, posso lhe garantir, não era do agrado de Cláudio.
    Você que se esconde no anonimato e me faz tal arguição, deve se lembrar que, o fui um constante e aguerrido crítico do ex-prefeito, ao denunciar sua falcatruas e mazelas, durante todo o seu mandato.
    Quero antes de finalizar solicitar às pessoas, quando fizerem seus comentários ou perguntas dirigidas à minha pessoa, ou ao jornal do qual sou editor, que pelo menos tenha caráter e assine seus comentários ou perguntas, assim com faço. Quem se esconde é covarde. Caso contrário ficarão sem resposta.
    J. Junior – Editor do Jornal Tribuna Regional

  • julho 4, 2009 em 10:39 am
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    Errata

    Mais uma vez peço desculpas por alguns erros de digitação, talvez o fato de não gostar de responder a pessoas que se escondem no anonimato, eu enviei minha resposta sem correção.
    Leia: desafetos.
    Não: desafeto.
    Leia: Fui um constante[…]
    Não: o fui.
    Leia: que tenham pelo menos[…]
    Não: tenha.
    Obrigado pela compreensão com minhas desculpas.

  • julho 4, 2009 em 11:10 am
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    Caro Pelegrini,
    Quero hipotecar a todos os comentaristas das matérias abordadas em seu Blog, minha simpatia, respeito e atenção com suas idéias.
    Há casos, porém, como bem disse o comentarista Fábio, que merecem uma reflexão: Observem que êle aponta para dois princípios; 1º-“Fazer apenas aquilo que a Lei determina”, e o 2º -“Que os cargos públicos sejam prenchidos mediante concurso público”.
    Perfeito, parece-me que por formação acadêmica é um conhecedor e se não o for deve ser um cidadão embuído de princípios de vida ética que lhes permite defender com altivez o cumprimento da lei.
    Então vamos analisar o que enumerou Fábio:
    Princípio 1º – No Estado do Direito – Se na administração privada é permitido fazer tudo aquilo que a lei não coíbe, na administração da coisa pública só é lícito fazer o que a lei autoriza. Já se disse que o “pode fazer assim” do particular não existe para o Poder público, onde impera o “deve fazer assim”. O praeter legem e o contra legem não encontram lugar na atividade pública, onde só se pode atuar secundum legem.
    Já o 2º -A Constituição Federal, no Capítulo VII, Seção I, att.37, II, assegura que “a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração”.
    Logo. a ninguém é dado o direito de praticar este ou aquele delito alegando desconecer a Lei, -já que ela existe. Não é mesmo, Bira do Sindmoto, Sarcasmo, J.Junior, Pelegrini, Fábio, Francisco Carlos, Lina e tantos outros.

    Abraços,
    José da Hora

  • julho 6, 2009 em 9:06 am
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    Caro Zé da Hora,

    Aproveito a oportunidade para lhe lembrar que sou aquele cidadão que morava na Triana e que lhe procurou para mostrar como era, ou ainda é, a água que sai das torneiras de Valença, lembra? Fiz isto porque acreditei que o então vereador levaria a questão adiante, como levou, e por não aceitar que se pague ao SAAE o dobro de uma taxa mínima da EMBASA, que hoje pago onze reais, para receber LAMA pelo pelas torneiras.

    Um abraço.

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