DO VIRA-LATA AO PROTAGONISMO, UM BRASIL QUE NÃO SE ABAIXA MAIS

Na Folha de São Paulo, Waldemar Magaldi Filho nos convida a virar o jogo mental do “complexo de vira-lata” e enxergar o brasileiro não como submisso, mas como símbolo da mais poderosa das qualidades humanas: a adaptabilidade.
Em vez de aceitar o olhar do colonizador ou do imperialista como espelho, o autor propõe que miremos no que realmente somos: uma mistura única, resiliente, criativa e altiva, exatamente como o vira-lata que não precisa de pedigree para ser genial
A crítica às ameaças autoritárias de Donald Trump ao Brasil funciona como um estopim para refletirmos sobre nossa constante necessidade de validação externa. É hora de romper com o “complexo de colonizado”, que internaliza a inferioridade e busca tutores.
Somos um país soberano, diverso, pacífico e forte, que já enfrentou ditaduras, proclamou república, e não precisa de “pais” políticos nem de tutelas estrangeiras.
Ao defender nossa identidade, nossa história, e nossa democracia, resgatamos também o orgulho de ser brasileiro, esse ser miscigenado, engenhoso, que já passou da hora de assumir o protagonismo no mundo.
Sim, somos vira-latas, mas daqueles que sabem morder quando precisam e jamais abaixam a cabeça.






Qual é Pele, eu defendi a cultura e infelizmente David estava no pacote. A pessoa citada no texto é de…
Esse investigador ja nasceu com o dom de servir. Homem honrado e de boa familia! a sociedade so ganha quando…
Huuuuimmmmm! A cobrança começou dentro de casa, acredito que ainda não chegou na rua ..
Mais do mesmo
Marcos Medrado o senhor perfeito o senhor deveria ter empatia pelos pais de família no qual eles estão lá no…