O Fim do Marketing e o Início do Isolamento: o Bolsonarista da Internet perde Wellingthon e se afunda na própria teimosia

Nos bastidores da política valenciana, uma separação recente chamou atenção: Wellingthon Anunciação, publicitário com currículo de peso, decidiu encerrar seu ciclo com Valdemar da Internet, ex-candidato a prefeito e aspirante a deputado federal.

O alerta veio por meio das redes sociais — as fotos de Valdemar simplesmente evaporaram do Instagram do marqueteiro. Fofoca? Sim. Mas daquelas que confirmam o ditado: onde há fumaça, há fogo político.

Liguei para Wellingthon. Com a elegância que lhe é peculiar, respondeu:
“Pelegrini, tudo na vida tem começo, meio e fim. Encerramos com respeito. Continuo na ativa, focado em ajudar meus clientes a terem gestões executivas e legislativas de sucesso.”

Traduzindo para o dialeto político: pulou fora antes que o barco virasse de vez.

E não sem razão. A perda para Valdemar é gigantesca. Wellingthon, que já coordenou oito campanhas e venceu cinco, sabe reconhecer quando o projeto vira peso morto.

E ao que tudo indica, o pré-candidato se cercou de gente com mais vaidade do que competência — e o preço disso virá nas urnas.

Valdemar tem aquele estilo populista camuflado. Fala manso, dança lambada, distribui cerveja como se voto viesse no fundo da garrafa e acha que isso basta para convencer o eleitorado.

Um personagem meio trumpista do dendê, que manda, não escuta, não debate. E ainda quer enfiar Luciano Araújo goela abaixo, mesmo que seu marqueteiro preferisse caminhar com Ditinho.

Resultado: perdeu o marketeiro — e, ao que tudo indica, ainda vai perder mais peças do tabuleiro.

Mas que fique registrado: Wellingthon não perdeu nada. Pelo contrário, livrou-se. O profissional que tem uma equipe afiada, vitórias no currículo e portas se abrindo não pode ficar ancorado a um projeto teimoso e amador.

Quem trabalha com visão estratégica não tem tempo a perder com quem vive de improviso, algazarra e imposição.

Valdemar, que gosta de chegar e ver tudo pronto, agora vai ter que suar a camisa — e talvez até aprender que marketing político não é só foto com copo de cerveja na mão e dancinha no coreto da praça.

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1 Resultado

  1. Testador disse:

    TESTE DE CARGA

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