“A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR”

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Olha gente o que a Revista Veja faz com o Lula chega a ser chato. Essa semana eles estão especulando sobre uma suposta transferência de dinheiro de um chefe de quadrilha para a conta de sua filha (filha do Lula) Lurian no valor de R$ 10.000,00, é claro que não existe crime que justifique por que o valor é menor ou maior que o outro, qualquer coisa que se faça, e que fira a lei é um crime. Agora, uma reportagem que toma duas páginas e meia da revista mais lida e importante do país para contar uma história quase irreal e de um valor quase insignificante… Ai é demais!

Se a Veja quiser pode vir aqui em Valença que ela vai conseguir escândalos de R$ 100,00 de R$ 10.000,00 de R$ 50.000,00 e até Mesmo de R$ 2.600.000,00.

Não voto com o Lula por motivos outros, fui por toda vida petista, desde que me entendo por gente sempre fui oposição nesse país. Agora, a pedido de Martiniano (o rei da CUT na Bahia) deixei de votar no Lula. Ele disse que eu era fraudador e corrupto e que o PT não precisava dos votos de pessoas assim… Kkkkkkkk… Depois eu conto a vocês sobre essa história. Agora imagina se todos os corruptos e fraudadores do PT deixassem de votar no Lula? Só aquela turminha do “mensalão” quebrava o Lula. Como diz um amigo meu: “Xá de cê besta!” 

Não estou defendendo Lula, estou simplesmente fazendo um comentário, que gostaria de ter feito a muito tempo, sou leitor da Revista Veja há muitos anos, agora não concordo com essa posição do Diogo Mainardi e da revista em geral de bombardear o Lula o tempo todo. Até porque as pesquisas contrariam os comentários da revista, Lula é o maior estadista (em proporção) do mundo. “A César o que é de César”.

Estou escolhendo ainda a minha candidata, imaginem vocês que: homem não deve ser. Com certeza não será a Dilma também.

2 thoughts on ““A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR”

  • dezembro 2, 2009 em 5:11 pm
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    MARTE NIANO me disse que assim que for prefeito de Valença, vai contratar Ismário e Rorô de Canô, acessores respectivamente de Importação de Grandes Idéias Almanaquísticas e Língua Portuguesa. Estou louco pra ele ser eleito!

  • dezembro 2, 2009 em 9:23 pm
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    “A mortalidade infantil no país caiu de 100 para 23,3 óbitos em cada grupo de mil nascidos vivos entre 1970 e 2008. Os dados são da pesquisa Tábua Completa de Mortalidade, divulgada hoje (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e publicada no Diário Oficial da União.

    Só na última década, a queda da taxa de mortalidade infantil foi de 30%. Nesse período, o país conseguiu evitar que cerca de 205 mil menores de 1 ano de idade morressem. Se a taxa tivesse permanecido constante desde 1998, o Brasil teria registrado, em 11 anos, 1.261.570 óbitos de crianças nessa faixa etária, em vez das 1.055.816 mortes estimadas.

    A taxa mortalidade infantil do Brasil se distanciou da de países como o Afeganistão (157 óbitos por mil nascidos vivos), Angola (117,5 por mil), Serra Leoa (104,30 por mil). No entanto, o índice brasileiro ainda é muito superior ao da Islândia (2,90 por mil), de Cingapura (3 por mil), do Japão (3,20 por mil), da Suécia (3,10 por mil) e da Noruega (3,50 por mil).

    A pesquisa também mostra que, entre 1998 e 2008, morreram diariamente 68 homens jovens de 15 a 24 anos no país por causas externas (acidentes de trânsito, homicídios e suicídios), totalizando cerca de 272,5 mil óbitos.”

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