Bastidores: vereadores de Valença vivem clima de novela mexicana
O clima na Câmara de Valença está mais quente que frigideira de acarajé. Vereadores dando chiliques a todo instante, alianças-relâmpago e discursos inflamados viraram rotina. Nos corredores, comenta‑se que alguns vereadores mudam de posição mais rápido que TV sem controle remoto. Público observa, suspira e pensa: “se ao menos trabalhassem com a mesma energia com que brigam…”
Comércio local respira melhor com chegada de eventos de fim de ano
Os eventos de fim de ano começaram a aquecer o comércio de Valença. Lojas relatam aumento no movimento, especialmente no centro. Empresários comemoram, e alguns sorvetes a mais devem derreter na Sorveteria Pelegrini. Segundo comerciantes, se o ritmo continuar, dá pra fechar o ano com um sabor mais doce como o doce de doce de leite.
Hildécio articula nos bastidores e manda recado para 2026
Hildécio segue firme nos bastidores da política regional. Conversas com aliados indicam que o ex-prefeito de Cairu está longe de estar “aposentado”: ao contrário, parece afiando as armas para 2026 para a campanha de Rafa (seu filho). Quem conhece o estilo sabe, quando ele se movimenta em silêncio, geralmente vem barulho depois.
O prefeito Hildecio Meireles, que já anda com a planilha de obras numa mão e o coração da comunidade na outra, deu mais um passo daqueles que não saem em outdoor, mas mudam vidas de verdade.
Nesta quinta-feira, ele se reuniu com a comissão de mães atípicas de Boipeba, acompanhado do vereador Ígor Gomes e da coordenadora do Núcleo de Atendimento Clínico e Pedagógico Especializado, Dilma Ché.
Um encontro silencioso para quem vê de fora, mas estrondoso para quem reconhece o valor de uma política pública bem alinhada.
O tema foi direto ao ponto: ampliar o atendimento às crianças com necessidades específicas, especialmente às que estão no espectro autista.
E aqui, Hildecio mostrou por que sua gestão tem surpreendido até quem torce contra. Enquanto alguns adversários passam o dia afiando suas críticas no tambor da política, o prefeito transforma cada cutucada em recurso estratégico.
No fim das contas, eles acabam ajudando, sem querer, a gestão a funcionar cada vez melhor. É como se os opositores entregassem o tempero e Hildecio preparasse o prato.
A verdade é que mães atípicas não pedem favores, pedem respeito. Elas lutam por algo que não deveria ser luta: o básico, o direito de seus filhos crescerem com dignidade, atenção e acesso. ]
E o prefeito, que sabe ler o silêncio dessas mulheres melhor do que muito discurso inflamado, tratou a pauta com a seriedade que ela merece.
Dilma Ché, uma peça fundamental nessa engrenagem, colocou em mesa as estratégias do Núcleo de Atendimento Clínico e Pedagógico Especializado.
Caminho que, com reforço político e sensibilidade administrativa, tende a se fortalecer ainda mais. Já o vereador Ígor Gomes fez o papel de ponte, garantindo que as demandas cheguem rápido e não se percam na burocracia.
No município-arquipélago onde cada ilha tem sua história, cada comunidade sua dor e cada família seu jeito de sobreviver, o atendimento às crianças autistas deixa de ser promessa e passa a ser prioridade.
E isso diz muito sobre a gestão atual: enquanto outros falam, Hildecio escuta; enquanto outros brigam por holofote, ele foca no essencial; enquanto alguns tentam criar ruído, ele cria políticas públicas inclusivas que ecoam na vida real.
No fim, fica claro que governar Cairu é como reger uma orquestra espalhada por ilhas. É preciso paciência, ouvido atento e sensibilidade.
E, nessa afinação com as mães atípicas, Hildecio mostrou que sabe transformar até crítica desafinada em música boa.
Seguimos observando. E registrando. Porque quando a gestão acerta, o Blog do Pelegrini assina embaixo.
Marcos Medrado resolveu fazer o que prefeito bom faz: olhar para o projeto, olhar de novo, e melhorar. A Praça da República já estava praticamente pronta no papel, mas ele teve aquela sacada de gestor que pensa grande. Resolveu ampliar, abrir o horizonte, deixar a nossa principal área de lazer com cara de cartão-postal definitivo.
A velha e gloriosa Praça da República, que já embalou micaretas, São João, festivais gastronômicos, comícios fervilhando de promessas e até shows gospel que sacudiam o centro, agora renasce com outra missão.
Nada de barulho político, nada de trio elétrico atravessando a madrugada. A nova praça será território de paz, crianças correndo, idosos descansando e conversas que não precisam competir com caixas de som.
E tem um detalhe que Medrado não abre mão: praça não é extensão de barzinho. Ele deixou claro que calçada não será depósito de mesas. Praça é para respirar, passear, observar as plantas, admirar a arquitetura e deixar a mente descansar. Um oásis no coração da cidade.
Sim, a obra foi adiada. E aí, claro, já começou o festival de falatório daquela turma que vive de bufar pelos cantos, como se tivesse descoberto um escândalo. Mas quem entende de obra sabe: tudo que é bem feito demora um pouco. E Medrado está caprichando.
Quando a praça for entregue, vai ter muito valenciano batendo no peito com orgulho e muito adversário procurando desculpa para explicar por que criticou aquilo que não teve capacidade de fazer.
A espera vai valer cada dia. E Valença vai ganhar, de novo, um cenário à altura da sua história.
Governador Jerônimo, está passando da hora de transformar discurso em concreto. A promessa feita em Cairu não evaporou no vento, não ficou perdida no palanque e muito menos caiu no esquecimento.
Ela tem endereço, tem prazo e tem testemunhas: seus próprios correligionários, que hoje estão mais impacientes que a população. Porque quem aplaudiu, agora cobra.
A região do Baixo Sul vive um drama que já virou rotina amarga. É um absurdo que, em pleno 2025, o povo precise viajar mais de 200 km, por cinco horas dentro de uma ambulância, para buscar atendimento digno.
Eu já fiz esse trajeto levando um paciente e posso dizer: aquilo não é viagem, é um teste de resistência emocional. Se para o acompanhante é torturante, imagine para quem está entre a vida e a dor.
O senhor sabe disso. E sabe também que, enquanto o hospital não sair do papel, os carlistas e bolsonaristas vão continuar inventando histórias, fake news e folhetins, mas só porque ainda falta algo concreto para calá-los. E nada cala mais rápido do que paredes subindo, vigas erguidas e obra andando.
Governador, Medrado abriu a pista. Organizou a cidade, fez o dever de casa, arrumou a sala e deixou a cadeira pronta.
Agora falta o senhor sentar e mostrar serviço. Valença quer o hospital, merece o hospital e foi prometido o hospital.
E promessa, quando feita olhando nos olhos da população, não aceita adiamento.
A régua está na mão do senhor. Mas a cobrança, essa já está na rua.
Olá, meus amigos leitores. A redação deste humilde e espevitado Blog do Pelegrini precisou dar uma paradinha involuntária ontem.
A gripe veio como quem invade festa sem ser convidada e me jogou na cama com autoridade digna de vereador em dia de chilique.
Mas já estou de pé, espanando o teclado e pronto para colocar nosso jornalzinho elétrico novamente no ritmo.
A engrenagem volta a girar, firme e irreverente como sempre: política com aquele tempero que vocês já conhecem, humor do tipo que não pede licença e sinceridade que não cai de pressão.
Obrigado pela paciência. Agora sim, vamos atualizar a casa e seguir contando as histórias da nossa região com a cara e o estilo que só o Blog do Pelegrini tem.
O homem que devolveu a alma de Nilo Peçanha agora dá o gás da campanha de Rafa
Carlos Azevedo é daquele tipo raro: um historiador que nunca esquentou cadeira de universidade, mas que sabe de política brasileira como quem lê o país de capa a contracapa.
É autodidata, sagaz e dono de uma memória política que deixa muito acadêmico procurando o marcador de página. Quando ele começa a falar, parece que o tempo faz silêncio para assistir à aula.
E é essa figura, cheia de histórias e talento para contá-las, que hoje se torna a cereja do bolo de Rafa de Hildecio.
Carlos tem uma tranquilidade que conquista sem esforço, e Nilo Peçanha sabe disso. Sabe porque foi justamente com ele que a cidade deixou de carregar a aparência do abandono e voltou a respirar dignidade.
Não foi um sopro, foi construção. Foram oito anos de dedicação de Carlos Azevedo para levantar a autoestima de um povo que já não acreditava mais em si mesmo.
Agora, a luta dele se concentra em fortalecer seus dois deputados, o estadual e o federal. Quem ganha com isso? Rafa de Hildecio, claro.
Porque não é todo dia que aparece um cabo eleitoral capaz de virar eleitor por pura habilidade de convencimento.
Carlos foi a Cairu não só por causa do convite de Hildecio e Rafa, mas também a pedido do próprio governador, que fez questão da presença dele. Isso mostra o peso que ele tem, a confiança que inspira e a força política que carrega.
E basta uma foto dele ao lado de Rafa para entender o que vem aí: votação generosa, promissora e com gosto de virada histórica.
Carlos Azevedo é assim. Quando promete, cumpre. E eu posso garantir: esse eu conheço!
Tenho percebido que não é exatamente o regime alimentar que anda fazendo bem à prefeita de Nilo Peçanha. A impressão é que ela descobriu um novo oxigênio, daqueles que sobem direto para a cabeça e deixam a autoestima flutuando como bexiga de festa.
Até aí tudo certo. O problema é quando esse entusiasmo vira um “oba-oba” ambulante, que invade até festas alheias, atropelando anfitriões e transformando qualquer evento em palco improvisado de adoração.
E o mais curioso é a logística. Onde ela chega, leva junto um combo fiel de cerca de trinta entusiastas, já treinados para liberar gritinhos histéricos, vivas e surtos coreografados sempre que o cerimonial pronuncia o nome mágico: Jacqueline, de Nilo Peçanha.
Foi assim em Valença, em Cairu e em todo lugar onde essa comitiva passa. Basta citarem o nome da prefeita que a turminha entra em êxtase, como se fosse a abertura da turnê mundial da Rainha da Inglaterra com versão de marido Philip.
O espetáculo lembra aqueles tempos de Tim Tones, com seguidores levitando em devoção ao pastor esperto. Jacqueline parece ter se inspirado nesse manual, porque vergonha não consta no repertório dela.
E o passado? Bem, ela apoiou ACM Neto sem pestanejar. Porém, bastou sentir o perfume do poder para abraçar o governador Jerônimo com uma naturalidade que deixaria qualquer camaleão com ciúmes.
Cara de pau? Estratégia política? Falta de filtro? Cada um escolhe a legenda que preferir. O fato é que a encenação é tão artificial que dispensa legenda: todo mundo está percebendo.
E digo mais: já tem candidato a deputado por aí ensaiando a mesma performance, copiando a postura da nossa Rainha da Inglaterra.
Estamos falando de Falcon o novo boneco da política que leva seus súditos com bonezinhos brancos e gritinhos de já ganhou.
Rodeado de amigos, Rafa e Amilton (camisa bege) formam a dupla pelo bem, do povo
Ainda na agenda do governador Jerônimo Rodrigues em Cairu, quem marcou presença com força e propósito foi o vereador ituberaense Amilton Júnior.
Não foi uma visita casual: Amilton fez questão de estar ali para reafirmar, sem meias-palavras, seu apoio firme e leal a Rafa de Hildécio.
Amilton é daqueles políticos raros, moldados no dia a dia da comunidade, lapidados pela luta e pela confiança do povo.
Ganhou respeito não por discursos, mas por entrega, persistência e pela coragem de enfrentar demandas que muitos evitam.
Ele tornou-se a voz de Ituberá porque nunca se furtou ao trabalho, e essa coerência o aproximou ainda mais de Rafa.
A relação entre os dois é mais que política. É uma irmandade construída na mesma trilha: servir, proteger e melhorar a vida das pessoas.
Eles caminham lado a lado porque compartilham o mesmo princípio que move quem nasceu para liderar: ninguém fica para trás.
Em Cairu, Amilton levou também seus amigos e apoiadores, num gesto que gritou mais alto que qualquer discurso: Ituberá chega junto, Ituberá acredita, Ituberá confia em Rafa de Hildécio.
A união dos dois não é só estratégica; é emocional, comunitária e necessária. Quando duas lideranças com alma de povo se juntam, a região inteira percebe que o futuro vem vindo com passos largos.
concordo plenamente com sua pontuação sobre esta questão. eu nunca gostei de foguete nem bomba, por min não existiriam esse…
Um novo nome sempre bom
Respondendo ao comentário "Verdade, Wolf, alí seria a verdadeira via que iria desafogar o transito..." Sem dúvidas, meu caro! Marcos…
Verdade, Wolf, alí seria a verdadeira via que iria desafogar o trânsito, os veículos não precisariam nem mesmo de subir…
Outrora havia um caminho que desafogava o centro de Valença. Acontece que a Fabrica de tecidos apropriou-se da via pública…
concordo plenamente com sua pontuação sobre esta questão. eu nunca gostei de foguete nem bomba, por min não existiriam esse…
Um novo nome sempre bom
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Verdade, Wolf, alí seria a verdadeira via que iria desafogar o trânsito, os veículos não precisariam nem mesmo de subir…
Outrora havia um caminho que desafogava o centro de Valença. Acontece que a Fabrica de tecidos apropriou-se da via pública…