PARA NANA
Sei que você gosta do Senador Suplicy.
Sei que você gosta do Senador Suplicy.
A revista Veja dessa semana, na coluna holofote, traz uma nota sobre um helicóptero adquirido pelo governo da Bahia onde tem o prefixo PR GJW, que corresponde às iniciais de “governador Jaques Wagner”. O governo de São Paulo também adquiriu um aparelho igual, só que o prefixo ficou PR GSP.
O mais interessante de tudo isso é que o governo de São Paulo fez uma economia de 210.000 dólares na compra do seu helicóptero. Por que essa diferença? Não bastasse o valor de R$ 13.600.000,00 ainda tem que pagar um pouco mais e que ninguém sabe porque.
Só lembrando aos nossos leitores. Pouco mais de R$ 26.000.000,00 foi o que o governo gastou com segurança pública em 2009. Espero que não tenham outro brinquedinho nesse valor para adquirir, porque senão vamos ficar sem os 26 da segurança.
É isso ai boca mole, foi o povo que te colocou lá, use e abuse. SÓ NÃO RECLAME QUANDO A GENTE METER O PAU!
Gostaria de te pedir um favor. Se for possível divulgar em seu blog a caminhada pelo dia da consciência negra em Valença promovida por Célia Praesent que é uma mulher batalhadora pela causa e tem contribuído muito para nossa cultura promovendo arte e educação. As dificuldades para acontecer essa caminhada são muitas mas tenho certeza que ela conseguirá!
Vai ser boa uma discussão sobre esse tema e já faço um questionamento: Porque as secretarias de educação (estado e município) não se envolvem diretamente em um projeto tão importante como esse? Célia está só para organizar e promover o evento! Eu farei o que for possível para ajuda-la. Célia é uma solitária pela causa que abraça assim como eu e por isso me incomodo tanto por saber o quanto é difícil.
Abraços Pelegrini, e mais uma vez obrigada!
Gil.
Diferente do que aconteceu em Salvador, as barracas de praia da orla de Cairu, município que administra os balneários de Morro de São Paulo, Boipeba e Garapuá, serão removidas de forma ordenada e sem nenhum tipo de violência.
A prefeitura municipal assina na manhã deste sábado (20), o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). O documento estabelece critérios e prazos para remoção dos equipamentos. O TAC envolve barracas, quiosques e similares instalados na faixa litorâneas do arquipélago. Até o momento existe a indicação para remoção de 21 barracas no município.
O acordo será firmado entre a Prefeitura, a Secretaria do Patrimônio da União, o Ministério Público Federal e o IBAMA. Estarão presentes Alexandra Reschke, secretária nacional do SPU e Ana Lúcia Vilas Boas, gerente regional do órgão na Bahia.
“O objetivo do acordo é garantir o cumprimento da legislação, assegurar o acesso livre à praia e ao mar, porém oferecer uma alternativa viável aos comerciantes da área”, afirma o prefeito Hildécio Meireles.
Com o TAC, a Prefeitura pretende realocar as barracas para áreas urbanizadas fora dos limites exigidos pela Lei. O local contará com a infraestrutura necessária para instalação e operação dos novos equipamentos. “Vamos com isso, assegurar à comunidade afetada, as condições de continuidade de suas atividades produtivas, com o mínimo de impacto e garantir melhores condições de operação”, pontuou Meireles.
Segundo Petrusca Mello, secretária de Desenvolvimento Sustentável de Cairu, a remoção dos equipamentos nas praias do Morro de São Paulo acontecerá de forma gradativa. Será iniciado após o verão deste ano, e atenderá um cronograma de seis meses a um ano. Já em Garapuá e Boipeba, este prazo será mais elástico, com previsão de conclusão antes do início do verão de 2011.
“As ações estão sendo discutidas com a participação da Promotoria Pública e dos interessados, visando encontrar soluções e cronograma mais adequado, de modo a garantir nova área para a implantação das barracas e assegurar medidas reparadoras e compensatórias, associadas aos danos ambientais nas áreas de intervenção”, ressaltou a secretária.
Não haverá interrupção das atividades dos barraqueiros. A prefeitura vai liberar a nova área que poderá ser ocupada logo em seguida. “Ao reconstruir seus empreendimentos, no entanto, os comerciantes deverão respeitar o projeto urbanístico e as características estabelecidas pela prefeitura”, conclui Petrusca.
Jamille Soares
Assessora de Comunicação/PMC
Começo este texto pela ressalva: qualquer comentário que não leve em conta a truculência oficial no processo eleitoral será sempre manco. Nunca se viu uso tão descarado da máquina pública em favor de uma candidatura. O desassombro com que o presidente Lula renunciou a qualquer resquício de decoro, à tal liturgia do cargo, para se entregar ao bate-boca eleitoral é certamente inédito. Nunca se viu uma agenda administrativa tão colada à agenda eleitoral e partidária. Até mesmo o anúncio de uma possível nova reserva gigante de petróleo no pré-sal – que pode conter “x” bilhões de barris ou “5x” – se fez de acordo com as exigências do calendário político: dois dias antes da eleição. E assim se fez quando a peça da resistência da campanha eleitoral petista era justamente a suposta, porque falsa, intenção dos tucanos de privatizar a Petrobras e o pré-sal. A ressalva se estende por mais um parágrafo ainda, antes que retome o fio da primeira linha.
Nunca antes neste país se viu tanta sujeira numa campanha. Já na largada, descobriu-se um verdadeiro bunker montado em Brasília destinado à produção de dossiês. Constatou-se, o que endossou as acusações de Serra, que o sigilo fiscal de tucanos e de familiares do candidato havia sido violado. Em todos os casos, as digitais do petismo se fizeram presentes. No bate-boca eleitoral, atribuiu-se, com a colaboração de setores da imprensa – o que é fabuloso -, o jogo bruto à vítima. Isso também é inédito Feitas as ressalvas, retomemos o fio.
Há pelo menos oito anos, esta que se chama hoje oposição é refém da narrativa que o PT inventou para ela. As três campanhas eleitorais tucanas – 2002, 2006 e 2010 – mostraram-se incapazes de responder à vaga de desqualificação do petismo. Nem mesmo se pode dizer que consegue ser apenas reativa porque nem a isso chega. Ao contrário até: faz um enorme esforço para mudar de assunto. E a estratégia tem falhado reiteradamente. Disputou com candidatos ruins? De jeito nenhum! José Serra e Geraldo Alckmin eram personagens eleitoralmente viáveis. O problema é de outra natureza. Parece haver um erro básico de leitura da realidade.
Tenho pra mim que há três eleições pelo menos os tucanos se tornaram reféns também de pesquisas qualitativas: em 2002, o fantasma era a “impopularidade” de FHC, o que fez com que a campanha da oposição tentasse se descolar do governo – governo que tinha, sim, passado pela crise energética em 2001, mas que reunia méritos gigantescos, muitos deles então frescos na cabeça do eleitor. Mas as pesquisas diziam: “Não toquem no nome de FHC pelo amor de Deus!”. E o governo que havia estabilizado a economia, domado a inflação, tirado muitos milhões da miséria, inaugurado os programas sociais que viraram o Bolsa Família, bem, aquele governo parecia um anátema. Quero lembrar a elite de marqueteiros do PSDB que as vezes a pesquisa qualitativa mostra que há um problema aí. Por isso elas são feitas. Cabe ao núcleo de inteligência e de criação da campanha criar formas e meios de abordar a questão. Não fugir dela. o PSDB tem se deixado pautar pelo PT! Isso é um absurdo. Este é sem duvida o maior erro de marketing da campanha do Serra. Não saber usar a informação da pesquisa para criar peças publicitarias e de marketing que falem para as pessoas a verdade. Permitir que o legado de FHC vá para o ralo.
Em 2006, com Geraldo Alckmin candidato, o PSDB insistiu no mesmo erro básico – medo de sua história. Às mistificações do lulo-petismo, respondeu com o que chamo “maximização do minimalismo administrativista”, erro, entendo, reiterado desta vez. O fantasma da privatização, brandido de novo pelo petismo, é um bom emblema. O marketing tucano caiu duas vezes no mesmo truque, tropeçou duas vezes na mesma pedra, permitiu que João Santana risse duas vezes da mesma piada.
Ora, é falso, mentiroso, mistificação barata, sustentar duas coisas, a saber: a) que a concessão de áreas para a exploração de petróleo seja privatização; b) que os tucanos queriam privatizar a Petrobras e o pré-sal. Mas qual foi a reação, TARDIA, da propaganda do PSDB na TV? Agasalhar a tese de que concessão é privatização; tomar a privatização com um malefício e depois devolver a acusação: “Quem fez, sei lá, 108 ‘privatizações’ foi a Dilma”. Ou seja: tentou falar a linguagem do inimigo, aderir à sua racionalidade vigarista, para tentar inverter o jogo. Em nenhum momento os programas eleitorais do PSDB se lembraram de INFORMAR aos eleitores que, quando FHC chegou ao poder, o Brasil produzia 700 mil barris de petróleo por dia; quando ele deixou o governo, em 2002, o país produzia 1,4 milhão de barris – o dobro. No governo Lula, o aumento da produção foi de 50%.
Não quero me ater neste texto aos muitos erros do horário eleitoral. Até porque esses poucos que citei servem apenas para ilustrar uma tese: se quer voltar ao poder federal, a oposição terá, em primeiro lugar, de se tonar senhora de sua própria história, recolocando os fatos em seu devido lugar. E terá de enfrentar o lulo-petismo sem receio – terá de enfrentar, inclusive, o mito do “Lula intocável”. Porque os números,ao contrário do que rezam as aparências, demonstram que isso também é falso, o que fica para outro texto.
Fabio
No julgamento do caso Celso Daniel, onde o réu fantasma pegou pena de 18 anos de prisão por participação na morte do prefeito, o promotor Francisco Cembranelli disse que, o político foi morto porque tentou acabar com um esquema de corrupção na Prefeitura de Santo André naquela época. Em sua fala, o promotor afirmou que Celso Daniel havia descoberto que parte da propina dada por empresários à administração da prefeitura e repassada à diretoria do Partido dos Trabalhadores para financiar caixa 2 de campanha eleitoral também estava sendo desviada para contas particulares dos envolvidos no esquema. (com informações do G1)
Será que o réu vai aparecer para pagar sua pena? Não será ele uma caixa preta? Há muitas hipóteses, só quero ver como tudo isso vai acabar.
Dizem que o prefeito de Valença foi as escadarias do Amparo agradecer de joelhos a verba que chegou do PAC I. Ninguém sabe do motivo da alegria, se porque veio o dinheiro para fazer benefícios para os bairros mais carentes ou se porque veio muito dinheiro. O que é muito estranho é o prefeito fazer isso, pois nunca demostrou que tem fé. De qualquer forma fica como mais uma gaiatice do prefeito.
Vejam como seus olhos brilham como fogo. É a alegria de ver o dinheiro chegando.
Patético!
Foto: Portal do Baixo Sul
Deputado Raimundo Costa....Qual o nome do seu sócio?? Confia em mim vai? Vc nuca me enganou, lhe aguardo em outubro…
É muito bom saber que podemos contar com um profissional deste gabarito em nosso município! Isso nos faz ter segurança…
Parabes Pele Muito boa esta reportagem e pertinente seria bom q chegasse até os gestores municipais!
concordo plenamente com sua pontuação sobre esta questão. eu nunca gostei de foguete nem bomba, por min não existiriam esse…
Um novo nome sempre bom