Está sendo investigado um caso grave envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB). A suspeita é que tenham sido feitos negócios irregulares, com papéis e títulos que não valiam o que diziam valer, causando prejuízo de bilhões de reais.
Várias pessoas já deram depoimento, mas as versões não batem. Por isso, existe a possibilidade de uma acareação, que é quando os envolvidos ficam frente a frente, sendo questionados ao mesmo tempo, para ver quem está dizendo a verdade.
O ministro do STF Dias Toffoli deu a entender que poderia deixar essa decisão nas mãos da Polícia Federal, o que foi visto como um recuo. Mas, na prática, a acareação ainda pode acontecer, caso fique claro que alguém mentiu ou escondeu informação.
Resumindo: A investigação continua, ninguém está livre ainda, e se as histórias forem diferentes, todo mundo pode ser colocado cara a cara para se explicar.
A Prefeitura de Cairu publicou um decreto que limita o horário de funcionamento de bares e restaurantes nas localidades da Fonte Grande e da Lagoa até a meia-noite.
A medida atende a reivindicações da comunidade local e tem como principal objetivo reduzir a poluição sonora e a perturbação do sossego, situações que vinham gerando conflitos e transtornos.
Em entrevista ao Avisa Logo, o secretário de Administração, Eloy Borges, destacou que o problema vai além do barulho.
Segundo ele, o uso excessivo das vias públicas com mesas e cadeiras tem dificultado a circulação, inclusive o acesso de ambulâncias, já que as ruas dessas localidades são estreitas.
O secretário ressaltou ainda que a Prefeitura de Cairu permanece aberta ao diálogo, mas frisou que a decisão foi tomada após sucessivas cobranças da própria comunidade por uma postura mais efetiva do poder público.
O prefeito Hildécio Meireles confirmou as informações e explicou que essa não é uma questão recente. De acordo com ele, já houve tentativas anteriores de resolver a situação por meio de conversas e orientações, sem o resultado esperado.
Diante disso, a administração municipal optou pela edição do decreto como forma de garantir organização, segurança e convivência harmoniosa entre moradores, comerciantes e visitantes.
A iniciativa busca estabelecer regras claras, preservar a ordem urbana e assegurar que o desenvolvimento das atividades comerciais ocorra de forma equilibrada e responsável no município.
Enquanto isso, Medrado já começou outra obra na Comunidade da Boa Vista, uma ponte de concreto que não trará mais dor de cabeça aos moradores
A meia-dúzia de adversários do prefeito Marcos Medrado já pode se preparar: do agora até o fim do verão, vai ter assunto de sobra. Não porque a cidade esteja parada, mas justamente pelo contrário. Adversário só grita quando o prefeito trabalha. Aí começam a caçada ao buraco escondido, o pedido de impeachment reciclado e aquela velha tentativa de enganar o povo com espuma de copo vazio.
Enquanto eles falam de buraco, Medrado asfalta bairro inteiro. Está lá no Novo Horizonte, rua por rua, e a população, que não vive de podcast nem de live, agradece com o pé no chão e o carro rodando no asfalto novo. Simples assim.
Medrado, aliás, deixou claro que está pouco se lixando para esse coro desafinado. E faz sentido. Quem governa com obra não tem tempo para responder a fofoca de microfone aberto.
Como bem disse um amigo meu, e aqui a frase cai como uma luva: “Hoje tem mais dono de podcast, repórter e influencer do que gente querendo trabalhar.”
Depois reclamam que o país não prospera, que falta emprego… mas pudera. Todo mundo quer um minuto de fama, um corte viral, uma polêmica fabricada. Produzir resultado dá trabalho demais.
E já que essa turma gosta tanto de câmera e holofote, Medrado fez o convite com ironia fina: dia 31 de dezembro, estão todos convidados para registrar um evento que andou sumido do calendário turístico de Valença.
Em vez de só criticar, que tal comparar? Mostrar o antes e o agora. Mostrar o que ficou no discurso e o que virou realidade.
Porque no fim das contas, enquanto uns vivem de falar, outros vivem de fazer. E o asfalto, esse sim, não precisa de edição.
Ontem vivi uma daquelas noites que não cabem só na memória, ficam guardadas também no peito. Fui convidado para participar da confraternização do Grupo Dátolli, um encontro que reuniu centenas de colaboradores, amigos e parceiros, todos unidos por algo maior do que contratos ou cargos: pertencimento.
O Grupo Dátolli, que hoje reúne oito empresas em diferentes segmentos do comércio, transporte marítimo, academias, estacionamentos e outros serviços, gera cerca de 600 empregos diretos. Mas reduzir isso a números seria injusto. O que se viu ali foi gente, história, suor e afeto.
A festa, idealizada e promovida pelo empresário Luís Dátolli, foi daquelas que aquecem a alma. Teve comida farta, bebida, presentes e música, mas, acima de tudo, teve sentimento. Um ambiente leve, verdadeiro, onde o sorriso parecia ser o uniforme oficial da noite.
O momento mais marcante veio quando os funcionários surpreenderam o patrão com uma homenagem especial: um vídeo no estilo “Arquivo Confidencial”, daqueles que a gente lembra do Faustão, mas que ali ganhou um peso muito maior. Porque ali não era televisão. Era vida real.
Confesso: pouca gente conhece de verdade a história de Luizinho. E faço aqui um convite sincero: quem tiver a oportunidade de assistir àquele “Arquivo Confidencial”, que assista. É enriquecedor. Os depoimentos vão da mãe adotiva ao funcionário mais novo, todos carregados de respeito, gratidão e carinho genuíno.
Quem anda por aí espalhando versões distorcidas sobre quem é Luizinho, certamente não conhece o homem por trás do empresário. Não conhece o caminho duro, a estrada empoeirada, o corcel amarelo velho empurrado na força do braço, a fé insistente de quem nunca desistiu de chegar onde chegou.
O depoimento de sua mãe foi de cortar o coração. Fez o empresário se emocionar várias vezes e deixou claro que ali já estava escrito, ainda que com lágrimas e dificuldades, o destino de um homem que venceria sem perder a humanidade.
Uma coisa me chamou atenção em praticamente todos os relatos: Luizinho sempre ensinou seus funcionários a tratar bem o próximo. Para ele, isso nunca foi detalhe, foi regra de vida. E talvez esteja aí o segredo.
Outro ponto que fala por si: muitos dos seus funcionários estão com ele há mais de vinte anos. Gente simples, de origem humilde, que cresceu junto com o grupo. Parece que Luizinho não construiu empresas sozinho. Ele construiu pessoas. Preparou todos para caminhar ao seu lado. E todos ouviram, aprenderam e seguiram.
Isso não é sorte. Isso é liderança.
Reforço o que disse antes: assistam ao “Arquivo Confidencial” de Luizinho. Garanto que muita gente vai sair dali com outra imagem, mais justa e mais humana, de quem ele realmente é.
Parabéns, Luís Dátolli. Continue sendo esse patrão raro, esse empreendedor que entende que sucesso de verdade só existe quando gera trabalho, dignidade e esperança. Valença agradece.
Arena Club Show, lotada, com funcionários, parceiros e amigos
O deputado Raimundo Magalhães Costa comunicou, com profunda emoção, o falecimento de sua mãe, deixando uma mensagem marcada por amor, respeito e reconhecimento ao legado deixado por ela.
Em suas palavras, Raimundo destacou a presença transformadora da mãe em sua vida e na vida de todos que tiveram o privilégio de conviver com ela.
Uma mulher cuja trajetória foi guiada pelo cuidado, pela força e por um amor que ultrapassa o tempo e permanece vivo na memória, nos ensinamentos e nos gestos cotidianos que seguem inspirando.
“Hoje nos despedimos de uma mãe cuja presença marcou profundamente minha vida e de todos ao redor. Seu amor, cuidado e força permanecerão vivos nas lembranças, nos ensinamentos e nos gestos que ela deixou como legado”, escreveu.
Em tom sereno e afetuoso, o deputado também expressou sua fé e resiliência diante da perda, afirmando que buscará acolhimento, força e serenidade para seguir adiante, sempre amparado por um amor que, segundo ele, nunca se vai.
A mensagem comoveu amigos, familiares e apoiadores, que manifestaram solidariedade e carinho ao parlamentar neste momento de dor, reconhecendo a sensibilidade e a humanidade expressas em suas palavras.
O Projeto Social Amor em Forma de Brinquedo chegou à sua 5ª edição consolidado como uma das mais bonitas ações de solidariedade em Valença. O momento foi marcado por muito afeto, empatia e compromisso social, levando alegria a centenas de crianças atendidas pela iniciativa.
Nesta edição, as crianças foram presenteadas com brinquedos arrecadados ao longo da campanha, que contou com três importantes pontos de coleta: o Espaço Sensoriar, o Stúdio Carmandelli e o DPT – Polícia Técnica de Valença. A mobilização envolveu a comunidade e reforçou a força do trabalho coletivo.
Ao todo, foram arrecadados 3.027 brinquedos, incluindo uma parte significativa de brinquedos sensoriais, pensados especialmente para garantir que todas as crianças, em suas diversidades e potencialidades, recebessem presentes adequados às suas necessidades e pudessem vivenciar plenamente a alegria do brincar.
A idealizadora do projeto, a assistente social Simone Machado, destacou a importância da participação de cada colaborador.
“Foram 3.027 brinquedos, sendo parte deles brinquedos sensoriais, para que todas as crianças, nas suas diversidades e potencialidades, pudessem receber presentes adequados às suas necessidades e vivenciar a alegria do brincar. Agradeço a cada um que fez sua doação e a toda equipe do projeto. Juntos, conseguimos mais uma campanha de sucesso e credibilidade”, afirmou.
A 5ª edição do Amor em Forma de Brinquedo reafirma que solidariedade não é apenas um gesto, mas uma construção coletiva capaz de transformar realidades e espalhar esperança.
A decisão da Prefeitura de Valença de criar o Depósito Municipal de Veículos vai muito além de um simples espaço para guardar carros apreendidos. É um passo firme no sentido de organizar a cidade, fortalecer a fiscalização e impor limites a quem insiste em confundir barulho com liberdade.
A atitude do prefeito Marcos Medrado merece aplauso. Ao estruturar o depósito e dar respaldo legal às ações de trânsito, o município passa a ter um instrumento real para enfrentar velhos problemas que incomodam a população diariamente.
E entre eles está um dos mais irritantes: motoqueiros que retiram o miolo da descarga apenas para fazer barulho, perturbando o sossego público e colocando em risco a segurança.
Esse tipo de prática não é rebeldia, é desrespeito. Desrespeito com crianças, idosos, trabalhadores, estudantes e com quem só quer dormir ou viver em paz.
O novo decreto, ao dar suporte às apreensões e à custódia dos veículos, funciona também como freio para esses abusos, mostrando que a cidade tem regra, tem limite e tem gestão.
Assim como a discussão sobre o fim dos fogos de estampido, a organização do trânsito aponta para a mesma direção: uma Valença mais civilizada, mais humana e menos refém do barulho.
Ordem pública não é perseguição, é cuidado coletivo. E quando o poder público age com clareza e coragem, quem ganha é a população.
Medrado acerta ao mostrar que governar também é disciplinar, mesmo quando isso desagrada quem vive do excesso. A cidade agradece.
Valença pode estar prestes a virar a página de um costume antigo que, para muitos, já virou sinônimo de sofrimento. O prefeito Marcos Medrado já manifestou publicamente a vontade de criar uma lei municipal que proíba a soltura de fogos de artifício com estampido na cidade. A expectativa é que, a partir de 2026, esse tipo de foguetório ruidoso fique definitivamente fora do calendário valenciano.
A iniciativa acompanha uma tendência que cresce em várias partes do país e nasce de uma constatação simples, porém poderosa: o barulho não é festa para todo mundo. Medrado reconhece que os estampidos provocados pelos fogos causam impactos reais e severos, especialmente em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), idosos, animais domésticos e até mesmo em pessoas sem nenhuma condição específica, que sofrem com sustos, crises de ansiedade e desconforto físico.
“O som que para alguns representa celebração, para outros é dor”, resume o espírito da proposta. Em períodos festivos, não são raros os relatos de crianças autistas em crise, idosos desorientados, cães e gatos em pânico, fugindo ou se machucando, além de pessoas comuns que simplesmente não conseguem lidar com a intensidade dos estampidos.
A ideia da futura lei municipal não é acabar com a celebração, mas substituir o barulho pela consciência. Fogos de efeito visual, sem ruído, entram como alternativa moderna, inclusiva e respeitosa, permitindo que a cidade continue comemorando sem transformar alegria em aflição.
Se confirmada, a proposta colocará Valença no caminho de uma cidade mais humana, empática e alinhada com políticas públicas que valorizam o bem-estar coletivo. Tudo indica que 2026 pode marcar o início de um novo tempo, em que a festa brilhe no céu, mas não ecoe como sofrimento nos lares.
Uma decisão que não silencia a alegria, apenas diminui o barulho e amplia o cuidado.
Existem católicos e evangélicos de esquerdas que não gostaram agora is extremistas de esquerdas que gosta esperem o resultado.
Beleza precisava mesmo
Só Precisa mudar o nome de Rua Alagoas para Rua Oceano, kkkkkk obras administrada por Engenheiro da Shopee só dá…
Na realidade a justiça do homem não leva nada o que realmente importa é a justiça de Deus que é…
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parabéns pelo seu trabalho vc e uma mulher forte