O evento da União dos Derrotados Pelo Retorno da Velha Política Oligárquica da Bahia não faltou apenas gente
Por Raell Costa
Ontem, sexta-feira, como todo cidadão que preserve seu único momento de igualdade neste país, o direito ao voto, acompanhei o evento do grupo opositor as conquistas da comunidade baiana nos últimos 8 anos.
Em um evento carregado de abuso do poder econômico, desrespeito à legislação eleitoral, e uma movimentação substancialmente difundida entre seus correligionários (a União dos Derrotados), unidos pela vontade de retornar aos seus postos de destaques no cenário político regional, interrompidos, abruptamente, pela soberania do povo valenciano que optou pela mudança real nas esferas de poder eletivo – colocando gente como a gente no Poder – superando o ranço de mandatários organizados em oligarquias que, oportunamente, aproveitavam-se da miserabilidade do povo, a fim de manter seus status e cargos a serviço de uma elite pouco preocupada com a real situação do município.
O evento inexpressivo – analisando todo o esforço, expectativa e orçamento empenhado – mostrou em seu palanque e discurso que:
Primeiro, apostando na memória curta das massas, o candidato oposicionista se apresenta como “o novo” e “a mudança”. Ora, como pode ser mudança uma raposa de 70 anos que governou a Bahia por 8 anos; sendo Senador por mais 4; participando de um grupo que governou o Estado por mais de 30 anos.
Segundo, sem apresentar sequer uma proposta para Valença – já que o anel rodoviário já está no planejamento do governo estadual, dentro do projeto da Ponte Salvador-Itaparica – o candidato ao governo pelo DEM utilizou sua fala para atacar não só a gestão atual, como também, professores e policiais, os qual chamou de “desqualificados” e “pouco úteis” respectivamente. Calma, Paulo, fora esses professores quem você não dava aumento, nem do salário mínimo, por anos, e são os policiais que recebiam o pior salário do Brasil, não tinham coletes, armamento, viaturas, muito menos o cumprimento da Lei da GAP o Art. 92 do EPM em sua gestão, e o não pagamento da URV, também cabe a ambas categorias?
Terceiro, por que ao falar em Segurança Pública por que não lembrou a comunidade que fora você e seu palanque que trouxe o Presídio para Valença?
Quarto, ao atacar a Saúde por que não informou que seu grupo quase deixa a Santa Casa fechar as portas por falta de equipamentos, reajuste de convênios e repasse, ou que, nem a “maldita regulação” existia, e todas as pessoas iam direto para o HGE morrer nos corredores. Pois, o Hospital Regional de Santo Antônio nunca foi concluído, mesmo após cerca de 20 anos de iniciado a construção?
Quinto, porém, não menos importante, acreditando no marketeiro e no discurso coxinha anti-petista, Pouco, falou que não precisaria mostrar o que fez em Valença, pois o que estava em jogo não era mais isso (#vamoscomparar?), era a vontade do povo de reencontrar o caminho do desenvolvimento. Qual desenvolvimento, o da Cesta do Povo de portas fechadas; dos 28% da população desempregada; do rombo de 180 milhões deixados por sua administração; da Bahia campeã nacional em analfabetismo?
Para mim, no evento da União dos Derrotados Pelo Retorno da Velha Política Oligárquica da Bahia não faltou apenas gente. Faltou o que nunca teve, a vontade de olhar nos olhos do povo, abrir os ouvidos para saber qual são seus anseios. Faltou humildade para reconhecer seus erros; Faltou caráter para assumir compromissos reais com gente que teve acesso aos direitos nos últimos 12 anos e quer ampliá-los. Afinal quem experimentou do filé não quer voltar a comer chupa-molho.
É Paulo… Em seu palanque faltou quase tudo que um homem de boa vontade prioriza. A única coisa que sobrou foi o cheiro da naftalina dos armários e arquivos de desesperança e desrespeito com o povo da Bahia que seus dois governos deixaram, sem saudade alguma.








Se não fosse Hildécio a vergonha seria maior
O comandante Geral da Polícia Militar do Estado da Bahia, coronel Alfredo Castro, esteve na manhã desta sexta-feira (25), em Valença, para reafirmar a construção da Base Comunitária de Segurança no bairro da Bolívia. No bojo das novidades, o comandante anunciou também a intensificação de rondas noturnas na sede e implantação na zona rural. “Isto não é uma proposta. É para ser executado”, disse o coronel, que garantiu ainda mais uma viatura para a zona rural. As ações são em atendimento às solicitações do governo de Valença que tem buscado a melhoria da segurança pública para município.
Os secretários Hilarino (Lau) Barreto (Estradas e Rodagens), Jailton Azevedo (Infraestrutura), Ademar Barreto (Administração); o comandante da 33ª CIPM, major Paulo Salustiano; e os vereadores Adailton Francisco, Agostinho Junior, Antônio Heraldo (Lelo) e Fabrício Lemos fizeram parte da comitiva que visitou a Creche Casinha Feliz, local escolhido para a implantação de uma base fixa provisória, enquanto aguarda a base definitiva ficar pronta. Logo em seguida, todos se dirigiram à Escola Municipal Clemenceau Teixeira, onde ao lado, será edificada a Base de Valença.
Após dois meses de sua inauguração, o SAMU 192 de Valença se consolida como uma das principais ações de governo já realizadas no município. O projeto, que é do Governo Federal, chegou a Valença no dia 15 de maio, graças ao empenho do governo municipal, através da Secretaria de Saúde, e ao empenho pessoal da prefeita Jucélia Nascimento. De acordo com dados da coordenação do Serviço, já foram realizados cerca de 200 atendimentos aos chamados para o 192. Chamados estes que podem ser feitos gratuitamente por telefones fixos e móveis e através das operadoras Oi, Claro, Tim e Vivo.
Ecoarte – O talento em defesa do meio ambiente
[…] medida confirma uma informação que já havia sido antecipada pelo Blog do Pelegrini em 22 de maio, quando publicamos…
Valeu, Eliezer, a satifação foi minha de viajar com um dos profissionais mais gabaritado da área.
Meu caro, Será que o povo vai prestigiar esses "eventos"?! Espero que tenha sucesso em cada bairro, que se valorize…
Profissional exemplar
Querido Pelegrini, que satisfação te conhecer pessoalmente, gratidão pelas palavras de reconhecimento. Sempre digo que "quem não vive pra servir,…