Cenário baiano mudou pouco nas pesquisas
Dizem os petistas que, a julgar pelo Ibope (que eles se recusam a comentar), Rui Costa cresceu 7% e pelo Babesp, ou DataNilo (o confiável para eles), 5% com apenas cinco programas eleitorais. Em suma, tudo bem, ao que dizem.
Também vai tudo bem do ponto de vista dos aliados de Paulo Souto. Entre eles, a palavra de ordem: vitória no primeiro turno.
Se assim o é, os dois lados vislumbram que, com duas semanas de propaganda eleitoral, está tudo dentro das suas expectativas.
Mas será que está mesmo?
O PT vislumbra repetir agora com Rui Costa o caso de 2006, quando Jaques Wagner começou bem atrás e chegou na frente.
São cenários diferentes. Naquele ano, Lula era um presidente bem avaliado, e Paulo Souto, representante de um grupo, o carlismo, saturado. Agora, Dilma não está tão bem avaliada e a fadiga de material está com o PT.
Há outro ingrediente. Tradicionalmente a questão federal influencia a estadual. Até agora, nada se notou. Mas os petistas, que antes falavam em vitória no primeiro turno, finalmente botaram o pé no chão. Dizem que o jogo apenas está começando. Na real, já começou, e eles estão em desvantagem. Mas que ainda há muita bola para rolar, há.
Referência duvidosa- O Ibope já é tido como maldito pela coletânea de erros contra o time de Lula na Bahia, mas não se deu conta disso. Só fez adubar tal discurso ao excluir Rui Costa da simulação de segundo turno.
Diz que, pelos critérios da Globo, candidato que não tem dois dígitos fica fora. Mas que pareceu provocação, pareceu.
Até porque outros institutos já mostraram que Rui passou Lídice, sem falar que outros elementos influenciam no jogo.
O Ibope só usou como referência os números dele. Não dá para engolir. (A Tarde)
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