PROGRAMAÇÃO DO CARNAGAMBOA

A prefeita de Valença, Jucélia Nascimento, empossou na tarde desta terça-feira (03), em seu gabinete, o novo secretário de Turismo do Município. Júlio César Gonçalves de Oliveira assume a pasta em substituição a Aline Reis Lameira que foi nomeada secretária de Cultura.
Júlio é natural de Valença, graduado em Turismo pela FAZAG. Na área de Gestão Pública do Turismo atuou como Secretário de Turismo dos municípios Valença , Cairu e recentemente Itacaré. Como consultor técnico de Turismo atuou na AMUBS – Associação dos Municípios do Baixo Sul da Bahia coordenando a Câmara Técnica de Turismo e na Prefeitura Municipal de Maraú. Exerceu também o cargo de presidente da Câmara de Turismo da Costa do Dendê. Além de ter desempenhando um excelente trabalho frente à direção de serviços turísticos da Secretaria Estadual de Turismo e Secretário Executivo e como Secretário Executivo do Fórum Estadual de Turismo.
Valença (Kiosk de Pelegrini); 03 de fevereiro de 2015
Luana, bella como una luna,
Vem como uma sereia do Pacífico
Filha divina de Manco Capac,
É o Sol inca que viaja e encanta,
Cavalgando as nuvens de flores,
Para reinar, qual sublime Coya
Que conduz as virgens no Acllahuasi.
Luana, bella como una estrella,
Teus olhos negros são pérolas
Raras nascidas em Tahuantinsuyu
E teu sorriso, carrossel de diamantes,
Ilumina a noite dourada sobre Cuzco.
Os vulcões, gigantes dos Andes,
Cantam sua fúria ardente e mágica,
Enquanto a Condor voga pelos ventos
De tua cabeleira negra e macia.
Esses são os encantos peruanos,
Segredos que se revelam no Rio Una,
E que os ojos de Luana traduzem.
Ricardo Vidal (escritor, membro da Academia Valenciana de Educação, Letras e Artes)
NOTAS
Manco Capac – fundador e primeiro Imperador Inca.
Coya – Imperatriz, esposa legítima e mãe do herdeiro do Império Inca.
Acllahuasi – Casa das “Virgens do Sol”(moças destinadas ao serviço religioso).
Tahuantinsuyu – nome que era conhecido o Império Inca em sua língua natal.
Líderes da Santa Casa de Misericórdia de Valença se reuniram na manhã na última quinta-feira para avaliar os resultados obtidos em 2014 e rediscutir metas para o ano de 2015. Além da presença de todos os coordenadores de setores, participaram do encontro o provedor da instituição, Guido Araújo Magalhaes Júnior, e o administrador Antônio Novaes Júnior, consultor da Vertix, empresa que realiza serviço de consultoria para a Santa Casa.
Antônio Novaes parabenizou a equipe, que vem trabalhando com foco em metas e resultados, seguindo o modelo de gestão estratégica seguido pelas empresas modernas. “Vamos vencer pela persistência, pela análise contínua e por fazer dessa ferramenta de administração moderna, que é o modelo de PDCA, a nossa rotina”, disse o administrador.
A visão da Santa Casa de Valença que define aonde a instituição quer chegar, é resgatar a confiança e o orgulho dos usuários e funcionários dos serviços prestados na instituição, consolidando a Santa Casa como hospital de referência de média e alta complexidade do Baixo Sul.
Reconhecimento e premiação
Durante o evento de Planejamento Estratégico, os líderes que alcançaram a meta e conseguiram cumprir o OBZ (Orçamento Base Zero) foram reconhecidos com um certificado da Santa Casa de Valença, além de ganharem uma bonificação de 50% do valor do salário.
A Santa Casa parabeniza pelo excelente trabalho:
* Elisângela Viana (Faturamento), que atingiu a meta aumentando a receita de convênio e particular em 14%;
* Lucas Menezes (Compras), que atingiu a meta, diminuindo a despesa de compras de materiais de escritório e informática em 13%;
* Rommy Araújo (Compras), que atingiu a meta, reduzindo a compra de gás liquefeito em 25%.
O provedor Guido Magalhães Junior parabenizou a equipe e o caminho trilhado nos últimos dois anos, desde que ele assumiu a provedoria. “Competência, determinação e sucesso. Esses adjetivos resumem toda nossa equipe, que vem trabalhando a cada dia para construir uma Santa Casa mais sustentável”.
Milhares de pessoas participaram nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, na praia de Guaibim, da tradicional entrega de presentes a Iemanjá. Como acontece todos os anos, não faltaram o povo de santo, com suas vestimentas característica, além de turistas e valencianos, formando um imenso cordão branco que saiu por volta das 10h da Praça São José, percorrendo parte da Av. Taquarí, retornando pela Av. Beira Mar, finalizando com a entrega dos presentes na praia, levados por pequenas embarcações.

Dr. Pablo ao lado da prefeita Jucélia, quando chegou para assumir o Posto de Saúde da Bolívia
Eu soube que ontem moradores do Bairro da Bolívia estavam revoltados pela ausência do médico argentino Dr. Pablo, no Posto de Saúde da Bolívia, alegavam em um programa de rádio que a prefeita Jucélia havia transferido ele para outro local. Liguei para a prefeita e ela me disse que, o dr. Pablo havia se manifestado através de uma carta que não queria mais atender no Bairro da Bolívia, e que gostaria de ir para outro local no município, onde pretende continuar seu trabalho para ajudar outras comunidades.
A prefeita Jucélia disse que só depois do dr. Pablo entrar em contato com sua supervisora é que poderá dizer onde ele irá ficar, pois ele pertence ao “Programa Mais Médico” e tem um trâmite a ser seguido. “Eu não transferi ninguém, o dr. Pablo saiu da Bolívia por vontade própria, tenho uma carta onde ele diz não querer mais ficar na Bolívia”, afirmou a prefeita.
O mistério vai rondar pela cidade: porque dr. Pablo não quer mais ficar na Bolívia? O que houve? Será que já está buscando um motivo para voltar para sua Pátria?
Um médico dedicado a uma comunidade carente e que ganhou a simpatia do povo, visitando cada paciente em suas casas, criou um círculo de amizade muito grande entre eles, e de repente sai, sem esclarecer muito porque e diz que quer levar seus serviços para outras comunidades.
Esta semana Valença ganha seu momento de fama com o Caminhão da Sorte da Caixa Economica Federal, o nome da cidade será citado por todos os meios de comunicação de todo o país quando forem realizados os sorteios dos jogos das loterias da Caixa. Estacionado na Praça da República, o Caminhão da Sorte ficará de hoje até a noite de sábado, quando finaliza o último sorteio da Mega-sena.
A população poderá acompanhar os sorteios, inclusive acionando o dispositivo que libera as bolas numeradas, e ainda validar os resultados, na hora, como auditoria popular.
Criado na década de 1980, o Caminhão da Sorte da Caixa visita, a cada semana, um município diferente. Em sua terceira geração, inaugurada no final de 2010, a unidade móvel de sorteios está equipada com globos totalmente automatizados e com o que há de mais moderno no mundo das loterias.
Por Mauro Santayanna
O adiamento do balanço da Petrobras do terceiro trimestre do ano passado foi um equívoco estratégico da direção da companhia, cada vez mais vulnerável à pressão que vem recebendo de todos os lados, que deveria, desde o início do processo, ter afirmado que só faria a baixa contábil dos eventuais prejuízos com a corrupção, depois que eles tivessem, um a um, sua apuração concluída, com o avanço das investigações.
A divulgação do balanço há poucos dias, sem números que não deveriam ter sido prometidos, levou a nova queda no preço das ações.
E, naturalmente, a novas reações iradas e estapafúrdias, com mais especulação sobre qual seria o valor — subjetivo, sujeito a flutuação, como o de toda empresa de capital aberto presente em bolsa — da Petrobras, e o aumento dos ataques por parte dos que pretendem aproveitar o que está ocorrendo para destruir a empresa — incluindo hienas de outros países, vide as últimas idiotices do Financial Times – que adorariam estraçalhar e dividir, entre baba e dentes, os eventuais despojos de uma das maiores empresas petrolíferas do mundo.
O que importa mais na Petrobras?
O valor das ações, espremido também por uma campanha que vai muito além da intenção de sanear a empresa e combater eventuais casos de corrupção e que inclui de apelos, nas redes sociais, para que consumidores deixem de abastecer seus carros nos postos BR; à aberta torcida para que “ela quebre, para acabar com o governo”; ou para que seja privatizada, de preferência, com a entrega de seu controle para estrangeiros, para que se possa — como afirmou um internauta — “pagar um real por litro de gasolina, como nos EUA”?
Para quem investe em bolsa, o valor da Petrobras se mede em dólares, ou em reais, pela cotação do momento, e muitos especuladores estão fazendo fortunas, dentro e fora do Brasil, da noite para o dia, com a flutuação dos títulos derivada, também, da campanha antinacional em curso, refletida no clima de “terrorismo” e no desejo de “jogar gasolina na fogueira”, que tomou conta dos espaços mais conservadores — para não dizer golpistas, fascistas, até mesmo por conivência — da internet.
Para os patriotas, e ainda os há, graças a Deus, o que importa mais, na Petrobras, é seu valor intrínseco, simbólico, permanente, e intangível, e o seu papel estratégico para o desenvolvimento e o fortalecimento do Brasil.
Quanto vale a luta, a coragem, a determinação, daqueles que, em nossa geração, foram para as ruas e para a prisão, e apanharam de cassetete e bombas de gás, para exigir a criação de uma empresa nacional voltada para a exploração de uma das maiores riquezas econômicas e estratégicas da época, em um momento em que todos diziam que não havia petróleo no Brasil, e que, se houvesse, não teríamos, atrasados e subdesenvolvidos que “somos”, condições técnicas de explorá-lo?
Quanto vale a formação, ao longo de décadas, de uma equipe de 86.000 funcionários, trabalhadores, técnicos e engenheiros, em um dos segmentos mais complexos da atuação humana?
Quanto vale a luta, o trabalho, a coragem, a determinação daqueles, que, não tendo achado petróleo em grande quantidade em terra, foram buscá-lo no mar, batendo sucessivos recordes de poços mais profundos do planeta; criaram soluções, “know-how”, conhecimento; transformaram a Petrobras na primeira referência no campo da exploração de petróleo a centenas, milhares de metros de profundidade; a dezenas, centenas de quilômetros da costa; e na mais premiada empresa da história da OTC – Offshore Technology Conferences, o “Oscar” tecnológico da exploração de petróleo em alto mar, que se realiza a cada dois anos, na cidade de Houston, no Texas, nos Estados Unidos?
Quanto vale a luta, a coragem, a determinação, daqueles que, ao longo da história da maior empresa brasileira — condição que ultrapassa em muito, seu eventual valor de “mercado” — enfrentaram todas as ameaças à sua desnacionalização, incluindo a ignominiosa tentativa de alterar seu nome, retirando-lhe a condição de brasileira, mudando-o para “Petrobrax”, durante a tragédia privatista e “entreguista” dos anos 1990?
Quanto vale uma companhia presente em 17 países, que provou o seu valor, na descoberta e exploração de óleo e gás, dos campos do Oriente Médio ao Mar Cáspio, da costa africana às águas norte-americanas do Golfo do México?
Quanto vale uma empresa que reuniu à sua volta, no Brasil, uma das maiores estruturas do mundo em Pesquisa e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, trazendo para cá os principais laboratórios, fora de seus países de origem, de algumas das mais avançadas empresas do planeta?
Por que enquanto virou moda — nas redes sociais e fora da internet — mostrar desprezo, ódio e descrédito pela Petrobras, as mais importantes empresas mundiais de tecnologia seguem acreditando nela, e querem desenvolver e desbravar, junto com a maior empresa brasileira, as novas fronteiras da tecnologia de exploração de óleo e gás em águas profundas?
Por que em novembro de 2014, há apenas pouco mais de três meses, portanto, a General Electric inaugurou, no Rio de Janeiro, com um investimento de 1 bilhão de reais, o seu Centro Global de Inovação, junto a outras empresas que já trouxeram seus principais laboratórios para perto da Petrobras, como a BG, a Schlumberger, a Halliburton, a FMC, aSiemens, a Baker Hughes, a Tenaris Confab, a EMC2 a V&M e a Statoil?
Quanto vale o fato de a Petrobras ser a maior empresa da América Latina, e a de maior lucro em 2013 — mais de 10 bilhões de dólares — enquanto a PEMEX mexicana, por exemplo, teve um prejuízo de mais de 12 bilhões de dólares no mesmo período?
Quanto vale o fato de a Petrobras ter ultrapassado, no terceiro trimestre de 2014, a EXXON norte-americana como a maior produtora de petróleo do mundo, entre as maiores companhias petrolíferas mundiais de capital aberto?
É preciso tomar cuidado com a desconstrução artificial, rasteira, e odiosa, da Petrobras e com a especulação com suas potenciais perdas no âmbito da corrupção, especulação esta que não é apenas econômica, mas também política.
A PETROBRAS teve um faturamento de 305 bilhões de reais em 2013, investe mais de 100 bilhões de reais por ano, opera uma frota de 326 navios, tem 35.000 quilômetros de dutos, mais de 17 bilhões de barris em reservas, 15 refinarias e 134 plataformas de produção de gás e de petróleo.
É óbvio que uma empresa de energia com essa dimensão e complexidade, que, além dessas áreas, atua também com termoeletricidade, biodiesel, fertilizantes e etanol, só poderia lançar em balanço eventuais prejuízos com o desvio de recursos por corrupção, à medida que esses desvios ou prejuízos fossem “quantificados” sem sombra de dúvida, para depois ser — como diz o “mercado” — “precificados”, um por um, e não por atacado, com números aleatórios, multiplicados até quase o infinito, como tem ocorrido até agora.
As cifras estratosféricas (de 10 a dezenas de bilhões de reais), que contrastam com o dinheiro efetivamente descoberto e desviado para o exterior até agora, e enchem a boca de “analistas”, ao falar dos prejuízos, sem citar fatos ou documentos que as justifiquem, lembram o caso do “Mensalão”.
Naquela época, adversários dos envolvidos cansaram-se de repetir, na imprensa e fora dela, ao longo de meses a fio, tratar-se a denúncia de Roberto Jefferson, depois de ter um apaniguado filmado roubando nos Correios, de o “maior escândalo da história da República”, bordão esse que voltou a ser utilizado maciçamente, agora, no caso da Petrobras.
Em dezembro de 2014, um estudo feito pelo instituto Avante Brasil, que, com certeza não defende a “situação”, levantou os 31 maiores escândalos de corrupção dos últimos 20 anos.
Nesse estudo, o “mensalão” — o nacional, não o “mineiro” — acabou ficando em décimo-oitavo lugar no ranking, tendo envolvido menos da metade dos recursos do “trensalão” tucano de São Paulo e uma parcela duzentas menor que a cifra relacionada ao escândalo do Banestado, ocorrido durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, que, em primeiríssimo lugar, envolveu, segundo o levantamento, em valores atualizados, aproximadamente 60 bilhões de reais.
E ninguém, absolutamente ninguém, que dizia ser o mensalão o maior dos escândalos da história do Brasil, tomou a iniciativa de tocar, sequer, no tema — apesar do “doleiro” do caso Petrobras, Alberto Youssef, ser o mesmo do caso Banestado — até agora.
Os problemas derivados da queda da cotação do preço internacional do petróleo não são de responsabilidade da Petrobras e afetam igualmente suas principais concorrentes.
Eles advém da decisão tomada pela Arábia Saudita de tentar quebrar a indústria de extração de óleo de xisto nos Estados Unidos, aumentando a oferta saudita e diminuindo a cotação do produto no mercado global.
Como o petróleo extraído pela Petrobras destina-se à produção de combustíveis para o próprio mercado brasileiro, que deve aumentar com a entrada em produção de novas refinarias, como a Abreu e Lima; ou para a “troca” por petróleo de outra graduação, com outros países, a empresa deverá ser menos prejudicada por esse processo.
A produção de petróleo da companhia está aumentando, e também as descobertas, que já somam várias depois da eclosão do escândalo.
E, mesmo que houvesse prejuízo — e não há — na extração de petróleo do pré-sal, que já passa de 500.000 barris por dia, ainda assim valeria a pena para o país, pelo efeito multiplicador das atividades da empresa, que garante, com a política de conteúdo nacional mínimo, milhares de empregos qualificados na construção naval, na indústria de equipamentos, na siderurgia, na metalurgia, na tecnologia.
A Petrobras foi, é e será, com todos os seus problemas, um instrumento de fundamental importância estratégica para o desenvolvimento nacional, e especialmente para os estados onde tem maior atuação, como é o caso do Rio de Janeiro.
Em vez de acabar com ela, como muitos gostariam, o que o Brasil precisaria é ter duas, três, quatro, cinco Petrobras.
É necessário punir os ladrões que a assaltaram?
Ninguém duvida disso.
Mas é preciso lembrar, também, uma verdade cristalina.
A Petrobras não é apenas uma empresa.
Ela é uma Nação.
Um conceito.
Uma bandeira.
E por isso, seu valor é tão grande, incomensurável, insubstituível.
Esta é a crença que impulsiona os que a defendem.
E, sem dúvida alguma, também, a abjeta motivação que está por trás dos canalhas que pretendem destruí-la. (247)
[…] medida confirma uma informação que já havia sido antecipada pelo Blog do Pelegrini em 22 de maio, quando publicamos…
Valeu, Eliezer, a satifação foi minha de viajar com um dos profissionais mais gabaritado da área.
Meu caro, Será que o povo vai prestigiar esses "eventos"?! Espero que tenha sucesso em cada bairro, que se valorize…
Profissional exemplar
Querido Pelegrini, que satisfação te conhecer pessoalmente, gratidão pelas palavras de reconhecimento. Sempre digo que "quem não vive pra servir,…