Archive | julho, 2013

Convite

vida sem drogas

ASCOM/Valença

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CONVITE

Amados irmãos e amigos, venham hoje ao CULTO ALTAR DE ORAÇÕES na Igreja Batista Lírio dos Vales em Valença. Deus tem uma bênção pra você!

Estará conosco o Pastor PAULO GABRIELLI, homem de DEUS, usado em cura divina e revelação e libertação espiritual.

Hoje no Tento às 19:30

Quarta no Templo II, Praça Chico do Galeto às 19:30

Pastor Josafá

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Vereadores Adailton Francisco e Fabrício Lemos são convidados por moradores do Bairro da Bolívia para visitar a Escola Heraldo Tinoco

Domingo (28), os vereadores Adailton e Fabrício, visitaram o Bairro da Bolívia a convite de lideranças comunitárias, para observar algumas reivindicações dos moradores. Notamos que o Colégio Heraldo Tinoco e o CAPS estão precisando ser roçado, pois há uma grande quantidade de mato crescendo ao lado desses locais.

Segue fotos abaixo:

imageAo lado do Colégio Heraldo Tinoco

image Vereador Fabrício Lemos e vereador Adailton Francisco no pátio do CAPS

imageVisitamos também as Instalações de reforma do Posto de saúde da Bolívia II, que irá receber o SAMU, obra do Governo Federal

imageRuas da Bolívia em reformas, nesse tempo, deixa muita lama

Assessoria do vereador Adailton Francisco

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CARTÓRIO NÃO FAZ DOCUMENTO PORQUE NÃO TEM TÉCNICO PARA TROCAR LÂMPADA

lamga A cidadã foi até o Fórum de Valença, no Cartório de Registros de Imóveis, pegar um documento que teria solicitado um mês antes, chegando lá, a atendente disse que o documento ainda não estava pronto porque faltava um técnico em eletricidade. A pessoa ficou sem entender e perguntou: “Faltou um técnico em eletricidade?” “ É”, disse a atendente. “Estamos sem lâmpada e não podemos fazer o documento, pois a pesquisa a ser feita é em uma sala que está às escuras”, justificou.

Imagina, só porque não tem lâmpada precisa de um técnico em eletricidade para fazer o documento. Um serviço que até um gato faz tem que ter um técnico? Se o ambiente estiver empoeirado vão dizer que precisam de um técnico em limpeza.

Acredito que precisam mesmo é de um técnico em bom senso.

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UNIR PARA CRESCER

ace2907

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TURISMO DOMÉSTICO: VEJAM O QUE ESTAMOS PERDENDO

pancada grande I 015

Ainda fazendo o turismo doméstico e dando umas voltas por nossa região, fomos até a Cachoeira de Pancda Grande em Ituberá e demos de cara com uma situação diferente de Maragogipínho, bem mais humana: homem de bem com a natureza. A Michelin cuida desse espaço com tamanho zelo que dá inveja. Tudo muito limpinho, bem tratado, cheio de placas de sinalização e conscietização ao turista. Paisagens naturais, belas imagens para fotografar. E tudo de graça!

pancada grande I 035 Essa é uma escada que leva ao topo da cachoeira que mede 61 metros de altura, uma subida cansativa, mas que dá prazer ao chegar lá

pancada grande I 042 A volta deixa na lembrança um espetáculço que o blogueiro não registrou para aguçar a curiosidade de quem nunca foi por lá e apreciar o belo espetáculo que é a vista do alto da cachoeira, não percam!

pancada grande I 031 Uma pontezinha feita de madeira que vai até o meio do rio, para o turista apreciar a cachoeira de frente

 

 

pancada grande I 053 Depois do barulho da cachoeira o rio segue calmo e em paz, afagando suas pedras distribuídas ao longo das suas margens, para logo em frente morrer no mar. Mas como dizia o poeta: “É doce morrer no mar”

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DA SÉRIE: TURISMO DOMÉSTICO

pancada grande I 011

Como disse nosso amigo Claudio Cacau: “Pelegrini anda fazendo turismo demais” e é verdade, porém um turismo doméstico, precisamos conhecer mais nossas belezas para depois partirmos para outros países. Em Maragogipinho encontrei essa simpática igrejinha abandonada e esquecida pelo poder público, não pude saber o nome dela, pois passei com um pouco de pressa, mas dá pra ver o total abandono que se encontra nosso patrimônio histórico.

pancada grande I 009 Em frente a igrejinha tinha esse coreto em ruinas, resistindo ao tempo, mostrando que no passado fizeram algo para durar por toda vida. Quando será que vão notar, que o coreto está pedindo socorro?

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Aqueles que querem levar vantagem em tudo

Por Wolf Moitinho

Lembrei-me de uma situação que se refere ao tributo e resolvi, mais uma vez, postar neste meio de comunicação, um dos mais importantes de Valença, com a finalidade de alertar às pessoas sobre atos ilícitos praticados por indivíduos que se acham sabidos e querem tirar proveito em tudo. Recentemente uma pessoa esteve em minha residência para perguntar sobre um ato praticado há alguns anos atrás e que se referia a aquisição de um veículo para ser utilizado como táxi. Segundo o mesmo teria comprado o veículo com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI, também com a diminuição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS e Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores – IPVA, mas também informou que utilizou muito pouco para a finalidade de “taxista” e que hoje o veículo serve para o seu deslocamento.

Antes mesmo de entrar no mérito da questão, devo lembrar a todos que muitos atos governamentais têm como fundamento o benefício de determinadas categorias de profissionais, em razão também da melhoria de serviços prestados, observando que os principais favorecidos são os consumidores finais. Neste sentido, é possível que a isenção ou mesmo a redução de alíquotas sobre determinados produtos tenham como fim melhorar a prestação de serviços ou mesmo promover produção agrícola, industrial ou incrementar a economia do comércio regional. Por outro lado pode o governante impor alíquotas maiores para controlar o consumo ou a produção, cominando percentuais diferenciados para produtos supérfluos, importações, bebidas, dentre outros.

Voltando ao nosso “taxista”, devo lembrá-los sobre a existência de leis que dizem respeito aos ilícitos. A lei nº. 8.137/90 que trata dos crimes contra a ordem tributária, quando praticados por particulares, no seu Art. 1º estabelece que:

“constitui crime contra a ordem tributária suprimir ou reduzir tributos, ou contribuição social e qualquer acessório, mediante condutas:

I – omitir informação, ou prestar declaração falsa às autoridades fazendárias:

IV – elaborar, distribuir, fornecer, emitir ou utilizar documento que saiba falso ou inexato”.

A pena estabelecida é de 2 a 5 anos de reclusão e multa.

Ao que parecer a fazenda estadual já está solicitando informações aos falsos taxistas.

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