Prefeita Ioná Queiroz (Camamu) faz da prefeitura negócio "familiar"
Provocando revolta na população de Camamu. Mãe, irmã, ex-marido, ex-sogro, cunhado, primos e sobrinhos de Ioná Queiroz ocupam a maioria dos principais cargos no município ou são beneficiados em contratos generosos.
Comandando o município do baixo-sul, com 35 mil habitantes e renda mensal de R$ 3 milhões, Ioná é conhecida pela ganância com que premiou seus parentes, dando-lhes cargos na prefeitura.
A relação de empregados na administração pública é liderada pela mãe da prefeita. Dona Maria José Queiroz é a secretária de Educação. A irmã Ione Queiroz é a secretária de Administração. Raul Queiroz é primo da prefeita e motorista do gabinete.
A prima Margarete Queiroz, concursada para a área de serviços gerais, foi nomeada diretora de escola da rede municipal. O ex-marido, André Washington, está lotado na secretaria de Obras. A chefe da Central da Merenda é prima da prefeita.
Os negócios da família na prefeitura vão muito bem. A relação tem até o ex-sogro de Ioná. Acusado de comprar votos para a prefeita, Eupídio Caetano ganhou licença para construir posto em área de mangue, com exclusividade no fornecimento à prefeitura.
O vereador e líder da oposição Anilson Souza da Hora (Anilson do Gelo) garante que cinco dos nove vereadores são contrários a Ioná. Eles vão entrar com ação na Justiça para que a cassação da prefeita seja imediatamente cumprida.
Cidade parada
A economia da paradisíaca Camamu sofre com a paralisia administrativa e um “segundo turno” da disputa eleitoral de 2008, quando a prefeita Ioná Queiroz (PT) foi cassada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), por crime eleitoral e abuso de poder econômico.
O tribunal determinou a posse imediata do segundo colocado, Américo José da Silva (PR), mas um efeito suspensivo manteve Ioná no cargo. A cidade vive clima de tensão. Américo diz ter recebido ameaça de morte e PMs foram destacados para sua segurança.
O clima de tensão e incerteza na prefeitura afeta a cidade. Há três meses o comércio não vende à prefeitura, pois os empresários temem não receber pelos serviços ou produtos. A decisão do TRE foi anunciada em acórdão no último dia 4.
A paralisia administrativa provoca falta de medicamentos nos postos de saúde, afetando a população mais carente. De acordo com moradores, falta até medicamentos comuns e baratos, como o que combate a febre.
Outro exemplo do caos é o hospital da cidade, que teve aprovada uma verba de R$ 850 mil para uma grande reforma. A empresa Sapori Construção Ltda embolsou R$ 250 mil, mas fez apenas a escavação de buracos.
Educação
A educação também foi afetada com a greve dos professores. Os educadores estão parados desde o dia 21 de outubro. O movimento grevista foi iniciado por causa da não definição do Plano de Cargos e Salários do Magistério.
Os professores fizeram protesto em frente à prefeitura, na quinta-feira, 11. Os profissionais de educação ainda sofreram corte médio de 50% dos salários por causa da greve.
Os educadores reclamam que a garfada ocorreu mesmo antes de a Justiça do Trabalho julgar a legalidade da greve. A mobilização teve cobertura da TV Bahia e TV Cabrália/Record News. Coincidentemente, na sexta, 12, pela manhã, as emissoras saíram do ar no município. (A Região)






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