JUIZ DE CAMAMU, CARLOS PITÁGORAS RIBEIRO, FOI MORTO POR UM PM EM BRIGA DE TRÂNSITO

Ontem por volta das 18 horas, um policial militar assassinou com dois tiros o juiz Carlos Alessandro Pitágoras Ribeiro, substituto da Comarca de Camamu, por motivos de briga de trânsito, em Salvador, próximo ao Centro Empresarial Iguatemi.

As informações sobre o crime são de que o Juiz teria saído armado em direção ao PM, que então efetuou dois disparos. Em seguida o PM solicitou socorro aos colegas da 35ª CIPM e ao SAMU, mas o juiz não resistiu aos ferimentos. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil e Corregedoria Militar. Algumas testemunhas estão prestando depoimentos, assim também como o policial.

O juiz Carlos Ribeiro era membro do Conselho Fiscal da Associação dos Magistrados da Bahia (AMAB), era juiz substituto. Casado, baiano, tinha uma filha de 5 anos e vivia aqui em Valença, onde era lotado. O magistrado costumava passar os finais de semana em Salvador. Ontem, antes do acidente ele e a família tinham passado a tarde na casa de amigos. No final da tarde, saiu para fazer compras no Shopping Iguatemi, no seu retorno houve o desentendimento com o policial militar e acabou sendo morto. Com informações do Jornal A Tarde desse domingo.

15 thoughts on “JUIZ DE CAMAMU, CARLOS PITÁGORAS RIBEIRO, FOI MORTO POR UM PM EM BRIGA DE TRÂNSITO

  • julho 11, 2010 em 7:04 pm
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    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk… Hoje esse blog deve ter tomado “uns gorós”… Caríssimo Adriano Azevedo… De PROVINCIANO eu não tenho nada… Nem mortal eu sou… EU SOU ATENAS, A DEUSA GREGA DA JUSTIÇA… Não tenho absolutamente nada de ignorante ou burra, risos… A violência é sistêmica (com seu grau de cultura vc deve saber muito sobre a TEORIA DOS SISTEMAS, claro, neh?)e a educação no trânsito faz parte da educação de um povo…. Eu tenho um juiz amigo que anda de metrô em Curitiba e em São Paulo, e todos os juizes que eu conheço e olha que não são poucos SÓ ANDAM DESARMADOS… SÃO DO BEM, sabe o que é isso? Já os policiais, graças a Deus, não fazem parte do meu seleto grupo de amigos… Mas o melhor do seu texto ainda está por vir, olhe bem: “Isso é o tipico crime que não é causado pro criminalidade ou violencia cotidiana”… Cara pálida, esse crime não é uma consequência da violência urbana? Me poupe SUPRA SUMO DA INTELIGÊNCIA!

    Isso acontece em qualquer lugar do mundo? Imagino em quantos “mundos” (além dos filmes de west) você conhece que as pessoas não conversam, saem atirando…

    O que um governador bom faria? Investiria em educação, simples, não? Mas o seu governador prefere investir em propaganda política…

    Reveja seus conceitos e pare de olhar o mundo de forma estreita, abra seus horizontes e leia um pouco de história, de mitologia… Quem sabe assim vc diminui esse excesso de besteiras, neh?

    Que Zeus tenha piedade de você, meu caro…

  • julho 11, 2010 em 7:14 pm
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    Tô contigo ATENAS!!

    Adriano Azevedo, me desculpe mas, burro e ignorante neste caso é você. metro, estação da lapa, falta de adm. ´publica, viôlência e voto…tem tudo haver, já que se trata de segurança. A Bahia, está perdida, todos andam assombrados, qualquer olhar diferente já é motivo para agressão (antes verbal) física. A verdade, é que juiz pensa que é Deus e não é bem assim….

  • julho 11, 2010 em 7:36 pm
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    O Adriano Azevedo tem razão.

  • julho 11, 2010 em 9:58 pm
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    Juizes, policiais, promotores e suspostas autoridades, com suas soberbas, pensam que estão acima da lei e que ela foi feita para os cidadãos comuns. Pobre sociedade corroída pela sede do poder e do egocentrismo. A mim resta tentar me isolalar da insano contato com estes loucos.

  • julho 11, 2010 em 11:03 pm
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    Corpo de juiz é sepultado no Jardim da Saudade
    Meire Oliveira e Hieros Vasconcelos | A TARDE*

    Marco Aurélio Martins | AG. A TARDE
    Corpo de juiz assassinado por PM é velado no Jardim da SaudadeO corpo do juiz Carlos Alessandro Pitágoras Ribeiro, 38 anos, substituto da Comarca de Camamu, assassinado neste sábado, 10, à queima-roupa por um policial militar em serviço, foi enterrado por volta das 17h40 deste domingo, 11, no cemitério Jardim da Saudade, no bairro de Brotas, Salvador.

    Familiares, amigos e colegas de trabalho deram o último adeus ao magistrado e reafirmaram que, além de ser uma pessoa calma e tranquila, não acreditam na versão contada pelo policial.

    A presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, Tema Brito, esteve presente no sepultamento do juiz, mas não quis falar com a imprensa. Já a presidente da Associação dos Magistrados da Bahia (Amab), Nartir Weber, disse que a entidade sente com pesar a morte e que Carlos Alessandro era atuante e compromissado com a Justiça.

    O oficial de justiça Jorean Muniz também contesta a versão e afirmou que a mesma foi planejada. “O que está sendo contado é mentira. Ele não sairia com arma na mão. Essa foi uma versão criada. Esta atitude não faz parte da índole dele”.

    O enterro, que estava previsto para acontecer às 15h30, foi adiado para 17h30 por causa da chegada tardia de amigos e parentes da vítima. A esposa do juiz, identificada apenas como Jamile, estava sem condições emocionais e não acompanhou o cortejo fúnebre nem o sepultamento.

    Duas caravanas saíram de Valença, cidade onde o juiz morava, e de Camamu, onde ele trabalhava.

    Crime – De acordo com depoimento do soldado da Polícia Militar (PM) acusado pelos disparos, Daniel dos Santos Soares, lotado na 35ª Companhia Independente da PM, ele atirou contra o juiz após ter parado seu veículo próximo ao Centro Empresarial Iguatemi neste sábado, 10, por solicitação do próprio magistrado, que teria descido do carro armado.

    O soldado alega que atirou na clavícula do magistrado na intenção de interceptá-lo, mas que este continuou andando em sua direção até ser baleado no abdômen. O PM solicitou socorro, mas quando a Samu chegou o juiz já estava morto.

    Familiares da vítima não quiseram comentar o crime, mas há rumores de que o magistrado estaria caído quando o policial atirou pela segunda vez. O soldado disse que não o conhecia e não explicou porque parou o veículo ao ser solicitado, nem o motivo pelo qual o magistrado teria pedido que ele parasse. O PM, que estava fardado, se dirigia para a 35ª CIPM.

    Pitágoras Ribeiro era conhecido como uma pessoa calma em Valença, de acordo com moradores da cidade. Segundo a nota de falecimento da Associação dos Magistrados da Bahia (Amab), ele era um profissional atuante e, antes de ser transferido para Camamu, trabalhava na Vara do Consumidor, em Salvador, e na Vara Criminal, em Valença. O juiz deixa mulher e uma filha de 5 anos.

    A PM não se pronunciou sobre o crime, nem a presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, Telma Brito, que designou a juíza Inez Maria Brito Santos Miranda, assessora especial da presidência, para acompanhar o caso.

    *Com redação de Paula Pitta | A TARDE On Line

  • julho 12, 2010 em 11:47 am
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    pelegrini,

    O Jovem Juiz Alessandro Pitagoras sempre me pareceu uma pessoa tranquila, de boa convivencia, a toga nunca moldou sua personalidade vamos esperar os fatos, as pessoas teimam em pre julgar nessas situações

  • julho 12, 2010 em 2:26 pm
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    Ana, a senhora deveria ver mais noticiarios, o que mais se vê são a falta de preparo que esses policias possuem. É só perer a cabeça ou irem contra ele que eles se acham ofendidos e dono do mundo. Acho sim que essa historia tá muito mal contada e acho que pessoas que estavam no local, mesmo que anonimamente, deveriam ajudar a resolver essa causa. Pois se a culpa tiver no que está vivo, o problema passa a ser da sociedade pois ele continua aqui, entre nós!!!

  • julho 12, 2010 em 5:40 pm
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    Meu nome é MILLE, diferente desse ai de cima, que se não me engano é Mlla.

  • julho 13, 2010 em 1:21 pm
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    PELEGRINI PORQUE VC DELETOU O MEU COMENTÁRIO??? ESTÁ PROTEGENDO ATENAS?? KKKK

  • julho 13, 2010 em 1:23 pm
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    NÃO VISITAREI MAIS SEU BLOG, IMBECIL E PARCIAL…

  • julho 13, 2010 em 2:48 pm
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    Lamentavel mesmo, pessoas montam blog só para ler o que querem e falar o que querem, infelizmente postei um comentário importantissmo que foi deletado grosseiramente, isso cham-se ditadura militar, ou para que não lembrar , nem sempre comemos o que gostamos.
    .
    Caso alexandre pítagoras, eu mesmo liguei ótem para TV Bahia pedidno para discutir o assunto dos testes psicológicos, que foram ouvidos.
    .
    a seguinte reportagem.
    .
    Reportagem…
    :
    Repórter; Dr ª esses testes que são aplicados para carteira de motorista conseguem descobrir algo sobre o avaliado.
    :
    Psicóloga; Sim, o grande problema é que os testes são aplicados uma única vez, que a agressividade é uma coisa que fica reprimida e que as leis de transito não funcional no Brasil.
    :
    Drª por que não lembrar que quem estudou 5 anos psicologia deveria dominar com precisão e coerência todas as ferramentas de trabalho que são utilizadas; a senhora não acha que deveria ter competência e mais rigor quanto a emissão de carteiras de motorista , já que os testes são tão fidedignos de confiabilidade.
    :
    A senhora tem absoluta certeza que um motorista que passa varias vezes por testes , ele nunca cometera um crime, se fosse assim quantos que já fizeram ou refizeram esses testes continuam a cometer crimes.
    :
    Não estou condenado a cientificidade dos testes que podem ser úteis , mais precisa-se saber até que ponto está cientificidade ela está correspondendo a que o rigor das leis esperam dos testes e a que a sociedade espera, considero convencidamente através de um estudo profundo sobre os testes de psicologia , que atualmente tanto testes para carteira de motorista quanto para concurso são inúteis e beiram a fraude, devido a falta de fiscalização e atualização dessas ferramentas, teste algum deveria impedir esse ou aquele cidadão de ter seus direitos garantidos, mais para isso precisa-se de respeito e mais responsabilidade quanto ao uso dessas ferramentas por psicólogos, pois acredito que só uma triagem mais sistêmica é que pode determinar se esse ou aquele cidadão tem condições ou não de ter direitos, evitando tragédias como as que diariamente vem acontecendo no Brasil, lembrando que a triagem a que me refiro está ligada a área de psiquiatria, neurologia e outros métodos científicos eficazes, é muita pretensão de um psicólogo se fazer valer de um teste subjetivo com rabiscos em papeis para determinar de forma discriminatória, se esse ou aquele tem condições de dirigir ou se tem direito ao porte de arma de fogo,o interessante de tudo é que por mais que os psicólogos defendam algo que deveria ser melhorado, o caos continua, resta saber se outras autoridades vão precisar morrer baleadas por policiais para a coisa melhorar.

    E a pergunta mais importante que não foi respondida, o policial militar que passou nos testes da PM , por que os testes não detectaram que este individuo poderia matar uma pessoa inocente, essa pergunta não foi respondida, milhares de telespectadores aqui no sul da Bahia gostariam muito de saber essa informação.

    Só não vale dizer que o policial tinha uma agressividade reprimida e por isso ele passou no teste, poupe-me né doutora, falar sem provar é muito fácil, e como sempre os senhores têm respostas prontas , que não correspondem ao “caos” na área de segurança pública a que o povo.

  • julho 13, 2010 em 4:57 pm
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    este blog só colocar quem ele quer amigo mude para portal do baixo sul um blog serio sem uma tal Lina, Lana, Mila Mille e outros bichos

  • julho 13, 2010 em 6:29 pm
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    Rorô de Canô agora acode e responde pelo nome de VALDIR… Pensei que o “nome dele é Waldemar”, hum! Viva o fucsia, o pink e a purpurina!

    Bicho aqui no blog que nós saibamos só tem você… E eu deixo para quem o conhece dizer que bicho você é, viu fofo!

  • julho 13, 2010 em 11:58 pm
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    Alo meu Santo Amaro… Gentemmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm BLOG É BLOG, diferente de jornal, PELAMORDEDEUS!

  • outubro 4, 2010 em 4:33 pm
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    Portando uma arma ilegal, o magistrado fechou o veículo de um PM fardado. Foi a terceira e última briga do magistrado no trânsito. Quem tanto procura acha. Se o motorista não fosse um PM, certamente seria espancado pelo juiz. Felizmente esse ele não importunará mais ninguém.

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