A MELHOR FORMA DE COMBATER A CRIMINALIDADE

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A Rádio Rio Una noticiou hoje que ontem à noite dois bandidos montados em uma moto, abriram fogo pra todos os lados ali próximo ao COESVA. Uma das moradoras do local disse que isso acontece constantemente.

Imagino a aflição desses moradores. Como pode uma pessoa de bem viver em paz diante de uma situação dessas? Tudo isso se dá pela falta de combate ao crime. Aumenta a cada dia o numero de usuários e pequenos traficantes em todo o Brasil. Todos os dias têm notícias que morrem drogados e também pessoas que nada tem nada a ver com isso.

É preciso que se inicie o combate ao consumo das drogas, senão cairemos num buraco sem fim. Claro que ainda dá tempo de fazer alguma coisa, é só eliminarmos os políticos canalhas nas próximas eleições, esses vendidos a prefeitos, deputados, e candidatos a governador. Vamos fulminar esses salafrários da vida pública, porque são eles que contribuem para o aumento dos drogados, roubando os cofres públicos, tirando dos mais necessitados para o seu bem estar.

Alguém pode dizer: mas virão outros iguais. Tornaremos a tirá-los. O que não podemos é deixar esses bandidos se perpetuarem no poder como têm muitos por ai, e ainda dizem que estão porque o povo os acha bons. Conversa de safado, o que eles fazem pra se manterem no poder é comprando votos, aposentando pessoas de forma ilegal, dando empregos na prefeitura de forma imoral.

A melhor forma de combater o crime é eliminando políticos desonestos, mesmo que seja tentando toda vida. Eles só são fortes quando tem o poder, tire-lhes o poder e morrem de fome, porque são incompetentes. Uns  vermes!

2 thoughts on “A MELHOR FORMA DE COMBATER A CRIMINALIDADE

  • novembro 6, 2009 em 9:20 am
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    Acionado prefeito que gastou quase
    R$ 500 mil com contratações irregulares

    Após fugirem à regra do concurso público e promoverem, em ano eleitoral, a contratação de 129 profissionais para a área de Educação do Município de Eunápolis, gastando cerca de R$ 500 mil, o prefeito reeleito José Robério Batista de Oliveira, o vereador Valdiran Marques Oliveira e as servidoras públicas Maria D’Ajuda Silva e Teresinha Farias estão sendo acionados pelo Ministério Público estadual. Na ação civil pública por ato de improbidade administrativa ajuizada contra eles, o promotor de Justiça Dinalmari Mendonça explica que, nos meses de fevereiro, março e abril de 2008, o Município contratou professores e profissionais de serviços gerais por prazo determinado, ao invés de realizar concurso público para prover os cargos, “evidentemente preenchidos com a intenção de beneficiar as campanhas de José Robério e Valdiran Oliveira, então prefeito e secretário administrativo”.

    Segundo o promotor de Justiça, os acionados tinham conhecimento da necessidade de realização de concurso desde o ano de 2007. “Mas eles não tinham a intenção de realizar concurso”, afirma Dinalmari Mendonça, assinalando que, visando a reeleição do prefeito e eleição do secretário para vereador, José Robério, Valdiran, Maria D’Ajuda e Teresinha preferiram contratar os servidores. Isso, certamente, com fins de obter dividendos eleitorais, frisa o promotor, justificando que “os funcionários contratados não gozam de nenhuma garantia, podendo ser demitidos a qualquer tempo, ficando portanto sujeitos aos caprichos de quem lhes nomeia”. O representante do MP esclarece que, embora a lei preveja a contratação temporária de excepcional interesse público para suprir necessidade de pessoal, as contratações realizadas em Eunápolis (distante 644 km de Salvador) não tiveram nenhuma situação extraordinária que ensejasse a contratação temporária de servidores.

    Na ação, Dinalmari Mendonça salienta que, embora a Constituição Federal date de 1988 e exija desde então a realização de concurso para ingresso no serviço público, ainda hoje alguns administradores públicos procuram burlar essa regra, principalmente nas proximidades do ano eleitoral. Tal conduta, entretanto, destaca o promotor, “deve ser combatida para preservação da ordem legal, bem como para que o serviço público seja provido com servidores selecionados, que, em tese, podem melhor prestar o serviço público e obter garantias que lhes permitam realizar o trabalho sem se submeter a caprichos espúrios do gestor, como ocorre com os contratados ilegalmente”. Por causa das irregularidades constatadas, o prefeito, o vereador e as duas servidoras podem ser condenados à perda da função pública; ao ressarcimento integral do dano; ao pagamento de multa civil; além de ter suspensos os direitos políticos e ser proibidos de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual sejam sócios majoritários.

    OU VEREADOR JAIRO, VEJA PORQUE EM OUTROS MUNICIPIOS O MINISTÉRIO ANDA,VC NÃO ESTA FAZENDO AS DENUNCIAS ERRADAS,OU SEU ADVOGADO É O MESMO DO TIO RAMIRO,COLOQUE UM ADVOGADO DE SUA CONFIANÇA, PARTICULAR, NADA DE ADVOGADO PAGO PELA CAMARA,AÍ FICA TUDO IGUAL, VAI ATÉ 2012 E NINGUÉM SERÁ PUNIDO, E O POVO DE VALENÇA A VER CANOAS.

  • novembro 6, 2009 em 9:28 am
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    todas as notícias de CIDADES 06/11/2009 às 01:23 | COMENTÁRIO (0)
    Delegado é feito refém por bandidos
    Glauco Wanderley, da sucursal Feira de Santana

    Um grupo de bandidos usando armamento pesado usou o próprio delegado Jorge Gil Ferreira Filho, 60 anos, como escudo, em um assalto à agência do Banco do Brasil em Itaetê, município que faz parte da Chapada Diamantina e fica a 400 quilômetros de Salvador.

    Usando um carro Ford Eco Sport roubado, eles pararam na entrada da cidade um outro veículo, uma picape Hilux cabine dupla, cor prata, placa JRK 3832 de Salvador, dirigida pelo fazendeiro Fernando Oliveira, 36 anos. Com este carro, entraram na cidade perguntando onde ficava a delegacia.

    No momento em que entraram, o delegado estava falando no telefone e tinha a companhia apenas do carcereiro. Ele foi obrigado a subir na carroceria da picape, sem levar a bengala, que vem usando há alguns anos para apoio depois que sofreu um acidente. Na chegada ao banco, o delegado foi puxado para descer e acabou caindo no chão, ferindo a perna e batendo com a cabeça.

    Dentro do banco, Jorge Gil teve que ficar apoiado no ombro de um dos marginais, para não cair, enquanto permanecia sob a mira das armas. Ele não tem certeza sobre quantos homens participaram da ação, mas estima que eram entre oito e dez. Do armamento, conseguiu identificar duas metralhadoras, escopetas de repetição e um fuzil AR 15. “Cada um tinha uma arma pesada e eram armas de combate”, aponta o delegado.

    Em contrapartida, a cidade tem apenas dois policiais civis e dois militares. Dentro do banco, que nesta quinta tinha um intenso fluxo de aposentados recebendo o pagamento, todos foram obrigados a se deitar no chão. O mecanismo que programa a abertura do cofre em horário determinado estava acionado, o que fez com que o assalto se prolongasse por no mínimo meia hora, enquanto os ladrões esperavam para levar os malotes. “Foi um negócio aterrorizante”, define Jorge Gil.

    Eles perguntaram onde ficava a Cesta do Povo, mas acabaram indo embora sem assaltar o supermercado do governo. “Como demorou no banco, acho que eles preferiram não arriscar”, avaliou o delegado.

    No entanto, assaltaram a casa lotérica que fica em frente ao banco, cuja porta, fechada por dentro pelos funcionários na hora da confusão, foi derrubada com tiros.
    Apesar dos muitos tiros disparados, ninguém ficou ferido. Com exceção do próprio delegado, que se machucou na queda e procurou o atendimento na cidade, que não tinha médico.

    Jorge Gil contou que estava sentindo dores, mas preferiu passar a noite em Itaetê, orientando o início do trabalho de busca ao bando. Somente nesta sexta ele será examinado no hospital de Itaberaba, a 144 quilômetros de distância.

    Na saída, os ladrões levaram o delegado, o gerente e outro funcionário público como reféns. Eles foram soltos cerca de sete quilômetros adiante. Antes de deixar o banco, tentaram incendiar o carro Eco Sport, mas a população conseguiu apagar o fogo depois que os marginais saíram.

    Na perseguição aos assaltantes, foram mobilizados policiais de várias cidades da região, mas até o fechamento desta reportagem eles não tinham sido encontrados. Há três anos, ladrões agiram de modo parecido em assalto em Itaetê. Mas a quadrilha acabou presa

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