Em um encontro entre a APLB e a Secretária de Educação, foi discutida a situação dos professores que não receberam o pagamento referente ao mês de dezembro na gestão anterior.
Segundo os dirigentes presentes, a Secretária informou que estava aguardando a finalização do processo de alteração das senhas bancárias para verificar se havia recursos empenhados pela administração anterior para quitar os débitos com a educação.
Nesta segunda-feira, em uma nova reunião, o prefeito Marcos Medrado afirmou que ainda aguarda informações detalhadas da gestão passada sobre os restos a pagar.
Ele garantiu que a situação será resolvida até o dia 17, sexta-feira. “Garanto que os servidores serão respeitados e terão seus direitos garantidos”, declarou Medrado.
A APLB publicou ontem (10) no Instagram um texto até “singelo” sobre uma reunião na Secretaria de Educação para discutir o caso dos 300 professores que ficaram sem receber em dezembro. Curioso, não?
Afinal, quem conhece esses pelegos sabe bem que eles não são de conversar. Não faz muito tempo, em uma manifestação, eles não economizaram na teatralidade e até levaram um caixão para simbolizar o prefeito Jairo.
Agora, na reunião com a Secretária de Educação, ouviram que a situação está em fase de mudança de senhas bancárias e que será necessário verificar se a antiga gestão deixou dinheiro empenhado para pagar os professores.
E claro, a APLB não perdeu a oportunidade de inserir uma exigência estratégica: caso o dinheiro não esteja disponível, querem o pagamento integral, sem parcelamentos.
Para fechar com um toque de “doçura”, agradeceram à Secretária e disseram: ‘salário não se parcela’ expressando esperança por uma solução “em conjunto” para a categoria. Que bunitinho, não?
Isso tudo, sabe por quê? É a “força de Flor” baixando o facho do sindicato no governo de Medrado, não será surpresa se aceitarem qualquer acordo que vier do prefeito. Afinal, até pelego sabe ser flexível quando convém.
Na tarde desta sexta-feira (10), o prefeito de Valença, Marcos Medrado, reuniu-se com o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, para discutir obras e demandas da população.
Durante o encontro, realizado no Centro de Operações e Inteligência (COI), em Salvador, foram anunciados importantes avanços, como a entrega de uma ambulância pela Secretaria da Saúde (Sesab) e a assinatura da ordem de serviço para a implantação do contorno viário da BA-001 pela Secretaria de Infraestrutura (Seinfra).
Na reunião também abordou investimentos estaduais de R$ 245 milhões em Valença desde 2023, abrangendo áreas como Saúde, Educação, Infraestrutura e Segurança Pública.
O prefeito destacou a necessidade de apoio para modernizar os serviços públicos e promover o turismo na região, enquanto o governador reafirmou seu compromisso em atender às demandas municipais e fortalecer a parceria entre os governos estadual e local.
Nos últimos meses, a imprensa do Baixo Sul baiana tem vivido uma expansão curiosa – ou melhor, preocupante. Uma proliferação de sites de notícias emergiu, mas ao invés de se destacarem pelo jornalismo de qualidade e apuração responsável, estão reduzidos a meros replicadores de releases. Aparentam, em sua maioria, serem esteiras de copiagem e colagem, reproduzindo o que as assessorias de comunicação despejam sem sequer revisar, questionar ou investigar.
Isso criou um verdadeiro “efeito zumbi” no jornalismo local. A imprensa, antes vista como pilar de credibilidade e vigilância social, agora cambaleia, inerte, incapaz de produzir matérias autorais, de explorar a fundo temas que realmente importam para a sociedade. São manchetes sem vida própria, textos ocos, publicações que apenas repetem, sem alma, sem reflexão e, o mais grave, sem compromisso com a pesquisa e o contexto local.
O resultado? Uma imprensa fragilizada, desrespeitada e superficial, que mais parece trabalhar no piloto automático do que prestar o serviço público essencial que a comunicação deveria oferecer. A verdadeira essência do jornalismo foi trocada pela facilidade do copiar e colar. Quem ganha com isso? Certamente não é o leitor, que merece informação de qualidade e não um mar de repetições, as vezes nascidos dos textos da inteligência artificial que esta acessível a todos.
As prefeituras também precisam pautar adequadamente as estruturas para que o trabalho jornalístico seja feito de forma digna e completa. Eventos bem organizados, com informações claras e acessíveis, permitem uma cobertura mais responsável e informativa, além do envio de mensagens do que será replicado.
E não há como não lembrar de Magno Jouber. Magno, um dos maiores nomes do jornalismo regional, que deve estar decepcionado, lá dos céus, ao ver o que se tornou a imprensa da terra que tanto defendeu. Magno era inquieto, combativo, não tinha medo de escrever fora das versões oficiais. Hoje, a ausência de um espírito como o dele é sentida com ainda mais força diante desse cenário de comodismo e mediocridade.
Se não houver uma urgente reflexão e uma retomada de valores, o Baixo Sul corre o risco de perder completamente a voz crítica de sua imprensa. O jornalismo não pode ser apenas um eco das assessorias, mas um farol que ilumina o que precisa ser visto, investigado e compreendido. Que o legado de Magno inspire uma nova geração a sair do modo zumbi e voltar a fazer o que realmente importa: questionar, investigar e informar com responsabilidade.
Vi o empresário Paulo Martins, conhecido como Paulo do Ferro Velho, saindo da Secretaria de Indústria e Comércio com alguns papéis debaixo do braço.
Será que Medrado conseguiu convencer o gaúcho a esquecer o SAAE e o colocou como assessor especial de Vidalto? Ou será que ele aliviou a carga do “super-secretário” desmembrando a Secretaria?
Logo saberemos o que Paulo fazia na Secretaria de Indústria e Comércio e se vai assumir mesmo a pasta.
E se for, precisamos reconhecer o mérito de Medrado, que conseguiu aquietar o facho do gaúcho que só queria o SAAE.
Hoje, dia 8, a bancada do Dendê Cast recebe o advogado Marcelo Miranda. Ele abordará o Projeto 01/2025, enviado pelo Executivo da Prefeitura de Valença à Câmara Municipal para votação, explicando seus detalhes e impactos.
Também vamos analisar os primeiros dias do novo gestor à frente do Executivo, explorando as expectativas da população e as mudanças previstas para o curto prazo.
Além disso, Marcelo discutirá a situação política em Cairu, onde o clima de instabilidade pode trazer surpresas no próximo pleito eleitoral.
Não percam! O programa vai ao ar às 11h45. Participe pelo nosso chat enviando suas mensagens!
Assim como ocorreu com a Reforma do Código Tributário, os vereadores repetiram o mesmo padrão de ação com o Projeto de Lei 01/2025, que trata da reorganização e reestruturação administrativa do poder executivo municipal de Valença. O projeto prevê a criação de mais de 500 cargos comissionados.
Sem ao menos buscar esclarecer ou convencer a população sobre as intenções do projeto, os vereadores simplesmente votaram a favor. Com uma votação quase unânime de 13 a 2, acreditaram que estava tudo certo.
Os vereadores Lau, Ryan e Cristiano ainda tentaram pedir vistas, propor uma audiência pública e até sugerir emendas ao projeto, mas todas as tentativas foram frustradas. Para a maioria, o projeto era intocável, considerado “perfeito” e sem margem para questionamentos.
Agora, a população espera que o desfecho não seja o mesmo da Reforma do Código Tributário, que foi aprovada com a promessa de benefícios, mas posteriormente revelou impactos negativos e prejudicou os cidadãos.
O Reisado de São Benedito celebrou mais uma vez a riqueza do sincretismo religioso e cultural em Cairu. As festividades, que começaram em 8 de dezembro, culminaram no domingo (5) com uma missa solene e o tradicional cortejo em torno da família negra real, instituída há séculos pela coroa portuguesa.
A Praça do Cais foi palco de muita alegria, com apresentações de diversos artistas, como Jorge Zarath, Tonho Matéria, Claudinho Lowe e outros. As celebrações continuam com os cortejos da Barquinha e do Bumba-Meu-Boi, além de missas e procissões, encerrando com homenagens a São Sebastião.
concordo plenamente com sua pontuação sobre esta questão. eu nunca gostei de foguete nem bomba, por min não existiriam esse…
Um novo nome sempre bom
Respondendo ao comentário "Verdade, Wolf, alí seria a verdadeira via que iria desafogar o transito..." Sem dúvidas, meu caro! Marcos…
Verdade, Wolf, alí seria a verdadeira via que iria desafogar o trânsito, os veículos não precisariam nem mesmo de subir…
Outrora havia um caminho que desafogava o centro de Valença. Acontece que a Fabrica de tecidos apropriou-se da via pública…
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