Categoria: Política

EDUCAÇÃO EM COLAPSO? PREFEITURA CONVOCA NOVOS ALUNOS E DEIXA OPOSITORES SEM DISCURSO

Enquanto alguns adversários do prefeito Marcos Medrado passaram meses repetindo, quase como um mantra, que a educação de Valença “ia de mal a pior”, a realidade resolveu atravessar o caminho dessa narrativa com a força dos fatos. E fatos, quando chegam, não pedem licença.

A Prefeitura de Valença, por meio da Secretaria Municipal de Educação, acaba de anunciar a convocação para matrícula de novos alunos da rede municipal de ensino para o ano letivo de 2026, algo que, convenhamos, não combina muito com a ideia de terra arrasada que certos críticos insistiam em pintar.

A pergunta que ecoa pelas ruas, grupos de WhatsApp e mesas de bar é simples e direta: como fica agora a cara desses opositores diante dessa resposta concreta da gestão municipal? Se a educação estivesse realmente em queda livre, haveria procura crescente, organização de matrículas e planejamento para receber novos estudantes?

O período de matrícula acontece de 19 a 30 de janeiro, e os pais ou responsáveis devem comparecer à unidade escolar dentro do prazo estabelecido, munidos de toda a documentação exigida. Entre os documentos necessários estão:
– xerox da certidão de nascimento, casamento ou carteira de identidade do aluno;
– duas fotos 3×4 recentes;
– histórico escolar original ou atestado escolar devidamente preenchido e autenticado;
– xerox da carteira de identidade do responsável legal;
– comprovante de residência;
– e, para beneficiários de programas sociais, xerox do cartão de auxílio governamental, além de outros documentos que poderão ser solicitados.

A Secretaria Municipal de Educação também orienta que ninguém deixe a matrícula para a última hora, evitando transtornos e garantindo a vaga do estudante para o próximo ano letivo.

No fim das contas, o contraste é evidente. De um lado, discursos apressados tentando vender fracasso. Do outro, uma prefeitura que organiza, planeja e abre as portas das escolas para novos alunos. A educação de Valença pode até enfrentar desafios, como qualquer rede pública do país, mas os números, os atos administrativos e a procura da população mostram que o cenário real é bem diferente do alarmismo político.

E assim, mais uma vez, a gestão responde não com gritos, mas com ações.

Matrículas 2026: garanta já a sua vaga.

Hildécio Meireles reforça compromisso com o social ao acompanhar requalificação da Promoção Social em Cairu

O prefeito Hildécio Meireles visitou nesta semana a requalificação da Secretaria de Promoção Social de Cairu, um espaço que vai muito além de paredes reformadas: simboliza cuidado, acolhimento e respeito com quem mais precisa do poder público.

Durante a visita, Hildécio destacou que ver o local renovado, mais digno e preparado para atender a população, reforça um dos pilares centrais de sua gestão: a atenção às pessoas. Para o prefeito, políticas públicas eficientes começam justamente onde o cidadão mais vulnerável busca apoio.

A requalificação da Secretaria de Promoção Social faz parte de um conjunto de ações voltadas ao fortalecimento da rede de assistência social do município. O objetivo é garantir que cada atendimento seja feito com mais estrutura, humanidade e sensibilidade, oferecendo não apenas serviços, mas também dignidade.

Ao longo de sua gestão, Hildécio Meireles tem mantido uma postura firme de valorização do social, entendendo que governar não é apenas executar obras físicas, mas também cuidar de gente. A atenção às famílias, às pessoas em situação de vulnerabilidade e aos que mais precisam segue como prioridade.

“Seguimos trabalhando para fortalecer a rede de assistência social e garantir que cada cidadão de Cairu se sinta cuidado e amparado”, destacou o prefeito.

A iniciativa reafirma que, em Cairu, o desenvolvimento caminha lado a lado com o compromisso social, mostrando que uma gestão pública eficiente também se mede pelo cuidado com as pessoas.

Quando a lei vira opinião: quem autoriza os Estados Unidos a trocar presidentes?

Existe uma regra básica na convivência entre países: fronteira não é sugestão. Soberania não é opinião. Mas, quando se trata dos Estados Unidos, essa regra costuma entrar em modo avião.

A pergunta é simples e incômoda: quem autorizou os EUA a decidir que o presidente da Venezuela deve sair de cena? A resposta honesta é ainda mais desconfortável: ninguém.

Nem a Organização das Nações Unidas, guardiã formal do direito internacional. Nem o Congresso dos Estados Unidos, que pela Constituição americana deveria dizer quando há guerra ou uso de força.

Mesmo assim, Washington age. E age com a naturalidade de quem se considera juiz, júri e executor.

O argumento muda conforme o vento: ora é combate ao narcotráfico, ora é defesa preventiva, ora é a tese conveniente de que Nicolás Maduro “não é legítimo”.

Curioso como a legitimidade alheia sempre depende do alinhamento político com a Casa Branca.

Se o governante obedece, é “aliado”. Se resiste, vira “ameaça”.

Esse tipo de lógica é perigoso não só para a Venezuela, mas para qualquer país que ainda acredita que tratados internacionais não são papel descartável.

Porque, se basta um governo poderoso declarar que outro presidente é ilegítimo, nenhum mandato está seguro. Hoje é Caracas. Amanhã, quem garante?

A ONU, com todos os seus defeitos, existe justamente para evitar esse tipo de faroeste diplomático. Quando ela é ignorada, o recado ao mundo é claro: a lei vale enquanto for conveniente.

E dentro dos próprios Estados Unidos, o roteiro também é torto. Presidentes americanos se escondem atrás do título de “Comandante-em-Chefe” para driblar o Congresso, transformar exceção em regra e empurrar decisões graves goela abaixo dos representantes eleitos.

Depois, quando o estrago está feito, pedem compreensão. Ou silêncio.

O mais grave não é só a ilegalidade. É o precedente. Um mundo onde potências se autorizam sozinhas a derrubar governos não é mais um sistema internacional.

É um tabuleiro inclinado, onde alguns jogam com dados viciados e outros apenas torcem para não serem os próximos.

No fim das contas, a pergunta não é se Maduro agrada ou desagrada. A pergunta é outra, bem maior:
quem controla quem se acha dono do mundo?

Porque quando a força substitui o direito, a democracia vira discurso decorativo e a soberania passa a valer menos que a vontade de quem tem mais armas.

E isso, gostem ou não, deveria preocupar todo mundo.

Eleições 2026: o impacto silencioso da Inteligência Artificial no processo democrático

Por: Wenderson Brito*

Quando falamos em eleições, normalmente pensamos em candidatos, propostas e debates. Mas o ciclo eleitoral de 2026 traz um elemento novo, silencioso e cada vez mais presente: a Inteligência Artificial. Não como protagonista explícita, mas como uma força que atua nos bastidores, influenciando a forma como informações circulam e chegam até as pessoas.

A Inteligência Artificial já organiza grande parte do que vemos no dia a dia. Ela define quais conteúdos aparecem primeiro nas redes sociais, sugere vídeos, filtra notícias e aprende continuamente com o comportamento dos usuários. É natural que essa mesma lógica também alcance o ambiente eleitoral.

Na prática, a IA permite analisar grandes volumes de dados e identificar padrões de interesse, linguagem e reação do público. Isso torna a comunicação mais eficiente, mas também mais segmentada. Cada grupo pode receber mensagens diferentes, adaptadas ao seu perfil. Quando isso acontece, o debate público tende a se fragmentar, e a sociedade passa a discutir temas semelhantes a partir de informações distintas.

Outro ponto que merece atenção é o avanço dos conteúdos artificiais. Hoje já é possível criar vídeos e áudios extremamente realistas, capazes de simular falas e imagens de pessoas reais. Quando usados de forma inadequada, esses recursos podem gerar confusão, desinformação e insegurança. O maior risco não está apenas na informação falsa, mas na perda de confiança. Quando tudo pode ser questionado, inclusive o que é verdadeiro, o ambiente democrático se fragiliza.

Ao mesmo tempo, é importante destacar que a Inteligência Artificial não é apenas um fator de risco. Ela também pode ser parte da solução. Sistemas baseados em IA já são utilizados para identificar comportamentos suspeitos na internet, como redes automatizadas de disseminação de conteúdo ou ações coordenadas de desinformação. Quando bem empregada, a tecnologia pode ajudar a proteger a integridade do processo eleitoral.

O desafio está no equilíbrio. A tecnologia avança em ritmo acelerado, enquanto regras e práticas institucionais ainda estão em construção. Mais do que proibir ou restringir, o caminho passa por transparência, responsabilidade e governança. É preciso criar parâmetros claros para o uso da IA, sem comprometer a inovação nem a liberdade de expressão.

Nesse contexto, o papel do cidadão se torna ainda mais relevante. Desenvolver senso crítico, checar fontes e desconfiar de conteúdos sensacionalistas passa a ser uma atitude essencial. Em um ambiente digital sofisticado, a consciência informacional deixa de ser um diferencial e se torna uma necessidade democrática.

A Inteligência Artificial não escolhe candidatos, mas influencia caminhos. Ela amplia vozes, acelera narrativas e exige maturidade institucional e social para ser utilizada de forma responsável. As eleições de 2026 serão um teste importante de como tecnologia, democracia e sociedade conseguem caminhar juntas.

Mais do que uma discussão política, trata se de uma reflexão sobre confiança pública, informação de qualidade e o futuro da cidadania em um mundo cada vez mais digital.

Wenderson Brito* é Especialista em Gestão Pública, Governança e Inteligência Artificial aplicada à Administração.

Autor do e book “Modernização no Setor Público: Digitalizando Processos para uma Gestão Eficiente”, um guia prático voltado para gestores e equipes públicas que desejam incorporar tecnologia e inovação na rotina administrativa.

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ERA SÓ QUESTÃO DE TEMPO: AVENIDA TAQUARI SE RESOLVE, SE ORGANIZA E VIRA EXEMPLO DE GESTÃO EM VALENÇA

Quem acompanha de perto a gestão municipal sabia: a transformação da Avenida Taquari era apenas uma questão de tempo. E o tempo, agora, deu razão. Sob a condução do prefeito Marcos Medrado, a via passou por um processo completo de requalificação que hoje entrega resultados visíveis, funcionais e duradouros, do jeito que a população esperava.

Depois das obras estruturantes de drenagem, que colocaram um ponto final nos alagamentos históricos, e da tão aguardada pavimentação asfáltica, a Prefeitura de Valença deu mais um passo decisivo. Nesta terça-feira (06), teve início a instalação da sinalização vertical ao longo da avenida, ação coordenada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e que fecha com chave de ouro um ciclo de intervenções.

Ao todo, são cerca de quatro quilômetros totalmente asfaltados, agora devidamente sinalizados, garantindo mais segurança, organização e fluidez no tráfego. Aproximadamente 40 placas de sinalização vertical estão sendo instaladas, somando-se à sinalização horizontal já concluída. O objetivo é claro: orientar motoristas e pedestres, reduzir riscos e dar mais tranquilidade a quem circula diariamente pelo local.

Esse mesmo roteiro já foi visto antes em Valença. Assim como aconteceu na Avenida Taquari, outras vias também passaram por momentos de crítica e cobrança, mas, com planejamento e persistência, acabaram resolvidas. A gestão do prefeito Marcos Medrado tem mostrado que obra bem feita não se improvisa: exige tempo, etapas e compromisso com o resultado final.

Quem vive o cotidiano da avenida percebe a mudança na prática. O comerciante Deivson Silva da Hora resume o sentimento de quem aguardou e hoje comemora. “Antes, quando chovia, alagava tudo. Hoje não alaga mais, o asfalto tá perfeito e agora chegou a sinalização. Melhorou muito pra gente que trabalha aqui e pra quem passa”, afirmou.

A Avenida Taquari deixa de ser sinônimo de problema e passa a ser referência de solução. Mais do que asfalto e placas, o que se vê é uma gestão que enfrenta os desafios, segura a pressão e entrega. Como já ficou claro em outras obras, com Marcos Medrado, quando o trabalho começa, é só questão de tempo até tudo se resolver.

FÉ, TRADIÇÃO E ALEGRIA NO MESMO BATUQUE: CAIRU VAI FERVER AO SOM DO REINADO DE SÃO BENEDITO

Cairu já tá no ponto, do jeito que a gente gosta: com fé no coração, música no ouvido e alegria espalhada pelas ruas. Em pleno final de semana da culminância do Reinado de São Benedito, a cidade vai viver dois dias de muita celebração, mostrando que aqui tradição não é enfeite, é raiz fincada no chão.

E quem segura esse andor com firmeza é ele: o prefeito Decinho, o homem que não deixa cair no esquecimento nem a cultura, nem a religiosidade do povo cairuense. Decinho entende que festa boa é aquela que respeita o sagrado, valoriza a história e ainda abre espaço pra todo mundo se divertir.

Os shows acontecem neste sábado (10) e domingo (11), a partir das 20h, na Arena Cajazeira, prometendo reunir moradores, filhos da terra, amigos e visitantes num grande abraço coletivo, daquele jeito caloroso que só Cairu sabe dar.

Sábado (10)
O palco vai tremer com DJ Gabriel Moral, Nea Anjos, Rock Salles e Robyssão, num repertório misturado, arretado e democrático, pra ninguém ficar parado.

Domingo (11)
A festa continua com DJ Gabriel Moral, Jeff Torres e Netto Brito, fechando a programação com alto astral, sorriso largo e aquela sensação boa de dever cumprido.

A Festa de Cairu é uma realização da Prefeitura Municipal, por meio das Secretarias de Cultura e Turismo, com apoio do Governo do Estado da Bahia, via Sufotur.

Mais que um evento, é a prova viva de que, sob a gestão de Decinho, Cairu segue firme: respeitando seus santos, exaltando sua cultura e celebrando sua gente. Porque aqui, tradição se honra, não se negocia.

MANCHETE OU MANOBRA? A FOLHA E O JORNALISMO DE SARJETA

Ex-conselheiro de Trump xinga Lula após crítica a ataque dos EUA”.
Essa é uma das manchetes da Folha de S.Paulo que, de tão absurda, chega a parecer pegadinha de mau gosto. Mas não é. Está lá, estampada, para quem quiser conferir no site.

E aí eu me pergunto, com sincera perplexidade: isso é falta de informação ou é má-fé mesmo? Alguém acredita, de verdade, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva perde um segundo do seu tempo com a opinião de um figurante do trumpismo? O tal Jason Miller não passa de um papagaio de pirata político, desses que vivem de gritar palavrão para ganhar migalha de atenção.

Mas a Folha sabe muito bem o que está fazendo. Há interesses claros por trás desse tipo de manchete. Não é segredo para ninguém que o jornal flerta, há tempos, com a extrema direita. E nada melhor, para esse público, do que publicar ofensas baratas tentando depreciar Lula, ainda que a fonte seja alguém sem relevância alguma.

O pior de tudo é o sentimento de humilhação de quem paga caro para ser assinante. A gente assina esperando análise, contexto, informação relevante. Em troca, recebe picuinha, fofoca política e provocação rasteira. É como pagar ingresso de teatro e assistir a um bate-boca de boteco.

Um leitor da própria Folha resumiu bem o vexame ao comentar no site que o sujeito “não teve moral nem para assumir cargo de confiança de Donald Trump, abatido pela revelação de um caso extraconjugal enquanto a esposa estava grávida”. Mesmo assim, a Folha foi lá buscá-lo para usar, com destaque, palavras de baixo calão contra o presidente do Brasil. Como bem disse o leitor: para a maioria dos brasileiros, Lula está muito acima dessa sarjeta.

E aí fica a pergunta que não quer calar: por que a Folha não apresentou o histórico do cidadão que xingou Lula? Simples. Porque não interessa. Para eles, o que vale não é informar, é satisfazer uma narrativa.

Teve gente séria, influente e respeitada no mundo inteiro que considerou violenta a ação de Jason Miller e do governo Trump. Mas esses comentários foram convenientemente ignorados. Não rendem cliques, não inflam bolhas, não alimentam o jogo.

Vai, vai, vai, Folha. Continue assim e depois não reclame quando o leitor perceber que o jornalismo crítico ficou pelo caminho, soterrado por manchetes que mais parecem panfleto de provocação.

EUA, ESPECIALISTAS EM DERRUBAR GOVERNOS E CHAMAR ISSO DE DEMOCRACIA

Os Estados Unidos, como manda o figurino, resolveram mostrar as unhas. Todo presidente americano precisa provar para seus patrícios e para o resto do planeta que eles são “o cara”, o xerife global, o dono da bola e do apito. É quase um ritual de posse informal: sentar na cadeira, ajustar a gravata e escolher quem vai apanhar da vez.

Eu não esqueço. Até Barack Obama, um presidente que eu respeitava, que cheguei a acreditar que teria coragem de acabar com o embargo covarde contra Cuba, também entrou no jogo. Mostrou as unhas, bateu no peito e matou Bin Laden. A mensagem foi clara: muda o discurso, muda o tom, mas o porrete continua o mesmo.

Americano é tudo igual quando o assunto é poder. Mas, convenhamos, pior que o americano só o papel vergonhoso dos venezuelanos nesse episódio. Entregaram o líder de bandeja ao inimigo, sem resistência, sem barulho, sem sequer fingir que houve luta. Nem teatro teve. Foi um silêncio constrangedor, desses que ecoam mais alto do que um canhão.

Os americanos se acham os donos do mundo, mas curiosamente só avançam onde não encontram resistência. Em todo lugar onde tentaram roubar, matar e posar de salvadores, encontraram reação. Vietnã, Afeganistão, Iraque… o custo foi alto. Mas na Venezuela? Um passeio. Um sequestro político transmitido em câmera lenta, com o mundo assistindo de camarote.

E o mundo, como sempre, cruza os braços. Fez isso com a Palestina, enquanto um genocida exterminava mais de 30 mil palestinos sob os olhos cúmplices das grandes potências. Fez vista grossa, fingiu neutralidade, chamou massacre de “conflito”. Agora faz o mesmo com a Venezuela.

Chegou a vez do país assistir às suas riquezas escorrerem pelo ralo, debaixo da própria fuça, sem reação, sem soberania, sem voz. Depois desse sequestro de Maduro, meu amigo, só Jesus na causa. Porque da política internacional não vem nada além de cinismo.

Os americanos seguirão sendo o que sempre foram: arrogantes, convencidos de que herdaram o planeta Terra no testamento de Deus. Para eles, tudo aqui é deles. Petróleo, território, governo alheio, destino dos outros povos. E enquanto não encontrarem resistência de verdade, vão seguir praticando atrocidades com discurso de democracia no bolso.

O mais irônico é a hipocrisia seletiva. Acusam Maduro de ditador e, por isso, vão lá e arrancam o sujeito do poder à força. Mas quando olham para Putin, que ninguém mais sabe há quanto tempo governa, enfiam a língua no buraco, desviam o olhar e fingem que não é com eles. Ditador bom é o que assusta.

No fim das contas, sobra pena. Pena de um mundo que ainda se ajoelha diante de um império decadente. Pena dos povos que pagam essa conta. E pena maior ainda de quem acredita que isso tudo é feito em nome da liberdade.