Iniciando a semana com o pensamento de que “não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças” (Leon C. Megginson)… Precisamos estar prontos e disciplinados para o exercício da adaptação, afinal a vida é isso: uma constante transformação! Nunca imaginaria estar em casa, em plena segunda-feira, de blazer e exercendo a advocacia… Essa é somente mais uma, dentre tantas mudanças! Enfim, “nada é duradouro como a MUDANÇA.” (L. Börne)
O Ministério Público Federal abriu investigação nesta segunda, 18, para apurar supostos vazamentos de informações da Polícia Federal na Operação Furna da Onça, deflagrada em novembro de 2018 e que levou à produção do relatório do Coaf relevado pelo Estadão que chegou ao ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz. A Procuradoria também pediu o desarquivamento do inquérito policial da própria PF, conduzido após suspeitas de vazamentos ainda em 2018.
A investigação foi aberta após o ex-empresário Paulo Marinho revelar, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, que um delegado da PF Rio informou a equipe do então deputado estadual Flávio Bolsonaro que a Furna da Onça chegaria ao Queiroz e sua filha, que até então trabalhava no gabinete de Jair Bolsonaro, em Brasília.
O delegado teria sugerido que ambos fossem demitidos e disse que seguraria a operação para depois do segundo turno das eleições presidenciais. A Furna da Onça foi deflagrada uma semana depois do pleito, em novembro de 2018. (Estão
O infectologista doutor Martoni, filho caçula de doutor Agostinho auxiliava ao pai no combate ao vírus
Na Sexta-feira (15), tive a oportunidade e o privilégio de conhecer o filho caçula do Dr. Agostinho, o Infectologista Martoni, um jovem médico que assim como o pai está muito preocupado com a pandemia que assola o mundo.
Depois de ter visto meu texto no blog onde faço um breve comentário sobre seu pai, doutor Martoni disse que gostaria de me conhecer e veio até minha casa. Nosso encontro foi marcado por muita emoção, ao lado de seu irmão, o vereador Agostinho, ele me agradeceu pelas palavras e eu disse que só tinha expressado meus sentimentos a verdade sobre Dr. Agostinho, o médico do sorriso e das palavras que curavam.
Em nosso encontro, eu comentei sobre a preocupação de Dr. Agostinho com a pandemia, ele disse que seu pai teria morrido também com essa preocupação do coronavírus, tanto que, ele faleceu em uma sala de reunião onde debatiam sobre a instalação de um centro de atendimento aos doentes que estava sendo instalado nas proximidades de local inapropirado.
Questionei ao Dr. Martoni que ajudava ao pai em desenvolver melhores estudos sobre a doença e a lida nos preparativos para implantar o protocolo de atendimento aos pacientes infectados em toda a região e ele me respondeu ontem em um texto pelo Whatsapp:
Pelegrini,
Primeiramente meu muito obrigado por ter me permitido conhecer sua família que meu pai cuidou até seu último dia fisicamente aqui na Terra.
E num momento de emoções amenizadas lhe escrevo com a preocupação que afligia a todos e não diferente, ao Meu pai. Ele estava muito preocupado com a Pandemia de coronavírus. Nossas conversas em texto estavam na sua grande parcela voltadas para troca de arquivos com informações da COVID-19, e como implantar o protocolo de atendimento na cidade de Valença. E naquela manhã do dia 13/05/20 ele me pediu protocolos já implantados em serviços que eu tinha participado (pra quem não sabe sou Infectologista).
Eu estava preocupado com a segurança dele nesse processo. Queria que as reuniões fossem por vídeo conferência. Mas enfim, ele queria sempre estar produzindo, trabalhando, sendo útil a todos, à sociedade. Não gostava da possibilidade de fazer parte do isolamento social… ele já estava fazendo precauções rígidas no seu domicílio. E ainda privar seu conhecimento de atividades já era demais. Olhar pela TV toda essa tragédia acontecendo não era do seu perfil. E eu me sentia orgulhoso porque ele também estava me ouvindo e confiando. (Mas conhecendo ele como é, ele estava mais feliz que eu).
Há meses atrás ele ficou muito feliz com o apoio de um grupo de colegas da área da saúde com sua indicação para provedor do Hospital. Por ser transparente como sempre foi, ligou diretamente para nosso amigo da família Marcelo Cabral (atual provedor) para comunicar esse movimento. E assim construir algo em conjunto… Fecharam dele ser o vice (só fiquei sabendo agora – teria ficado feliz e dito a ele).
Enfim, lhe escrevo, Pelegrini, para também através do seu canal de comunicação chamar atenção para a nossa cidade de Valença. Especificamente sobre as medidas de combate à disseminação do novo coronavírus. A doença COVID-19 mata, e mata muito! Ela é igual em todos os lugares, seja regiões frias ou quentes, litorânea ou no interior do país. O mundo sofreu. O que fará a diferença é como a sociedade encara e se prepara para isso. Como ela respeita ou não as medidas de combate. Como a gestão pública lidera todo esse processo?
Pelo bem de Valença e toda sua população peço que as pessoas se unam para realmente combater os impactos dessa pandemia. O distanciamento social, a redução das atividades econômicas, o uso de máscaras, as lavagem das mãos e superfícies e um local adequado para atendimento com profissionais de saúde bem treinados com EPIs apropriados suficientes para todos, com testagem para casos bem indicados; são as medidas fundamentais para mitigar o impacto dessa pandemia.
E quem sabe com essa união conseguimos resgatar a identidade de Valença perdida ao longo dos últimos anos e voltar com a posse do protagonismo da região?
Essa doença mata de várias formas… direta e indiretamente. E Meu pai faz parte das mortes indiretas relacionadas à COVID-19 associado ao nível de estresse elevado. Pensem nisso… a tragédia pode ser pior e bater a bater em mais uma porta…
Deixo aqui minha contribuição com esse apelo a minha Valença nunca esquecida, Valença terra de paz…
Martoni Moura e Silva, caçula de Agostinho. Valenciano, médico infectologista.
Ministra, que não é médica, foi ao interior do PI verificar protocolo de atendimento a pacientes de coronavírus.
Durante visita à cidade de Floriano (PI), nesta quinta (14), onde foi buscar um protocolo de atendimento a pacientes de coronavírus, a ministra Damares Alves (Direitos Humanos) defendeu o uso do remédio que divide a classe médica.
“Não tem comprovação científica? Como não tem? São milhares de páginas escritas por cientistas no mundo inteiro que o remédio dá certo, que a combinação de remédios… O que mais querem? Que um anjo desça do céu para dizer que o remédio dá certo?”, disse a ministra. (Folha)
A Polícia Civil de São Paulo cumpriu mandados de prisão preventiva na noite deste sábado (16) contra dois manifestantes bolsonaritas que já haviam sido detidos no último dia 2, em manifestação em frente à casa do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.
Segundo a ordem de prisão, Antônio Carlos Bronzeri e Jurandir Pereira Alencar descumpriram as medidas restritivas a que estavam submetidos por conta da sua primeira detenção, da qual foram liberados após pagarem fiança. Eles não poderiam sair de casa à noite e nem se aproximar do ministro do STF.
O Brasil superou a Itália e a Espanha em número de casos neste sábado (16), registrando 14.919 novas confirmações de infecções pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, segundo dados anunciados pelo Ministério da Saúde, e acumulando 233.142 casos confirmados desde o início da pandemia, em fevereiro.
Com isso, o país é agora o quarto com mais casos no mundo, atrás apenas de EUA, Rússia e Reino Unido e à frente dos 223.885 casos italianos e dos 230.698 espanhóis anotados pela Universidade Johns Hopkins. No mundo, os casos registrados da doença que eclodiu em dezembro último na China somam mais do que 4,6 milhões, com 310 mil mortes espalhadas por cinco continentes.
No mesmo período de 24 horas, foram computadas 816 novas mortes no Brasil por causa da doença, elevando o total para 15.633 mortes no mesmo dia em que o país completa dois meses do primeiro óbito por Covid-19 registrado e caminha rapidamente para tornar-se o epicentro da pandemia, ao lado dos EUA.
Apenas uma semana antes, no sábado, dia 9, o Brasil cruzara a barreira simbólica dos 10 mil mortos —um salto de mais de 50% nas mortes em sete dias. (Folha)
Hoje uma pessoa me ligou e perguntou se o prefeito Ricardo Moura relaxou o isolamento social na cidade, porque segundo essa pessoa o movimento na Praça da República parece estar normal, “vi crianças brincando no meio do jardim, carrinhos de cachorro-quente, de churrasquinho, sorveterias de açaí abertos e muita gente trafegando sem máscara por lá”, disse a pessoa.
Eu também ouvi falar que em alguns bairros aqui na cidade os bares estão funcionando tranquilamente, vendendo suas bebidas e suas mesas de dominós continuam tilintando suas pedras nas bancas.
Outro dia uma moradora do Guaibim me ligou dizendo que tem algumas barracas vendendo cervejas como se nada tivesse acontecido, inclusive uma dessas barracas que fica próxima ao antigo Pedra da Sereia, funciona todos os dias e até funcionários da prefeitura pode ser visto tomamdo umas e outras nessa barraca.
Me parece que Ricardo Moura há muito tempo que deixou de dar atenção à pandemia, já relaxou tudo, ainda não teve morte na cidade, as pessoas que foram contagiadas já estão quase todas recuperadas e por isso não se preocupou mais em montar o hospital de campanha, os boletins já não são mais divulgados diariamente, as barreiras já não tem mais rigor e pra completar, recebo essa informação de que a Praça da República está ao “deus dará”.
Infelizmente o ditado já diz: o brasileiro só fecha a porta depois que é roubado. Tivemos um exemplo aqui próximo de nós, o prefeito Fernando Brito de Cairu, num pequeno vacilo, quase joga todo seu bom trabalho por água abaixo, com o caso da morte de uma senhora de Gamboa.
Ricardo Moura deveria ao menos estar prestando contas dessas verbas que o município já recebeu para o combate à coronavírus, pra que a gente possa ver se ele está mesmo preocupádo com o povo de Valença.
Não se vê ninguém fiscalizando, vez ou outra a Guarda Municipal aperta um e mais nada.
Deus permita que nada de mal aconteça ao nosso povo.
Ônibus que chegou a SAJ trouxe equipe do Ibope para realização de estudo sobre COVID-19
Um ônibus que chegou à Santo Antônio de Jesus na manhã desta quinta-feira (14) trouxe um grupo de estudantes da Universidade Federal de Pelotas para realização de uma pesquisa sobre COVID-19.
O estudo epidemiológico, denominado “Evolução da prevalência de Infecção por COVID-19 no Brasil” tem financiamento pelo Ministério da Saúde e será realizado por meio do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE Inteligência) em 133 cidades do país.
Para o estudo que será realizado em três fases, será aplicado um questionário sobre a existência de doenças preexistentes e possíveis sintomas de COVID-19 nos últimos 30 dias, além da realização de um teste sanguíneo rápido por punção digital. As entrevistas e testes ocorrerão no âmbito domiciliar. Saiba mais em: https://institucional.ufpel.edu.br/projetos/id/u2620.
Devido as medidas de restrição, os pesquisadores precisaram de autorização especial para chegar à cidade. Todos os integrantes do ônibus apresentaram resultado de teste negativo para COVID-19, tiveram a temperatura aferida na barreira sanitária na entrada da cidade e foram direcionados a um hotel onde permanecem até que todos os protocolos de segurança sejam cumpridos, para então iniciar a pesquisa.
VERDADE, SÓ AQUI EM VALENÇA ACONTECE COISAS QUE "ATÉ DEUS DUVIDA " A NOSSA MENTE SE CONFUNDE OU QUIÇÁ OS…
[…] A matéria original pode ser consultada no Blog do Pelegrini. […]
Essa é uma das verdades verdadeiras que poucos, ou até, pouquíssimos mesmo, conseguem ver e discernir. E quando estes deixarem…
Ainda hoje existem escravos em todos os lugares do que é conhecido como mundo. Os entendidos como índios são tratados…
SERÁ? NÃO ACREDITO QUE O PREFEITO VÁ DE ENCONTRO À MAIORIA DOS VEREADORES, MESMO PORQUE SE ISSO ACONTECER, A EMENDA…
VERDADE, SÓ AQUI EM VALENÇA ACONTECE COISAS QUE "ATÉ DEUS DUVIDA " A NOSSA MENTE SE CONFUNDE OU QUIÇÁ OS…
[…] A matéria original pode ser consultada no Blog do Pelegrini. […]
Essa é uma das verdades verdadeiras que poucos, ou até, pouquíssimos mesmo, conseguem ver e discernir. E quando estes deixarem…
Ainda hoje existem escravos em todos os lugares do que é conhecido como mundo. Os entendidos como índios são tratados…
SERÁ? NÃO ACREDITO QUE O PREFEITO VÁ DE ENCONTRO À MAIORIA DOS VEREADORES, MESMO PORQUE SE ISSO ACONTECER, A EMENDA…