CONVITE ANIVERSÁRIO DA CIDADE

Ontem a noite fui procurado por um familiar do doutor Eduardo, que me pediu para postar essa retratação pública referente sua publicação na sua página do Facebook. Creio que reconhecer um erro é uma grande virtude de um homem, muitas pessoas duvidaram do que o doutor Eduardo postou, por achá-los tão gentil e atencioso com seus pacientes. Mas o doutor não se refutou do seu ato e foi humilde e sincero pedindo desculpas ao povo brasileiro. Da minha parte eu o perdoo, pela sua coragem em reconhecer o seu erro.
Leia abaixo a íntegra do seu pedido de desculpas:
Valença-Ba, 04 de novembro de 2014
Eu, ANTONIO EDUARDO QUEIROZ DE SOUZA, brasileiro, casado, médico, domiciliado em Valença-Ba, venho pedir sinceras e humildes desculpas aos brasileiros em geral, aos valencianos em particular, aos cidadãos do Baixo Sul inclusive que, pela forma desrespeitosa, agressiva e torpe com que me expressei em recente publicação na minha página do Facebook. Ao me deparar com a extensão e gravidade da publicação (inclusive mal escrita, sem nexo e com erro de ortografia, concordância e pontuação), perguntei-me: fui eu mesmo quem escreveu e publicou tal barbaridade? Respondi: Ou alguém invadiu minha página, ou tive o que se chama em medicina “Alteração brusca de comportamento e expressão”; Por algum motivo achei essa mais viável, pois o choque emocional que sofri ao constatar que a minha esperança de mudanças havia sido frustrada, explica o fato! Resolvi que aquelas barbaridades (evito-as repetir) deveriam ser deletadas. Aí surgiu a minha clássica dificuldade em lidar com computação, onde clico para deletar? Não sabia! Resolvi pedir ajuda a minha filha no dia seguinte, aí já era tarde demais, o mal estava feito. O fato de ter quase 72 anos não me torna hábil no manejo de um computador ou “tablet”, como uma jovem pessoa.
Lastimável que, com essa idade e 47 anos de digna profissão médica, dedicada a Valença e Baixo Sul, tenha gerado com o meu desequilíbrio momentâneo, tal onda de repulsa e desrespeito.
Mereci, e ninguém mais do que eu me adjetiva de forma negativa. Ofendi a mim mesmo, pois também sou brasileiro e nordestino; a meus amigos, colegas, parentes e ao povo em geral que, democraticamente divergem de minha opção eleitoral. Não sou político, nunca fui filiado a nenhum partido, sempre me mantive longe de palanques ou benesses oficiais; fui contra o governo de Fernando Henrique, votei no candidato do PT à presidência no 1º governo e agora senti necessidade de mudança -não sou fã do PSDB- sou um eleitor eclético.
Fiz anteriormente um pedido de desculpas em 27/10/2014 na minha página do Facebook, que não foi levado em consideração ou foi considerado insuficiente.
Reproduzo o que escrevi para uma cliente e amiga (atualmente residente no Ceará); fui do tempo da ditadura militar de direita, sofri com ela. Minha formatura não teve orador nem discurso de paraninfo (1967, em pleno AI 5). Curti a democratização, o retorno dos exilados. Agora, quarenta e tantos anos após, tive medo, pânico mesmo, da idéia de qualquer ditadura, seja de direita ou esquerda.
Para não ser bastante extenso, peço mais uma vez desculpas a todo aquele que se sentiu ofendido, inclusive desculpas aos meus filhos (minhas bençãos), aos meus netos, ao meu genro e nora, a todos os meus familiares, à minha esposa, -parceira, mãe de meus filhos-, a quem além das desculpas agradeço o amor, o apoio incondicional (mesmo com todos os motivos de censura). Certamente os decepcionei!
Não mais sei como me desculpar sem parecer bisonho. Peço perdão a Deus acima de tudo e agradeço a todos a análise e compreensão, afinal sou humano e falível.
Sem esquecer de que, nunca perguntei a qualquer cliente à sua opção política, pois no meu trabalho isto não importa.
Atenciosamente
Antonio Eduardo Queiroz de Sousa

Picolé de morango com cobertura de chocolate ao leite.

Qual a professora que nunca recebeu um agrado, um carinho, um presentinho e, até mesmo, um lanchinho de um aluno? Um gesto (aparentemente) tão simples e afetuoso quase resulta na morte da professora Ednalva Souza, vítima de um envenenamento. Os suspeitos são três meninos com idades entre 7 e 8 anos, seus alunos.
Ednalva é professora do 2º ano do ensino fundamental no Educandário Santana Amorim, na rua Aiene Miranda, na Mata Escura, onde o fato aconteceu na última sexta-feira.
Uma testemunha informou que, na hora do lanche, Ednalva recebeu dos meninos um biscoito recheado contendo chumbinho, veneno usado no combate a ratos. Ela foi levada às pressas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Hospital Roberto Santos, de onde já teve alta.
Segundo a assessoria de comunicação da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), a professora foi internada na unidade com sinais de envenenamento. Mas, como a dose foi considerada pequena, ela passou por uma lavagem estomacal e foi liberada no mesmo dia. (Leia mais no site do Jornal A Tarde)
Atendendo ordem da MM. Juiza de direito, venho fazer retratação pública neste blog, por uma informação veiculada no dia 10 de janeiro de 2012, nos comentários da postagem, intitulado, Quase 95% de babaquice de um leitor não identificado que fez um comentário dizendo que “Uma certa pessoa, que era arrendatário de um posto de gasolina do ex-prefeito de Valença, passava nota fria a um outro dono de posto de gasolina de Cairú”, ao que, o senhor Welington Nunes da Hora, acreditou ser direcionado a sua pessoa, por ele ser um dos arrendatários de um dos postos de gasolina do ex-prefeito de Valença.
Assim em cumprimento à determinação Judicial expressamente retrato qualquer ofensa ao que se achou ofendido, se é que existiu, informando que não confirmo qualquer ilícito sobre emissão de notas fiscais a quem quer que seja, já que não fui eu que fez o comentário.
Assim, ponho fim a esta celeuma, confirmando algo que seja indiscutível: Decisão Judicial é para ser cumprida e, eu como cidadão garantidor do estado democrático de direito, respeito a ordem judicial e deixo expresso atrav és desta retratação.
Os alunos que frequentam a Sala de Atendimento Educacional Especializada Municipal (SAEM), do Colégio Padre José Souza, localizado no bairro do Jacaré, foram contemplados nesta terça-feira (04) com um micro-ônibus devidamente equipado para transportar pessoas portadoras de necessidades especiais. Agora os pais não precisam mais de improvisos para a ida dos filhos à escola, uma verdadeiravia-crúcis com a total falta de acessibilidade nos veículos comuns.
“Este é o nosso dever e um direito de vocês. Quero aqui parabenizar o esforço e dedicação de toda equipe que tem trabalhado para vencer os desafios”, disse a prefeita Jucélia Nascimento.
Dando prosseguimento aos trabalhos visando a legalização dos imóveis e terrenos do Quilombo, o Governo de Valença, através da Secretaria de Meio Ambiente, realizou no último domingo (02), o cadastramento dos moradores do bairro. A regularização do Quilombo é um antigo anseio das cerca de 300 famílias que convivem com as precariedades de moradias inadequadas, sem energia elétrica e total falta de pavimentação. Para solucionar o problema, o Governo de Valença ouviu a comunidade e iniciou procedimentos com as participações do Ministério Público Estadual, Governo do Estado, Conselho do Meio Ambiente e os proprietários da área. Um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) foi assinado, colocando a Prefeitura como a responsável pela realização das tarefas administrativas. Os proprietários da área se comprometeram em doar à Prefeitura os terrenos que estão ocupados. A partir dai vem o trabalho pela legalização.
Tem muito tempo que não ouço rádio pela manhã, o único programa de rádio que me atrai para ouvir do início ao fim é o que Ricardo Lemos e Rodrigo Mário fazem na Clube de Valença, “Espaço Aberto”. Acho que o modelo é aquele, um programa de variedades entrevistas e entretenimento, onde pessoas participam e dão opiniões sobre diversos assuntos. Hoje eu resolvi ouvir a Rádio Rio Una pela manhã, mas não gostei do seu programa.
Tenho muito respeito ao radialista Arnaldo Santana, acho Arnaldo um homem maduro e com idéias novas. Agora, o formato do seu programa precisa mudar um pouco, essa coisa de ficar do início ao fim ouvindo denúncias de ouvinte, cansa e cansa muito. Sem contar que ao seu lado tem um capiau que fala coisa com coisa e deturpa tudo. É verdade que temos que informar sobre as condições da cidade, mas o que se vê nesse programa é um formato de perseguição à administração local. Perde a graça, fica parecendo programa de oportunistas.
Hoje mesmo ouvi o capiau falar, parecendo um grande entendido de todos os assuntos, dizia que para se resolver o problema que a empresa Galvão deixou na Bolívia, que era só reunir algumas pessoas fazer um abaixo-assinado, levar ao MP e pronto. Fácil assim. Parecia até que era uma grande autoridade no assunto. Se é fácil assim, porque não vai lá e resolve o problema para o povo? Agora, fica de dentro do estúdio de uma emissora de rádio, falando m… para nossos ouvidos e achando que nós, como se diz no popular, comemos esse reggae. Esse cara não sabe nem mesmo fazer demagogia.
Pior é que, a Radio Rio Una fica tentando enfiar em nossos ouvidos esses pseudo-radialistas, que falam mal, não entendem de nada e nós, nos sentimos abjetos, porque, ligamos o rádio para ouvir algo mais cultural e inteligente e ouvimos um radialista que por um motivo ou outro se sente o ‘cara’ e se acha no direito de emitir suas opiniões esdrúxulas.
Com isso quem perde somos nós, a cidade e a própria rádio, que perde a audiência e consequentemente os anunciantes.
Um recado para o meu amigo Arnaldo Santana: querido, faça um programa só seu, dentro dos seus padrões. Que você tem voz boa, não precisa nem dizer é experiente e muito inteligente. Faça isso que vamos ouví-lo, agora nunca atraia seus ouvintes para depois colocar um capiau do lado e fazer ele ser ouvido. No fim quem perde é você, porque não vamos perder tempo ouvindo idiotices.
VERDADE, SÓ AQUI EM VALENÇA ACONTECE COISAS QUE "ATÉ DEUS DUVIDA " A NOSSA MENTE SE CONFUNDE OU QUIÇÁ OS…
[…] A matéria original pode ser consultada no Blog do Pelegrini. […]
Essa é uma das verdades verdadeiras que poucos, ou até, pouquíssimos mesmo, conseguem ver e discernir. E quando estes deixarem…
Ainda hoje existem escravos em todos os lugares do que é conhecido como mundo. Os entendidos como índios são tratados…
SERÁ? NÃO ACREDITO QUE O PREFEITO VÁ DE ENCONTRO À MAIORIA DOS VEREADORES, MESMO PORQUE SE ISSO ACONTECER, A EMENDA…