DO VIRA-LATA AO PROTAGONISMO, UM BRASIL QUE NÃO SE ABAIXA MAIS

Na Folha de São Paulo, Waldemar Magaldi Filho nos convida a virar o jogo mental do “complexo de vira-lata” e enxergar o brasileiro não como submisso, mas como símbolo da mais poderosa das qualidades humanas: a adaptabilidade.
Em vez de aceitar o olhar do colonizador ou do imperialista como espelho, o autor propõe que miremos no que realmente somos: uma mistura única, resiliente, criativa e altiva, exatamente como o vira-lata que não precisa de pedigree para ser genial
A crítica às ameaças autoritárias de Donald Trump ao Brasil funciona como um estopim para refletirmos sobre nossa constante necessidade de validação externa. É hora de romper com o “complexo de colonizado”, que internaliza a inferioridade e busca tutores.
Somos um país soberano, diverso, pacífico e forte, que já enfrentou ditaduras, proclamou república, e não precisa de “pais” políticos nem de tutelas estrangeiras.
Ao defender nossa identidade, nossa história, e nossa democracia, resgatamos também o orgulho de ser brasileiro, esse ser miscigenado, engenhoso, que já passou da hora de assumir o protagonismo no mundo.
Sim, somos vira-latas, mas daqueles que sabem morder quando precisam e jamais abaixam a cabeça.







[…] medida confirma uma informação que já havia sido antecipada pelo Blog do Pelegrini em 22 de maio, quando publicamos…
Valeu, Eliezer, a satifação foi minha de viajar com um dos profissionais mais gabaritado da área.
Meu caro, Será que o povo vai prestigiar esses "eventos"?! Espero que tenha sucesso em cada bairro, que se valorize…
Profissional exemplar
Querido Pelegrini, que satisfação te conhecer pessoalmente, gratidão pelas palavras de reconhecimento. Sempre digo que "quem não vive pra servir,…