OAB-BA divulga nota de preocupação sobre cortes de recursos para ciência e educação
Desde 2015 as despesas correntes e de capital nas instituições de ensino superior do país têm sido objeto de cortes e contingenciamentos. Em 29 de março do ano em curso, o Decreto Federal n. 9.741 prevê um corte de aproximadamente R$ 5,9 bilhões. No mesmo sentido, o congelamento de investimentos em ciência e tecnologia atingiu 42%.
Somando-se a isso, o Poder Executivo Federal anuncia “descentralização” de investimentos em filosofia e sociologia o que poderá trazer prejuízos à formação de professores e alunos na academia, eis que optando por uma educação tecnicista, nega a modernidade da reflexão e a construção de um ambiente no qual se estudem os dramas sociais e as respectivas soluções e exata compreensão da realidade.
A pesquisa, a ciência e a tecnologia formam o tripé de desenvolvimento, não apenas econômico, mas, sobretudo humano de qualquer país. Com tais decisões, o governo federal inviabiliza a garantia de direitos fundamentais e cria embaraços a um regime democrático. O referido cenário está entrelaçado à polêmica PEC do congelamento dos gastos correntes que aguarda julgamento de ADIN’s na Suprema Corte.
Além desses aspectos, insta frisar que é incompreensível que as autoridades públicas legitimem a gravação de professores com intuito de constrangê-los, infringido claramente a Constituição da República que prevê a “liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber”, art. 206 da CF/88, intervindo por sua vez na liberdade de cátedra e na autonomia universitária, compreendida a partir de exposições críticas dos professores e pesquisadores.
É incompreensível também que, ao tempo em que o MEC anuncia bloqueio de 30% no orçamento da Universidade Federal da Bahia (UFBA), da Universidade de Brasília (UNB) e da Universidade Federal Fluminense (UFF), o ministro da Educação, em entrevista à imprensa, promova uma censura às universidades ao declarar que as instituições que ao invés de “procurar melhorar o desempenho acadêmico, estiverem fazendo balbúrdia, terão verbas reduzidas”. Tal declaração revela o caráter arbitrário e punitivo da decisão, em mais um ataque frontal à autonomia universitária e à liberdade de cátedra garantidas pela Constituição, sob pretexto inverídico, haja vista o bom desempenho das universidades citadas nos rankings nacionais e até internacionais.
Ante o exposto, Ordem dos Advogados do Brasil Seção Bahia, por meio da Comissão de Professores e da Comissão de Orçamento e Finanças Públicas, vem manifestar preocupação com as diretrizes e decisões adotadas no país, com relação ao sistema de educação, ciência e tecnologia.





Abrindo espaço para a privatização de instituições de ensino superior, o ministro da Educação, Abraham Weintrab, determinou o corte de pelo menos 30% dos recursos da Universidade de Brasília (UnB), da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Universidade Federal da Bahia (UFBA) por terem permitido que ocorressem supostos atos políticos, classificados por ele como “balbúrdia”; “Universidades que, em vez de procurar melhorar o desempenho acadêmico, estiverem fazendo balbúrdia, terão verbas reduzidas”, disse Weintrab. (
O radialista e empresário Marcos Medrado, havia dito quer só iria decidir se entraria na disputa da eleição de Valença a partir de fevereiro de 2019, mas parece que ele não aguentou ver uma pesquisa encomendada pelo governo do estado, onde ele está bem avaliado. O que deixou Medrado satisfeito mesmo, não foi sua pontuação, apesar de estar bem colocado, Medrado disse que ficou feliz foi com o número de indecisos, 57% dos entrevistados.






concordo plenamente com sua pontuação sobre esta questão. eu nunca gostei de foguete nem bomba, por min não existiriam esse…
Um novo nome sempre bom
Respondendo ao comentário "Verdade, Wolf, alí seria a verdadeira via que iria desafogar o transito..." Sem dúvidas, meu caro! Marcos…
Verdade, Wolf, alí seria a verdadeira via que iria desafogar o trânsito, os veículos não precisariam nem mesmo de subir…
Outrora havia um caminho que desafogava o centro de Valença. Acontece que a Fabrica de tecidos apropriou-se da via pública…