O COMÉRCIO DAS ARMAS DO VOTO DA POLÍTICA VIVENDO
Por Pr. Josafá Souza Costa
Só lamento que se o DEM, antigo (Arena 1 e Arena 2, PDS, PFL e agora DEMO) esteja em extinção, carregue também a credibilidade que tinha o PT, bem como outros grandes partidos que já se foram, os quais conquistam com o preço tão alto a credibilidade das massas, onde muitos ideais e vidas foram sacrificadas e também tenha jogado fora da forma mais vil possível a conquista de um legado que marcou a história de um povo sofrido e que acreditou no poder da impossibilidade, a despeito de tanta infâmia, injúria, calúnia e difamação, preço pago para se firmar diante daquilo que era hipotético!
Parece que o sonho acabou, pelo menos para alguns partidos e políticos, mesmo tendo esse ou aquele partido saído vitorioso da campanha eleitoral, pelo menos por quatro anos, depois volta tudo de novo. Mas é bom lembrar que nada é eterno, a não ser Deus, do qual muitos se lembram apenas quando o assunto é seu ego.
Parece que o ser humano é predisposto a ser credo naquilo que não merece nenhuma credibilidade, e execram aqueles de boa índole, de boas intenções, de bom alvitre e que de formas diversas já tem dado mostras altruístas e alvissareiras da pré-ocupação com causas nobres e dignas de serem vistas como um verdadeiro sacerdócio que é o prazer de servir a coletividade. Esses sempre ficam de fora, pois, na visão holística, deveríamos analisar o conjunto daquilo que é concreto e não daquilo que é hipotético e com afinidade para o obsoleto. Tornam-se vítimas desse descalabro especialmente as grandes massas, desprovidas do mínimo de análise cognitiva, reféns do estado de miserabilidade, famintos por pão e circo, transformados em meros expectadores da patifaria do mais sórdido espetáculo, ingenuamente transformando os súditos em bobos das cortes, “com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar”. Mesmo que as regras das leis sejam claras e que teimam em coibir, prevalece sempre o poder econômico do malfazejo que usa e abusa do capitalismo selvagem que compra de forma barata os bárbaros, seja com espécie, seja com cargos ou promessas futurísticas e maquiadas atos impressionistas.
A grande jogada da política brasileira está em ver o adversário tomar o poder e ter que entregar novamente ao oponente por ter agido igual ou pior que o antecessor. Estamos cansados dessa mesmice, dessa burrice comportamental e atitudinal dos velhos políticos da velha oligarquia e mesmo estando num estado democrático de direitos, vemos a avacalhação do sistema que para se estabelecer, anarquizou o obsoleto da ditadura militar. Ou será que não estamos sob o domínio de uma ditadura disfarçada de democracia? Se fizermos uma análise acurada, veremos que não devemos continuar cegos por partidos, nem por seus representantes, pois o que lhes interessa é apenas o poder, e como já dizia Chico Anísio, “O povo que se exploda”!
Devemos sim, conservar nossos valores morais, éticos e alguns outros mais, sem deixar que a possibilidade da eleição de tal político ou agremiação partidária nos encha de esperança, pois, só há esperança pra quem foi eleito, bem como para os seus súditos, além é claro, dos seus financiadores. O resto será sempre o resto, porque ninguém vale nada quando pelo nada se vendeu!
Só a educação promove o humano do seu estado escravocrata para senhor da sua própria razão de ser, não apenas de existir.





concordo plenamente com sua pontuação sobre esta questão. eu nunca gostei de foguete nem bomba, por min não existiriam esse…
Um novo nome sempre bom
Respondendo ao comentário "Verdade, Wolf, alí seria a verdadeira via que iria desafogar o transito..." Sem dúvidas, meu caro! Marcos…
Verdade, Wolf, alí seria a verdadeira via que iria desafogar o trânsito, os veículos não precisariam nem mesmo de subir…
Outrora havia um caminho que desafogava o centro de Valença. Acontece que a Fabrica de tecidos apropriou-se da via pública…