Categoria: Política

RAFA DE HILDÉCIO FORTALECE DIÁLOGO COM LIDERANÇAS DURANTE VISITA A CANAVIEIRAS

Dando continuidade à sua agenda de visitas por diversas cidades da Bahia, o pré-candidato à Assembleia Legislativa da Bahia, Rafa de Hildécio, esteve em Canavieiras, no sul do estado, onde se reuniu com apoiadores, lideranças políticas e comunitárias da região.

Conhecida carinhosamente como “Canes”, a cidade recebeu Rafa em uma série de encontros marcados pelo diálogo, troca de experiências e debates sobre políticas públicas voltadas ao desenvolvimento social e econômico da população baiana.

Durante a passagem pelo município, Rafa de Hildécio destacou a importância de ouvir as demandas da população e construir propostas alinhadas às necessidades reais das comunidades. Segundo ele, o contato direto com lideranças locais fortalece o compromisso com uma atuação política participativa e próxima do povo.

A agenda contou ainda com a presença de importantes lideranças da cidade, como Edmar e Abel, reconhecidos pelo trabalho junto à comunidade e pelo envolvimento nas causas populares.

“Tem encontros que não são apenas políticos, são conexões construídas com respeito, diálogo e vontade de fazer mais pelo povo. Seguimos somando forças, ouvindo, aprendendo e construindo caminhos para uma Bahia cada vez mais forte”, destacou Rafa.

A visita a Canavieiras faz parte de uma série de encontros que o pré-candidato vem realizando em diferentes regiões do estado, buscando ampliar o diálogo e apresentar projetos que pretende defender na Assembleia Legislativa da Bahia, caso seja eleito.

Será que os Bolsonaro ainda acreditam que o Trump vai salvar eles?

Tem muita gente começando a pensar assim: Flávio Bolsonaro e seus irmãos parecem acreditar que, se tiver pressão dos Estados Unidos em cima do Brasil, eles podem voltar ao poder ou escapar dos problemas políticos e da Justiça brasileira.

É como se parte do bolsonarismo estivesse apostando todas as fichas em apoio vindo de fora, porque aqui dentro do Brasil a situação já não é mais a mesma de antes. Muita gente que apoiava Bolsonaro em 2018 hoje já olha essa família com desconfiança.

E o mais curioso nisso tudo é a contradição.

Passaram anos gritando “Brasil acima de tudo”, dizendo que eram patriotas, defensores da pátria e da soberania nacional. Mas, na prática, os críticos dizem que eles vivem tentando agradar os americanos e entregando apoio aos interesses de fora.

Tem gente que chega a dizer que eles sonham com uma espécie de intervenção internacional, como se os Estados Unidos fossem entrar aqui, resolver os problemas deles, prender adversários e depois devolver o comando do país para o grupo bolsonarista. Claro que isso parece mais fantasia política do que realidade, mas é esse tipo de impressão que muitos brasileiros estão tendo quando veem o comportamento deles.

Enquanto isso, o povo vai percebendo algumas coisas.

O discurso continua forte para a militância apaixonada, aquela turma que defende Bolsonaro de qualquer jeito. Mas uma parte da população já cansou dessa guerra política sem fim, dessas brigas com instituições, ataques à Justiça e desse clima pesado que tomou conta do país nos últimos anos.

Hoje, muita gente simples começa a enxergar que patriotismo não é ficar batendo continência para bandeira americana nem viver procurando socorro lá fora. Patriotismo é defender os interesses do povo brasileiro aqui dentro: comida barata, emprego, saúde, educação e dignidade.

E talvez seja justamente por isso que a confiança numa parte dessa velha política esteja derretendo igual gelo no sol do meio-dia.

Secretário responde fala da vice-prefeita e tenta conter ruído político na Educação de Valença

A repercussão da fala da vice-prefeita de Valença, Lorena Mercês, sobre a situação da Escola Samuel Vale Lacerda ganhou um novo capítulo após a resposta do secretário municipal de Educação, que adotou um tom mais técnico e institucional para tentar conter o desgaste político criado dentro do próprio governo.

Depois de Lorena afirmar publicamente que estava “levando ao gestor municipal” o pedido da comunidade para reativação da escola, muita gente passou a questionar se a vice-prefeita estaria assumindo um papel de cobrança contra a própria gestão da qual faz parte.

A declaração gerou interpretações políticas imediatas. Afinal, sendo vice-prefeita, Lorena integra o Executivo e, teoricamente, deveria atuar ao lado da gestão e não como alguém que cobra o governo de fora para dentro.

Diante da repercussão, o secretário de Educação entrou em cena e procurou colocar água na fervura.

Segundo ele, a situação da escola é resultado de décadas de abandono e não de um problema criado pela atual gestão.

“A gente sabe que a educação de Valença foi abandonada por décadas, é o caso do Colégio Samuel do Vale Lacerda. Não há a mínima condição dele funcionar, mas a gente vai recuperá-lo, vai sim”, afirmou.

O secretário também tentou tranquilizar as famílias, destacando que os alunos estão sendo assistidos no Colégio Municipal Estância Azul, onde, segundo ele, possuem estrutura adequada, fardamento, merenda de qualidade, água potável e professores comprometidos.

A resposta do secretário muda um pouco o eixo da discussão e traz uma linha mais alinhada ao discurso do governo Medrado: reconhecer os problemas herdados, mas garantir que existe um plano de recuperação em andamento.

Ainda assim, o episódio deixou uma pergunta política no ar.

Se a gestão já reconhece o problema e afirma que vai recuperar a escola, por que a vice-prefeita sentiu necessidade de fazer um pronunciamento público quase em tom de reivindicação?

Nos bastidores, muita gente interpretou a fala de Lorena como um gesto político cuidadosamente calculado para marcar posição própria dentro da gestão. Outros acreditam que foi apenas excesso de protagonismo e uma tentativa de demonstrar proximidade com a comunidade.

O fato é que a resposta do secretário acabou funcionando também como uma espécie de correção de rota, tentando mostrar que o governo já estava atento à situação e que não precisava ser “alertado” por alguém que faz parte da própria administração.

Na política, palavras têm peso. E em Valença, onde qualquer movimento vira termômetro de alianças e desgastes, uma simples visita a uma escola acabou se transformando em assunto de bastidor, análise política e especulação sobre o clima interno do governo.

Pré-candidato a deputado federal, Ditinho da AviVip recebe apoio de Lorena Leite

Aproximação entre as lideranças reforça articulação política e fortalecimento de alianças na Bahia.

A liderança política do município de Igrapiúna, Lorena Leite, declarou apoio ao pré-candidato a deputado federal Ditinho da AviVip, durante um momento de diálogo e alinhamento político. A adesão reforça o reconhecimento regional do pré-candidato, que vem ampliando sua articulação em diferentes municípios da Bahia.

Ao comentar sobre a adesão e o fortalecimento do diálogo entre lideranças políticas, Ditinho destacou a importância da construção coletiva. “Fico feliz em receber o apoio de Lorena, uma liderança que conhece de perto a realidade do povo e que chega para somar nesse projeto de fortalecimento regional”, afirmou.

Lorena disputou as eleições municipais de 2024 para a Prefeitura de Igrapiúna. Em uma disputa acirrada, ela demonstrou força política nas urnas e consolidou seu nome entre as principais lideranças do município.

Durante o encontro, Lorena também ressaltou a importância da união entre lideranças políticas como Ditinho comprometidas com o desenvolvimento da Bahia. “Acredito na importância do diálogo e de projetos que busquem mais oportunidades e representatividade para os municípios baianos”, declarou.

A aproximação entre as lideranças representa um movimento de fortalecimento político e união de grupos que compartilham propostas voltadas ao desenvolvimento regional. O apoio também evidencia o crescimento da base de articulação de Ditinho, que segue ampliando diálogos e conquistando adesões em diferentes regiões do estado.

A união de lideranças demonstra ainda a busca por construção coletiva e fortalecimento de projetos políticos alinhados às demandas da população, ampliando o debate sobre desenvolvimento, representatividade e novas perspectivas para os municípios baianos.

“Se o secretário não fizer, eu sento o cacete!”: Pó da Pesca sobe o tom e dá recado na Câmara de Valença

Mexeram com meu vereador e a Sessão da Câmara de Valença ganhou temperatura de panela de pressão nesta terça-feira.

Pó da Pesca resolveu partir para o ataque, sem freio e sem anestesia, porque não gostou nada de ouvir os elogios a um secretário municipal que, segundo um dos seus pares, “agora é bom”.

Destemido como sempre e sem esconder irritação, o vereador fez um desabafo em alto e bom som que rapidamente virou comentário nos corredores da Câmara e nas redes sociais. Todo mundo falava: ‘você viu Pó!?’

“Escutei um vereador dizendo que agora o secretário é bom. Se ele não fazer, vereador, eu estou aqui para sentar o cacete. Não estou aqui para escutar lorota de você não, vereador. Certo? E ouvi você muito bem falar. Se ele não atender o pedido meu, eu também vou bater, vou esculhambar e acabou, rapaz. Eu não sou preso a secretário não, vereador.”

O discurso mostrou um Pó da Pesca inflamado, reafirmando que não pretende aliviar para secretário nenhum caso as demandas não sejam atendidas.

Na prática, o vereador quis deixar claro que não faz parte da “turma do amém” e que, para ele, secretário bom é secretário que resolve problema do povo, não secretário que ganha certificado de excelência em discurso de colega.

Parecia que tinham jogado uma bomba de mil molhada dentro da Sessão: primeiro fez barulho, depois deixou aquele clima de fumaça no ar.

E uma coisa é certa: gostem ou não do estilo dele, Pó da Pesca continua sendo um dos vereadores mais imprevisíveis e explosivos quando pega no microfone.

CDL de Valença Precisa Acordar: comércio não vai sobreviver só esperando festa da Prefeitura

Fica cada vez mais evidente um problema que muita gente comenta nos bastidores, mas poucos têm coragem de falar publicamente: a CDL de Valença parece ter perdido aquele espírito de luta e criatividade que já marcou o comércio da cidade em outros tempos.

Bons tempos aqueles de Osni, da Farmácia Taperoá, de Antônio, do Boticário, e de Ademir Costa à frente da CDL.

Na época do São João, o comércio praticamente respirava junto com a cidade. Corriam atrás de parcerias com a Prefeitura, ajudavam na ornamentação, promoviam campanhas, criavam promoções, sorteios e ações para aquecer as vendas. Existia entusiasmo, movimento e vontade de fazer o dinheiro circular dentro de Valença.

Hoje o que muita gente vê é uma CDL apática, silenciosa e acomodada, esperando que a Prefeitura faça tudo sozinha. Só que o cenário mudou.

O prefeito Marcos Medrado já mandou o recado no rádio: houve sequestro de cerca de R$ 8 milhões por débitos de gestões passadas e o município não tem condições de bancar uma festa gigante como no ano passado sem comprometer obras e serviços essenciais.

Ou seja: esperar um mega São João cair do céu pode ser ilusão.

A pergunta que fica é: e o empresariado vai fazer o quê? Vai continuar sentado olhando o movimento cair? Vai esperar cliente aparecer por milagre? Vai deixar o comércio morrer enquanto internet, Shopee e cidades vizinhas engolem o consumo local?

A CDL precisa voltar a ser protagonista. Precisa criar campanhas, promoções, festivais de descontos, ornamentação, marketing coletivo, eventos culturais, sorteios e ações que incentivem o povo a comprar em Valença.

Porque comércio forte não nasce apenas de palco e banda cara. Nasce de união, criatividade e atitude.

E convenhamos: diretor de CDL não pode funcionar apenas como espectador de crise tomando café e esperando a Prefeitura resolver tudo.

Vanuza Barroso surge como a “voz do cacau raiz” e promete sacudir a indústria do chocolate

Vanuza Barroso (ANPC)

Quem está chegando com força total no cenário nacional do cacau é a presidente da ANPC, Vanuza Barroso. A dirigente vem ganhando destaque por liderar uma das discussões mais importantes para os produtores brasileiros: a luta para que chocolate seja chocolate de verdade.

Vanuza é autora e defensora do projeto que estabelece que, para um produto ser chamado oficialmente de chocolate, ele precise ter pelo menos 35% de cacau em sua composição.

A proposta é vista como um divisor de águas para o setor, principalmente para os cacauicultores baianos, que há anos reclamam da desvalorização da amêndoa enquanto o mercado é inundado por produtos carregados de açúcar e gordura, mas com pouco cacau de verdade.

Na prática, a proposta de Vanuza mexe diretamente com a indústria alimentícia e reacende a esperança do produtor rural. Afinal, quanto maior a exigência de cacau nos produtos, maior tende a ser a procura pela amêndoa brasileira e, consequentemente, sua valorização no mercado.

E não para por aí.

Vanuza também ganhou respeito entre produtores ao atuar contra contratos de importação de cacau africano, uma medida que, segundo representantes do setor, poderia sufocar ainda mais o produtor nacional justamente num momento em que os custos de produção aumentam e o cacau brasileiro tenta recuperar seu valor histórico.

Para muitos produtores da Bahia, estado símbolo da cacauicultura brasileira, a atuação firme da presidente da ANPC começa a representar uma luz no fim da estrada de barro. Tem muita gente enxergando nela uma verdadeira “voz do cacau raiz”, alguém que conhece a realidade do campo e fala a linguagem de quem vive da terra e da colheita.

Nos bastidores do setor, já existe quem diga que Vanuza ainda prepara novas medidas e articulações para fortalecer o cacauicultor brasileiro, melhorar a renda do produtor e pressionar por mais proteção ao mercado nacional.

Enquanto isso, o pequeno produtor observa atento. Depois de muitos anos vendo o chocolate perder o gosto de cacau, talvez esteja começando a surgir um movimento disposto a devolver identidade ao produto e dignidade a quem vive da lavoura.

Deputados baianos que são contra o fim da escala 6×1 também receberam votos de trabalhadores de Valença

Enquanto milhares de trabalhadores brasileiros seguem enfrentando a pesada rotina da escala 6×1, trabalhando seis dias para descansar apenas um, um grupo de deputados federais baianos decidiu ficar do lado contrário da mudança que muitos trabalhadores defendem no país.

E o alerta vale também para Valença, onde muitos desses parlamentares receberam votos importantes na última eleição.

Os deputados Capitão Alden, Arthur Oliveira Maia, José Rocha, Roberta Roma, João Carlos Bacelar, Diego Coronel, Paulo Azi, Rogéria Santos e Claudio Cajado aparecem entre os parlamentares contrários ao debate e ao avanço do fim da escala 6×1, modelo considerado por muitos trabalhadores como desumano e ultrapassado.

A discussão sobre a redução da jornada ganhou força em todo o Brasil porque mexe diretamente com a qualidade de vida do povo.

O trabalhador acorda cedo, pega sol, chuva, ônibus lotado, passa o dia inteiro em pé em supermercado, loja, padaria, farmácia, oficina ou construção civil, e quando chega em casa praticamente só encontra tempo para dormir e começar tudo de novo.

Enquanto isso, muitos políticos passam a semana em gabinetes refrigerados, com salários altos, assessores, diárias e uma rotina bem distante da realidade de quem vive do salário apertado no fim do mês.

Em Valença, cidade onde grande parte da população trabalha no comércio, no setor de serviços e no turismo, essa discussão deveria ser ainda mais observada.

Tem trabalhador que votou nesses deputados acreditando que eles defenderiam melhores condições de vida, mas agora precisa refletir: afinal, quem está mesmo do lado do trabalhador?

O debate sobre a escala 6×1 não é humano. É sobre pai e mãe de família terem mais tempo com os filhos, sobre saúde mental, descanso digno e qualidade de vida.

Afinal, ninguém vive só para bater ponto. Tem gente que praticamente conhece mais o gerente do trabalho do que os próprios filhos dentro de casa.

Na próxima eleição, talvez o trabalhador precise olhar menos para vídeo de internet, frase pronta e guerra ideológica, e observar mais quem realmente levanta a bandeira de quem acorda cedo para mover esse país.

Porque no fim das contas, o voto também funciona como relógio de ponto: registra exatamente de que lado cada um escolheu ficar.