Categoria: Política

Hildécio rebate críticas, reafirma transparência e mostra por que Cairu vive um novo tempo

Na reabertura dos trabalhos legislativos, sexta-feira (20), o prefeito Hildécio MeireleS cumpriu o protocolo transformou a tribuna da Câmara em palco de esclarecimento público, defesa da verdade e reafirmação de compromisso com o desenvolvimento de Cairu.

Ao cumprimentar o presidente da Casa, vereador Antônio Costa Damasceno, e todos os parlamentares, Hildécio falou da importância da harmonia entre Executivo e Legislativo. Para ele, desenvolvimento só acontece quando os poderes caminham lado a lado, com respeito institucional e responsabilidade compartilhada.

Mas o prefeito decidiu ir além da formalidade. Quebrou o rito da leitura da mensagem anual para tratar de um tema que vem movimentando redes sociais e grupos de discussão, especialmente em Morro de São Paulo.

Antes e depois de Hildécio

Sem falsa modéstia, como ele mesmo disse, o prefeito relembrou que o desenvolvimento turístico do Morro se confunde com sua própria trajetória política. Quem conheceu a localidade antes de 1993 sabe que a realidade era outra. Terminal marítimo deteriorado, ausência de água tratada, inexistência de sistema de esgotamento sanitário, infraestrutura precária.

Foi sob sua gestão que chegaram:

  • Novo terminal marítimo
  • Água tratada da Embasa
  • Sistema de esgoto tratado
  • Requalificação completa da vila
  • Urbanização da Vila Nossa Senhora da Luz
  • Requalificação da Segunda e Terceira Praia
  • Ampliação atual da orla

Na saúde, a transformação também é concreta. Unidade nova, plantão médico permanente, ambulância 24 horas, lancha para transporte de pacientes, equipe completa bancada pelo município. Apenas no Morro, o custeio anual gira em torno de mais de cinco milhões de reais, sendo que pouco mais de quinhentos mil vêm do SUS. O restante sai dos cofres municipais.

Na educação, prédios modernos substituíram casas alugadas. Escola Nossa Senhora da Luz reconstruída. Creches construídas no Zimb 2 e na região da Lagoa. Investimento estruturado pensando no futuro.

É por isso que muitos dizem que existe um antes e um depois de Hildécio em Cairu. O município deixou de ser promessa e virou referência.

A polêmica da TUPA e o enfrentamento das redes

O prefeito também enfrentou o debate sobre a taxa cobrada dos visitantes. Explicou que o aumento tem como principal finalidade custear o transbordo do lixo, que hoje é retirado das ilhas e destinado a aterro sanitário licenciado. Operação complexa, cara e necessária. O custo anual chega próximo de dezoito milhões de reais.

Ele deixou claro que o morador não paga a taxa. Quem paga é o visitante, justamente por ser o maior gerador de resíduos. Segundo ele, seria injusto transferir esse custo à população local.

Sobre as críticas de falta de transparência, Hildécio anunciou medidas concretas:

  • Criação de estrutura específica para gerir a taxa
  • Prestação de contas mensal detalhada
  • Divulgação pública de receitas e despesas
  • Abertura para auditoria por representantes da sociedade

Transparência, segundo ele, além do discurso, será prática documentada.

Resposta às acusações na saúde

Ao comentar episódio recente envolvendo a morte de um visitante por infarto fulminante, o prefeito rebateu informações divulgadas nas redes que afirmavam inexistência de atendimento médico no Morro. Classificou como inverdade. Reforçou que há plantão médico, ambulância, lancha e estrutura de emergência funcionando.

Reconheceu que o município não possui hospital, mas destacou que nem cidades maiores conseguem manter hospitais sem apoio estadual ou federal. Ainda assim, afirmou que busca junto ao Governo do Estado uma unidade de saúde mais avançada para o arquipélago.

Números que desmontam mitos

Hildécio apresentou dados fiscais que desmontam a ideia de que o Morro sustenta todo o município. Em 2025, a arrecadação total dos principais tributos municipais foi de aproximadamente vinte milhões de reais. Apenas a folha da educação do Morro ultrapassa dezesseis milhões.

Ou seja, a conta não fecha como alguns imaginam. O município investe mais do que arrecada em diversas áreas estratégicas.

Firmeza e compromisso

Em tom firme, o prefeito deixou claro que não governa para aplausos fáceis, e sim para resultados concretos. Reconhece falhas quando existem, mas não aceita distorções da realidade.

Reafirmou que continuará disciplinando quando necessário, investindo onde precisa e defendendo o interesse coletivo acima de pressões momentâneas.

O discurso foi um recado direto: Cairu não retrocede. O desenvolvimento iniciado lá atrás continua em curso. E se hoje o arquipélago é referência em turismo, infraestrutura e serviços públicos, isso tem assinatura.

Hildécio Meireles se consolida como um gestor que além de administrar, transforma. Cairu é, cada vez mais, a prova de que planejamento, coragem e compromisso produzem resultados duradouros.

Rua Alagoas ganha asfalto após décadas de abandono e transforma a mobilidade na Bolívia

A Rua Alagoas, importante via que liga o maior bairro de Valença, a Bolívia, à BA 001, acaba de receber pavimentação asfáltica, realizando um antigo sonho dos moradores, tanto da Bolívia quanto da própria rua.

Antes da intervenção, a Rua Alagoas era considerada uma das piores vias da cidade para trafegar. Nos períodos de chuva, além dos inúmeros buracos, o logradouro ficava completamente alagado, causando transtornos constantes aos moradores, que chegavam a perder bens danificados pela invasão da água.

Após quase três décadas de espera, a comunidade finalmente vê a realidade mudar. Durante muitos anos, sequer um paralelepípedo foi colocado na via.

Antes da aplicação do asfalto, o trecho recebeu serviços de drenagem executados pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Valença (SAAE), etapa fundamental para garantir a durabilidade da obra e evitar futuros problemas com infiltrações e alagamentos.

O prefeito Marcos Medrado destacou o impacto direto da obra na rotina da população. “Quando chovia, era a rua da lama. Agora a lama acabou. Estamos trabalhando para um povo que vinha sofrendo muito. Isso aqui era uma calamidade. Todos os dias havia reclamações. Hoje é um tapete e vai continuar assim”, afirmou.

Agência Irregular é Fechada em Fiscalização no Atracadouro de Bom Jardim em Valença

Uma operação realizada na tarde desta quinta-feira (19) interditou uma agência de viagem que funcionava de forma irregular em Valença. A ação foi coordenada pela Prefeitura, com apoio da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, no Atracadouro do Bom Jardim.

Durante a fiscalização, o estabelecimento não apresentou documentos obrigatórios para funcionamento, incluindo o alvará municipal e o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), essencial para garantir a segurança contra incêndios.

Diante das irregularidades, a agência foi interditada. A Prefeitura informou que as fiscalizações serão intensificadas para assegurar o cumprimento da lei e a proteção da população. Um representante da Câmara Municipal também acompanhou a operação.

CARNAGAMBO2026: FOI RETADO, FOI ORGANIZADO E DO JEITO QUE A GAMBOA MERECE!

O CarnaGamboa 2026 foi coisa bonita de se ver, visse? Organização tinindo, povo na rua até cansar o pé e uma programação musical que só Cairu sabe fazer: tinha de tudo um pouco e tudo bem temperado.

A Gamboa mostrou que não brinca em serviço quando o assunto é cultura no Arquipélago de Cairu.

Foram mais de 30 atrações espalhando som, sorriso e suor de felicidade pra todo lado. Morador misturado com visitante, comércio vendendo que só água no deserto e a tradição carnavalesca da comunidade pulsando como o coração das mulatas sambistas.

Realizado pela Prefeitura de Cairu, com patrocínio do Ministério do Turismo e da Embasa, o CarnaGamboa desse ano veio daquele jeito: programação vasta, ritmos variados, artista da terra valorizado e artista da região chegando junto.

A Gamboa virou palco, virou vitrine e virou ponto de encontro de quem gosta de festa bem feita.

E o encerramento? Foi na quarta-feira (18) com aquele tempero especial que só a Bahia sabe dar. O tradicional Bloco dos Garis desceu a rua fazendo graça, arrancando risada e mostrando que carnaval só serve com o povo como protagonista.

Foi um fechamento arretado, de cabeça erguida e coração satisfeito. Cultura, turismo e desenvolvimento tudo misturado no mesmo balaio, mostrando que quando a gestão pega firme, o resultado aparece.

O que se viu no CarnaGamboa foi muita festa e identidade, economia girando, alegria espalhada na maré. E quem esteve lá sabe: foi coisa de primeira, meu rei.

CURRÍCULO NÃO É CARGO, É HISTÓRICO

Recebi e publiquei, na íntegra, o texto enviado pela vice-prefeita exercendo seu direito de resposta. Como sempre fiz, respeito o contraditório. O debate político não pode ter dono.

Dito isso, vamos ao ponto.

Ninguém questionou trajetória.

Ninguém apagou histórico.

Ninguém negou leis, audiências públicas ou atuação passada.

Mas é preciso separar as coisas: currículo é o que a pessoa já fez. Cargo é o que está fazendo agora.

O debate levantado não foi sobre o que aconteceu quando era vereadora ou secretária. Foi sobre o papel político exercido hoje, no presente, na condição de vice-prefeita.

E aqui está o centro da questão.

A vice-prefeita afirma que cumpre rigorosamente o papel que a legislação estabelece. Correto. A lei realmente não concede secretaria própria nem estrutura autônoma.

Mas a política não se resume ao que está escrito na lei. Política também é presença, articulação, influência, protagonismo.

Vice-prefeito não é cargo ornamental.

Também não é cargo meramente protocolar.

E muito menos pode se limitar à espera de convocação.

A população não elege vice para ser figura técnica de bastidor. Elege para ser liderança ativa.

O texto apresentado enumera ações passadas e explica limites legais. Mas o eleitor quer saber algo mais simples: qual é a marca política atual? Onde está a atuação visível? Quais pautas lidera hoje? Que bandeiras levanta publicamente?

Isso não é ataque. É questionamento político legítimo.

Quanto à insinuação de que críticas reduzem mulher a “cota” ou “figura decorativa”, é importante esclarecer: debate político não pode ser interditado por rótulos emocionais.

Mulher na política deve ser respeitada, sim. E exatamente por isso deve ser cobrada como qualquer outro agente público.

Igualdade também significa igualdade na cobrança.

Reafirmo: respeito pessoal sempre existirá.

Mas questionamento político continuará existindo.

Porque aqui não se faz ataque.

Aqui se faz debate.

E debate se faz com luz acesa.

Pelegrini

“A VERDADE SOBRE O PAPEL DA VICE-PREFEITA: TRABALHO, RESULTADOS E RESPONSABILIDADE”

A vice-prefeita enviou ao Blog do Pelegrini um texto exercendo seu direito de resposta à matéria publicada ontem. Como espaço plural, publicamos na íntegra sua manifestação

Diferente de narrativas superficiais que tentam reduzir a atuação da vice-prefeita a uma “figura ilustrativa”, é preciso restabelecer a verdade com base em fatos concretos e históricos de atuação pública.
Antes mesmo de ocupar a vice-prefeitura, enquanto vereadora, exerceu com zelo e protagonismo a função constitucional de legislar e fiscalizar. Foi autora e defensora de leis relevantes, como:
Lei de combate à violência obstétrica;
Propostas voltadas à acessibilidade e mobilidade urbana;
Realização de audiência pública em defesa do IFBA;
Atuação direta junto ao Ministério da Educação para impedir a retirada ou unificação dos Institutos Federais, preservando conquistas educacionais para o município;
Entre outras políticas públicas que deixaram marcas reais na cidade.
Na condição de Secretária de Educação, sua gestão também foi marcada por resultados objetivos e mensuráveis:
Defesa e pagamento do piso máximo do magistério;
Distribuição de fardamento para todos os alunos da rede pública;
Aquisição de ônibus escolares;
Reformas e melhorias estruturais nas escolas municipais.
Esses não são discursos, são ações concretas.
Como vice-prefeita, cumpre rigorosamente o papel que a legislação estabelece: função de assessoramento ao Executivo. A vice não possui secretaria própria, nem estrutura administrativa autônoma. Sua atuação se dá por meio de diálogo institucional, apresentação de projetos via ofício, indicações de demandas da população — como medicamentos e profissionais necessários — além de solicitar e acompanhar obras, sempre dentro dos limites legais da função.
É fundamental esclarecer: o lugar da vice é ao lado do gestor quando requisitada, conforme a dinâmica administrativa e a legislação vigente. Não se trata de vontade pessoal, mas de respeito à estrutura legal do Executivo municipal.
Reduzir a atuação de uma mulher na política à ideia de “cota” ou “figura decorativa” revela desconhecimento da gestão pública ou, pior, desconsideração pela trajetória construída com trabalho, competência e resultados.
Mulheres na política não são concessão. São escolha legítima do povo e ocupam espaços por mérito, preparo e compromisso.
Quem acompanha a política pública de perto sabe: há trabalho, há presença, há responsabilidade e há contribuição efetiva.
O debate político é saudável. A desinformação, não.

PEC 12/2022 PODE ABRIR CAMINHO PARA MAIS UM MANDATO EM CAIRU: E SE FOR HILDECIO DE NOVO?

A política brasileira nunca fica parada. Quando a gente acha que o jogo está definido, surge uma emenda constitucional para mexer nas regras do tabuleiro.

A chamada PEC 12/2022, que tramita no Senado Federal, propõe alterar a Constituição para estabelecer a inelegibilidade dos chefes do Poder Executivo para o mesmo cargo em eleições subsequentes. Mas, no meio da mudança, abre-se uma janela.

Pelo texto em discussão, prefeitos em primeiro mandato continuariam podendo disputar a reeleição. Já aqueles que estão no segundo mandato poderiam ter uma candidatura excepcional, uma espécie de “última oportunidade” antes da nova regra entrar em vigor.

Como destacou o senador Ciro Nogueira ao apresentar a proposta, prefeitos reeleitos em 2024 poderiam disputar novamente em 2028, dentro de uma transição que ajustaria o sistema eleitoral.

E é aqui que o assunto deixa de ser Brasília e passa a ser Baixo Sul.

Em Cairu, isso pode significar algo bem concreto: a possibilidade de Hildécio Meireles disputar mais um mandato.

E vamos falar com franqueza: se existe um gestor que transformou Cairu em referência administrativa, organizou finanças, fortaleceu o turismo, estruturou serviços e deu identidade política ao município, esse nome é Hildécio.

Não se trata apenas de tempo de poder. Trata-se de legado.

Enquanto muitos municípios patinam em crise fiscal e desorganização administrativa, Cairu virou case. Obras estruturantes, fortalecimento cultural, presença institucional firme e uma gestão que consolidou o arquipélago como potência turística da Bahia.

Se a PEC for aprovada, abre-se a possibilidade de um terceiro mandato numa regra de transição. E aí a pergunta deixa de ser jurídica e passa a ser política:

Cairu quer continuidade ou quer ruptura?

Os adversários, que já fazem conta para 2028, talvez precisem rever a matemática. Porque, se a janela constitucional se confirmar, Hildécio pode não estar de saída. Pode estar apenas preparando mais um ciclo.

E convenhamos: quando um gestor é considerado por muitos como o melhor da história do município, a discussão deixa de ser “se pode” e passa a ser “se deve”.

A PEC 12/2022 continua em tramitação. Mas em Cairu, o debate já começou.

E quem achava que 2028 marcaria uma despedida definitiva, talvez tenha que guardar a faixa para outra ocasião.

ENTRE O SENSACIONALISMO E OS FATOS: MORRO DE SÃO PAULO NÃO SE ANALISA POR “IMPRESSÃO PESSOAL”

Por Alcides Bulhões*

Nos últimos dias, circulou nas redes sociais uma publicação afirmando que o Morro de São Paulo estaria “vazio”, inclusive em pleno verão e Carnaval, atribuindo essa situação à Tarifa de Uso do Patrimônio (TUPA). A narrativa chama atenção pelo tom dramático — mas carece de fundamento técnico e estatístico.

A análise apresentada se apoia exclusivamente em percepção individual, em um recorte visual momentâneo, transformado em conclusão generalizada. Trata-se de típico exemplo de enxerto opinativo: um olhar próprio, não comprovado por dados oficiais, elevado à condição de verdade absoluta.

Mas turismo não se mede por fotografia isolada nem por horário específico. Mede-se por fluxo consolidado, por números acumulados, por indicadores objetivos.

E os dados demonstram que, nos últimos anos, houve aumento no número de visitantes, inclusive após a consolidação da TUPA. Sistemas de monitoramento e controle de acesso registram crescimento no fluxo turístico e manutenção da atratividade do destino.

DADOS OBJETIVOS CONTRA NARRATIVAS EMOCIONAIS

É natural que redes sociais favoreçam discursos de impacto. O problema surge quando a busca por engajamento substitui a responsabilidade com a informação.

Afirmar que a cidade está vazia por causa da tarifa ignora:
• o histórico recente de crescimento do turismo;
• os índices de ocupação em períodos de alta estação;
• o caráter sazonal e dinâmico do fluxo turístico;
• e, sobretudo, a função estrutural da própria tarifa.

Sem comprovação numérica, a crítica torna-se mera opinião — legítima como expressão individual, mas insuficiente como diagnóstico coletivo.

A TUPA COMO INSTRUMENTO DE EQUILÍBRIO

A TUPA não foi criada para restringir visitantes, mas para administrar impactos. Morro de São Paulo é destino de grande apelo e sofre, naturalmente, com:
• aumento expressivo da geração de resíduos sólidos;
• pressão sobre a limpeza urbana;
• desgaste da infraestrutura pública;
• necessidade constante de manutenção ambiental.

Os recursos arrecadados são essenciais para custear essa sobrecarga. Sem eles, o custo recairia exclusivamente sobre os moradores ou sobre um orçamento municipal já limitado.

O debate é legítimo. O sensacionalismo, não.

CONCLUSÃO

O Morro de São Paulo não pode ser reduzido a uma narrativa construída a partir de percepção isolada. Políticas públicas devem ser avaliadas por dados, resultados e sustentabilidade de longo prazo.

Criticar é parte da democracia. Mas criticar com base em impressão pessoal, desprovida de números e contexto, não contribui para o debate sério.

Os fatos permanecem: o destino segue relevante, o fluxo turístico se mantém consistente e a TUPA cumpre papel essencial na preservação da infraestrutura que sustenta a própria atividade turística.

Entre a emoção e a evidência, os números continuam sendo o melhor argumento.

*Alcides Bulhões é advogado e criador da TUPA