Valença viveu um domingo (6) de esporte, solidariedade e muita animação com a primeira edição da Corrida e Baba dos Clássicos. O evento reuniu milhares de pessoas e movimentou as ruas da cidade e o Estádio Antônio Sereia.
A programação começou cedo, com aquecimento comandado pelo dançarino Thiago Mascarenhas. Em seguida, os participantes encararam um percurso de cinco quilômetros, com largada e chegada no estádio.
A corrida também teve caráter solidário, com arrecadação voluntária de dois quilos de alimentos. Houve sorteio de brindes e entrega de medalhas aos 500 primeiros participantes que cruzaram a linha de chegada.
Depois da corrida, foi a vez da bola rolar. Com o Antônio Sereia lotado, Bahia e Vitória fizeram um Ba-Vi cheio de rivalidade e emoção. Dentro de campo, o Bahia levou a melhor e venceu por 2 a 0.
Para fechar o domingo em clima de festa, a banda Samba SD colocou o público para dançar.
O secretário municipal de Juventude e Esportes, Madger William, comemorou a grande participação popular e afirmou que a Corrida e Baba dos Clássicos veio para ficar no calendário esportivo de Valença.
“Foi um domingo de muita energia, saúde, lazer e confraternização. Já estamos pensando na próxima edição, que será ainda maior e melhor”, destacou.
O cidadão comum acompanha os acontecimentos de Brasília e também tem o direito de formar sua opinião. E, diante de tudo o que estamos vendo, a minha é muito clara: André Mendonça vem se comportando menos como um ministro imparcial do Supremo e mais como uma espécie de advogado informal da família Bolsonaro.
Não estou afirmando que exista um contrato ou uma ordem direta dos Bolsonaro. Estou falando da postura pública do ministro, das suas decisões e da diferença de tratamento que parece existir conforme o lado político envolvido.
Quando ainda era ministro da Justiça de Bolsonaro, Mendonça mandou a Polícia Federal investigar um cidadão de Palmas, no Tocantins, que colocou num outdoor que Bolsonaro “não valia um pequi roído”. O STJ acabou trancando o inquérito por entender que aquilo era uma crítica política protegida pela liberdade de expressão.
Agora surge um relatório da própria Polícia Federal mostrando outra situação estranha: Mendonça teria levado apenas nove dias para analisar um pedido de busca contra Jaques Wagner, do PT, mas demorou 75 dias no caso envolvendo Cláudio Castro, político do PL e aliado de Bolsonaro. No caso de Ciro Nogueira, que também foi ministro de Bolsonaro, foram 29 dias.
A própria PF ressalvou que esses números, sozinhos, não provam perseguição ou proteção política. Os processos podem ter complexidades diferentes. Mas nove dias de um lado e 75 do outro formam uma diferença grande demais para ser ignorada. No mínimo, o ministro deve uma explicação convincente ao país.
Temos também o caso Dark Horse, filme sobre a trajetória de Jair Bolsonaro. Mensagens, documentos e áudios revelados pela imprensa indicaram que Flávio Bolsonaro negociou com Daniel Vorcaro um financiamento milionário para a produção. Os valores discutidos chegariam a aproximadamente R$ 134 milhões, dos quais cerca de R$ 61 milhões teriam sido transferidos, segundo a investigação jornalística.
Flávio aparece tratando Vorcaro com intimidade, chamando-o de irmão e dizendo que estaria sempre ao lado dele. Isso, por si só, não prova crime. O que precisa ser esclarecido é a origem do dinheiro, por onde ele passou e qual foi sua verdadeira destinação.
O caso está sendo investigado, é verdade. André Mendonça autorizou a abertura de inquérito depois de uma notícia-crime, da manifestação da Procuradoria-Geral da República e da redistribuição do processo. Mas foi tudo conduzido com bastante cautela.
Quando apareceram informações envolvendo Alexandre de Moraes, porém, a disposição de Mendonça pareceu outra. Segundo relatório interno da PF — que contém hipóteses classificadas como de baixa confiança e sem valor probatório —, Mendonça teria demonstrado interesse pessoal na abertura de uma investigação contra o colega e determinado diligências sem provocação anterior da PF ou da PGR.
É aí que nasce a impressão de dois pesos e duas medidas: para investigar alguém ligado ao bolsonarismo, luvas de pelica; quando o alvo é Alexandre de Moraes ou um político adversário dos Bolsonaro, pé na porta e pressa.
Também não concordo com a tentativa de explicar tudo dizendo simplesmente que Alexandre de Moraes “protege a esquerda”. Moraes não entrou em confronto com Bolsonaro porque Lula mandou ou porque o PT pediu. Ele e sua família foram atacados, ameaçados e colocados no centro de uma campanha violenta. Além disso, as investigações revelaram um plano criminoso que, segundo a Polícia Federal, incluía a morte de Moraes, de Lula e de Geraldo Alckmin.
Isso não significa que Alexandre de Moraes esteja acima de qualquer questionamento. Se existem suspeitas contra ele, que sejam investigadas com seriedade, dentro da lei e com respeito ao devido processo. O que não pode existir é uma Justiça que corre para um lado e pisa no freio para o outro.
Até agora, também não apareceu prova pública de que Lula tenha determinado prisões, investigações ou decisões judiciais contra Bolsonaro. Pode-se discordar de Moraes, criticar seus métodos e discutir possíveis excessos. Mas dizer que todos os bolsonaristas investigados ou presos são vítimas de perseguição é fechar os olhos para os fatos e para as provas reunidas nos processos.
Bolsonaro e seus aliados não foram parar diante da Justiça apenas porque eram adversários da esquerda. Houve ataques às instituições, tentativa de deslegitimar as eleições e, segundo as investigações e decisões judiciais, ações concretas contra o Estado Democrático de Direito.
Por isso, olhando o conjunto da obra, eu não consigo enxergar em André Mendonça a imparcialidade que se espera de um ministro do Supremo. O que vejo é alguém que parece ainda manter uma fidelidade política e emocional muito forte à família que o levou ao tribunal.
Ministro do STF não pode agir como funcionário de confiança de grupo político, muito menos como advogado de família. Deve satisfação somente à Constituição.
André Mendonça foi indicado por Jair Bolsonaro, mas não pertence a Bolsonaro. A cadeira é do Estado brasileiro. Enquanto suas atitudes continuarem produzindo essa aparência de proteção para uns e rigor para outros, a pergunta permanecerá no ar: estamos diante de um juiz da Suprema Corte ou de um defensor informal da família Bolsonaro?
O Guaibim ficou pequeno neste sábado. O prefeito Marcos Medrado chegou acompanhado do seu time político e de uma verdadeira torcida organizada, que tomou as ruas com bandeiras, alegria e muita disposição.
Na escalação de Medrado estão Patrick Lopes para deputado estadual, Sérgio Brito para deputado federal, Rui Costa e Jaques Wagner para o Senado, Jerônimo Rodrigues para o Governo da Bahia e Lula para presidente.
Durante a caminhada, a multidão gritava o nome dos candidatos, enquanto Medrado seguia à frente, tranquilo e satisfeito com a receptividade dos moradores. E não é por acaso que o prefeito foi tão bem recebido. Recentemente, sua gestão entregou uma nova praça no Guaibim, asfaltou a Avenida Taquari e, em parceria com o Governo do Estado, garantiu a recuperação da estrada que liga o entroncamento ao distrito.
O asfalto está novinho e as melhorias já podem ser vistas por quem mora ou visita o Guaibim. Para Medrado, Valença precisa continuar caminhando ao lado desse grupo político para garantir novos investimentos e manter as obras avançando.
A mensagem do prefeito foi direta: para o município continuar crescendo e recebendo obras, é preciso fortalecer esse time. E, pelo tamanho da festa realizada hoje no Guaibim, a torcida parece ter entendido o recado.
Quem acompanha a política pode ter estranhado ao ver Deltan Dallagnol novamente candidato, agora disputando uma vaga no Senado pelo Paraná.
A pergunta é simples: Dallagnol não teve o mandato cassado? Como pode estar concorrendo outra vez?
Teve, sim.
Em 2023, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou o registro da candidatura de Dallagnol referente às eleições de 2022, provocando a perda do seu mandato de deputado federal.
Na época, o TSE entendeu que o ex-procurador deixou o Ministério Público Federal em 2021 quando ainda existiam procedimentos disciplinares contra ele. Para o tribunal, a saída antecipada permitiu o enquadramento do caso na Lei da Ficha Limpa.
Só que surgiu uma nova discussão jurídica.
A defesa de Dallagnol argumenta que a decisão do TSE atingiu aquela candidatura de 2022, mas não determinou expressamente que ele ficaria proibido de disputar as eleições de 2026.
Por isso, Dallagnol procurou o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) para conseguir o reconhecimento de que pode concorrer neste ano.
E ele conseguiu um reforço importante: o Ministério Público Eleitoral apresentou parecer favorável à sua elegibilidade. Segundo o MPE, a decisão que derrubou sua candidatura anterior não impede automaticamente uma nova candidatura em 2026.
Mas calma lá: parecer do Ministério Público não é sentença.
A palavra do MPE pesa, mas quem decide é a Justiça Eleitoral. E o caso ainda está sendo analisado pelo TRE-PR, inclusive diante de impugnações apresentadas contra a candidatura.
Portanto, Dallagnol está na disputa pelo Senado, mas existe uma batalha jurídica para definir definitivamente se ele poderá permanecer nela.
É uma situação no mínimo curiosa.
O homem que ficou conhecido nacionalmente como um dos principais procuradores da Lava Jato, depois entrou na política, foi eleito deputado federal, perdeu o mandato por decisão da Justiça Eleitoral e, três anos depois, está novamente tentando chegar a Brasília.
Só que desta vez pela porta do Senado.
E antes de saber quantos votos terá nas urnas, Dallagnol ainda precisa saber como terminará sua própria novela nos tribunais.
O ex-procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol arrumou mais uma dor de cabeça com a Justiça. Desta vez, o problema envolve ninguém menos que o ministro do STF Cristiano Zanin.
Dallagnol, que disputa uma vaga no Senado pelo Paraná, anexou ao processo de registro de sua candidatura documentos contendo informações fiscais e bancárias de Zanin e de sua esposa. O detalhe é que esses dados eram protegidos por sigilo e acabaram ficando disponíveis em um processo público da Justiça Eleitoral.
As informações haviam sido obtidas em 2019, durante investigações da Lava Jato, quando Zanin ainda atuava como advogado. Posteriormente, a quebra dos sigilos e as provas decorrentes dela foram anuladas pela Justiça.
Zanin reagiu e pediu ao Tribunal Regional Eleitoral do Paraná a retirada dos documentos e a responsabilização penal dos envolvidos. O TRE-PR determinou sigilo imediato sobre o material, acionou o Ministério Público e deu prazo para Dallagnol prestar esclarecimentos.
A defesa de Dallagnol afirma que os documentos faziam parte de milhares de páginas apresentadas para responder às impugnações contra sua candidatura e que não houve intenção de divulgar informações pessoais do ministro.
Agora a história muda de mesa: sai do debate político e entra no terreno jurídico. Caberá às autoridades apurar se a exposição dos dados configura crime e quem eventualmente deverá responder por ela.
Dallagnol, que durante anos ficou conhecido por investigar meio mundo, agora terá de explicar por que informações protegidas por sigilo foram parar na vitrine de um processo público.
Recebemos com profunda tristeza a notícia do falecimento do poeta, escritor, dramaturgo e gestor cultural Otávio Campos Mota Nunes, membro da Academia Valenciana de Educação, Letras e Artes (AVELA).
Nascido no dia 9 de novembro de 1947, em Amargosa, Otávio viveu desde os primeiros anos em Valença, cidade à qual dedicou grande parte da sua vida e da sua produção cultural.
Desde 2011, atuava como coordenador do Centro de Cultura Olívia Barradas, equipamento ligado à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. Em 2025, recebeu o título de Cidadão Valenciano, como reconhecimento pela sua enorme contribuição à cultura e à história do município.
Otávio Mota parte deixando suas obras, seus ensinamentos e uma trajetória que jamais será esquecida. Valença perde um dos seus grandes nomes da cultura.
Aos familiares, amigos e admiradores, os nossos mais sinceros sentimentos.
Olha, uma das coisas que mais me chamam a atenção quando acompanho a campanha de Rafa é a sinceridade das pessoas ao dizerem que confiam nele.
Assistindo a um desses vídeos, ouvi um apoiador dizer: “Sua presença é o que mais cativa a gente. A gente sente que pode contar com você de verdade”. Logo depois, outro completou: “Isso é importante. Você transmite isso”.
Tem coisa melhor para um candidato ouvir isso de um eleitor? É gratificante quando uma pessoa acredita na outra. Creio que manifestações como essas dão ainda mais energia para o candidato seguir em frente e aumentam também a responsabilidade de assumir um mandato com seriedade.
Hoje em dia, uma das coisas mais difíceis é o povo acreditar em político. E, quando essa confiança aparece de maneira tão espontânea, é porque quem passou a mensagem conseguiu transmitir sinceridade, compromisso e verdade.
A Prefeitura de Valença inicia, nesta segunda-feira (7), a reforma da Escola Municipal Dario Galvão. A obra terá investimento de aproximadamente R$ 575 mil, com recursos do Fundeb, e prazo previsto de seis meses.
A intervenção vai melhorar a estrutura da unidade e oferecer mais conforto e segurança para alunos, professores e servidores. A reforma atende a uma antiga demanda da comunidade escolar.
isso
meio confuso essa informação já saia as 18:30 de mar grande e agora vai ter uma 20:00 e isso
Poderia ser melhor se de fato tivesse planejamento por parte da secretaria do turismo com total apoio do Prefeito. Temporada…
Realmente Pelegrini nosso Deputado Federal, filho da Terra, Raimundo Costa, não perdeu seu cognome RAIMUNDO DA PESCA, porém avançou fronteiras…
Dos paredões, eu já chamei a atenção dele, mas os fogos de artifício não eram de estampidos, os estalos eram…
isso
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