Categoria: Política

Estado abre licitação para asfaltar 12,36 km da estrada de Jequiriçá, em Valença

Mais uma estrada da zona rural de Valença caminha para ganhar pavimentação

Uma notícia esperada pelos moradores de Jiquiriçá acaba de avançar. O Governo da Bahia, através da Seinfra, publicou a licitação para pavimentar 12,36 quilômetros da estrada que liga a BA-001 ao distrito de Jiquiriçá, em Valença.

A Concorrência Eletrônica nº 194/2026 já está publicada e a abertura das propostas está marcada para 13 de outubro, às 10h30. A partir desse processo será escolhida a empresa responsável pela execução da obra.

Segundo os dados do processo disponíveis no PNCP, o valor estimado da contratação é de aproximadamente R$ 15,84 milhões.

Para quem mora em Jiquiriçá, a pavimentação representa muito mais do que asfalto. É melhoria no transporte, mais facilidade para escoar a produção rural e melhores condições de deslocamento para quem precisa chegar à sede de Valença.

Agora é acompanhar a licitação e torcer para que os próximos passos avancem rapidamente. São 12,36 quilômetros de uma estrada importante para a população da zona rural de Valença que estão cada vez mais perto de sair do papel.

Valença avança: mais de R$ 8,5 milhões para nova creche e ciclovia até Guaibim

A Prefeitura de Valença definiu as empresas responsáveis por duas importantes obras no município: a construção de uma nova creche no Novo Horizonte e a implantação da ciclovia ligando Valença ao Guaibim.

A creche terá investimento de R$ 4,1 milhões, com recursos do FNDE, e prazo de oito meses para execução.

Já a ciclovia terá investimento de aproximadamente R$ 4,45 milhões, com previsão de execução em 12 meses.

No total, são mais de R$ 8,5 milhões em investimentos, unindo educação e mobilidade e trazendo novas melhorias para Valença.

Flávio Bolsonaro viajou com a família em jatinho ligado a Vorcaro

Uma reportagem da revista Piauí, repercutida pela Folha de S.Paulo, revelou que o senador Flávio Bolsonaro viajou dos Estados Unidos para Brasília, em janeiro de 2025, num jatinho que tinha ligação com o empresário Daniel Vorcaro, ex-banqueiro do Banco Master.

No voo estavam Flávio Bolsonaro, sua mulher, as duas filhas e o advogado e empresário Willer Tomaz, que também possuía uma parte do avião.

E tem um detalhe que chamou atenção: é o mesmo jatinho no qual o ministro Alexandre de Moraes foi visto desembarcando meses depois, em agosto de 2025.

A viagem de Flávio aconteceu justamente no período em que havia negociações para que Vorcaro financiasse o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro. Segundo as reportagens, Vorcaro posteriormente colocou pelo menos R$ 65 milhões no projeto.

Willer Tomaz afirmou que costumava oferecer lugares vagos no avião para amigos que viajavam para o mesmo destino, sem cobrar nada. Mas não esclareceu se Flávio e sua família estavam naquele voo a convite dele.

Até a publicação das reportagens, Flávio Bolsonaro e a defesa de Daniel Vorcaro não haviam respondido aos questionamentos da revista piauí sobre o caso.

Resumindo a história: o que está confirmado pela reportagem é que Flávio viajou no jatinho. O que ainda precisa ser esclarecido é quem ofereceu a viagem, em quais condições ela aconteceu e se existe alguma relação entre esse voo e as negociações que estavam acontecendo naquele período.

Acho que esse formato resolve justamente o problema que você comentou: explica até a história da divisão do jatinho sem deixar o leitor tropeçando nos termos jurídicos e empresariais.

Com informações da Folha de São Paulo.

Cezinha assinou contrato para comprar parte de INSTITUTO DE ANDRÉ MENDONÇA

O deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP) assinou um contrato que lhe dava a possibilidade de comprar, no futuro, 4% do Instituto Iter, instituição jurídica lançada pelo ministro do STF André Mendonça em 2023.

Esse documento apareceu no material apreendido pela Polícia Federal durante buscas contra Cezinha e a advogada Valéria Linhares. A operação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino dentro de uma investigação que apura suspeita de comercialização de influência junto a integrantes de tribunais superiores.

Segundo a assessoria de André Mendonça, o negócio nunca foi concretizado. Cezinha teria depositado R$ 19.353 como caução, valor correspondente a 1% das ações, enquanto os outros 3% seriam comprados de outros sócios.

E havia uma condição: segundo a versão apresentada pela assessoria do ministro, Cezinha só poderia efetivamente fazer a compra quando deixasse a política. A previsão era que isso acontecesse em 2027, quando ele já não estivesse exercendo mandato de deputado.

Agora é que a história ganha mais ingredientes.

Cezinha foi justamente quem intermediou, em março de 2025, um encontro entre André Mendonça e Daniel Vorcaro, então controlador do Banco Master.

No mesmo mês daquele encontro, Mendonça pediu vista em um processo relacionado a concessões de cemitérios privados em São Paulo e que envolveria interesses do conglomerado do Master. Posteriormente, quando o julgamento foi retomado, Mendonça votou contra a manutenção de uma decisão individual de Flávio Dino que estabelecia restrições às concessionárias.

A assessoria de Mendonça apresenta outra leitura: afirma que o ministro estava julgando uma questão jurídica geral sobre a possibilidade de concessão de determinados serviços públicos, e não um caso destinado a beneficiar especificamente Vorcaro ou determinada empresa.

Por causa do conjunto de fatos, Flávio Dino pediu ao presidente do STF, Edson Fachin, que sejam analisados tanto o encontro de Mendonça com Vorcaro quanto atos jurídicos praticados pelo ministro.

Traduzindo tudo: existe um documento mostrando que Cezinha tinha uma opção para comprar parte do instituto ligado a Mendonça; existe uma relação próxima entre os dois; e Cezinha também fez a ponte para o encontro entre Mendonça e Vorcaro.

Mas daí a concluir que houve alguma irregularidade praticada por Mendonça existe uma distância que precisa ser preenchida por investigação e provas. Até aqui, esses fatos levantam perguntas, não dão automaticamente as respostas.

E é justamente por isso que essa história ainda promete novos capítulos.

Porque, quando começam a aparecer contrato, dinheiro, deputado, banqueiro, ministro do Supremo e Polícia Federal na mesma história, o melhor é deixar o juridiquês de lado e acompanhar cada documento com uma lupa na mão.

Rafa passa pela Bolívia e mostra uma campanha que chama atenção pelo corpo a corpo

Ontem foi dia de Rafa de Hildécio visitar a Bolívia, em Valença. E quem acompanhou a caminhada pôde perceber uma característica que vem marcando sua campanha: o povo se aproxima.

E se aproxima sorrindo!

Idosos, jovens, mulheres, homens e crianças foram ao encontro de Rafa para conversar, abraçar, tirar fotografia e demonstrar apoio. Em vários momentos, nem era preciso o candidato procurar o eleitor. O eleitor é que chegava até ele.

Rafa bateu papo, ouviu moradores e participou de um adesivaço. Onde havia autorização dos proprietários, os adesivos da campanha foram ganhando espaço nas casas.

Agora, tem uma coisa nessa campanha de Rafa que merece atenção dos adversários: a receptividade que ele encontra nas ruas.

Voto ninguém deve contar antes da urna abrir. Eleição é eleição e quem decide é o eleitor. Mas político experiente sabe ler alguns sinais de campanha. E abraço espontâneo, gente chamando pelo nome, porta se abrindo e eleitor querendo fotografia são sinais que ninguém despreza.

Por isso, talvez tenha gente na política regional começando a coçar a cabeça. 😄

Rafa vem rodando a Bahia, mas parece ter encontrado no Baixo Sul uma espécie de combustível especial para sua campanha. E a passagem pela Bolívia reforçou essa impressão.

Será que vem aí uma votação capaz de surpreender muita gente?

Não vamos brincar de adivinhar urna. Deixemos essa resposta para o eleitor.

Mas que a campanha de Rafa está fazendo barulho, isso está.

E ontem, na Bolívia, o barulho veio acompanhado de muito abraço.

Com Medrado em campo seus candidatos continuam ganhando força em Valença

Aproveitando a alta popularidade conquistada pelo trabalho que vem realizando em Valença, o prefeito Marcos Medrado entrou de corpo e alma na campanha dos seus candidatos.

Medrado apresenta ao povo os nomes de Sérgio Brito para deputado federal e Patrick Lopes para deputado estadual, além de Rui Costa e Jaques Wagner para o Senado, Jerônimo Rodrigues para governador e Lula para presidente.

O prefeito tem intensificado a campanha com carreatas, visitas aos bairros, caminhadas e bate-papos com as comunidades. E o resultado já pode ser percebido: apesar da grande quantidade de candidatos circulando pela região, os nomes que mais estão se destacando são justamente aqueles apoiados por Medrado.

É a força do trabalho refletindo nas urnas. O povo observa as obras, os investimentos e as transformações que estão acontecendo no município. Medrado, por sua vez, mostra que precisa eleger um time alinhado para garantir mais recursos, projetos e melhorias para Valença.

Uma coisa já parece certa: a eleição deste ano não deverá repetir o resultado da disputa passada, quando ACM Neto venceu em Valença. O cenário agora é outro. Medrado está nas ruas, tem popularidade, liderança e uma gestão com entregas importantes.

Se alguém ainda não colocou Valença na conta de Jerônimo Rodrigues, é melhor começar a refazer os cálculos. Tudo indica que Jerônimo conquistará mais uma vitória na Bahia — e, desta vez, também poderá comemorar dentro de Valença.

Medrado entrou em campo. E quando o prefeito apresenta seu time, o povo presta atenção!

Em Itacaré, Raimundo Costa reforça compromisso com pescadores, agricultores e mães atípicas

Durante agenda em Itacaré, o deputado federal Raimundo Costa reafirmou seu compromisso com os trabalhadores e com as famílias que mais precisam da presença do poder público. Em sua fala, ele destacou a atuação em defesa dos pescadores, pescadoras, agricultores, além dos investimentos nas áreas de saúde, educação, segurança e assistência social.

Um dos pontos mais importantes do discurso foi a atenção dedicada às mães atípicas. Raimundo reconheceu a difícil realidade das famílias que precisam abandonar ou reduzir suas atividades profissionais para cuidar dos filhos com deficiência, incluindo jovens que chegam à vida adulta necessitando de acompanhamento permanente.

O deputado afirmou que, em um novo mandato, pretende ampliar esse olhar e destinar emendas para que as prefeituras desenvolvam ações específicas de apoio a essas famílias.

“Vamos colocar uma emenda para que a prefeitura possa cuidar dos filhos dessas mães. Muitas vezes, a mãe não pode nem pescar, ou o pai precisa deixar o trabalho para permanecer o dia inteiro cuidando da criança ou do jovem”, destacou.

Raimundo Costa mostrou que conhece de perto a vida de quem depende da pesca e da agricultura para sobreviver. Mais que falar de grandes obras, ele tratou de uma necessidade humana: garantir assistência pública, dignidade e acolhimento para quem dedica a vida inteira aos cuidados de um filho.

É uma bandeira justa e necessária. Afinal, cuidar das mães atípicas e de suas famílias não é favor: é responsabilidade pública e compromisso social.

Lula vai à ONU e manda recado: “O Brasil não cabe no quintal de ninguém”

Presidente critica interferência estrangeira nas eleições e dá aquela cutucada que a direita certamente vai ouvir

Lula subiu à tribuna da ONU e não levou algodão para embrulhar as palavras.

Ao defender a soberania brasileira e criticar interferências estrangeiras nos processos eleitorais, o presidente soltou uma daquelas frases feitas sob medida para atravessar fronteiras: “O Brasil não cabe no quintal de ninguém.”

Lula também defendeu o sistema eleitoral brasileiro e afirmou que o país não aceitará interferências internas ou externas contra a vontade popular.

Não citou diretamente os Estados Unidos naquele trecho, mas também não precisava desenhar um mapa. O recado foi dado diante de líderes de vários países, num momento em que as relações políticas entre Brasília e Washington estão no centro das atenções.

E aí está o Lula que a direita conhece muito bem: quanto mais mexem com ele, mais ele transforma a provocação em discurso político.

Foi à ONU, falou para o mundo e ainda deixou uma cutucada para quem acha que pode meter a colher no prato brasileiro.

O homem foi falar de diplomacia, mas levou o alfinete no bolso.

Agora é esperar a reação. Porque uma coisa é certa: depois dessa, vai ter gente espirrando sem estar gripada.