Quando esse rapaz me provocava nas redes, tentando me tirar do sério, eu sempre deixava passar. No fundo, eu sabia: estava diante de um talento bruto, desses que ainda vão crescer e, lá na frente, olhar para trás e reconhecer os próprios tropeços.
Pois bem. Ele não apenas cresceu como me surpreendeu. Falo de Manoel Soares, jovem, nem trintou ainda, mas já demonstra ir muito além do que muita gente imaginava. Recebo com alegria a notícia da sua promoção a Gerente de Negócios Pleno na Cielo.
Sempre disse: Manoel vai longe. Trabalhou como um modesto funcionário da prefeitura quando, pela competência que tem, poderia estar em cargo bem maior. Mas, na política, nem sempre o que conta é capacidade. Muitas vezes pesa mais o status, a vitrine social, a conveniência estética de uma gestão que quer agradar à elite.
Manoel não virou secretário. Em vez disso, percebeu que estava no lugar errado. Um ambiente que não enxergava seu talento e, por isso, lhe oferecia mais frustração do que oportunidade. Mesmo sabendo do que ele era capaz, não abriram espaço.
Agora o cenário mudou. Manoel saiu da prefeitura e foi para onde mérito conta. Está numa empresa privada que reconhece talento e sabe transformá-lo em crescimento.
Parabéns, Manoel.
Parabéns à Cielo, por enxergar e valorizar quem tem conteúdo, visão e futuro.
Santa Casa de Misericórdia de Valença esclarece sobre repasses do Piso de Enfermagem e atrasos nos pagamentos em 2026
A Santa Casa de Misericórdia de Valença vem a público prestar esclarecimentos sobre o repasse do Piso de Enfermagem e os atrasos pontuais nos pagamentos ocorridos neste início de 2026.
A instituição reconhece o impacto que atrasos financeiros causam na vida dos profissionais de enfermagem e demais colaboradores, e reforça que a situação também tem gerado preocupação à gestão, que tem atuado de forma permanente para regularizar os fluxos de pagamento.
No que se refere especificamente ao Piso de Enfermagem, a Santa Casa informa que recebeu apenas os valores correspondentes ao mês de novembro de 2025 e ao 13º do Piso de Enfermagem de 2025. Os repasses referentes aos meses de dezembro de 2025 e janeiro de 2026 ainda não foram realizados pelo ente financiador, informação que pode ser verificada no Portal da Transparência.
Mesmo diante desse cenário, a instituição informa que os valores referentes ao Piso de Enfermagem do mês de novembro de 2025 e ao 13º do Piso de Enfermagem de 2025 serão pagos na próxima quarta-feira, sem falta.
Quanto aos salários dos colaboradores, a Santa Casa esclarece que não foi possível realizar o pagamento até o quinto dia útil em razão de não ter recebido, até o momento, nenhum repasse da SESAB no ano de 2026. Importante destacar que essa situação não atingiu apenas a Santa Casa de Valença, mas todos os hospitais filantrópicos da Bahia, sendo um cenário comum a essas instituições neste início de exercício financeiro.
A ausência de repasses inviabiliza temporariamente a realização de pagamentos por parte da unidade, que é dependente dos recursos do SUS para honrar seus compromissos. Há previsão de que a SESAB realize pagamentos na próxima terça-feira e, caso isso se concretize, os recursos estarão disponíveis na quinta-feira, possibilitando a imediata regularização dos pagamentos pendentes.
A Santa Casa ressalta que esse cenário é recorrente no início de cada ano, em função da abertura do orçamento da Secretaria da Fazenda (SEFAZ), o que pode ocasionar atrasos temporários nos repasses. A expectativa é de normalização do fluxo financeiro a partir do próximo mês.
Ainda assim, mesmo sem ter recebido qualquer pagamento do SUS em 2026 até o momento, a instituição conseguiu manter a regularidade dos estoques, sem registro de falta de medicamentos ou materiais, assegurando a continuidade e a segurança da assistência prestada à população.
A gestão reforça seu histórico de responsabilidade, lembrando que em 2025 não houve episódios de atraso salarial e que, naquele ano, o pagamento do 13º salário foi realizado de forma antecipada. Para 2026, o compromisso é manter o mesmo padrão de regularidade e transparência.
Por fim, a Santa Casa de Misericórdia de Valença destaca que tentativas de criar instabilidade ou disseminar informações distorcidas não contribuem para a solução do problema, que decorre exclusivamente da ausência temporária de recursos. A instituição segue atuando diariamente junto aos órgãos competentes para a regularização dos repasses e reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e o respeito aos profissionais e à população atendida.
Circula nas redes sociais de Valença um texto apócrifo, sem assinatura, sem autoria identificada e sem qualquer responsabilidade jornalística, tentando lançar uma nuvem de suspeita sobre a Santa Casa de Misericórdia de Valença.
Um daqueles escritos que aparecem do nada, não assumem rosto, não apresentam provas documentais e, ainda assim, pedem compartilhamento em massa como se fossem portadores de alguma “verdade revelada”.
Esse tipo de material, justamente por não ser assinado e não indicar quem assume o que está sendo dito, não merece crédito nem ampla divulgação.
Texto sem pai e sem mãe costuma ter um objetivo claro: confundir, assustar trabalhadores e tentar desgastar instituições que prestam serviços essenciais à população.
O conteúdo espalhado fala em “sequestro de repasses”, atrasos salariais, denúncias genéricas de assédio, ameaças, suposta “operação política” dentro da unidade e até insinuações de que o caso poderia ganhar repercussão nacional.
Tudo isso sem apresentar documentos, datas comprovadas, nomes ou qualquer elemento mínimo de checagem. É um amontoado de acusações graves jogadas ao vento, típico de quem prefere o barulho à responsabilidade.
Diferente desse texto que corre solto nas redes, a Santa Casa de Misericórdia de Valença se posicionou oficialmente por meio de uma Nota à Imprensa, clara, objetiva e verificável. E é aí que mora a diferença entre boato e informação.
Na nota, a instituição reconhece os impactos que atrasos causam na vida dos profissionais, mas explica, com dados públicos e passíveis de consulta no Portal da Transparência, que os repasses do Piso de Enfermagem referentes a dezembro de 2025 e janeiro de 2026 ainda não foram realizados pelo ente financiador.
Informa, inclusive, que os valores já recebidos, referentes a novembro de 2025 e ao 13º do Piso, serão pagos na próxima quarta-feira.
Sobre os salários, a Santa Casa esclarece que não recebeu nenhum repasse da SESAB em 2026 até o momento, situação que atinge todos os hospitais filantrópicos da Bahia neste início de exercício financeiro.
Ou seja, não se trata de um problema isolado, muito menos de má-fé da gestão local, mas de um gargalo recorrente no começo do ano, ligado à abertura orçamentária do Estado.
A nota ainda destaca que, mesmo sem recursos do SUS neste início de ano, não houve falta de medicamentos ou materiais, garantindo a continuidade do atendimento à população.
Lembra também que em 2025 não houve atrasos salariais e que o 13º salário foi pago de forma antecipada, o que desmonta a narrativa de caos permanente que o texto anônimo tenta vender.
Enquanto o escrito que circula nas redes aposta no medo, na insinuação e no ataque sem rosto, a Santa Casa apresenta informações, prazos, contexto e histórico. Isso se chama credibilidade. Isso se chama responsabilidade institucional.
Em tempos de redes sociais aceleradas, é preciso separar crítica legítima de boato mal-intencionado.
Questionar é saudável. Espalhar texto anônimo, carregado de acusações graves, sem checagem e sem autoria, não é denúncia: é desserviço.
Recebi um vídeo em que Osmar Prado e Patrícia Pillar, interpretando o Barão de Aruana e Dona Cândida, falam sobre políticos corruptos no Brasil. Digo, sem rodeios, que em nosso país os políticos sempre pensaram nos próprios umbigos e nos umbigos de seus correligionários. Esse cenário político se repete desde 1500, quando o Brasil foi descoberto.
Durante mais de 500 anos fomos governados por esse tipo de gente, em sua maioria ligada à direita, que nada fez para melhorar a vida das pessoas mais humildes. Os benefícios reais para a população pobre só começaram a surgir após a Constituição de 1988, a chamada Constituição Cidadã.
Lembro-me de que, em 1976, na terceira maior cidade do interior da Bahia, Vitória da Conquista, existiam apenas dois colégios de segundo grau, sendo um deles particular. Isso fez com que milhares de conquistenses, além de estudantes de cidades vizinhas, ficassem sem estudar por falta de vagas.
Naquela época, alunos egressos do primário precisavam se submeter a uma espécie de “vestibular”, a chamada “admissão”. Os que conseguiam passar continuavam os estudos; os que não conseguiam eram obrigados a enfrentar subempregos ou tentar novamente no ano seguinte.
Hoje, depois que a esquerda chegou ao Poder Central, muita coisa tem melhorado para aqueles que nunca foram beneficiados ao longo dos 526 anos de existência do Brasil. Infelizmente, muitos estados e municípios ainda são governados por políticos da direita, e pouco ou nada mudou durante a hegemonia desses grupos dominantes.
Essa também foi, por muito tempo, a realidade do nosso município, governado durante décadas pela direita, que pouco fez pela população. Educação, saúde, moradia, empregos e outros benefícios sociais só estão chegando agora por meio do governo Central e/ou Estadual, já que os governantes de outrora, na União, nos estados e nos municípios, faziam política apenas para si e para seus correligionários.
Valença mudou. Foi eleito um prefeito que outrora jogava no time da direita. Marcos Medrado foi correligionário de ACM como vereador, vice-prefeito de Salvador, deputado estadual e federal por legendas da direita, e hoje se relaciona politicamente com a esquerda.
Mas o que esperar do senhor Marcos Medrado? Melhorias na estrutura da cidade, com pavimentação asfáltica de ruas e estradas vicinais? Evidente que essas ações são importantes, sobretudo porque os governos anteriores pouco fizeram. Porém, a pergunta que não quer calar diz respeito à situação dos postos de saúde, das escolas de primeiro e segundo graus, da geração de empregos, da moradia e das demais ações sociais.
As notícias que circulam no município são desastrosas quanto ao estado de postos de saúde e escolas, se observarmos esses aspectos com atenção.
E o povo, está satisfeito? Sim, o povo está satisfeito. Ainda que as obras tenham também como pano de fundo as eleições de 2026, a população aplaude as vias asfaltadas, que dão outra visão da cidade tanto para quem mora aqui quanto para quem nos visita.
A bem da verdade, são apenas dois anos de mandato de Marcos Medrado, e nesse período fez-se mais do que o realizado por todos os seus antecessores juntos.
O que se deve esperar nos próximos anos são melhorias efetivas na educação, na saúde, na moradia, no desenvolvimento do turismo para geração de renda, na implantação de um polo industrial e, assim, acabar de vez com o domínio hegemônico da direita que manteve Valença estagnada por tantos anos.
Sim, senhoras e senhores, Valença já balança. Dá seus primeiros passos rumo à mudança e a um novo paradigma: sair do provincianismo mantido pela direita por mais de 150 anos e iniciar uma nova fase, progressista.
Mudanças são necessárias para o progresso, mas é fundamental que haja harmonia social. Para que isso ocorra, educação, saúde e bem-estar da população precisam acompanhar essas transformações.
Vêm aí eleições para os executivos e legislativos estaduais e federais, além de senadores e deputados. É preciso que todos façamos uma reflexão: nesses 526 anos de história, dos quais cerca de 25 foram governados pela esquerda e mais de 500 pela direita, em qual período houve mais melhorias para as pessoas menos favorecidas?
Cabe a cada cidadão e a cada cidadã definir o que deseja para si e para os seus semelhantes.
Segundo Medrado, não foi discurso comum. Foi algo diferente, profundo, marcante. Fui conferir. E confirmei: o que Medrado disse era a mais pura verdade. Diante da força daquelas palavras, fui praticamente obrigado a escrever este texto.
Não foi apenas um discurso. Foi poesia viva, dessas que nascem do chão batido, atravessam a lama e chegam aos grandes palcos sem pedir licença. A prefeita Dai, da cidade de Gandu, transformou o microfone em verso e o coração em livro aberto ao se dirigir ao presidente Lula.
Com a voz carregada de emoção e verdade, Dai não falou só por si. Falou em nome das Dayanas, das Marias, dos Joãos. Falou pelos filhos e filhas do povo, pelas empregadas domésticas, pelos operários, pelos garis, por todos aqueles que sempre precisaram lutar mais para chegar onde poucos chegavam. Cada frase era um pedaço de vida. Cada palavra, uma memória costurada com dignidade.
Mulher negra, nascida na roça, criada na favela, filha de mãe solteira, Dai contou sua trajetória como quem recita um poema que não cabe no papel. Lembrou da infância marcada pelo barro nos pés, da sacola amarrada para não sujar a lama a caminho da escola, dos sonhos que pareciam grandes demais para aquele cenário. E ali, diante do presidente, esses sonhos estavam vivos, de pé, governando uma cidade.
Ela agradeceu pelas políticas públicas que abriram portas onde antes só existiam muros. Pelas universidades públicas que acolheram os filhos do povo. Por acreditar que o filho do pobre tinha, sim, o direito de ocupar os mesmos espaços que o filho do rico. E afirmou, com humildade e consciência histórica, que se hoje é prefeita, é porque essa missão precisa continuar: a missão de resgatar vidas, de não deixar ninguém para trás.
Dai disse em voz alta o que muita gente sente em silêncio. Que Lula já está eternizado no coração do Brasil, sobretudo no coração de quem foi resgatado da margem da pobreza. Que ele não vive para si, vive para os outros. Vive para nós.
E no fim, depois de agradecer, depois de transformar gratidão em poesia, Dai pediu apenas um presente. Não pediu obra, não pediu recurso, não pediu promessa. Pediu um gesto.
Com a simplicidade de quem nunca esqueceu de onde veio, encerrou pedindo um abraço. Um abraço que simboliza o encontro entre a história pessoal e a história do país. Um abraço que vale mais do que qualquer discurso, porque carrega dentro dele o passado sofrido, o presente de conquistas e a esperança teimosa de quem ainda acredita que política também pode ser afeto.
Uma das premissas do bom político é o compromisso com a palavra. É esse compromisso que sustenta alianças duradouras, fundamentais para o crescimento e o sucesso de qualquer liderança, esteja ela onde estiver na escala do poder.
A política ama a traição, mas jamais perdoa o traidor. E não causa espanto algum que traidores e traidoras acabem pagando o preço de suas escolhas nas urnas, sendo rejeitados pelo povo. Afinal, é ele — o povo — quem avaliza se determinado movimento foi um gesto de sobrevivência e ascensão política ou um ato explícito de traição.
Há líderes que, a todo instante, buscam as benesses do poder: a amizade, o carinho e a boa vontade do gestor para atender seus desejos pessoais ou suas causas imediatas. Tão logo esses desejos são atendidos, surge o pior dos sinais: a dúvida sobre a lealdade e a certeza da ingratidão. Lealdade não se compra na prateleira do supermercado.
Minha avó, católica que era, cantarolava: “fica sempre cheiro de perfume nas mãos de quem oferece rosas”, assim como permanece o odor do excremento de quem apunhala pelas costas. A história política nunca falha em registrar essa diferença.
Resta agora observar os movimentos das águas do Una para saber se o cheiro de perfume será retribuído com o odor da traição.
*Rael Costa é formado em gestão pública, servidor público e atualmente ocupa um cargo de Secretário na Prefeitura Municipal de Valença
Não foi baderna, não foi bagunça e muito menos desinformação. O que se viu em Valença e em outros municípios do Baixo Sul foi uma aula de organização, consciência social e maturidade política dada pelos pescadores e marisqueiras.
A manifestação desta sexta-feira teve endereço certo: o Governo Federal. E o recado foi claro como água de maré cheia. O problema do seguro-defeso não está no Ministério do Trabalho, como muita gente anda espalhando, mas sim no seguro ligado ao INSS, que ficou sem orçamento durante 2025 depois daquela confusão da MP que quase travou tudo.
Para quem tenta embolar o assunto, os pescadores explicaram direitinho: existem dois seguros-defeso. Um é o do Ministério do Trabalho, que vai começar a ser pago a partir do dia 15 de fevereiro, mesmo atrasado.
O outro é o do INSS, que é justamente o mais antigo, de novembro para trás, e esse ficou descoberto porque o governo simplesmente não reservou dinheiro no orçamento.
Foi por isso que o protesto aconteceu. E aconteceu bonito.
Em Valença, os próprios manifestantes combinaram horário, avisaram os motoristas, travaram as duas pistas e deixaram claro: “cinco para as nove a gente libera”. E liberaram mesmo. Nem um minuto a mais. Quando o relógio bateu, o pessoal abriu a pista, recebeu aplausos de quem passava e cada um seguiu seu caminho.
Sem gritaria desnecessária. Sem confusão. Só para chamar atenção.
A mobilização reuniu pescadores de Valença, Cairu, Nilo Peçanha, Ituberá e Taperoá, e não foi só aqui. A manifestação aconteceu em toda a Bahia, envolvendo colônias de pescadores em diversos municípios no mesmo dia.
O alvo das reivindicações foi direto: Lula. As faixas e palavras de ordem pediam solução imediata para o seguro-defeso. E o curioso é que ninguém ali estava atacando o presidente. Pelo contrário. Muitos diziam: “Todo mundo aqui é Lula”.
O que eles querem não é briga política, é resposta.
E teve uma cena que diz muito sobre o nível desse movimento. Um sujeito passou provocando: “Cadê Raimundo Costa?”
A resposta veio na lata, com uma lucidez que muita gente engravatada não tem: “Ele luta lá e a gente luta cá. Ele tá lutando lá, mas precisa da nossa força para pressionar.”
Isso não é discurso vazio, é consciência coletiva, é visão de associação, de cooperativa, de quem entende que direito não cai do céu, se conquista.
No fim, tudo terminou como começou: de forma pacífica, organizada e com objetivo cumprido. Cinco para as nove, pista liberada, manifestação encerrada e todo mundo foi embora.
Agora a bola está com Brasília. Porque quando quem vive do mar parar para protestar, não é por capricho. É porque a rede está vazia e a conta não espera.
O prefeito Marcos Medrado esteve na capital baiana para celebrar, ao lado do governador Jerônimo Rodrigues, do presidente Lula, do ministro Rui Costa e do senador Jaques Wagner, importantes conquistas para a Bahia e, em especial, para Valença.
Durante a agenda, Medrado destacou que o município será contemplado com um robusto pacote de obras federais. O pontapé inicial já foi dado com o Hospital Regional, que saiu do papel, além da retomada das creches que ficaram inacabadas em gestões passadas e agora avançam para atender a população.
O prefeito ressaltou ainda o simbolismo do encontro com o presidente. “Encontrar com Lula é sempre bom. Ele nos traz esperança e nos dá a garantia de dias melhores”, afirmou Medrado, confiante de que Valença vive um novo ciclo, com obras, investimentos e presença efetiva do governo federal no município.
Muito boa a explanação com riqueza de detalhes Pelegrini, tb estava lá e me emocionei com o discurso da Prefeita.
Se os Prefeitos que já passaram por Valença nesses últimos 40 anos tivessem 01% da visão desse Prefeito de Cairu,…
Ele é um verdadeiro fura olho não voto mais nele
Alguém tem noticias do GARI DE MEDRADO ( O Tio)!
Gostaria de saber se não mais fotos do desfile? Participei e esse dia marcou minha vida
Muito boa a explanação com riqueza de detalhes Pelegrini, tb estava lá e me emocionei com o discurso da Prefeita.
Se os Prefeitos que já passaram por Valença nesses últimos 40 anos tivessem 01% da visão desse Prefeito de Cairu,…
Ele é um verdadeiro fura olho não voto mais nele
Alguém tem noticias do GARI DE MEDRADO ( O Tio)!
Gostaria de saber se não mais fotos do desfile? Participei e esse dia marcou minha vida