Lula mostra força nas ruas: depois de lotar a Paulista, multidão toma Copacabana em apoio à reeeleição

Manifestações se espalham pelo Brasil, mostram a mobilização da militância petista e alimentam a esperança de uma virada no segundo turno.
O Brasil vive uma nova onda de mobilização política em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Depois da grande manifestação realizada no domingo (11), na Avenida Paulista, em São Paulo, foi a vez do Rio de Janeiro mostrar a força dos apoiadores do presidente.
Nesta segunda-feira (12), feriado de Nossa Senhora Aparecida, uma multidão vestida de vermelho ocupou a Avenida Atlântica, em Copacabana, transformando um dos cartões-postais mais famosos do país em palco de manifestações pela democracia e pela reeleição de Lula.
Segundo informações da Folha de S.Paulo, a manifestação reuniu estudantes, sindicalistas, famílias, jovens, idosos e lideranças políticas. O público se espalhou pela avenida, pelo calçadão e até pela areia da praia. Outras coberturas registraram a ocupação de aproximadamente sete quarteirões
Entre os presentes estavam Benedita da Silva, Jandira Feghali, Glauber Braga e Lindbergh Farias, que reforçaram os discursos em defesa da democracia e dos direitos dos trabalhadores.
Uma das principais bandeiras levantadas pelos manifestantes foi o fim da escala de trabalho 6×1, além das críticas ao senador Flávio Bolsonaro, adversário de Lula na disputa presidencial.
E o que chama a atenção é que Lula nem precisou estar presente em Copacabana. O presidente permaneceu em Brasília, enquanto seus apoiadores tomavam as ruas do Rio de Janeiro.
A mobilização não ficou restrita ao eixo Rio-São Paulo. Salvador, Recife e outras cidades também registraram manifestações favoráveis ao presidente, numa demonstração de que a militância decidiu intensificar sua presença nas ruas nesta reta final da campanha.
A esperança de uma virada
Embora Flávio Bolsonaro tenha terminado o primeiro turno à frente de Lula, os movimentos populares apostam na mobilização para modificar esse cenário até o próximo dia 25 de outubro, quando os brasileiros voltarão às urnas.
A estratégia passa principalmente por convencer eleitores indecisos, buscar quem deixou de votar no primeiro turno e fortalecer a participação popular.
E há uma diferença importante entre pesquisas eleitorais e manifestações de rua: pesquisas mostram a intenção de voto naquele momento; as ruas revelam a disposição de uma parcela da população para participar da campanha. Uma coisa não garante a outra, mas a mobilização pode ajudar a mudar o ambiente eleitoral.
O que se viu na Paulista e agora em Copacabana é uma militância que não se entregou ao resultado do primeiro turno. Pelo contrário, decidiu arregaçar as mangas e disputar cada voto.
Para os apoiadores de Lula, a eleição está longe de estar decidida. E, pelo movimento das ruas, a campanha promete ser intensa até o último minuto.
Comentário do Blog do Pelegrini: Se alguém imaginou que a militância de Lula iria baixar a cabeça depois do primeiro turno, parece que se enganou. O vermelho voltou a ocupar as avenidas, as bandeiras saíram dos armários e o povo foi para as ruas. Agora, é preciso transformar toda essa animação em votos. Porque manifestação bonita empolga, mas eleição se ganha mesmo é na urna!
Fonte: Folha de S.Paulo, com informações complementares de outras coberturas jornalísticas.














Concordo contigo que o barulho dos paredões tirou os muitos votos. Não se conseguia ouvir direito o que tocavam, sobrando…
Corrigindo: Sua observação quanto aos paredões é pertinente, porém excluiu-se mais uma vez de comentar sobre os paredões de rafa…
Sua observação quanto aos paredões é pertinente, porém excluiu-se mais uma vez de comentar sobre os paredões de rafa de…
Boatos são espalhados por bobos e aceitos por idiotas.
Data folha é pesquisa encomendada. Acho que como diz esse ex presidiário que os eleitores estudado e que tem consciência…