Categoria: Política

Da sala de acolhimento para o mundo: “O Astronauta Lulu” leva o sonho de um pequeno autista à Bienal do Livro Bahia 2026

Entre livros, autores e multidões na Bienal do Livro Bahia 2026, uma história especial ganhou voz, e não foi apenas mais um lançamento. Foi um daqueles encontros raros entre sensibilidade, educação e amor.

A psicopedagoga valenciana Elisângela Calixto apresentou ao público o projeto do livro “O Astronauta Lulu – O Pequeno Autista Sonhador”, inspirado em uma vivência real que transborda afeto e significado.

Lulu, ou melhor, Luiz Antônio, não é apenas personagem. Ele é um pequeno sonhador que representa tantas crianças dentro do espectro autista que, todos os dias, desafiam o mundo com sua forma única de ver e sentir a vida.

A história nasceu dentro da Associação de Mães, Pais e Amigos dos Autistas de Serrinha (AMPAAS), um espaço onde o cuidado é missão.

Foi ali, no convívio direto, no olhar atento e no carinho constante, que Elisângela encontrou inspiração para dar vida a esse projeto.

E não por acaso. Lulu é filho de uma educadora dedicada, alguém que conhece de perto os desafios e as belezas desse universo.

Dessa conexão nasceu algo maior: um livro que promete tocar não só crianças, mas também pais, educadores e toda a sociedade.

Ainda em fase de publicação, a obra já começa a ganhar asas. E não é qualquer voo, é voo de astronauta mesmo, daqueles que atravessam limites e nos fazem enxergar novos mundos.

“O Astronauta Lulu” surge como ferramenta de inclusão, conscientização e, principalmente, de amor. Porque entender o autismo não é apenas estudar… é sentir, acolher e respeitar.

Fica aqui o nosso apoio e torcida para que o livro chegue logo às mãos do público. Que Lulu possa viajar por muitas páginas, escolas e corações.

Porque quando uma criança autista sonha… o mundo inteiro deveria aprender a sonhar junto.

Senado na Bahia: Otto de camarote, Wagner e Rui no ataque… e Coronel tentando achar o rumo

O tabuleiro político da Bahia já começa a ganhar forma, e, como sempre, tem gente jogando com estratégia e outros ainda procurando onde sentar na mesa.

De um lado, Otto Alencar assiste tudo de camarote. Reeleito recentemente, não entra nessa disputa. Tá tranquilo, com mandato garantido, vendo o jogo correr enquanto muitos ainda estão amarrando a chuteira.

Há quem aposte que ele deve se posicionar como técnico para ajudar a dupla do PT.

Já no campo de batalha, dois nomes começam a despontar com força: Jaques Wagner e Rui Costa. Se essa dupla vier alinhada, não é exagero dizer que entra pesada na disputa.

Wagner com sua base consolidada e Rui com o recall de quem governou o estado e ainda mantém influência forte. É a velha máquina política funcionando com óleo novo.

E aí entra o terceiro elemento dessa história: Angelo Coronel.

Coronel, que já surfou na onda de um grupo forte para se eleger, agora parece tentar remar em mar aberto.

Ao se afastar da base governista e ensaiar aproximação com ACM Neto, o senador faz uma aposta arriscada: ou se reposiciona como peça importante do outro lado (disputando um cargo de deputado federal)… ou corre o risco de virar figurante numa eleição de gigantes.

Porque na Bahia, convenhamos: política não é esporte individual. Quem anda sem grupo forte não corre… tropeça.

E tem mais um detalhe que pode embaralhar tudo: a eleição para o Senado permite dois votos. Ou seja, aquele eleitor que escolhe um nome por fidelidade pode muito bem usar o segundo voto para equilibrar o jogo. E é aí que muita candidatura improvável ganha fôlego.

No fim das contas, o cenário começa a se desenhar assim: Otto fora da disputa, só observando, Wagner e Rui formando uma possível dobradinha de peso e Coronel tentando se reinventar no meio do vendaval.

E o eleitor? Esse vai decidir lá na frente se quer continuidade, mudança… ou uma mistura dos dois.

Porque eleição na Bahia, meu amigo, não se ganha só com nome. Se ganha com grupo, estratégia e, principalmente, com o humor do povo no dia da urna.

Sem rodeio: Taperoá precisa de gente como Ticiano Matos, e esse encontro com Duda Sanches mostra o caminho

Duda Sanches, Ticiano Matos e Thiago Gileno

O que aconteceu neste fim de semana em Taperoá não foi só uma feira de saúde promovida pela Fundação Alan Sanches. Foi também um sinal claro de que a política da cidade começa a tomar rumo, e, na nossa opinião, um rumo certo.

Duda Sanches esteve presente, fortalecendo o legado do seu pai, Alan Sanches, levando ação social e se aproximando do povo. Até aí, tudo bem. Mas o ponto principal dessa história tem nome: Ticiano Matos.

E aqui não tem meia palavra: nós torcemos por Ticiano.

Porque Taperoá conhece quem é Ticiano. Sabe da sua história, do tempo que ele vive na cidade, do trabalho que já fez como vereador, presidente da Câmara, secretário… e, principalmente, do respeito que construiu com o povo.

Não é político de aparecer só em época de eleição. É nome que já está no dia a dia da cidade há décadas.

Ao apoiar Duda Sanches, Ticiano está ajudando a construir um projeto. Está chamando responsabilidade pra si. Está dizendo, na prática, que quer participar ativamente do futuro de Taperoá.

E é disso que a cidade precisa: gente que assume posição.

Se esse movimento vai crescer, se vai virar algo maior lá na frente, o tempo vai mostrar. Mas uma coisa já dá pra dizer agora, sem medo de errar: Quando Ticiano Matos entra no jogo, Taperoá presta atenção.

E nós também.

Ruy Barbosa abre os braços, e Rafa de Hildécio já é de casa

Tem cidade que recebe… e tem cidade que acolhe de verdade. Ruy Barbosa é dessas que não mede simpatia, entrega logo um abraço inteiro.

E é justamente ali que Rafa de Hildécio vem construindo algo que vai além da política: prestígio, amizade e, principalmente, identificação com o povo.

Com uma relação afinada com a prefeita Eridan de Bonifácio, Rafa foi convidado para um dos momentos mais aguardados da cidade: a apresentação da grade do tradicional e grandioso São João rui-barbosense, festa que, por si só, já mostra a força cultural e a alegria daquele povo.

Mas o que chama atenção mesmo não é só o convite institucional. É o clima nas ruas.

Rafa anda por Ruy Barbosa como quem caminha em Cairu, sua terra natal. Cumprimenta, conversa, sorri… e é reconhecido. Não como um visitante, mas como alguém que já faz parte do cenário. E isso não se constrói com discurso, se constrói com presença.

E o povo rui-barbosense? Ah… esse tem fama, e faz jus a ela. Gente de coração aberto, de conversa fácil, de hospitalidade que não é ensaiada, é natural. Daquelas que puxam cadeira, oferecem café e ainda perguntam se vai ficar mais um pouco.

Não demorou muito para o carinho virar algo maior. Entre um aperto de mão e outro, já tem gente chamando Rafa de “meu deputado”, um sinal claro de torcida, de confiança e de quem já começa a enxergar futuro nessa caminhada.

Porque quando a política encontra acolhimento verdadeiro, o resultado não é só apoio… é conexão.

Jaqueira sai da lama e entra no mapa: Medrado leva asfalto e muda a realidade do bairro

Tem bairro que passa anos esperando… e tem bairro que, quando a vez chega, parece que virou chave de energia. Foi exatamente isso que aconteceu no loteamento Jaqueira, em Valença.

Dentro da parceria com o Governo do Estado, por meio do programa Bahia em Movimento, o prefeito Marcos Medrado resolveu olhar para um canto da cidade que, por muito tempo, viveu à base de promessa e poeira no verão… e lama no inverno.

E não foi meia-sola, não.

A principal via do loteamento foi asfaltada. Aquela cena clássica de morador equilibrando o passo pra não sujar o pé ficou no passado.

Agora é outro cenário: rua limpa, mobilidade melhorando, bicicleta passando sem sacolejo, moto deslizando suave e o morador, finalmente, pisando em algo que parece cidade de verdade.

Porque, convenhamos… tinha lugar ali que parecia esquecido no mapa. Pouca presença do poder público, quase nenhuma infraestrutura, e aquela sensação de “um dia a gente chega lá”. Pois chegou.

E aí entra aquele detalhe curioso da política local: enquanto alguns tentam esquentar conversa pra ver se cola crítica, Medrado aparece com trator, máquina e asfalto. É tipo responder discussão com obra pronta.

No fim das contas, a equação é simples e visível: menos barro, mais dignidade, mais mobilidade e um bairro que começa a respirar desenvolvimento.

E pelo ritmo das coisas, quem aposta que vai parar por aí pode ir sentando… porque, pelo histórico recente, a sequência já é conhecida: ou vem mais asfalto, ou vem melhoria em escola, ou reforço na saúde.

Em outras palavras: enquanto uns falam, outros passam o rolo compressor, literalmente.

E o pessoal da Jaqueira? Esse já acordou em outra realidade.

Olha só que bacana! Medrado não deixa boas ideias escaparem e já transforma em obra

Olha só que bacana! Marcos Medrado não deixa boas ideias escaparem e, quando elas aparecem, ele abraça na hora, e melhor ainda: tira do papel com rapidez. É desse tipo de gestão que Valença vem precisando há muito tempo.

A Prefeitura iniciou, nesta quinta-feira (16), a construção de uma nova via que promete dar um verdadeiro respiro no trânsito do Centro da cidade. A obra vai ligar a Feira Livre, na Avenida Marita Almeida, à Rua Veteranos da Independência, uma solução prática e inteligente para um problema antigo.

Quem conhece a realidade da Feira Livre sabe bem: caminhões e veículos pesados precisam cruzar toda a área central para carga e descarga, travando o trânsito e causando transtornos. Com a nova via, esse fluxo será desviado, deixando o Centro mais organizado, fluido e seguro.

E aqui vale destacar um ponto importante que muitos fingem não ver: quando a ideia é boa, a gestão não cria dificuldade, executa. Simples assim.

A nova via terá cerca de 300 metros e será construída em um terreno doado pelo empresário Eduardo Couto, mostrando que quando há parceria entre poder público e iniciativa privada, quem ganha é a população. O nome da avenida ainda está em discussão, podendo homenagear desde a simbólica Castanheira-do-Pará até o político valenciano Tito Couto.

O secretário de Infraestrutura, Ivan Maia, foi direto ao ponto ao classificar a obra como estratégica para melhorar a mobilidade urbana, especialmente no entorno da Feira Livre. E não é exagero: trata-se de uma intervenção que ataca o problema na raiz.

Com investimento de aproximadamente R$ 1,5 milhão, com recursos próprios, a Prefeitura mostra que, além de planejar, também executa,0 e isso incomoda quem torce contra, mas agrada (e muito) quem vive a cidade no dia a dia.

No fim das contas, fica difícil para os críticos encontrarem discurso quando a resposta vem em forma de obra. Valença está vendo, acompanhando e, principalmente, sentindo a diferença.

Depósito imediato… só se for de estresse: Bradesco de Valença transforma cliente em figurante de fila

Se você estiver com pressa e precisar fazer um depósito em dinheiro na agência do Banco Bradesco em Valença, vá preparado… mas não é com o dinheiro não, é com paciência, lanche e, se possível, uma cadeira de praia.

O banco até oferece três máquinas para depósito em espécie, aquele tal de “depósito imediato”. Bonito no papel. Na prática? Quase sempre só uma funcionando. Resultado: uma fila que mais parece procissão de promessa, daquelas que ninguém sabe onde começa, mas todo mundo já está cansado no meio do caminho.

E não para por aí.

Se o cliente resolver tentar a sorte em outra máquina ou quiser fazer um depósito por cheque, a situação não melhora muito. É praticamente um jogo de sobrevivência bancária: poucas opções, muita gente e um sistema que parece feito para testar até a paciência de monge.

Agora segure essa cena: quando você finalmente acha que a fila vai andar… surgem as empresas. Supermercados, restaurantes e afins aparecem com verdadeiros “pacotes econômicos” de envelopes, ocupam as máquinas e transformam o atendimento em uma maratona de depósitos.

E o cidadão comum? Fica ali, assistindo tudo, como quem pegou senha para um serviço que nunca chega.

E o mais impressionante nem é a desorganização.

É a naturalidade.

Quando alguém reclama, a resposta vem quase como um mantra: “é assim mesmo”. Como se o problema fosse do cliente por achar estranho um banco não funcionar direito.

Fica a pergunta: será que é pedir demais que um banco do porte do Bradesco organize melhor seu atendimento? Ou será que o cliente virou apenas mais um número na fila, literalmente?

Porque, do jeito que está, o “depósito imediato” só está sendo imediato para o aumento da irritação.

E aqui vai o recado: Valença não merece esse tipo de tratamento. Cliente não é figurante de fila, nem plateia de descaso.

Quando nada basta: Pó da Pesca reclama até de obra pronta

Tem vereador em Valença que parece viver numa realidade paralela… ou então sofre de um caso grave de “reclamação crônica seletiva”. O protagonista da vez é o vereador Pó da Pesca, que na última sessão da Câmara (14) resolveu soltar mais uma pérola.

Segundo ele, fica até com inveja quando os colegas elogiam o prefeito… mas, veja só, diz que para o seu distrito “não vai nada”. Nada? Absolutamente nada? Vamos recapitular, porque a memória anda curta por aquelas bandas.

No tal “nada”, já entrou reforma de posto de saúde, asfaltamento de aproximadamente 7 quilômetros da Avenida Taquary, requalificação da Praça de São José, solução para a limpeza urbana e uma série de melhorias no Guaibim. Se isso for “nada”, é melhor a gente redefinir urgente o significado da palavra.

Mas o drama do vereador é outro: duas ruas ainda não foram calçadas. Pronto. É isso. Depois de uma lista considerável de ações no próprio distrito, o problema central da gestão virou… duas ruas.

Fica a dúvida: é cobrança legítima ou birra política com roteiro repetido? Porque convenhamos, ignorar tudo que já foi feito para focar apenas no que falta não é exatamente um exemplo de justiça — é mais um exercício de teimosia com microfone aberto.

E não para por aí. O vereador também resolveu mirar no governador Jerônimo Rodrigues, mesmo com o investimento de R$ 20 milhões na Orla do Guaibim e a construção do Hospital Regional que vai beneficiar toda a região. Pelo visto, quando a vontade é reclamar, nem obra grande escapa.

No fim das contas, fica aquela sensação curiosa: se fizer pouco, reclama. Se fizer muito, também reclama. Se fizer quase tudo, reclama do que falta.

E assim segue o espetáculo… porque, para alguns, parece que elogiar virou pecado, mesmo quando a realidade grita o contrário.