CAIRU: ONDE A CULTURA NÃO APENAS SOBREVIVE, MAS EMOCIONA E ENSINA GERAÇÕES

Rafa fez depoimento emocionante sobre a Festa de São Benedito

As palavras ditas pelo pré-candidato a deputado estadual ecoaram forte em Cairu, não como discurso político vazio, mas como um testemunho carregado de emoção, memória e pertencimento. Ao falar de uma das festas mais tradicionais do município, além de falar de eventos ou manifestações culturais, falou de raízes. Falou de alma.

Quando ele afirma que “Cairu não é só o lugar onde a história começou, é onde a cultura resiste, pulsa e atravessa gerações”, não há exagero algum. A Chegança, os Congos, a Filarmônica e, sobretudo, o Reinado de São Benedito são apresentações folclóricas e memórias vivas de um povo que nunca deixou sua identidade se apagar, mesmo quando o tempo e o descaso ameaçaram levar tudo embora.

O discurso ganha ainda mais força quando ele reconhece que esse resgate não aconteceu por acaso. Muito do que hoje emociona moradores e visitantes havia se perdido ao longo dos anos. Foi preciso trabalho, respeito e compromisso com a história local para trazer tudo de volta. E é nesse ponto que ele faz questão de destacar o papel do seu pai, Hildécio Meireles, prefeito de Cairu, como o grande responsável por esse reencontro do município com sua própria cultura.

Sob a gestão de Hildécio, tradições que estavam esquecidas foram valorizadas novamente, festas foram fortalecidas, grupos culturais ganharam apoio e visibilidade, e a identidade de Cairu voltou a ocupar o lugar de destaque que sempre mereceu. Hoje, a cultura voltou, ela vive, pulsa, emociona e educa.

Ao falar do Reinado de São Benedito, o pré-candidato tocou no que há de mais sensível: a fé que une famílias, a devoção que atravessa gerações e a tradição que ensina quem somos e de onde viemos. Para ele, estar ali não é só marcar presença. Era voltar às próprias raízes, reafirmar o orgulho de ser filho daquela terra e renovar o compromisso de respeitar o passado para construir um futuro com identidade.

Cairu, como ele bem definiu, é mais do que cenário histórico. É cultura viva, é fé que resiste, é povo forte. E quando a política se encontra com a memória, o resultado não é promessa vazia, é emoção verdadeira e compromisso com aquilo que realmente importa.

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