UMA NOITE PARA LEMBRAR: QUANDO O TRABALHO VIRA FAMÍLIA E A GRATIDÃO VIRA APLAUSO

Luizinho entre o filho e as duas filhas

Ontem vivi uma daquelas noites que não cabem só na memória, ficam guardadas também no peito. Fui convidado para participar da confraternização do Grupo Dátolli, um encontro que reuniu centenas de colaboradores, amigos e parceiros, todos unidos por algo maior do que contratos ou cargos: pertencimento.

O Grupo Dátolli, que hoje reúne oito empresas em diferentes segmentos do comércio, transporte marítimo, academias, estacionamentos e outros serviços, gera cerca de 600 empregos diretos. Mas reduzir isso a números seria injusto. O que se viu ali foi gente, história, suor e afeto.

A festa, idealizada e promovida pelo empresário Luís Dátolli, foi daquelas que aquecem a alma. Teve comida farta, bebida, presentes e música, mas, acima de tudo, teve sentimento. Um ambiente leve, verdadeiro, onde o sorriso parecia ser o uniforme oficial da noite.

O momento mais marcante veio quando os funcionários surpreenderam o patrão com uma homenagem especial: um vídeo no estilo “Arquivo Confidencial”, daqueles que a gente lembra do Faustão, mas que ali ganhou um peso muito maior. Porque ali não era televisão. Era vida real.

Confesso: pouca gente conhece de verdade a história de Luizinho. E faço aqui um convite sincero: quem tiver a oportunidade de assistir àquele “Arquivo Confidencial”, que assista. É enriquecedor. Os depoimentos vão da mãe adotiva ao funcionário mais novo, todos carregados de respeito, gratidão e carinho genuíno.

Quem anda por aí espalhando versões distorcidas sobre quem é Luizinho, certamente não conhece o homem por trás do empresário. Não conhece o caminho duro, a estrada empoeirada, o corcel amarelo velho empurrado na força do braço, a fé insistente de quem nunca desistiu de chegar onde chegou.

O depoimento de sua mãe foi de cortar o coração. Fez o empresário se emocionar várias vezes e deixou claro que ali já estava escrito, ainda que com lágrimas e dificuldades, o destino de um homem que venceria sem perder a humanidade.

Uma coisa me chamou atenção em praticamente todos os relatos: Luizinho sempre ensinou seus funcionários a tratar bem o próximo. Para ele, isso nunca foi detalhe, foi regra de vida. E talvez esteja aí o segredo.

Outro ponto que fala por si: muitos dos seus funcionários estão com ele há mais de vinte anos. Gente simples, de origem humilde, que cresceu junto com o grupo. Parece que Luizinho não construiu empresas sozinho. Ele construiu pessoas. Preparou todos para caminhar ao seu lado. E todos ouviram, aprenderam e seguiram.

Isso não é sorte. Isso é liderança.

Reforço o que disse antes: assistam ao “Arquivo Confidencial” de Luizinho. Garanto que muita gente vai sair dali com outra imagem, mais justa e mais humana, de quem ele realmente é.

Parabéns, Luís Dátolli. Continue sendo esse patrão raro, esse empreendedor que entende que sucesso de verdade só existe quando gera trabalho, dignidade e esperança. Valença agradece.

Arena Club Show, lotada, com funcionários, parceiros e amigos

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