COM MEDRADO, VALENÇA TROCA FUTRICA POR OBRA E DISCURSO VAZIO POR RESULTADO

Medrado encerra seu primeiro ano de gestão com um saldo que provoca urticária nos desocupados de plantão. É claro que houve tropeços na Saúde e na Educação, quem governa cidade de verdade sabe que problemas existem. A diferença é que, neste caso, são entraves plenamente administráveis e com solução à vista já no próximo ano.

Enquanto a turma do “quanto pior, melhor” vive de boato, Valença viu quilômetros e mais quilômetros de ruas asfaltadas, fruto de parcerias com o governo e também de recursos próprios. Obras importantes saíram do discurso e ganharam chão, cimento e gente trabalhando: Praça da República, Mercado do Peixe, UPA, além das creches do Novo Horizonte e do Guaibim.

E tem mais. O Hospital Maternidade Regional, promessa do governador, já tem data para mostrar serviço. Janeiro chega com paredes de pé, para desespero dos que torcem contra até maternidade.

Essas obras não são enfeite de vitrine. Elas geram emprego, aquecem o comércio, movimentam a cidade e, sobretudo, devolvem à população algo raro nos últimos tempos: expectativa de futuro. Esperança que se mede em concreto, não em conversa fiada.

Do outro lado, sobra um grupelho de meia dúzia, especialistas em futrica, que atacam a gestão porque não têm o que fazer. Circulam pelos “podcasts da vida”, tentando enganar alguém que não aparece. Falta audiência, sobra garganta arranhada e discurso vazio.

No fim, vira aquele espetáculo constrangedor: eles produzem, eles escutam, eles comentam. Um colóquio fechado, com plateia de espelho, enquanto a cidade segue andando para frente. E dói, dói muito, em quem vive de falar e não tem uma obra sequer para mostrar.

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