JAIR FOI UMA EPIDEMIA DE ALEGRIA E BOM HUMOR
Por Maurício Sena
Quando vim morar em Valença Jair foi uma das primeiras amizades que fiz. Cantor de banda de rock, era um ídolo. Lembro das festas do Amparo quando ficávamos de conversa mole esperando abrir a panificadora Tinharé para encerrar a noite e começar o dia com um pão na chapa. Antes do reggae era apaixonado por rock, especialmente pelo Capital Inicial, tinha os quatro primeiros discos da banda e não emprestava a ninguém, emprestou a mim. Fez o maior sucesso como crooner de Dalto no show de calouros cantando Muito estranho. Jair foi uma Epidemia de alegria e bom humor, nos tempos recentes já não tínhamos tanta proximidade mas essas lembranças continuam frescas na minha memória afetiva e nada mais oportuno que compatilhá-las agora. Jair Veiga continuará sendo um personagem vivo da história de Valença!







Nada diferente do de Brasilia. Só o reflexo e não vê, somente quem tapa os olhos.
isso
meio confuso essa informação já saia as 18:30 de mar grande e agora vai ter uma 20:00 e isso
Poderia ser melhor se de fato tivesse planejamento por parte da secretaria do turismo com total apoio do Prefeito. Temporada…
Realmente Pelegrini nosso Deputado Federal, filho da Terra, Raimundo Costa, não perdeu seu cognome RAIMUNDO DA PESCA, porém avançou fronteiras…