QUANDO FALTA PAUTA, ELES ENCONTRAM BURACOS (MAS MEDRADO JÁ ESTÁ ASFALTANDO)

Enquanto isso, Medrado já começou outra obra na Comunidade da Boa Vista, uma ponte de concreto que não trará mais dor de cabeça aos moradores

A meia-dúzia de adversários do prefeito Marcos Medrado já pode se preparar: do agora até o fim do verão, vai ter assunto de sobra. Não porque a cidade esteja parada, mas justamente pelo contrário. Adversário só grita quando o prefeito trabalha. Aí começam a caçada ao buraco escondido, o pedido de impeachment reciclado e aquela velha tentativa de enganar o povo com espuma de copo vazio.

Enquanto eles falam de buraco, Medrado asfalta bairro inteiro. Está lá no Novo Horizonte, rua por rua, e a população, que não vive de podcast nem de live, agradece com o pé no chão e o carro rodando no asfalto novo. Simples assim.

Medrado, aliás, deixou claro que está pouco se lixando para esse coro desafinado. E faz sentido. Quem governa com obra não tem tempo para responder a fofoca de microfone aberto.

Como bem disse um amigo meu, e aqui a frase cai como uma luva: “Hoje tem mais dono de podcast, repórter e influencer do que gente querendo trabalhar.”

Depois reclamam que o país não prospera, que falta emprego… mas pudera. Todo mundo quer um minuto de fama, um corte viral, uma polêmica fabricada. Produzir resultado dá trabalho demais.

E já que essa turma gosta tanto de câmera e holofote, Medrado fez o convite com ironia fina: dia 31 de dezembro, estão todos convidados para registrar um evento que andou sumido do calendário turístico de Valença.

Em vez de só criticar, que tal comparar? Mostrar o antes e o agora. Mostrar o que ficou no discurso e o que virou realidade.

Porque no fim das contas, enquanto uns vivem de falar, outros vivem de fazer. E o asfalto, esse sim, não precisa de edição.

UMA NOITE PARA LEMBRAR: QUANDO O TRABALHO VIRA FAMÍLIA E A GRATIDÃO VIRA APLAUSO

Luizinho entre o filho e as duas filhas

Ontem vivi uma daquelas noites que não cabem só na memória, ficam guardadas também no peito. Fui convidado para participar da confraternização do Grupo Dátolli, um encontro que reuniu centenas de colaboradores, amigos e parceiros, todos unidos por algo maior do que contratos ou cargos: pertencimento.

O Grupo Dátolli, que hoje reúne oito empresas em diferentes segmentos do comércio, transporte marítimo, academias, estacionamentos e outros serviços, gera cerca de 600 empregos diretos. Mas reduzir isso a números seria injusto. O que se viu ali foi gente, história, suor e afeto.

A festa, idealizada e promovida pelo empresário Luís Dátolli, foi daquelas que aquecem a alma. Teve comida farta, bebida, presentes e música, mas, acima de tudo, teve sentimento. Um ambiente leve, verdadeiro, onde o sorriso parecia ser o uniforme oficial da noite.

O momento mais marcante veio quando os funcionários surpreenderam o patrão com uma homenagem especial: um vídeo no estilo “Arquivo Confidencial”, daqueles que a gente lembra do Faustão, mas que ali ganhou um peso muito maior. Porque ali não era televisão. Era vida real.

Confesso: pouca gente conhece de verdade a história de Luizinho. E faço aqui um convite sincero: quem tiver a oportunidade de assistir àquele “Arquivo Confidencial”, que assista. É enriquecedor. Os depoimentos vão da mãe adotiva ao funcionário mais novo, todos carregados de respeito, gratidão e carinho genuíno.

Quem anda por aí espalhando versões distorcidas sobre quem é Luizinho, certamente não conhece o homem por trás do empresário. Não conhece o caminho duro, a estrada empoeirada, o corcel amarelo velho empurrado na força do braço, a fé insistente de quem nunca desistiu de chegar onde chegou.

O depoimento de sua mãe foi de cortar o coração. Fez o empresário se emocionar várias vezes e deixou claro que ali já estava escrito, ainda que com lágrimas e dificuldades, o destino de um homem que venceria sem perder a humanidade.

Uma coisa me chamou atenção em praticamente todos os relatos: Luizinho sempre ensinou seus funcionários a tratar bem o próximo. Para ele, isso nunca foi detalhe, foi regra de vida. E talvez esteja aí o segredo.

Outro ponto que fala por si: muitos dos seus funcionários estão com ele há mais de vinte anos. Gente simples, de origem humilde, que cresceu junto com o grupo. Parece que Luizinho não construiu empresas sozinho. Ele construiu pessoas. Preparou todos para caminhar ao seu lado. E todos ouviram, aprenderam e seguiram.

Isso não é sorte. Isso é liderança.

Reforço o que disse antes: assistam ao “Arquivo Confidencial” de Luizinho. Garanto que muita gente vai sair dali com outra imagem, mais justa e mais humana, de quem ele realmente é.

Parabéns, Luís Dátolli. Continue sendo esse patrão raro, esse empreendedor que entende que sucesso de verdade só existe quando gera trabalho, dignidade e esperança. Valença agradece.

Arena Club Show, lotada, com funcionários, parceiros e amigos

DEPUTADO RAIMUNDO COSTA SE DESPEDE DA MÃE COM MENSAGEM DE AMOR E GRATIDÃO

O deputado Raimundo Magalhães Costa comunicou, com profunda emoção, o falecimento de sua mãe, deixando uma mensagem marcada por amor, respeito e reconhecimento ao legado deixado por ela.

Em suas palavras, Raimundo destacou a presença transformadora da mãe em sua vida e na vida de todos que tiveram o privilégio de conviver com ela.

Uma mulher cuja trajetória foi guiada pelo cuidado, pela força e por um amor que ultrapassa o tempo e permanece vivo na memória, nos ensinamentos e nos gestos cotidianos que seguem inspirando.

“Hoje nos despedimos de uma mãe cuja presença marcou profundamente minha vida e de todos ao redor. Seu amor, cuidado e força permanecerão vivos nas lembranças, nos ensinamentos e nos gestos que ela deixou como legado”, escreveu.

Em tom sereno e afetuoso, o deputado também expressou sua fé e resiliência diante da perda, afirmando que buscará acolhimento, força e serenidade para seguir adiante, sempre amparado por um amor que, segundo ele, nunca se vai.

A mensagem comoveu amigos, familiares e apoiadores, que manifestaram solidariedade e carinho ao parlamentar neste momento de dor, reconhecendo a sensibilidade e a humanidade expressas em suas palavras.

Amor em Forma de Brinquedo celebra solidariedade e chega à 5ª edição com mais de 3 mil doações

O Projeto Social Amor em Forma de Brinquedo chegou à sua 5ª edição consolidado como uma das mais bonitas ações de solidariedade em Valença. O momento foi marcado por muito afeto, empatia e compromisso social, levando alegria a centenas de crianças atendidas pela iniciativa.

Nesta edição, as crianças foram presenteadas com brinquedos arrecadados ao longo da campanha, que contou com três importantes pontos de coleta: o Espaço Sensoriar, o Stúdio Carmandelli e o DPT – Polícia Técnica de Valença. A mobilização envolveu a comunidade e reforçou a força do trabalho coletivo.

Ao todo, foram arrecadados 3.027 brinquedos, incluindo uma parte significativa de brinquedos sensoriais, pensados especialmente para garantir que todas as crianças, em suas diversidades e potencialidades, recebessem presentes adequados às suas necessidades e pudessem vivenciar plenamente a alegria do brincar.

A idealizadora do projeto, a assistente social Simone Machado, destacou a importância da participação de cada colaborador.

“Foram 3.027 brinquedos, sendo parte deles brinquedos sensoriais, para que todas as crianças, nas suas diversidades e potencialidades, pudessem receber presentes adequados às suas necessidades e vivenciar a alegria do brincar. Agradeço a cada um que fez sua doação e a toda equipe do projeto. Juntos, conseguimos mais uma campanha de sucesso e credibilidade”, afirmou.

A 5ª edição do Amor em Forma de Brinquedo reafirma que solidariedade não é apenas um gesto, mas uma construção coletiva capaz de transformar realidades e espalhar esperança.

VALENÇA ORGANIZA O TRÂNSITO E MANDA UM RECADO CLARO AOS AMANTES DO BARULHO

A decisão da Prefeitura de Valença de criar o Depósito Municipal de Veículos vai muito além de um simples espaço para guardar carros apreendidos. É um passo firme no sentido de organizar a cidade, fortalecer a fiscalização e impor limites a quem insiste em confundir barulho com liberdade.

A atitude do prefeito Marcos Medrado merece aplauso. Ao estruturar o depósito e dar respaldo legal às ações de trânsito, o município passa a ter um instrumento real para enfrentar velhos problemas que incomodam a população diariamente.

E entre eles está um dos mais irritantes: motoqueiros que retiram o miolo da descarga apenas para fazer barulho, perturbando o sossego público e colocando em risco a segurança.

Esse tipo de prática não é rebeldia, é desrespeito. Desrespeito com crianças, idosos, trabalhadores, estudantes e com quem só quer dormir ou viver em paz.

O novo decreto, ao dar suporte às apreensões e à custódia dos veículos, funciona também como freio para esses abusos, mostrando que a cidade tem regra, tem limite e tem gestão.

Assim como a discussão sobre o fim dos fogos de estampido, a organização do trânsito aponta para a mesma direção: uma Valença mais civilizada, mais humana e menos refém do barulho.

Ordem pública não é perseguição, é cuidado coletivo. E quando o poder público age com clareza e coragem, quem ganha é a população.

Medrado acerta ao mostrar que governar também é disciplinar, mesmo quando isso desagrada quem vive do excesso. A cidade agradece.

VALENÇA CAMINHA PARA DIZER ADEUS AOS FOGOS BARULHENTOS

Valença pode estar prestes a virar a página de um costume antigo que, para muitos, já virou sinônimo de sofrimento. O prefeito Marcos Medrado já manifestou publicamente a vontade de criar uma lei municipal que proíba a soltura de fogos de artifício com estampido na cidade. A expectativa é que, a partir de 2026, esse tipo de foguetório ruidoso fique definitivamente fora do calendário valenciano.

A iniciativa acompanha uma tendência que cresce em várias partes do país e nasce de uma constatação simples, porém poderosa: o barulho não é festa para todo mundo. Medrado reconhece que os estampidos provocados pelos fogos causam impactos reais e severos, especialmente em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), idosos, animais domésticos e até mesmo em pessoas sem nenhuma condição específica, que sofrem com sustos, crises de ansiedade e desconforto físico.

“O som que para alguns representa celebração, para outros é dor”, resume o espírito da proposta. Em períodos festivos, não são raros os relatos de crianças autistas em crise, idosos desorientados, cães e gatos em pânico, fugindo ou se machucando, além de pessoas comuns que simplesmente não conseguem lidar com a intensidade dos estampidos.

A ideia da futura lei municipal não é acabar com a celebração, mas substituir o barulho pela consciência. Fogos de efeito visual, sem ruído, entram como alternativa moderna, inclusiva e respeitosa, permitindo que a cidade continue comemorando sem transformar alegria em aflição.

Se confirmada, a proposta colocará Valença no caminho de uma cidade mais humana, empática e alinhada com políticas públicas que valorizam o bem-estar coletivo. Tudo indica que 2026 pode marcar o início de um novo tempo, em que a festa brilhe no céu, mas não ecoe como sofrimento nos lares.

Uma decisão que não silencia a alegria, apenas diminui o barulho e amplia o cuidado.

RAFA DE HILDECIO RECEBE APOIO DE JOÃO PEDRO, O EMBAIXADOR DO AUTISMO NA BAHIA

Na tarde de Natal desta terça-feira (24), o pré-candidato a deputado estadual Rafa de Hildecio recebeu um apoio carregado de simbolismo e propósito: o do jovem autista valenciano João Pedro Mercês, Embaixador do Autismo na Bahia.

Acompanhado de sua mãe, Bárbara Mercês, João Pedro declarou publicamente seu apoio a Rafa e fez um pedido direto e necessário: que a causa do autismo seja tratada com prioridade, respeito e políticas públicas efetivas.

Sensível à pauta e já influenciado pelo exemplo do pai, reconhecido pelo trabalho social nessa área, Rafa prontamente acolheu o pedido e afirmou que a defesa das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) será uma de suas bandeiras.

A postura firme e imediata do pré-candidato agradou João Pedro, que fez questão de reforçar a confiança:
“O autismo precisa de gente como Rafa, que já carrega em seus planos e propostas projetos voltados às pessoas com TEA. Isso facilita a nossa luta por políticas públicas”, afirmou.

Empolgado com a parceria, João Pedro manifestou o desejo de acompanhar de perto experiências bem-sucedidas na área, incluindo o trabalho desenvolvido pela Prefeitura de Cairu em Boipeba. O vereador Igor se colocou à disposição para apresentar as ações já existentes no município.

A união entre Rafa de Hildecio e João Pedro Mercês nasce forte, com diálogo, sensibilidade e disposição para o trabalho conjunto.

Mais que um apoio político, trata-se de uma aliança construída em torno de uma causa que exige voz, presença e compromisso real.

ZONA AZUL SAIU DO VERMELHO: O TCM APITOU O FIM DO DRAMA DA “TURMA DO QUANTO PIOR MELHOR”

A pressa, mais uma vez, foi inimiga da notícia. A chamada “turma do quanto pior, melhor”, sempre de plantão para tocar marcha fúnebre antes da hora, saiu espalhando que a implantação da Zona Azul em Valença tinha sido suspensa em definitivo.

Teve gente que já comemorava como se fosse final de campeonato. Mas o jogo ainda estava no primeiro tempo… e o apito final veio de onde realmente importa.

O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) decidiu, de forma clara e oficial, autorizar o Município de Valença a seguir com a Concorrência Pública nº 005/2025, que trata da concessão do estacionamento rotativo pago, a conhecida Zona Azul.

A decisão foi assinada pelo conselheiro substituto e relator Antônio Carlos da Silva, na última sexta-feira (19), e reconsidera a suspensão inicial, aquela que foi tratada pelos apressadinhos como sentença definitiva.

Na prática, o Tribunal fez exatamente o que se espera de um órgão técnico: apontou falhas, ouviu a defesa, analisou as correções e deu o sinal verde. Nada de escândalo, nada de derrota da gestão, nada de “fim da Zona Azul”.

Os tais “vícios formais e materiais” identificados no edital, como a ausência de alguns anexos, a falta de detalhamento de vagas e a escolha da modalidade presencial, foram esclarecidos e ajustados.

A Prefeitura explicou ponto a ponto, demonstrou que não houve prejuízo à competitividade e que tudo estava amparado pela legislação e pelo Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTE). Resultado: edital republicado e processo retomado, como manda o figurino.

Ou seja, aquilo que foi vendido como fracasso virou, oficialmente, correção técnica seguida de autorização. O TCM falou. E falou alto.

O prefeito Marcos Medrado, que em nenhum momento entrou em desespero nem correu para manchetes fáceis, recebeu a decisão como confirmação do caminho adotado pela gestão.

Segundo ele, o processo foi aprimorado respeitando todas as recomendações do Tribunal, reforçando o compromisso com a transparência, a legalidade e a modernização da cidade.

Enquanto isso, sobra silêncio para quem correu para anunciar o enterro antes de confirmar o óbito. Em Valença, a Zona Azul segue viva, o processo segue legal, e a narrativa do “quanto pior, melhor” segue tropeçando nos fatos.

No fim das contas, ficou claro:
Medrado estava certo.
O TCM deu a resposta.
E a turma do oba-oba ficou sem assunto.

Vida longa à Zona Azul… e mais cautela na próxima manchete.