Meus amigos, ontem (08), pra mim foi o fim da picada (sem querer desestimular a força das vacinas contra a Covid), mas o que aconteceu na porta da sorveteria com a colocação daquele lixo todo, pela vizinhança, foi terrível.
Recebi a visita do ex-deputado Marcos Medrado, com seu irmão, Zé Antônio, seu Amigo Valnei, o radialista Ricardo Lemos e a Cheff e modelo Elis Cabral e eles ficaram estarrecidos com o que viram, pois até urubus visitaram o local.
É impressionante como as pessoas não se tocam diante dessa agressão ao espaço público, a fedentina era terrível e do jeito que estava qualquer ave de rapina sentiria o cheiro na sua maior longitude.
Vergonhoso para os moradores da rua que podem ser considerados os maus exemplos em termos de higiene. Quantos que passaram por ali não devem ter dito: ‘como esse povo aguenta isso?’. Devem imaginar que a gente já deve ter acostumado a conviver com essa porcaria.
As pessoas que foram nos visitar, embora saibam que nós não temos culpa nenhuma, tiveram que sair do local porque o mal cheiro estava insuportável. Imaginem a vergonha que passei, tendo que dizer a todo instante que eram os nossos vizinhos que faziam aquela farra de imundice.
Chegou a hora de pedir por aqui mesmo, que as pessoas tenham um pouco mais de amor pela cidade, e tentem fazer alguma coisa para melhorar nossa imagem, já não basta os desmandos da gestão? Ainda temos que colaborar pra ser pior?
Em seu pronunciamento na inauguração da TV Câmara de Cairu, falando sobre cultura, o prefeito Hildécio Meireles, pra mostrar que é um cairuense autêntico disse que conhece todos os instrumentos dos grupos folclóricos local e que toca todos, desde Caretas, Congos e Cheganças.
Hildécio pediu para não pedirem provas, mas garante que sabe tocar todos os instrumentos, “Vou dizer uma coisa a vocês e não me peçam pra provar, aqui agora, eu sei tocar todos os instrumentos, de Caretas, Cheganças e Congos, sabe por que? Porque eu convivi com isso desde a minha infância”, disse o prefeito.
“Eu me lembro a primeira vez, com a idade do meu filho, Matheus. ou menos ainda, eu participei dos Caretas. Minha mãe comprou a fantasia da gente. Nós saimos de casa de madrugada tudo escuro ainda, mas quando vi aquela quantidade de caretas na rua eu me mandei pra casa com medo das caretas porque, esse de fato, era o sentimento que nós tínhamos. É isso que nós queremos implementar nas nossas escolas, resgatar a cultura com nossas crianças”, esclareceu.
Para Hildécio a cultura é um produto turístico e sua intenção é estimular o povo de Cairu a conservar esse sentimento, para também mostrar a cultura ao turista.
Pra muita gente é fácil fazer uma foto dessa e ir para as redes sociais falar que a cidade está jogada às traças, criticar a empresa de lixo e chamar o gestor de porco. Difícil são eles evitarem essa situação.
Ninguém se submete a chamar a atenção de um vizinho e dizer: isso está errado, sábado a noite e domingo não são dias de se colocar lixo na porta, pois não existe serviço de coleta nesse dia, é constrangedor.
Para o vizinho que não suporta ver uma sacola de lixo no seu pátio ou até mesmo as vísceras de peixe e camarão dentro do seu congelador aguardando até a segunda-feira para descartar, é mais prático colocar na porta e culpar à administração.
Se me disserem que isso é falta de educação eu digo que não é, se disserem que faz parte da cultura nossa, valenciana, eu aceito com mais boa vontade, generalizo, mas sei que em toda regra existe a exceção.
Este lixo está aqui na porta da nossa sorveteria, na Rua da Taboca, centro da cidade, desde sábado a tarde. Pra mim é uma coisa abominável, pois eu vendo sorvetes e picolés e tenho que ficar dizendo às pessoas que aquilo não nos pertence
Aqui os vizinhos mais próximos largam seus lixos e os oportunistas mais distantes aproveitam e trazem os seus também. Sujeira na porta deles, nunca, na porta dos outros é mais fácil.
Para os porcos deve ser cruel acordar as sete da manhã para colocar o lixo que irá passar às 7:30h.
Será que além de porcos, têm que serem preguiçosos, também? É uma mesquinhez sem tamanho.
Por orientação do âncora do programa Ligação Direta, empresário e radialista Marcos Medrado, a Valença FM irá sortear entre ouvintes nesta sexta-feira,6, cestas básicas e Kits churrasco.
A iniciativa tem por objetivo contemplar as comemorações do Dia dos Pais, sendo que só terá direito ao Kit Churrasco o pai que fizer aniversário nesse domingo.
Do Kit constam 10 kg de carne, 10 kg de calabresa, 10 caixas de cerveja e carvão.
Já das cestas básicas constam 10 kg de feijão, 10 kg de arroz, 10 kg de farinha além dos produtos necessários à produção das refeições. ” A pandemia só fez aumentar as desigualdades sociais, por isso a emissora, dentro das suas possibilidades, está contribuindo para a reunião familiar num dia tão importante”, concluiu Medrado.
Diante dos fatos ocorridos, em relação a prestação jurisdicional na Vara do Sistema dos Juizados Especiais da Comarca de Valença/BA, a OAB – Subseção Valença/BA, como foi citada em depoimento prestado por um jurisdicionado na rádio local, foi procurada pela imprensa para se manifestar sobre o assunto.
A OAB, sabedora da sua função social, vem a público trazer alguns esclarecimentos estritamente jurídicos, que se fazem necessários, sem qualquer cunho de natureza ou ordem pessoal em relação a magistrada citada, Dra. Marcela Bastos.
Inicialmente, convém esclarecer a todos que a OAB – Subseção Valença/BA já participou de inúmeras reuniões com a referida Magistrada relatando a insatisfação dos advogados e da sociedade em geral diante das sentenças proferidas neste juizado, que em muitas vezes não são garantidoras dos direitos consumeristas, entretanto, tais tentativas de solução do problema, não lograram êxito, pois inúmeras queixas persistem a chegar a esta Instituição, causando um total desânimo nos jurisdicionados da Comarca e nos advogados e, o pior um verdadeiro descrédito na “Justiça”.
É importante pontuar para toda população algumas situações, que estão acontecendo no Juizado de Valença/BA, que seguem abaixo:
1) As ações judiciais que envolvem a discussão acerca de empréstimos consignados fraudulentos sempre foram processadas e julgadas pelo referido juizado e, mesmo com a juntada de suposto contrato pela instituição financeira ré, ocorria uma análise das assinaturas constantes nos autos, RG e procuração, em comparação com a assinatura constante no contrato, cuja diferença, em sua maioria das vezes, é de logo perceptível, sendo importante esclarecer que quando era verificada uma dificuldade na verificação da autenticidade da assinatura, o processo era extinto sem julgamento do mérito, permitindo com isso o seu ajuizamento na Vara Comum, para fins de possibilitar a perícia grafotécnica. Ocorre que, atualmente, basta unicamente a instituição financeira juntar um contrato, independente da análise da assinatura e dos demais documentos, a ação é julgada improcedente e, o que é pior, os autores, muitas vezes idosos, com poucos conhecimentos e que recebem um único salário mínimo de aposentadoria, estão sendo condenados a pagarem multa por litigância de má-fé e as custas processuais, causando uma revolta sem tamanho em toda população, pois eles estão sendo apenados por buscarem a garantia de um direito, indignação esta que aumenta, diante das inúmeras reportagens, nos meios de comunicação, relatando o crescente número de fraudes nesses contratos por agentes de instituições financeiras, detentores das dados dos aposentados.
2) O número de ações julgadas improcedentes nos Juizados de Valença é assustador, causando uma triste sensação de impunidade, sendo que tais sentenças acabam por subjugar o consumidor, na busca da garantia de seus direitos assegurados no Código de Defesa do Consumidor e, em contrapartida, tais sentenças premiam os grandes fornecedores e, até mesmo, se revelam como um estímulo para a continuação da máprestação do serviço, pois sabem que não serão responsabilizados por suas ações ilegais, até mesmo em casos de revelia.
3) As indenizações por danos morais, nos dias de hoje, esbarram na figura emblemática do “mero aborrecimento”, de modo que as situações vexatórias e humilhantes vivenciadas pelos consumidores valencianos não possuem mais valor e, quando há a fixação de indenização os valores das sentenças são irrisórios e vergonhosos, abaixo do salário mínimo, quando, em outros tempos, as condenações, em sua maioria, ultrapassavam o valor de R$ 3.000,00 (três mil reais).
4) Nas audiências designadas, no Juizado, de forma remota, em virtude da pandemia, quando a parte autora não consegue o acesso e, mesmo justificando os problemas tecnológicos, pasmem, existe a extinção do feito, fazendo com que o consumidor tenha que ajuizar uma nova ação, indo totalmente de encontro com os princípios da informalidade, da celeridade e da economia norteadores do Juizado. Certo é que tais situações são desmotivadoras, tanto para os advogados e advogadas, como para toda população, o que é ampliando ainda mais se levarmos em consideração os demais problemas vivenciados oriundos da pandemia. Vale destacar que alguns jurisdicionados podem não saber se expressar, podem acabar perdendo o limite de seus argumentos pela indignação do que está vivenciando, mas a situação é realmente insustentável.
Assim, a OAB – Subseção Valença/BA espera e conclama que a Vara do Sistema dos Juizados Especiais de Valença/BA passe a cumprir com a sua função social e que as pessoas voltem a acreditar no nosso Judiciário, de maneira que o consumidor seja respeitado, que o advogado, a advogada possa sobreviver com o seu trabalho digno, sem ter que informar ao seu cliente, que ele além de perder a ação, ainda passou a dever a parte contrária e ao Estado.
Com essa pandemia, nós que contamos a história dos municípios do Baixo Sul, dessa região que vai de Valença até Camamu, nos conformamos com o que encontramos de notícias nas rede sociais dos perfis dos políticos, pois não podemos ir buscar.
Acompanho a sessão da Câmara de Valença pela TV Costa do Dendê, outros municípios como Cairu, Nilo Peçanha, Taperoa, Ituberá, Igrapiúna, Tancredo Neves e Camamu, a gente busca sempre nas páginas dos políticos para obter algumas informações.
Tenho visto a página do vice-presidente da Câmara de Cairu, o vereador Ecinho, que se destaca pelos serviços relevantes para sua comunidade do Galeão. Ecinho não só se empenha em buscar melhoras para seu povo, como também para outras comunidades cairuenses.
O edil é um jovem vereador que tem grande bagagem política, aliado do prefeito Hildécio Meireles do qual elogia e segue seus passos. Ecinho ganha a simpatia das pessoas por sua imparcialidade em seus pronuncimentos nas Sessões da Câmara.
Na página do vereador não é difícil ver o mesmo visitando o próprio Galeão e várias outras localidades do arquipélago, como na foto acima, onde ele diz que teve um encontro com Petrusca Mello, superintendente da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável.
Nessa caminhada Ecinho demonstra ser um vereador que segue o prefeito Hildécio Meireles e tudo leva a crer que suas buscas por melhora da sua comunidade é uma grande vitrine para a política local.
Agora Valença tem a Cooperativa de Costureiras, fundada no dia 31 de Julho, com as participações do Sindveste – Sindicato das Industrias de Confecção de Feira de Santana, Sindicato das Industrias de Fiação da Bahia e CVI – Companhia Valença Industrial.
O evento foi realizado na Casa do Empresário de Valença com a presença do Secretário de Industria e Comércio Ademir Costa, Edson Nogueira do Sindicato de Industria Confecção de Feira de Santana, Heri Hartmann, presidente da Sindveste Bahia, Horácio diretor da CVI, Antonio Martins conselheiro da Fieb, o vice prefeito Joailton.
Os sindicatos e empresários de Salvador se colocaram a disposição para dar todo o apoio e ajudar no desenvolvimento da Cooperativa que terá 42 cooperados.
Há uns dois meses nós aqui do blog pedimos na ouvidoria sobre a contratação do Secretário Claudio Queiroz, que não poderia acontecer por motivo de lei que proibe contrato de ficha suja, a procuradoria do município nos informou que estaria abrindo uma sindicância para apurar o caso. Até hoje esperamos o resultado dessa sindicância e nada.
Ha um mês populares denunciaram superabastecimento de veículos da prefeitura e outros carros que não estavam circulando. A prefeitura informou também que abriria outra sindicância para a purar os fatos, mas não deu resultado da tal sindicância até hoje. A farra da gasolina ficou esquecida.
Resta saber se eles vão dar satisfação a sociedade ou vão usar essas sindicâncias como praxe, para tapear o povo. Quem anda errado não pode se enaltecer de seriedade. Portanto, nós exigimos respeito e não aceitamos essa malandragem por parte do poder executivo. Queremos os resultados das tais sindicâncias. Ou então… As denúncias são verdadeiras.
Existem católicos e evangélicos de esquerdas que não gostaram agora is extremistas de esquerdas que gosta esperem o resultado.
Beleza precisava mesmo
Só Precisa mudar o nome de Rua Alagoas para Rua Oceano, kkkkkk obras administrada por Engenheiro da Shopee só dá…
Na realidade a justiça do homem não leva nada o que realmente importa é a justiça de Deus que é…
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parabéns pelo seu trabalho vc e uma mulher forte